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Dez anos afastado das suas atividades privadas no Imip (Instituto Materno Infantil de Pernambuco), a pedido do ex-governador Eduardo Campos, a quem serviu de imediato como secretário de Saúde, o médico Antônio Carlos Figueira entregou, há pouco, uma carta ao governador Paulo Câmara pedindo, em caráter irrevogável, seu afastamento das funções de chefe da Assessoria Especial. Figueira começa 2021 de vida nova. Reassume no Imip a presidência da Fundação Pernambucana de Saúde, a faculdade da instituição.

Profissional da saúde respeitado, um dos pilares do Imip, a quem volta a se dedicar de corpo e alma, Figueira cumpriu de forma exitosa outras missões no Governo do PSB, entre as quais a de secretário da Casa Civil, acumulando o papel de coordenador político. Teve até seu nome cogitado para disputar o Senado, mas nunca caiu na tentação de ser convertido num verdadeiro animal político.

“Figueira prestou grandes serviços ao Estado e vai fazer falta ao Governo”, lamentou um aliado bem próximo ao governador, com a ressalva de que ele teve papel importante quando esteve na Secretaria de Saúde e extrema habilidade na Casa Civil. Durante uma década no poder, Figueira foi um dos mais influentes confidentes de Eduardo e agora de Paulo Câmara.

blog do Magno Martins

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