Sem a aprovação da reforma do Imposto de Renda (IR), a tabela progressiva permanece congelada em 2025. Quem ganha mais de R$ 2.824, cerca de dois salários mínimos, continuará pagando imposto. Embora o governo tenha anunciado a intenção de aumentar a faixa de isenção para R$ 5 mil e aplicar uma alíquota de 10% sobre rendimentos acima de R$ 50 mil, a proposta foi adiada para revisão de cálculos pela Receita Federal.

Atualmente, o limite oficial de isenção é de R$ 2.259,20, mas quem recebe até R$ 2.824 tem direito a um desconto simplificado de R$ 564,80. Esse desconto é opcional, e contribuintes que podem deduzir gastos maiores, como educação e saúde, continuam seguindo as regras atuais.

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