Arquivos do mês dezembro 2020


As sombras existem para dar vida à luz. Nada nem ninguém existe por acaso. Lembrei-me desta premissa básica para fazer um paralelo que precisa vir à luz no rastro da escuridão das eleições municipais deste ano. José de Arimateia, eleito vice-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, tem raízes fincadas no município desde os anos 80, foi professor, líder estudantil e comunitário, emplacou quatro mandatos de vereador, resultados do impulso de uma energia guerreira que vem de longe, a mais de 400 km do Recife, do solo rachado e poético do Sertão do Pajeú.

Seu pai Manoel Jerônimo Neto, conhecido como o Lula do Sertão, foi guerrilheiro sindical. Saído das barrancas do sítio São Paulo, na Iguaracy de Maciel Melo, no Pajeú das Flores, onde se tem razão de cantar, como profetizou Rogaciano Leite, o Faraó do verso metrificado, Manoel foi uma das primeiras luzes acesas no movimento sindical entre o final da década 70 e início de 80.

Enfrentou poderosos em defesa dos trabalhadores rurais sem voz, com fome e sede de justiça. Garoto de pés descalços, obrigado andar a pé até a escola na caatinga fechada, Arimatéia viu seu pai ser perseguido e sofrer um atentado à bala. Levou quatro tiros, mas pela graça divina escapou da morte matada pelo cheiro da pólvora e a ruindade dos coronéis contrariados, mandantes de um Sertão marcado pela lei olho por olho, dente por dente.

O Lula do Sertão foi protagonista de uma época em que defender camponês era ofício de comunista. Revolucionário, Jerônimo bem que se enquadraria na figura lendária do Herói do Sertão. Alicerçou um sindicalismo forte e de resultados ao lado de figuras históricas, como Antônio Marques dos Santos, já falecido em Afogados da Ingazeira, e Braz Emídio, este vivinho da silva, ainda morando num sítio também em território afogadense.

Eles deram as mãos e o sangue em defesa de causas nobres forjadas no campo da luta, tendo como orientador, conselheiro espiritual e político o saudoso Dom Francisco de Mesquita, bispo que dizia as verdades na cara dos poderosos. A então temida Fetape, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura, ganhou notabilidade não apenas enfrentando usineiros na Zona da Mata, mas também pelo grito que ecoava no distante Pajeú, de Jerônimo, Antônio Marques, Braz e Dom Francisco.

José de Arimatéia Jerômimo Santos é o segundo dos 13 filhos de Manoel Jerômimo Neto e Iranete Maria dos Santos, casal de camponeses sofrido, criado numa região de maioria pobre, obrigada a trabalhar na roça ainda no reino dos sonhos infantis. “Eu andava, com alguns dos meus irmãos, 6 km por dia, para atingir a porta da escola e aprender as primeiras lições na educação”, lembra Arimatéia.

O hoje vice-prefeito eleito do Cabo viu, também, seu pai ser forçado a deixar a luta no campo, depois do atentado em praça pública. Pegou a estrada rumo a Ribeirão, na Zona da Mata, para proteger a família, no início dos anos 80. Foi a partir de Ribeirão que Arimateia criou raízes com a cidade do Cabo. Com pouco tempo no seu novo eldorado, foi alçado a líder comunitário, diretor de escola, secretário municipal e vereador por quatro mandatos consecutivos.

“Acredito que todo mundo tem um poder. E a gente pode, sim, mudar as coisas. Me chame de idealista. De sonhador. E de romântico. Sou tudo isso. Mas ainda acredito nas pessoas e nas mudanças. E toda mudança começa no fundo de cada pessoa que quer realmente fazer alguma diferença. Essa diferença no Cabo começa com a nossa eleição, a vitória de Keko”, diz Arimatéia.

Arimatéia vai acumular na gestão de Keko a articulação política na Secretaria Governo, mas antes disso quer levar o prefeito eleito a Ribeirão, onde o valente pai, aos 86 anos bem vividos, ainda contempla a lua e vez por outra pega na enxada para não perder o costume do seu Sertão pajeuzeiro.

blog do Magno Martins .

