O Ministério da Saúde criou o Centro de Operações de Emergência (COE) para dengue e outras arboviroses, com o objetivo de coordenar ações preventivas e de resposta em parceria com estados, municípios, pesquisadores e instituições. Entre as medidas estão o reforço na preparação das redes de saúde e a ampliação de estratégias para mitigar riscos e evitar óbitos.

A pasta também lançou um novo Plano de Contingência Nacional, dividido em seis eixos, para conter o avanço de dengue, chikungunya e zika. Dentre as ações previstas estão:

  • Expansão do método Wolbachia de 3 para 40 cidades até 2025;
  • Implantação de insetos estéreis em aldeias indígenas;
  • Uso de larvicidas em larga escala, com 150 mil estações disseminadoras previstas;
  • Vacinação contra dengue em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, com 9,5 milhões de doses adquiridas para 2025.

O Brasil registrou, em 2024, a maior epidemia de dengue de sua história, com 6,4 milhões de casos prováveis e 6 mil mortes. Neste ano, já foram contabilizados mais de 10 mil casos e 10 óbitos em investigação.

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