Faltando pouco mais de 20 dias para acabar o ano, tendo pelo meio as festas de Natal e Réveillon, a governadora eleita Raquel Lyra (PSDB) ainda não sinalizou para nenhuma liderança do arco de apoio ao seu futuro governo quanto às negociações para montagem do Secretariado e segundo escalão.
Políticos das mais múltiplas tendências ouvidas pelo blog, inclusive gente que a acompanhou nas duas gestões dela como prefeita de Caruaru, têm pelo menos uma opinião em comum: a tucana governará com o seu núcleo duro, que passa pelas pastas estratégicas, abrindo mão de poucas áreas para indicações políticas.

Duas lideranças terão forte influência: o ex-senador Armando Monteiro Neto e o presidente nacional do PSDB em fim de mandato, Bruno Araújo. O primeiro por ter sido o criador e maior incentivador da candidatura ao Palácio das Princesas quando ela nem sonhava nem o pai, o ex-governador João Lyra Neto, acreditava.
Já Bruno, não apenas acatou a sugestão de Armando para entregar o comando estadual da legenda tucana a Raquel, como criou as condições naturais para a candidatura dela, viabilizando a logística de toda a campanha, principalmente no segundo turno. Até o senador cearense Tasso Jereissati, ex-presidente do PSDB, deu uma contribuição financeira pessoal para a aliada em Pernambuco.
Armando e Bruno, entretanto, não vão ocupar cargo nenhum, até porque as inserções de amb

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