A prefeita de Caruaru Raquel Lyra (PSDB) participou do programa Cidade em Foco da Rede Agreste de Rádios e comentou sobre sua reeleição, ida à Brasília e ressaltou que não tem intenção em disputar às eleições de 2022.

“Agradeço a confiança da nossa gente que reconheceu o que fizemos por Caruaru. Pois tivemos um grande resultado e o trabalho de uma eleição não é feito apenas na campanha, tivemos quatro anos de um mandato em que atendemos as necessidades das pessoas e priorizamos ações para a periferia do município”, disse.

A prefeita também reforçou sua agenda em Brasília na busca por investimentos para Caruaru e destacou a parceria com Gilson Machado (Ministro do Turismo) e Sílvio Nascimento (Diretor de Marketing e Comunicação da Embratur).

Raquel Lyra se mostrou favorável a reforma do Pacto Federativo para que os recursos sejam mais direcionados aos cofres públicos municipais. “De todas as reformas, a do Pacto é fundamental, pois as pessoas vivem nos municípios e os recursos estão concentrados na União e Estados. As cidades tem aumentado suas responsabilidades corriqueiramente e os recursos não tem chegado a contento”, disse.

Por fim, Raquel foi questionada sobre a lembrança de seu nome pelo grupo de oposição em Pernambuco para disputar as eleições estaduais em 2022. “Estou focada em Caruaru, acabei de ser reeleita a poucos dias e precisamos direcionar nossa atenção a cuidar do povo que nos confiou seu voto. Agradeço a lembrança por meu nome e sei que isso é fruto do trabalho que estamos fazendo em Caruaru”, pontuou a prefeita.

Convidamos todos os vereadores eleitos e os reeleitos para participar do ato de posse dos referidos cargos, que acontecerá nesta sexta-feira, dia 01 de janeiro. Na ocasião também será empossada para mais um mandato à frente do município, a prefeita Dayse Juliana e o vice-prefeito Cacá. Comunicamos ainda que respeitando as normas de saúde e recomendações da justiça eleitoral o evento será restrito, porém todos poderão acompanhar assistindo no conforto de suas casas através das redes sociais (Instagram e Facebook) da Prefeita Dayse Juliana.


Não é verdade que o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, ocupe a Secretaria de Desenvolvimento Econômico ou Planejamento no Governo Paulo Câmara quando regressar da sua temporada de férias após oito anos despachando no Palácio do Capibaribe. Nenhuma das duas pastas serve ao desejo dele, de ficar na mídia, não ser esquecido, para ensaiar a pré-candidatura a governador nas eleições de 2022.

Se o PSB enxerga de fato Geraldo como o candidato natural à sucessão de Câmara tem que colocá-lo numa área que passe a ter uma relação direta com os verdadeiros protagonistas de 22: prefeitos, ex-prefeitos e caciques da política interiorana. Esta vitrine não pode ser outra se não a Casa Civil, responsável pela articulação do Governo com a Assembleia, a bancada federal e os municípios.

Nela, Geraldo teria, sim, o poder que persegue e necessita para se viabilizar candidato. É a Casa Civil que cuida da agenda diária do governador, faz a ponte com a sociedade civil. Desenvolvimento Econômico é uma pasta fim, no entanto, por mais que toque obras, está fora da mídia. Alguém que esteja lendo a coluna que não seja do meio ou do Governo sabe quem é o atual secretário de Desenvolvimento?

Pouquíssimos, como também são raros os que lembrariam o nome do secretário de Planejamento. Desenvolvimento e Planejamento são, portanto, presentes de grego para Geraldo. O quase ex-prefeito não precisa mais se firmar como tocador de obras. Carece de articulação política, de linha direta com os interlocutores de 2022. No Brasil, a maioria dos políticos se firmam pelos seus cargos. Sem vitrine, Geraldo cai no esquecimento. Um ano e meio para chegar a próxima eleição é uma eternidade.

