O vice-presidente Geraldo Alckmin expressou que “será uma honra” apoiar a candidatura de Tabata Amaral à prefeitura de São Paulo. Após uma reunião do PSB, Alckmin destacou a importância de trazer jovens para a política e elogiou a preparação da deputada. Ele ressaltou a necessidade de mais mulheres na vida pública e indicou apoio à possível candidatura de Tabata. Nas redes sociais, Tabata expressou sua gratidão por aprender com Alckmin, destacando seu conhecimento sobre os dilemas de São Paulo e do Brasil.
O presidente Lula lançou a nova política industrial brasileira visando desenvolver o setor até 2033, com a presença do vice-presidente Alckmin. O governo destinará R$ 300 bilhões em crédito e subsídio até 2026, buscando melhorar o cotidiano, estimular o desenvolvimento e ampliar a competitividade. Durante o evento, Lula destacou a importância da política industrial, elogiou seus ministros e pediu comprometimento para alcançar resultados concretos nos próximos três anos. Ele também se desculpou pelo atraso na solenidade.
O Governo de Pernambuco anunciou, nesta segunda-feira (22), mudanças nos comandos da Polícia Militar e da Polícia Civil. O coronel Ivanildo Cesar Torres de Medeiros assume o Comando Geral da Polícia Militar, em substituição ao coronel Tibério César dos Santos, e o delegado Renato Márcio Rocha Leite assume a chefia da Polícia Civil, cargo anteriormente ocupado pela também delegada Simone Aguiar. As mudanças serão publicadas no Diário Oficial desta terça-feira (23).
“Agradeço a contribuição ao serviço público do coronel Tibério e da delegada Simone, que estiveram conosco desde o início do nosso governo. O coronel Torres e o delegado Renato assumem o comando da PM e da Polícia Civil, respectivamente, com o compromisso de fortalecer as ações das operativas da Secretaria de Defesa Social e fazer de Pernambuco um estado mais seguro”, destacou a governadora Raquel Lyra.
O novo comandante da Polícia Militar, coronel Ivanildo Torres, ingressou na corporação em 1995. Ele possui graduações no Curso de Formação de Oficiais pela Academia de Polícia Militar de Paudalho, bacharelado em Direito e licenciatura em Filosofia, além de pós-graduação em Capacitação Pedagógica, Gestão em Segurança Pública, Planejamento Organizacional e Gerenciamento de Desastres e Emergências. É especialista na área de Gerenciamento de Crise e Desastre.
O delegado Renato Leite, por sua vez, é bacharel em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco e possui pós-graduação em Políticas Públicas de Segurança. Ele integra os quadros da Polícia Civil pernambucana desde 2000.
A bicicleta elíptica OnEll ERM, inovação patenteada no Brasil pelo americano Brian Brewer, tem sido uma alternativa para atletas de Recife – Pernambuco.
Residindo no Brasil por 20 anos, Brian desenvolveu o equipamento após uma lesão, inspirado por um elíptico de academia, e adaptou a ideia para a rua, resultando em uma máquina elíptica sobre rodas.
O professor de educação física, Thiago China, conta que conheceu a bike por meio de um primo, representante da marca e que hoje utiliza na recuperação dos seus atletas de futebol quando estão com lesões articuladas.
“O resultado que eu tenho nas lesões articulares dos meus atletas é o seguinte, quando ele sai de um estiramento no LCA, tem que diminuir a questão de impacto articular, então eu uso a bike para fortalecer o quadríceps e ao mesmo tempo também melhorar a apta respiratória dos meus atletas. Isso vai fazer com que eu acelere o processo de reabilitação da lesão dele”, comenta o Thiago.
A OnEll ERM (Elliptical Road Machine) é uma máquina elíptica sobre rodas. Feita para levar o treino elíptico para a rua, ela traz todos os benefícios de um transporte de academia para curtir seu treino ao ar livre.
Há estudos recentes do Harvard Medical School que demonstram que a eficácia de uma máquina elíptica é melhor do que a corrida de velocidade média, tudo sem impacto, nascendo com o objetivo de auxiliar vários atletas. Hoje, além de atleta, Brian é engenheiro e inventor com muitas patentes no INPI e no mundo afora.
A bicicleta é recomendada para indivíduos com problemas ortopédicos, fisioterapeutas, entusiastas de treinos elípticos e atletas de longa distância.
