Para 14% dos entrevistados, ele está no caminho errado; 11% não sabem; maioria dos brasileiros aprova as equipe escolhida pelo presidente eleito

Entre os brasileiros ouvidos pela pesquisa Ibope, 64% têm expectativa de que o governo Jair Bolsonaro será ótimo ou bom (Foto: Divulgação/ Flickr Governo de Transição)
Entre os brasileiros ouvidos pela pesquisa Ibope, 64% têm expectativa de que o governo Jair Bolsonaro será ótimo ou bom (Foto: Divulgação/ Flickr Governo de Transição)

Por iG São Paulo * |

Postado por Marcos Lima Mochila

 

Frente às decisões tomadas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), 75% dos brasileiros – três em cada quatro – acreditam que o novo governo está no caminho certo. Isso é o que aponta uma pesquisa do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada na manhã desta quinta-feira (13).

De acordo com a mesma pesquisa, 14% acham que Bolsonaro e sua equipe estão no caminho errado em relação às suas escolhas, enquanto 11% não sabem ou não responderam à pergunta feita pelo Ibope .

Segundo a avaliação do instituto, quanto maior a renda familiar, maior o percentual dos que acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. Afinal, enquanto 70% daqueles com renda familiar de até um salário mínimo pensam assim, o número sobe para 82% entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos.

Também de acordo com a pesquisa, 64% dos brasileiros ouvidos têm a expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom.

Perguntados quanto às prioridades que o próximo governo deve ter durante a sua gestão, 41% dos entrevistados disseram que é necessário melhorar os serviços de saúde. Além disso, 40% destacaram a promoção da geração de empregos como prioridade para 2019.

Na sequência, na mesma pergunta, aparecem combater a corrupção e combater a violência e a criminalidade, ambos com 36%, e melhorar a qualidade da educação, apontada por 33%.

O levantamento também mostra que dois em cada três brasileiros estão confiantes no cenário econômico brasileiro para 2019 e creem que a situação econômica do País vai melhorar no ano que vem. Parcela similar também espera que a própria vida vai melhorar ou melhorar muito no próximo ano.

Esse otimismo afeta também outras áreas. Cerca de quatro em cada dez brasileiros (43%) acreditam que a segurança pública está entre os principais problemas que vão melhorar no primeiro ano de governo do presidente eleito. Em seguida, aparecem a corrupção (37%) e o desemprego (36%).

A pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros ouvidos aprova as indicações para compor a equipe de Bolsonaro , bem como as medidas que vêm sendo anunciadas pela equipe.

Entre os entrevistados, 80% se dizem pelo menos um pouco informados sobre as indicações do presidente eleito para os cargos de primeiro escalão do governo – ministros e colaboradores da equipe de transição. Desses, 55% consideram as indicações adequadas ou muito adequadas.

Pouco mais de oito em cada dez se dizem informados, em alguma profundidade, sobre as propostas já anunciadas pelo presidente eleito. Entre eles, 75% afirmam aprovar de forma geral as propostas. O percentual de aprovação cresce de acordo com o grau de informação que o entrevistado diz ter sobre o novo governo.

A pesquisa Ibope foi feita entre 29 de novembro e 2 de dezembro e ouviu 2 mil eleitores de 127 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

* Com informações da Agência Brasil

Fonte: Último Segundo – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-12-13/ibope-jair-bolsonaro-avaliacao.html

O encontro entre o governador e o atual vice-presidente da Câmara Federal aconteceu nesta segunda-feira, no Palácio do Campo das Princesas

PC RECEBE FÁBIO RAMALHO 1

Postado por Marcos Lima Mochila

 

PC RECEBE FÁBIO RAMALHO 3O governador Paulo Câmara recebeu, nesta segunda-feira (21.01), no Palácio do Campo das Princesas, o deputado Fábio Ramalho, atual vice-presidente da Câmara Federal e candidato ao comando da Casa. Assim como fez com Rodrigo Maia e João Henrique Caldas, na semana passada, o chefe do Executivo estadual debateu com o parlamentar mineiro projetos e ideiasPC RECEBE FÁBIO RAMALHO 2 que podem contribuir para o avanço nas diversas áreas, principalmente social e econômica, em Pernambuco e no Brasil.