Remanejamento – A Casa Civil está ocupada pelo secretário José Neto, um dos coringas e pupilos mais fiéis do governador Paulo Câmara, que pode muito bem ser remanejado para a chefia da Assessoria Especial, função que Antônio Carlos Figueira vinha desempenhando até ontem. O que se diz em Palácio, aliás, é que Figueira se antecipou na jogada da toalha para limpar a área para Geraldo, com quem não se bica. Se vier a ser confirmado na Casa Civil, o ainda prefeito passa de fato a ser o mais importante agente do Governo.

Fonte blog do Magno Martins

No último dia 24 de dezembro de 2020, o Prefeito reeleito do município de Altinho, Orlando José, tomou posse no cargo de presidente da Diretoria Executiva do Consórcio de Município do Agreste e Mata Sul de Pernambuco – COMAGSUL. A cerimônia aconteceu na sede Administrativa do Comagsul, em Agrestina. O chefe do poder executivo de Altinho foi eleito como 2º vice-presidente na 17ª Assembleia Geral do Comagsul, ocorrida no dia 05 de setembro de 2019. O mesmo atendeu a convocação para ocupar o cargo de presidente da Autarquia em razão das renuncias expressas do titular da presidência Genaldi Zumba, bem como do 1º vice-presidente.

O COMAGSUL é Associação Pública – Autarquia Interfederativa e instrumento de cooperação à disposição dos Municípios para técnico-científica, pedagógica, de intercâmbio turístico e cultural, de preservação do meio ambiente, incluindo agricultura, gestão ambiental e política de resíduos sólidos, saúde, manutenção e restauração do patrimônio histórico, dentre outras ações. O COMAGSUL tem hoje 22 municípios consorciados, que são: Agrestina, Altinho, Barra de Guabiraba, Belém de Maria, Bonito, Catende, Cachoeirinha, Camocim de São Félix, Cupira, Ibirajuba, Jaqueira, Jurema, Lagoa dos Gatos, Lajedo, Maraial, Panelas, Quipapá, São Benedito do Sul, São Joaquim do Monte, São João, Riacho das Almas e Tacaimbó.

“Teremos muitos desafios para enfrentar em 2021, mais precisamos seguir firme e buscar sempre benefícios efetivos para investirmos em nossos munícipios. Espero que em 2021, mais munícipios possam se consorciar para que às gestões municipais possam ser mais partilhadas e mais eficazes.”, destacou o novo presidente, Orlando José.


“Todo fim de ano falamos sobre o quanto caminhei por Pernambuco sempre em busca da melhoria da qualidade de vida dos pernambucanos. Em 2020, o cenário mudou. Deixamos a estrada e corremos contra o tempo na busca por aparelhos, máscaras e recursos para salvar vidas”, afirma o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE), ao relembrar as prioridades deste ano. Em seu resumo sobre suas ações na atenção à saúde no Estado, o parlamentar recorda da ‘guerra’ iniciada, ainda em março, que resultou, entre outros avanços, na viabilização de cerca de R$ 50 milhões, através do Ministério da Saúde, para as cidades pernambucanas.

“Foram R$ 13 milhões, depois R$ 24 milhões e ainda teve a minha parte, de R$ 8,5 milhões, da emenda de bancada, que destinei para o Estado. Assim, pudemos inaugurar hospitais municipais e diversas UBS, além de destinar recursos para as casas de saúde no auge da crise da pandemia da Covid-19. Em um ano como 2020, conquistas como estas foram ainda mais marcantes”, enumera Fernando Monteiro.

Os recursos viabilizados pelo deputado pernambucano possibilitaram a inauguração de hospitais municipais em Buíque, Ribeirão e Afrânio, além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do bairro Vila Rica, em Ribeirão; do Sítio Limoeiro, em Ouricuri; e da Vila do Posto I, em Buíque. O IMIP, o Hospital do Câncer de Recife, o Pronto Socorro de Pernambuco e o Hospital São Luiz, de Surubim, também foram beneficiados.

