Até muito recentemente, mesmo que nenhuma prova tenha sido apresentada, era comum que artistas de esquerda e até mesmo políticos atribuíssem a digna vitória de Jair Bolsonaro ao WhatsApp.
Essas personalidades, com o entendimento de mundo completamente enviesado e altamente inclinado para a esquerda, incapazes ou fazendo vista grossa de entender a verdade, acusavam o cidadão que elegeu o presidente de ser um criminoso escondido atrás de uma tela de computador.
Agora, Haddad foi condenado por impulsionamento de fake news contra Jair Bolsonaro, durante a campanha. E, claro, esses artistas, intelectuais e políticos, não só resolveram ignorar o assunto como também sumiram. Parece que soltaram a mão.
O “poste” de presidiário, que se encontra desempregado, acaba de ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por ter disseminado “Fake News” contra Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral, e terá que pagar uma multa fixada em R$ 176.515,18.
O Google, inclusive, confirmou que recebeu R$ 88,2 mil da campanha de Haddad para impulsionar o conteúdo espúrio.
Vale observar que esse é apenas um caso em que as provas cabais e irrefutáveis determinaram a condenação. Porém, não há dúvida de que a prática de disseminar notícias falsas sempre foi usualmente adotada pelo PT.
Resta saber como Haddad pretende pagar mais essa conta. Como a vaca não está mais dando leite, deve rolar uma vaquinha para isso, como aconteceu logo depois das eleições de 2018.
Durante discurso na Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), o vice-presidente da República, General Mourão, enviou um forte recado para o “cartel de corruptos” que dilapidou o patrimônio público e destroçou o Brasil.
“E o nosso Brasil? Esse colosso de dimensões continentais, incrivelmente rico, mas que parece eternamente querer ser o país do futuro (…) Nós caímos numa crise muito grande. Política, econômica e social. Fomos massacrados pela incompetência de lideranças políticas, pela ineficiência da administração pública e pelo câncer compulsivo da corrupção. Um cartel de ladrões composto por maus políticos, maus empresários, sindicatos e funcionários públicos assaltou o Estado”, descreveu o oficial.
“Contra essa situação, a nossa população elegeu o presidente Bolsonaro, numa onda de indignação e num vigoroso movimento para resgatar o país, resgatar nosso orgulho e trazer a nação de volta para o rumo. Ele veio para buscar, colocar e trazer o mais importante valor de uma relação, que é a confiança!”, declarou. No ensejo, Mourão expôs como Bolsonaro, Paulo Guedes e Sergio Moro estão atacando esses problemas.
Presidente iria viajar para encontrar brasileiros, mas convocações de protestos contra e a favor seu governo geraram preocupação
Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, durante Cerimônia Oficial de chegada à Israel (Alan Santos/PR)
Por Julia Braun, de Jerusalém
Postado por Marcos Lima Mochila
Após a mudança, foi decidido que presidente se reunirá com os moradores ainda hoje, no hotel em que está hospedado em Jerusalém. A cidade tem aproximadamente 400 famílias de brasileiros e está localizada a 20 quilômetros de Tel Aviv.
“Por questões logísticas, nós estamos trazendo cerca de 25 brasileiros que moram naquela comunidade” para Jerusalém, afirmou o porta-voz. O general também confirmou que a mudança deve antecipar o retorno da comitiva para o Brasil, “visto que no dia seguinte ele já tem agendados uma série de encontros com parlamentares visando o nosso objetivo principal nesse momento que é o andamento mais célere da nossa nova Presidência”.
A comunidade de Ra’anana usou as redes sociais para fazer uma grande convocação de público para o evento. Reuniões de apoiadores do presidente e protestos de opositores haviam sido marcados para o horário da visita. Temia-se que não fosse possível manter o controle e a segurança do presidente.
Forte e unido
Por Arthur Cunha
Até ontem, mais de 100 prefeitos pernambucanos já haviam garantido presença na Marcha à Brasília, como ficou conhecida a Marcha em Defesa dos Municípios, a ser realizada de oito a 11 de abril, no Centro Internacional de Convenções do Brasil. Faltando, ainda, uma semana para a mobilização, portanto, um longo período para inscrição, é correto dizer que o movimento municipalista pernambucano chegará forte e unido no evento, o maior do tipo na América Latina.