Participaram do encontro também os deputados Eduardo da Fonte e Gonzaga Patriota, além do secretário estadual da Casa Civil, Nilton Mota. A eleição que decidirá o comando da Mesa será realizada no dia 1º de fevereiro.

Fotos: Hélia Scheppa/SEI

 

BOLSO E MORO INDO PRA DAVOS

Postado por Marcos Lima Mochila

 

Alguns aviões já caíram com algozes do PT.

Quem não se lembra?

No momento em que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro, juntos, viajam para Davos para falar ao mundo de um novo Brasil que está nascendo, os estúpidos e incautos militantes da esquerda criminosa, não conseguem se conter e extravasam maledicências e maldades, mesmo que algumas horas depois sejam obrigados a apagar os seus perfis nas redes sociais.

BOLSO ÓDIO DOS PETISTAS

De qualquer forma, o print é eterno.

E, por outro lado, milhões de outras mensagens desejando boa viagem, boa sorte e sucesso em Davos.

Da Redação – Jornal da Cidade Online

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Por Arthur Cunha

A coluna fará, nesta segunda, uma análise do cenário eleitoral para 2020 de Serra Talhada, no Sertão. Se a eleição da cidade fosse um vestibular, lá seria o curso mais concorrido. São 21 (pré) candidatos para apenas uma vaga. Concorrência gigante! Apesar da grande quantidade de pretendentes, a corrida se afunilará para o escolhido do prefeito Luciano Duque, que faz uma gestão bem avaliada, portanto, com alta a chance de fazer o sucessor; contra o postulante apoiado pelo grupo do deputado federal reeleito Sebastião Oliveira. Há, ainda, os independentes, a exemplo de um bolsonarista de extrema Direita, que devem correr por fora.

Existem indefinições dos dois principais lados quanto aos nomes que serão indicados. Do grupo do prefeito, são 15 os cotados, sendo a atual secretária de Saúde, Márcia Conrado, quem figura em primeiro na lista. Também podem obter a benção de Duque seu vice-prefeito, Márcio Oliveira; o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Marquinhos Godoi; o empresário Faeca Melo e Nena Magalhães, um médico que anunciou recentemente sua pré-candidatura. Esse é o “Top 5” do prefeito.

Outros nomes da base governista também foram lembrados, a exemplo de Zé Raimundo, Marcos Oliveira, Sinésio Rodrigues e Cristiano Menezes. Tem, ainda, uma lista dos que, se não disputarem a prefeitura, podem acabar compondo a vice: Doutor Valdir Tenório, Terrunas Peixoto, Cristiano Menezes, Marta Cristina – esses três últimos ocupam secretarias – e o vereador André Mário.

Como faz um governo aprovado, o prefeito Luciano Duque, de forma inteligente, autorizou todos os pretendentes do seu grupo a andarem pela cidade e viabilizarem suas respectivas candidaturas. Lá na frente, Duque vai puxar o freio à ordem e apoiar o quadro mais agregador; e que reúna em torno de si, baseado em pesquisas de opinião, a chance de liquidar a fatura.

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Nomes fortes – Pela oposição, além do próprio Sebastião Oliveira, que pode, sim, voltar a concorrer à prefeitura, a possibilidade do ex-prefeito Carlos Evandro ser ungido existe – antes de romper com o grupo em questão, Duque foi vice de Carlos Evandro e o escolhido para sucedê-lo. O problema é que o ex-mandatário está inelegível porque teve suas contas rejeitadas. Para voltar ao páreo, antes de tudo, ele precisa reverter a decisão da justiça.

Laços de família – Também aparecem na bolsa de apostas da oposição nomes ligados ao ex-deputado Inocêncio Oliveira, como seu neto Vitor, candidato na última eleição, que não levou, mas surpreendeu na reta final da campanha obtendo uma boa votação. Além do advogado e suplente do senador Humberto Costa, Valdemar Oliveira, irmão de Sebastião.

Independente – Se você chegou até aqui, respire e termine a leitura porque ainda temos os independentes, que não estão nem com um lado e nem com o outro. É o caso do radialista Marquinhos Dantas, da Comunidade Evangélica de Serra Talhada. Ele é um nome que pode se lançar novamente em 2020.