Fernando Monteiro também se empenhou pela liberação de recursos emergenciais pela União para os hospitais filantrópicos e Santas Casas. O pleito, aprovado pela Câmara dos Deputados, que liberou o repasse de R$ 2 bilhões, chegou a ser pauta de agenda com o então ministro da Saúde, Henrique Mandetta. A rede de saúde filantrópica hoje conta com mais de 1.700 hospitais ativos em quase todos os estados do Brasil, na maioria deles, atendendo a mais de 50% por meio do SUS. Em Pernambuco são 27 hospitais, incluindo o IMIP.


A Prefeitura do Ipojuca definiu nesta terça-feira (29) as restrições para o réveillon 2020. Além do cancelamento da tradicional queima de fogos, já divulgado no último dia 10, a Prefeitura decidiu que ficam proibidos em todo o litoral ipojucano o uso de cadeiras, bancos, mesas, toldos, tendas, guarda-sóis, coolers, isopor e similares e som durante o réveillon.
Em relação ao comércio ambulante, já existe a Lei Municipal nº 485/2018 que regulamenta o comércio na orla de Ipojuca, permitindo o funcionamento das 6h às 18h. A fiscalização relativa às restrições serão feitas pela Secretaria de Defesa Social (SDS) e pela Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano. A conscientização da obrigatoriedade do uso de máscaras e dos perigos quanto a aglomeração estão sendo feitas em duas frentes: a Secretaria de Turismo distribuindo máscaras diariamente no balneário de Porto de Galinhas e a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte do Ipojuca (AMTTRANS) junto com a Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária municipal realizando diariamente barreiras sanitárias.

Fonte FalaPE

A praxe na maioria dos governos municipais é o prefeito que está saindo deixar ara o próximo os pagamentos de diversas contas, entre as quais os salários, 13º salário e outros.

Em Vitória de Santo Antão, em seus quatro anos de gestão, Aglailson Junior sempre procurou honrar os compromissos da instituição, sobretudo os que diziam respeito a salários, efetuando esses pagamentos sempre antecipados.

Este seu costume prevaleceu até este último mês de seu mandato e ele deixa a Prefeitura com débito zero de salários e 13º salário dos servidores e cargos comissionados. A estes, inclusive, ele ainda promoveu o pagamento de uma gratificação que poderia se dizer corresponder a um 14º salário.

Aliás, em todos os segmentos, Vitória teve sempre um olhar de busca de melhorias por parte do prefeito Aglailson Junior, inclusive na área de Saúde foi uma das cidades que mais investiu, sem contar com outras obras e ações por toda a cidade, que mudaram o município vitoriense nesses quatro últimos anos.


EXCLUSIVO

Dez anos afastado das suas atividades privadas no Imip (Instituto Materno Infantil de Pernambuco), a pedido do ex-governador Eduardo Campos, a quem serviu de imediato como secretário de Saúde, o médico Antônio Carlos Figueira entregou, há pouco, uma carta ao governador Paulo Câmara pedindo, em caráter irrevogável, seu afastamento das funções de chefe da Assessoria Especial. Figueira começa 2021 de vida nova. Reassume no Imip a presidência da Fundação Pernambucana de Saúde, a faculdade da instituição.

Profissional da saúde respeitado, um dos pilares do Imip, a quem volta a se dedicar de corpo e alma, Figueira cumpriu de forma exitosa outras missões no Governo do PSB, entre as quais a de secretário da Casa Civil, acumulando o papel de coordenador político. Teve até seu nome cogitado para disputar o Senado, mas nunca caiu na tentação de ser convertido num verdadeiro animal político.

“Figueira prestou grandes serviços ao Estado e vai fazer falta ao Governo”, lamentou um aliado bem próximo ao governador, com a ressalva de que ele teve papel importante quando esteve na Secretaria de Saúde e extrema habilidade na Casa Civil. Durante uma década no poder, Figueira foi um dos mais influentes confidentes de Eduardo e agora de Paulo Câmara.