O presidente da Amupe, José Patriota, lembra do quão é importante a participação de todos na Marcha; prefeitos, secretários, vereadores e gestores municipais. Pernambuco precisa estar representado nos seus 184 municípios. Quem ainda não se inscreveu, pode fazê-lo no site na CNM, organizadora do evento, por meio deste link: http://marcha.cnm.org.br/inscreva-se.
A Marcha à Brasília é a oportunidade dos prefeitos, juntos, fazerem seus pleitos serem ao menos ouvidos. Nos quatro dias de ato, eles vão defender um Pacto Federativo mais justo; mais autonomia para o poder local e o fim da guerra fiscal no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), entre tantas outras pautas.
Os presidentes da República, Congresso, STF e TCU já confirmaram presença no evento, mais precisamente na terça-feira, nove de abril. Será justamente neste momento que os prefeitos mais precisam estar mobilizados em prol de sua pauta. Por sua vez, Bolsonaro, Maia, Dias Toffoli e companhia terão uma chance de ouro para trazer para a simpatia e a militância do movimento. Basta que eles se mexam.
Diretores – O presidente da Compesa, Roberto Tavares, empossou, ontem, três novos diretores da estatal para o biênio 2019-2021. Vindo da PCR, o economista Leonardo Bacelar assumiu a Diretoria Regional Metropolitana. Também economista, Carlos Júnior ocupará a Diretoria de Gestão Corporativa. Já a administradora Camila Andrada de Godoy Brito foi para a Diretoria de Articulação e Meio Ambiente.
Olinda – Depois de cumprir uma missão dada pelo ex-governador Eduardo Campos em Ipojuca, onde foi vice-prefeito, Pedro Mendes transferiu seu título de eleitor de volta para Olinda. Socialista histórico, Pedro retomou a atividade política na cidade. Apesar de não ter se lançado, pode ser um nome do PSB para a eleição de 2020, caso a aliança com o prefeito Professor Lupércio não dure até lá.
Documentário – Será disponibilizado para o grande público, hoje, o documentário “1964 – o Brasil Entre Armas e Livros”. O filme do grupo Brasil Paralelo – uma espécie de Direita Soft Digital Influencer – chegou a ser proibido em alguns cinemas e universidades sob o argumento de que ele faria apologia à ditadura militar. A ironia é que quem deveria, em tese, lutar pela divulgação do conteúdo, optou por censurá-lo. Vou assistir para ver se é essa Coca-Cola toda mesmo.
1964 – Ontem, 1º de abril, fez 55 anos que o ex-governador Miguel Arraes foi preso e deposto do cargo para o qual foi legitimamente eleito. Sem baixar a cabeça para os militares, Arraes chegou a ser exilado. Para o atual presidente, contudo, não houve golpe em 1964. Questionado sobre um vídeo pago com dinheiro público onde o governo exalta os golpistas, o vice, General Mourão, se esquivou e jogou a batata quente para Bolsonaro.
Drops
DE BOA – Sem mandato, a ex-candidata a qualquer coisa pelo PCdoB, Manuela D’ávila, esteve em Pernambuco para lançar seu livro “Revolução de Laura”. Na terrinha, Manu pegou uma prainha e cumpriu agenda leve ao lado da vice-governadora Luciana Santos.
ARTICULANDO – O ministro da Economia, Paulo Guedes, começa, hoje, a receber deputados para discutir a reforma da Previdência. Estão na lista parlamentares do PSL, DEM, PSD e PRB. Guedes articulando com a base? Isso não vai dar certo…
MAMANDO – Um não, mas 19 vereadores de Petrolina viajaram às custas da Câmara para o Congresso da UVP em Gravatá, semana passada. Esse “passeio” custou ao Legislativo municipal R$ 60 mil. É, amigo pretolinense, você está pagando imposto para esse povo fazer política.
Uma dúvida: Tem muito pré-candidato a prefeito fazendo campanha já?
“O protocolo é claro: se alguém está com fuzil, tem que ser neutralizado de forma letal”, afirmou o governador do estado, em entrevista ao O Globo
Witzel: ‘Atiradores de elite já estão sendo usados contra traficantes’
Tânia Rêgo/Agência Brasil
Por Marcos Lima Mochila
Os atiradores de elite da Polícia Civil do Rio de Janeiro já estão em atividade, matando suspeitos de tráfico nas favelas, segundo contou o governador Wilson Witzel, em entrevista ao O Globo.
“Os snipers são usados de forma absolutamente sigilosa. Eles já estão sendo usados, só não há divulgação. O protocolo é claro: se alguém está com fuzil, tem que ser neutralizado de forma letal”, afirmou o governador do estado.