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Extrema Direita – A onda bolsonarista de extrema Direita pode chegar à disputa pela Prefeitura de Serra Talhada com o empresário João Daniel, o João da Ração, da Cedan Rações. Resta saber se o atual presidente terá a mesma força eleitoral que Lula. Isso vai depender de como será o Governo Bolsonaro nos seus primeiros anos. Hoje, Lula ganha bem não só em Serra, mas no estado

Curtas –

SELEÇÃO – João Campos abrirá seleção pública para compor 30% das vagas do seu gabinete. Serão duas vagas em Brasília (assessor parlamentar e assistente de comunicação) e duas vagas no Recife (assistente de conteúdo e analista de mídias digitais). Atenção, profissionais de Comunicação, outras informações em uma Live que o deputado eleito fará hoje, no FB e no Insta, às 12h30.
POSSE – O novo presidente do Ipa, Odacy Amorim, toma posse nesta terça, a partir das 10h, na sede da entidade, no Recife. À frente do instituto, Odacy vai dedicar-se à produção de bens e serviços agropecuários, por meio de pesquisa, extensão rural e infraestrutura hídrica.

CASA PRÓPRIA – O senador eleito Flávio Bolsonaro disse, ontem, em entrevista, que os depósitos fracionados em sua conta (96 mil em cinco dias) são fruto da venda de um apartamento. O filho do presidente ainda afirmou que teve de fazer 48 – eu falei 48! – depósitos de R$ 2 mil por causa do caixa eletrônico. Mas é santo esse senador…

Perguntar não ofende: até tu, Delfim?

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O deputado estadual Aglailson Victor (PSB), em conversa com esse blogueiro, disse que está pronto para disputar a primeira-vice-presidência e que não abre mão de concorrer o cargo.

Algumas notícias saíram que o Palácio estaria fazendo ‘força’ para eleger a deputada Simone Santana (PSB), para o mesmo posto, porém uma fonte palaciana desmentiu a articulação.

O bate-chapa promete ser um dos clássicos da eleição da mesa diretora no próximo dia primeiro de fevereiro

 

Fonte blog do Elielson Lima

Todos os anos, um chefe de Estado ou de governo é chamado para diálogo com os CEOs de maior destaque no cenário mundial

Brasília (DF), 16/01/19. Jair Bolsonaro - presidente. Visita do Presidente da Argentina, Maurício Macri, ao Brasil.  Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles
Brasília (DF), 16/01/19. Jair Bolsonaro – presidente. Visita do Presidente da Argentina, Maurício Macri, ao Brasil. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

 

Agência Brasil

 

Primeiro chefe de Estado latino-americano a discursar na abertura da sessão plenária do Fórum Econômico Mundial (22/1), em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro foi convidado para a reunião do International Business Council (IBC). O IBC se propõe a identificar os aspectos de negócios globalmente relevantes e desenvolver soluções práticas. É um órgão consultivo do fórum.

Todos os anos, o IBC seleciona um chefe de Estado ou de governo para participar de uma conversa com os 100 CEOs (empresários) de destaque no cenário mundial.

Bolsonaro também fará o discurso de abertura no jantar da América Latina e receberá 50 CEOs selecionados para um almoço sobre o Brasil. Haverá ainda um jantar do fundo de investimentos BlackRock.

Apontada como maior empresa do mundo em gestão de ativo, a BlackRock tem sede em Nova York e entre seus clientes há governos, pessoas jurídicas e físicas.

Política externa

O presidente aproveitará a oportunidade para demonstrar sua preocupação com o agravamento da crise na Venezuela, apresentar seu ponto de vista sobre globalização e sobre tecnologia e inovação. Um dos destaques, em Davos, no entanto, serão os aspectos econômicos, particularmente a abertura econômica.

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, Bolsonaro embarca neste domingo (20), às 22h, para a Suíça.

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro

Ele estará acompanhado pelos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado.

