Pesquisas feitas pela Fiocruz, em parceria com organizações não governamentais, apontam que o consumo de alimentos ultraprocessados e bebidas alcoólicas custam em torno de R$ 28 bilhões ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre mortes prematuras e gastos diretos e indiretos. A estimativa não considera os atendimentos na rede suplementar de saúde, como clínicas particulares e planos de saúde.

Os estudam indicam que a estratégia para diminuir o consumo desses produtos, e assim, o impacto nos cofres públicos, passa por uma combinação de fatores, como a adoção de impostos seletivos, que aumentariam o preço dos alimentos com potencial nocivo à saúde, e a realização de campanhas de conscientização como as de combate ao tabagismo.

As ONGs promovem campanha pela inclusão desse tipo de imposto na reforma tributária, como estratégia casada de promoção à saúde e financiamento de políticas de justiça tributária.

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