A prática foi uma das promessas de campanha de Witzel, mas é criticada por juristas e especialistas em segurança pública. O Ministério Público chegou a afirmar, ainda no ano passado, que denunciaria o governador se ele colocasse a proposta em prática.
Sobre a chance de pessoas inocentes serem atingidas pelos disparos, ele minimizou. “E algum morador foi atingido até agora? Não. A utilização de helicópteros é fundamental para coibir o tráfico. O que mais leva desespero a esses terroristas é aeronave sobrevoando a área deles. Porque aí eles não têm escapatória. Aí o que os bandidos fazem? Pegam moradores, botam fuzil na cara e falam assim: ‘Vai lá e reclama. Vai lá e coloca fogo”, disse.
Questionado sobre a alta no número de mortos em confronto com a polícia, Witzel disse não ser uma preocupação. “Zero preocupação. Eu confio na polícia e tenho dito isso para eles. Quando eu acabei com a Secretaria de Segurança Pública, o objetivo era exatamente dar às polícias o protagonismo e o poder de decisão. Os criminosos provocam tiroteios, orquestram assaltos e arrastões exatamente para poder causar um certo pânico”, afirmou.
Quem são os atiradores de elite da gestão Witzel
Os novos personagens que o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quer levar para as zonas conflitadas da cidade e do Estado são figuras discretas. Atiradores de elite, os snipers, na denominação em inglês, não têm nome, não devem ser vistos e quase sempre agem como sombras, confundidos com o cenário. Ainda assim são eficientes em seu trabalho: eliminar ameaças, matar pessoas. Podem atingir a cabeça de um homem a meio quilômetro de distância, de tal forma que o alvo caia imóvel.
Nesse caso, o objetivo é impedir a reação nervosa espontânea do dedo no gatilho de uma arma apontada para um refém ou da mão que segura o disparador de uma bomba, explica um especialista do Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército, em Niterói, onde são formados os caçadores, a tropa do tiro de precisão.
Homem calmo e de fala mansa, ele diz que não há a menor dificuldade em fazer o trabalho para o qual a seleção é rigorosa e o treinamento, severo. Marinha, Aeronáutica, PF e as polícias estaduais mantêm quadros próprios dedicados a esse tipo de ação letal. Pouco se sabe a respeito de sua folha de serviços.
Witzel quer formar times de atiradores para abater quem for visto portando fuzis em meio às favelas e às comunidades. Não é tão simples. Pela legislação, a posse do rifle não autoriza o disparo letal – embora exija prisão.
Criminalistas ouvidos pela reportagem acreditam que isso só seria possível em uma situação de exceção, como a declaração de estado de sítio ou de defesa, quando há a supressão dos direitos constitucionais. Claro, em um confronto, vale o princípio da legítima defesa e da destruição da ameaça. Juiz federal, Witzel diz que se trata de uma questão de interpretação da lei, que prefere “defender o policial (que atirar para matar) no tribunal do que ir ao funeral dele”.
Os snipers das Forças Armadas atuam em situações de conflagração, apoiando a segurança da tropa e de autoridades, obtendo informações e neutralizando alvos selecionados. Os times policiais acrescentam “outro objeto” à lista, eventuais sequestradores que mantenham reféns sob risco. O tiro é feito quase sempre em duplas: o atirador e o observador, que fornece as informações de apoio.
O disparo deve ser feito na faixa de 300 metros para que a posição não seja detectada. A incidência de luz precisa ser considerada para evitar o reflexo na lente do sistema de mira. A dupla usa traje camuflado e às vezes uma cobertura para confundir o olheiro. As Forças empregam cinco diferentes tipos de fuzis, entre os quais os imensos Barrett M82A1 .50, americanos.
Os militares e policiais candidatos à função são voluntários. Eles têm entre 25 e 35 anos. Precisam ter passado por outros níveis de qualificação nas forças de operações especiais. O condicionamento físico é exigente. Alimentação balanceada, peso ideal e pressão arterial normal são pré-requisitos.
No momento do disparo, só o dedo indicador deve se movimentar; a respiração precisa estar no ritmo do batimento cardíaco e o acionamento do gatilho deve ser suave – tudo isso para evitar desvios de trajetória, explica o especialista do Exército.
O abandono durante o ciclo de instrução é alto. Em um dos cursos de três semanas do Batalhão de Infantaria Especial da Aeronáutica, em 2005, foram formados 14 atiradores. Houve quatro desligamentos.