Em artigo publicado no jornal inglês “The Guardian”, ministro do STF Luís Roberto Barroso defendeu a legalização de drogas no país

 Luís Roberto Barroso, ministro do STF (Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles)

Luís Roberto Barroso, ministro do STF (Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles)

 

Agência Estado

Postado por Marcos Lima Mochila

 

Em artigo publicado no jornal inglês “The Guardian”, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a legalização de drogas no Brasil. No texto, Barroso afirma que a atual política antidrogas “apenas destrói vidas”. “Durante décadas, o Brasil teve a mesma abordagem de política de drogas. Polícia, armas e numerosas prisões. Não é preciso um especialista para concluir o óbvio: a estratégia falhou. O tráfico e o consumo de drogas apenas aumentaram”, escreve o ministro da Corte máxima no prestigiado jornal britânico.

Ao longo de seu texto, Barroso argumenta que é necessário criar “meios alternativos de combate à droga”. O ministro sugere lidar com a maconha como “lidamos com os cigarros: um produto lícito, regulamentado, vendido em certos lugares, tributado e sujeito a restrições de idade e propaganda, notificações de advertência e campanhas que desencorajam o consumo”.

“Nas últimas duas décadas, o consumo de cigarro no Brasil diminuiu mais da metade. A luta à luz do dia, com ideias e informações, trouxe melhores resultados”, afirma.

Não podemos ter certeza de que uma política progressiva e cautelosa de descriminalização e legalização seja bem-sucedida. O que podemos afirmar é que a política de criminalização existente falhou.”

Em seu texto, Barroso cita um caso sob julgamento do Supremo, no qual votou pela descriminalização da posse de maconha para consumo privado. O ministro relata que propôs “abrir um amplo debate sobre a legalização da maconha, para começar — e depois, se tiver sucesso, a cocaína”. “O assunto é extremamente delicado, e o resultado depende de uma decisão da legislatura”, afirma.

Ao jornal inglês, o ministro do Supremo enumera seus motivos para apoiar a legalização. “Primeiro, as drogas são ruins e, portanto, é o papel do Estado e da sociedade desencorajar o consumo, tratar os dependentes e reprimir o tráfico. O raciocínio por trás da legalização está enraizado na crença de que isso ajudará na consecução desses objetivos”, anota.

“Em segundo lugar, a guerra contra as drogas falhou. Desde a década de 1970, sob a influência e a liderança dos EUA, o mundo abordou este problema com o uso de forças policiais, exércitos e armamentos. A trágica realidade é que 40 anos, bilhões de dólares, centenas de milhares de prisioneiros e milhares de mortes depois, as coisas são piores. Pelo menos em países como o Brasil.”

O terceiro ponto de Barroso aponta para um argumento do economista americano Milton Friedman. “O único resultado da criminalização é garantir o monopólio do traficante”. Luís Roberto Barroso cita como exemplo países da América do Norte e da Europa. Segundo o ministro, nestes locais, “a maior preocupação das autoridades são os usuários e o impacto que as drogas têm em suas vidas e na sociedade”.

“No Brasil, no entanto, o foco principal deve ser o fim do exercício do traficante de drogas de dominância sobre as comunidades pobres. As gangues se tornaram o principal poder político e econômico em milhares de bairros modestos no Brasil. Este cenário impede uma família de pessoas honestas e trabalhadoras de educar seus filhos para longe da influência de facções criminosas, que intimidam, cooptam e exercem uma vantagem injusta sobre qualquer atividade legal. Crucialmente, esse poder de tráfico vem da ilegalidade”, afirma.

Em seu artigo, o ministro Barroso aponta que “outro benefício da legalização seria prevenir o encarceramento em massa de jovens empobrecidos sem antecedentes criminais que são detidos por tráfico porque estão com quantidades insignificantes de maconha”. De acordo com o ministro, “um terço dessas pessoas estão presas por tráfico de drogas”.

“Os jovens prisioneiros terão que se juntar a uma das facções que controlam os penitenciários — e naquele dia, eles se tornam perigosos”, escreve. “Além disso, cada lugar na prisão custa 40 mil reais (£ 9,174) para criar e 2.000 reais por mês para manter. Pior ainda, dentro de um dia de um homem preso, outro é recrutado do exército de reserva que existe em comunidades pobres.”