O presidente Lula retorna a Brasília e enfrenta um impasse entre sua equipe econômica e o Congresso sobre a medida provisória (MP) da reoneração da folha de pagamento. Parlamentares veem a MP como uma afronta à decisão anterior de prorrogar a desoneração, enquanto o governo busca uma solução.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, menciona um acordo para revogar a medida, mas a equipe econômica discorda. Há discussões sobre manter a MP no Congresso e enviar um projeto de lei com o mesmo tema. A reoneração gradual é parte do esforço do governo para atingir déficit zero em 2024, mas entra em conflito com a decisão do Congresso de prorrogar a desoneração para 17 setores.
O Projeto de Lei Complementar 45/23 regulamenta o funcionamento do Comitê de Política Monetária (Copom), garantindo assim segurança jurídica às deliberações do órgão, que pertence ao Banco Central.
São considerados assuntos do Copom aqueles relacionados à conjuntura da economia brasileira ou internacional, incluindo taxas de juros, câmbio e quaisquer outros, desde que possam influenciar ou ser influenciados por decisões do órgão. O Copom foi instituído por um ato administrativo e hoje é regido por uma resolução.
O autor do projeto, deputado Eduardo da Fonte, afirma que a proposta não interfere na autonomia do Banco Central. “Para evitar a insegurança jurídica de algo tão importante para a economia nacional, estou propondo a regulamentação do Copom em lei complementar, mantendo os termos da atual resolução administrativa que o define e convalidando todas as decisões tomadas anteriormente”, justifica o parlamentar.
O texto determina que cabe ao Copom estabelecer as orientações, diretrizes estratégicas e os instrumentos da política monetária; definir a taxa Selic; e divulgar o relatório de inflação abordando o regime de metas, os resultados das decisões passadas e a perspectiva da inflação no futuro. A taxa de juros Selic é a referência para os demais juros da economia. Trata-se da taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
Atualmente, o Copom é composto pelo presidente do BC e demais diretores financeiros da instituição. O texto prevê que devem fazer parte do conselho o ministro da Fazenda, que o presidirá; o ministro do Planejamento e Orçamento; o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; o presidente do Banco Central do Brasil; e o secretário do Tesouro Nacional. O projeto os incorpora aos atuais integrantes do conselho.
O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação, que já recebeu a proposta, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Em seguida, irá para o Plenário da Câmara.
Marina Silva (Foto: World Economic Forum/Sandra Blaser
‘Floresta não é santuário e não precisa de doações de bilionários’, escreve Cândido Vaccarezza
Pouco antes da abertura do Fórum Econômico Mundial (WEF, sigla em inglês), a OXFAM, divulgou um relatório sobre as desigualdades sociais no mundo e a reprodução da pobreza; independentemente das discussões sobre eventuais falhas deste relatório, todos deveriam lê-lo com atenção, cito um dado para abrir o debate sobre a agenda que o Brasil destacou nesse fórum anual.
“A riqueza dos cinco maiores bilionários do mundo dobrou desde 2020, enquanto a de 60% da população global – cerca de 5 bilhões de pessoas – diminuiu nesse mesmo período” (OXFAM 2024). Em 2020 os 5 tinham juntos 405 bilhões de dólares e em 2023 esta fortuna somava 869 bilhões de dólares. Para termos uma ideia da significância dos números, podemos compará-los ao total das reservas internacionais do Brasil, 350 bilhões de dólares. Segundo o Diretor do Banco Central, Galípolo, este imenso volume em reservas dá condição privilegiada ao Brasil em relação a outros países. Imagine que 5 pessoas detém 2,5 vezes o total das reservas internacionais de nosso país.
No Brasil, apesar de termos um dos maiores PIBs, estamos entre os que têm maior concentração de riqueza e maior desigualdade social no mundo. O trabalho do economista Sérgio Gobetti, para a Fundação Getúlio Vargas, mostrou alguns dados impressionantes: a renda dos 0,01% mais ricos do Brasil, 15 mil pessoas, cresceu 95%, quase dobrou, entre 2017 e 2022, a inflação do período foi 31%; para os 1% mais ricos em idade de trabalhar, 1,5 milhão de pessoas, a renda média mensal, saltou neste período, de 52,5 mil reais para 87,7 mil reais, crescimento de 67%. Do outro lado, a imensa maioria da população brasileira, 95% dos adultos, recebia, em média mensal, 1748 reais por mês em 2017, 5 anos depois passou a receber 2332 reais. É preciso observar que estamos falando de uma média entre 95% da população, se considerarmos os 50% mais pobres a situação é de calamidade. Esta é uma tragédia que não interessa aos ricos e nem aos pobres, e tem causas, apesar de complexas, resolvíveis. Parte desta situação foi construída historicamente por uma conjunção de fatores, a estrutura tributária, o valor do salário mínimo, a qualidade da educação, a jornada de trabalho, a baixa infraestrutura do país, a baixa produtividade, entre outros. Tratarei destes assuntos em outros artigos, porém, já adianto, que falta muito para dizermos que o Brasil fez a reforma tributária; foram aprimoradas a cobrança de impostos e a qualidade desta cobrança, entretanto, há muito a ser feito.