Na última sexta-feira (29), a advogada Rosângela Wolff Moro, esposa do ministro da Justiça, Sergio Moro, publicou em seu Instagram uma foto com a adolescente de 14 anos, Camyle Jesuíno.
A menina reside na cidade de Londrina (PR) e possui amiotrofia muscular espinhal, uma patologia genética degenerativa, que afeta as células do corno anterior da medula, resultando em fraqueza e atrofia muscular caracterizada por problemas nos movimentos voluntários.
Na publicação, Rosangela afirma que a menina é “muito mais que a doença”, que ela adorou conhecer Camyle e que irá se “empenhar mais e mais para poder ajudar de alguma forma”.
Camyle possui um perfil no site Vakinha, em que pede contribuição do público através de uma “vaquinha” para arrecadar fundos para adquirir o medicamento para seu tratamento, cujo custo de cada dose é de R$ 250.000,00.
Para contribuir, acesse este link: https://www.vakinha.com.br/vaquiha/todos-pela-vida-de-camyle
Alexandre Garcia, endossando trecho do jornalista José Roberto Guzzo, resumiu perfeitamente a situação da imprensa nacional:
“O fato, comprovado pela memória digital onde tudo se grava, é que a mídia nacional resolveu participar da campanha eleitoral de 2018 tomando partido contra a candidatura de Bolsonaro – e contra a maioria do público, também.
Perdeu as eleições, já que o eleitorado decidiu fazer precisamente o oposto do que os comunicadores queriam que fizesse.
A essa altura, em vez de parar um pouco para perguntar se não havia nada a corrigir no roteiro seguido até ali, a imprensa dobrou a aposta.
Ficou ainda mais brava do que já estava durante a campanha; desde a eleição, trata o governo Bolsonaro como ilegítimo.
Não há sinais de que nada disso vá mudar nos próximos quatro anos.
Na manhã desta segunda-feira (1º) a senadora Simone Tebet recebeu os projetos do pacote Anticrime do ministro Sérgio Moro.
Para agilizar a tramitação, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, já designou os relatores.
São eles:
Marcos do Val (Combate à corrupção, ao crime organizado, e aos crimes violentos).
Marcio Bittar (Criminalização Caixa 2).
Rodrigo Pacheco (Definição de competência da Justiça Comum e da Justiça Eleitoral).
A senadora Simone Tebet é aquela que exerceu papel fundamental no sentido de desbancar o ‘ex-coronel’ Renan Calheiros, no processo de eleição da mesa do Senado Federal.
Novamente ela dá demonstração de que pretende prestar um grande serviço a nação.
Comprometemo-nos com o Ministro Sérgio Moro a agilizar o projeto Anticrime no Senado. É preciso declarar guerra à guerra em nome da paz.
Bolsonaro vai às lágrimas durante benção de padre paraibano em Israel
Por Juan OKeeffe
Postado por Marcos Lima Mochila
O presidente Jair Bolsonaro (PSL), que está em Israel para agenda oficial foi às lágrimas na manhã desta segunda-feira (1) ao receber as bençãos de um padre paraibano. Durante a benção feita pelo padre George Batista, da comunidade Filhos da Misericórdia, Bolsonaro não aguentou a oração coletiva do grupo liderado pelo religioso, que se aglomeraram no salão onde ele se encontrava e, chegou a colocar as mãos no rosto para enxugar as lágrimas.
Durante o momento da benção, o religioso fazia uma oração para abençoar o presidente quando o grupo começou a entoar o canto cristão: “O presidente já foi abençoado porque o senhor já derramou o seu amor. Derrama senhor, derrama sobre ele o seu amor”, cantaram.
O grupo Católico está em excursão religiosa, acompanhado pelo religioso que guia os fiéis pelas terras de Israel, país em que o presidente Jair Bolsonaro se encontra em agenda oficial.
O líder político visitou também hoje o Muro das Lamentações, em Jerusalém, ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
O atual prefeito de Bezerros, Severino Otávio, mais conhecido como Branquinho, tem ganhado força para ocupar a vaga de Ettore Labanca, falecido na última sexta-feira, na presidência da Agência Reguladora de Pernambuco. No ano passado, o nome de Branquinho foi ventilado, mas não se confirmou. Agora com o desaparecimento de Ettore, a vaga ficou aberta e poderá ser ocupada pelo prefeito de Bezerros, que teria que renunciar ao cargo. Se confirmada a indicação, assume o vice-prefeito Breno Borba, também do PSB.