Na parte final, Barroso classifica como “impressionante” a “insanidade” da política antidrogas. “Destrói vidas, gera piores resultados para a sociedade, é caro e não tem impacto no tráfico de drogas. Somente a superstição, o preconceito ou a ignorância podem fazer com que alguém pense que isso é efetivo”, anota.

Presidente da República deve discursar sobre combate à corrupção, reformas e comércio internacional no fórum de Davos

Brasília (DF), 16/01/19. Jair Bolsonaro - presidente. Visita do Presidente da Argentina, Maurício Macri, ao Brasil.  Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles
Brasília (DF), 16/01/19. Jair Bolsonaro – presidente. Visita do Presidente da Argentina, Maurício Macri, ao Brasil. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Agência Estado

Postado por Marcos Lima Mochila

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) se reuniu, neste domingo (20/1), com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e com seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O presidente embarca na noite deste domingo para Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. O evento começa na terça-feira, 22, e vai até o dia 25. Cerca de 70 países e representantes de diversos setores da economia estarão reunidos – são 3.500 participantes. O fórum será o palco da estreia internacional do presidente Jair Bolsonaro.

Temas como a abertura ao comércio internacional, o combate à corrupção e a disposição de fazer as reformas estruturantes devem estar na pauta do discurso do presidente brasileiro.

Além de Bolsonaro, participam os ministros Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça) e o chanceler Ernesto Araújo. Eduardo Bolsonaro também acompanhará a comitiva, bem como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Vice-presidente

O vice-presidente, Hamilton Mourão, não vai para Davos. Ele deve comandar o país interinamente no período. Neste domingo, ele deu uma declaração à agência de notícias Reuters dizendo que o caso de Flávio Bolsonaro não tem impacto no governo. “É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo”, disse Mourão, afirmando ser necessário esperar a conclusão das investigações.

Assim como fez na última semana, o vice pedalou com sua esposa na capital federal. O Estado flagrou parte do trajeto realizado pelo vice.

 

OURICURI VISITA SURPRESA

Postada por Marcos Lima Mochila

 

Com o objetivo de fiscalizar o atendimento, ouvir as demandas e garantir o reabastecimento das farmácias nas Unidades Básicas de Saúde de Ouricuri, o prefeito Ricardo Ramos iniciou uma série de visitas surpresas. Sem aviso prévio, prefeito e equipe adentram nas unidades, conversam com os usuários e com a equipe para avaliar a satisfação de todos.

Na quinta-feira (17) o prefeito Ricardo Ramos e a secretária Municipal de Saúde Gardielle Andrade visitaram as UBS’s dos Bairros Santo Antonio, Santa Maria e José Pimentel, no centro de Ouricuri. “Buscamos chegar sempre nos horários em que há pico do atendimento. Só assim podemos conhecer de perto a realidade enfrentada pela população ouricuriense”, explicou o prefeito.

Nas redes sociais, Ricardo assumiu o compromisso de garantir o reabastecimento em todas as UBS’s, tanto na zona rural como na zona urbana do município. Para tanto, segundo o prefeito, foi feita uma parceria com a Farmácia Popular que irá proporcionar mais facilidade ao acesso de medicamentos.

Da Assessoria de Comunicação

COLUNA DO MOCHILA

 

 

 

 

 

 

Artigo

Marcos Lima Mochila

Por que os petistas têm tanta pressa?

 

PT EXPLODIU

Até 2006, antes de o PT assumir o comando da Nação Brasileira, era comum ouvir petistas cobrando ações dos governantes atuais – de ponta a ponta do Brasil -, denunciando falcatruas, pedindo o fim da corrução.

Depois disso, por 14 anos, até o impeachment de Dilma, em 31/12/2016, eles ficaram mudos.

Agora, a menos de 30 dias do novo governo, voltamos a ouvir, em todos os quatro cantos do país, as mesmas cobranças, as mesmas denúncias, a mesma pressa, porém com um item a mais: a santificação daquele que começou tudo, sabia de tudo, mas se fez de morto durante todo o período do governo do PT.

Eles têm que reconhecer que a Nação Brasileira cansou do PT e resolver dar um pt: um ponto final em todo esse tsunami de corrupção. Em suma: o PT explodiu, chegou ao fim.

Se foi certo ou não, ainda vamos descobrir. Por enquanto é muito cedo ainda para se cobrar alguma coisa.