blog do Magno Martins

O ano de 2020, que espalhou pelo Brasil a pandemia do novo coronavírus, está quase chegando ao fim e deixa suas marcas na Companhia Editora de Pernambuco. “Reduzimos a produção, mas não cessamos as atividades, nos adaptamos à realidade do mercado e às restrições determinadas pelo Governo do Estado”, afirma o jornalista e presidente da Cepe, Ricardo Leitão. Neste período pandêmico, a empresa emplacou três publicações na semifinal do Jabuti, a maior premiação de literatura do País, observa o jornalista. “Um deles, Solo para vialejo, da poeta Cida Pedrosa, venceu o Livro do Ano”, destaca.De acordo com Ricardo Leitão, 2020 foi um ano pedagógico para a Cepe e as demais empresas pernambucanas . “Aprendemos a usar os recursos de forma mais seletiva, é uma lição que levaremos para frente, e começaremos 2021 com a expectativa de retomada do mercado editorial”, declara. “Este ano, enfrentamos um quadro financeiro desafiador sem demitir ninguém, não deixamos de pagar o salário dos cerca de 500 servidores e não atrasamos o pagamento dos fornecedores da empresa”, relata Ricardo Leitão.

No ano da Covid-19, a Cepe conseguiu lançar 32 livros digitais e físicos, de autores locais e nacionais. As publicações com edições eletrônicas, a exemplo de Literatura, Meu Fetiche (Italo Moriconi) e João Cabral de Ponta a Ponta (Antônio Carlos Secchin), começaram a ser impressas este mês, num trabalho previsto para se estender até fevereiro de 2021, se não houver contratempo, informa o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes. “Foi um ano difícil, passamos sete meses com a gráfica parada, mas lançamos um volume bom de livros e a produção agora está voltando a se estabilizar”, afirma Diogo Guedes.Entre os grandes lançamentos de 2020, ele cita A arte queer do fracasso (Jack Halberstam), Fisiologia da composição (Silviano Santiago), Literatura, Meu Fetiche (Italo Moriconi) e Opulência (Luís Krausz). Ao longo da pandemia, recorda, a empresa liberou 24 e-books para download gratuito, promoveu lives, fez lançamentos virtuais de livros e realizou o Circuito Cultural de Pernambuco no formato online. “A Cepe se fez presente na leitura e na vida das pessoas durante o isolamento”, avalia. E acrescenta: “Vencer o Prêmio Jabuti orgulha muito a editora, a Cepe teve muita sorte de estar com Cida Pedrosa nesse projeto, que teve a edição de Wellington de Melo.”Em 2020, o primeiro livro lançado pelo Selo HQ da Cepe, Obscuro fichário dos artistas mundanos (Clarice Hoffmann, Abel Alencar, Paulo do Amparo, Maurício Castro, Greg e Clara Moreira) foi finalista do Prêmio Jabuti, finalista do Troféu HQ Mix e está classificado entre os dez melhores quadrinhos brasileiros no Prêmio Gramp, da crítica especializada. Também neste ano, o jornal literário Pernambuco representou o Brasil na 7ª edição da Bienal Ibero-Americana de Design, em Madri. E a Continente completa 20 anos como uma das revistas de jornalismo cultural mais antigas em atividade no País.

O portal Acervo Cepe liberou para o público consulta gratuita a ações trabalhistas que contam as lutas, reivindicações e conquistas de camponeses e operários urbanos pernambucanos produzidas pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-PE), após reproduzir todo o material, que representa mais de 100 mil imagens. “Mesmo com as reduções impostas pela pandemia, fechamos 2020 com crescimento na digitalização”, ressalta Igor Burgos, o superintendente de Digitalização, Gestão e Guarda de Documentos da Cepe. “Fechamos 2019 com 29% de faturamento total e encerraremos 2020 com 40% de faturamento total, um aumento significativo”, declara Igor Burgos.Também em 2020, a Cepe ficou entre as quatro estatais pernambucanas com melhor desempenho, por ter alcançado 100% das metas estabelecidas no exercício 2019. A avaliação do Índice de Adequação das Estatais (IAE) é feita pela Secretaria da Controladoria Geral do Estado.Crédito da foto: Giselle Melo/Divulgação. Na foto, Ricardo Leitão com as estatuetas de Livro do Ano (dourada) e Melhor Livro de Poesia do Prêmio Jabuti 2020, recebidas pela Cepe Editora.

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