O que importa é que, se a turma de Jair Bolsonaro, inclusive ele, conseguirem reduzir 50% da corrução a que fomos submetidos durante 14 anos, já será um grande passo.

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SUMMERVILLE

 

FOI UM GRANDE SUCESSO O GOURMET SHOW REALIZADO PELO SUMMERVILLE BEACH RESORT

O Summerville Beach Resort, um dos hotéis mais procurados da praia paradisíaca de Muro Alto, Ipojuca, realizou nos dias 05, 12 e 19 deste mês mais uma edição do evento que já faz parte do calendário anual do resort pernambucano, o Gourmet Show, oferecendo aos hóspedes experiências gastronômicas diferenciadas a cada fim de semana, com pratos assinados por chefs convidados.

Se você pretende hospedar-se no Summerville, o conselho da Coluna é que procure fazer a reserva com bastante antecedência. Não importa qual a temporada, o hotel está sempre superlotado.

Isso se deve não somente à excelente localização mas também ao atendimento diferenciado, desde o mais humilde dos funcionários até o gerente Ênio Grassi, sem esquecer o gerente de A&B (Alimentos e Bebidas), Franco Borello.

“Eu vim pra o Nordeste e, na procura por um bom hotel, indicaram-me o Summerville e, ao chegar, eu me encantei. Isto não é um hotel, é um verdadeiro paraíso, cercado de Natureza por todos os lados. Vim pra ficar uma semana e já estou aqui há dez dias e quero ficar mais”, ressaltou a Sra. Yole Falci, simpática mãe do prefeito de Ibiúna (SP).

Foram escalados chefs renomados que apresentaram as novas tendências da culinária nacional, entre os quais, Artur Nagae (AL), Sergio Jucá, do restaurante Sur (AL) e Thiago Maia, do restaurante Four Bistrot (AL), além da participação especial do Sushiman Vitor Mousinho (AL), que apresentou o trend do momento, o Sushi desconstruído.
No dia 5 de janeiro, quem comandou o cardápio do evento foi o Chef Thiago Maia e, no dia 12, foi a vez do Chef Artur Nagae.
A Revista TOTAL participou deste último final de semana – dias 18 e 19 -, quando os menus ficaram por conta dos Chefs Vítor Mousinho e Serginho Jucá, respectivamente.

Os experts da cozinha estarão elaborando ao vivo os pratos destaques à vista dos clientes na “cozinha show” do principal restaurante do resort, o Sete Mares, além de ofertarem algumas pedidas assinadas no bufê dos jantares aos sábados.

Além disso, o Summerville vai ofertar neste evento uma carta especial de vinhos para harmonizar com as ceias elaboradas.

VITOR MOUSINHO COM MOHILAVítor Mousinho: Um sushiman bem caipira

Vitor é um entusiasta da culinária descontraída propriamente dita. Com isso, conseguiu juntar a sofisticação da culinária japonesa com a típica culinária nordestina. E, além de juntar essas culinárias díspares, ele criou formas novas de apresentá-las.

A história de Vítor como sushiman começou quase por acaso. Ele trabalhava no Hotel Ritz, emVÍTOR EM AÇÃO 1 Maceió, quando, há 10 anos atrás, seguindo um conselho de Franco Borello, atual gerente de A&B do Hotel Summerville, foi aprender a fazer suhi e outras comidas japonesas, a fim de suprir uma necessidade do hotel, uma vez que existir uma grande carência de mão de obra nesse segmento.

Ele aprendeu e começou a trabalhar como sushiman no próprio hotel. Depois de um tempo, viajou para Angola e trabalhou num restaurante de lá. Quando voltou, resolveu montar seu próprio restaurante, o SushiBowl, na Praia de Ponta Verde, em Maceió.

ARROZ COLORIDO 1Ao criar o cardápio do restaurante, Vítor fez questão de unir ingredientes que compõem o sushi tradicional do Japão com ingredientes bem nordestinos, tipo crisps de batata doce com salmão fresco.

“A maioria dos gourmets, que apreciam comer bem, sempre focam em pratos com um bom cheiro e um bom sabor. Eu procurei mudar esse costume acrescentando beleza, cores, aos pratos tradicionais da cozinha japonesa, colorindo, por exemplo, o arroz, com cores vibrantes como rosa e azul”, explica Vítor.

Vítor Mousinho e Natália, sua esposa
Vítor Mousinho e Natália, sua esposa

Mousinho também usa uma forma diferente de corte do salmão: ele consegue, através de uma maneira peculiar, estabelecer quantos pratos e qual o lucro que obterá com cada peixe que utiliza.

Como sushiman, Vítor Mousinho se especializou tanto, estudou tanto a culinária japonesa que hoje, além de dispender grande parte do seu tempo com o seu restaurante, ele também dá aulas para iniciantes e presta consultorias a outros restaurantes japoneses, em Maceió e em ouros lugares aonde é convidado.

os ChefsSérgio Jucá e seu sócio Felipe Lacet, proprietários do Sur
Os Chefs Sérgio Jucá e seu sócio Felipe Lacet, proprietários do Sur

Sérgio Jucá: até o nome do seu restaurante é diferente

Sur, em árabe, é uma capital da região Ash Sharqiyah, no nordeste de Omã, na costa do Golfo de Omã. Também dá nome a uma comuna da Suíça, no Cantão Grisões, com cerca de 93 habitantes. E, entre tantos outros significados, é o nome de um deserto ao leste do Golfo de Suez.

Em Maceió (AL), aqui no Brasil, Sur é o nome de um restaurante e, quando perguntamos ao seu proprietário, o chef Sérgio Jucá, qual a SÉRGIO JUCÁorigem do nome, ele nos surpreende: “É uma origem bem brasileira, bem nordestina. Sur vem de Sururu. Não o sinônimo de barulho, bafafá, essas confusões todas, mas de sururu, molusco popularmente conhecido no Nordeste

Um deserto de tapioca inspirado em Miró. - Cortesia do Tourism Board Brasileiro / André Maceira
Um deserto de tapioca inspirado em Miró. – Cortesia do Tourism Board Brasileiro / André Maceira

do Brasil, que é semelhante à ostra”.

Sérgio Jucá descende de uma família de bons cozinheiros, cresceu com a avó que fazia parte das Irmãs Rocha, famosas donas de restaurantes de comidas típicas nordestinas e, portanto, acostumou-se, desde cedo, a comer bem e a apreciar a boa culinária.

Há 13 anos, Sérgio resolveu dar um tempo fora do Brasil, indo parar em Barcelona, na Espanha, onde ficou por 7 anos, aproveitando para estudar. Lá, formou-se em Gastronomia e Confeitaria, trabalhando em alguns restaurantes em Barcelona e em Bilbao, além de fazer uma temporada no célebre restaurante Dom, de São Paulo, ao voltar para o Brasil.

Finalmente, decidiu voltar para Alagoas, trazendo consigo uma certeza: na culinária, para atrair o cliente, não bastaria apenas criar pratos saborosos. Teria que fazer mais.

Essa ideia ele levou consigo quando decidiu, juntamente com Felipe Lacet, abrir um restaurante.

Utilizando os mesmos ingredientes dos demais restaurantes, Sérgio passou a inovar e a criar iguarias diferenciadas, verdadeiras obras de arte, onde se destacavam, além do sabor e do cheiro, as cores e as formas.

CARPACCIO DE QUEIJO COALHOUm dos muitos pratos do Sur que segue esta linha é o Carpaccio de Queijo Coalho, um aperitivo que junta o queijo com manjericão, castanha e tomate.

Por conta desse novo jeito de apresentar seus pratos, o Sur foi destaque da Revista Forbes. O repórter John Oseid veio ao Brasil fazer uma matéria sobre Turismo, por acaso conheceu o Sur e ficou encantado ao ponto de mudar o foco da matéria.

Sur: A Top Culinary Stop in Northeast Brazil (Sur: uma parada gastronômica no Nordeste do Brasil) foi a matéria de capa da Forbes, escrita por John Oseid.

A quem interessar, este é o link da matéria da Forbes: https://www.forbes.com/sites/johnoseid/2015/06/12/sur-a-top-culinary-stop-in-northeast-brazil/#65dd8052700b

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