No primeiro dia do Fórum Mundial de Economia que acontece anualmente na Suíça, a Agência GOV deu os seguintes destaque às falas dos Ministros brasileiros que participariam do Encontro.
A ministra Marina Silva, se referindo à agenda climática: “O presidente Lula colocou essa agenda no mais alto nível das prioridades e assumiu que a política ambiental brasileira, política de clima, não será uma política setorial, será uma política transversal e estará presente nas políticas de energia, de transporte, de mobilidade, na agricultura, na indústria, em todos os setores”. Informou, ainda, que a ministra Marina participará com o tema “Reconstruindo a confiança”, no painel “A transformação ecológica do Brasil”. A ministra Nilza Trindade participará do debate sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde e o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, debaterá a transição energética. Tudo seguiu o rito traçado e a presença do Brasil no Fórum Econômico Mundial, ficou circunscrita à defesa da transição energética, até com especulações sobre a definição de um preço, um valor para a natureza. Tenho dúvida se representantes do Brasil têm autoridade para, em encontros internacionais, poderem aventar temas tão polêmicos como estes.
Ainda em Davos, a Ministra Marina se reuniu com o arqui bilionário BIll Gates, para falar sobre o meio ambiente no Brasil, encontro fartamente divulgado pela imprensa, reproduzo aqui um trecho da matéria CNN: “Fontes que acompanharam o encontro bilateral afirmaram que Gates ‘manifestou o desejo de visitar o Brasil’ e a ministra respondeu que a viagem seria muito interessante, diante da possibilidade de destinação de recursos de filantropia à comunidades tradicionais indígenas”. Eles conversaram sobre transição energética e o bilionário reforçou o seu discurso de defesa dos investimentos em adaptação para os países alcançarem as metas de emissões zero de carbono.
A ministra apresentou a Gates os destaques da agenda ambiental brasileira, falou sobre as ações de combate ao desmatamento e sobre a realização da COP 30 em Belém, no Pará, em 2025. Gates se interessou pela realização da cúpula, mas segundo fontes, a visita ao Brasil poderia acontecer antes do evento.
Sou totalmente a favor das articulações e conversas com quase todos os segmentos políticos, econômicos e culturais mundiais, a questão para mim é: qual a agenda e qual postura deve ter o Brasil nestes encontros. Lembrando Caetano Veloso:
“Aqui tudo parece/ Que era ainda construção/ E já é ruína/ Tudo é menino, menina/ No olho da rua/ O asfalto, a ponte, o viaduto/ Ganindo pra lua/ Nada continua” (…) “Alguma coisa/ Está fora da ordem/ Fora da nova ordem Mundial”.
Na Amazônia vivem mais de 40 milhões de pessoas, a maior parte delas sem as mínimas condições de sobrevivência; a comunidade indígena e ribeirinha, vive sobre, e ao lado, da maior riqueza mineral, ambiental, aquática e energética do Brasil; infelizmente, não tem água potável, energia elétrica, saneamento básico e nem meios de sobrevivência adequados. Considero que esta seja a principal agenda a ser debatida para a amazônia: como empreender o desenvolvimento possível e vigoroso que ajude ao Brasil a crescer e distribuir renda com segurança ambiental, com manejo do meio ambiente baseado na ciência, que seja usada esta imensa riqueza para melhorar a vida da população e ajudar ao desenvolvimento nacional, sem comprometimento da floresta. Não com a visão de que a floresta é um santuário e precisa de doações de bilionários para ajudar aos pobres.
Este, para mim, é um dos debates centrais para a formulação de um projeto para o Brasil.
Quem esteve na festa da Moroquinha, no distrito de Avencas, zona rural de Gravatá, agreste pernambucano, pode observar a boa convivência do presidente da câmara, Léo do AR, com o prefeito Joselito Gomes (PSB). Este bom relacionamento entre os dois poderes [legislativo e executivo] é fruto da forma como a prefeitura e câmara estão conectadas e promovendo ações que beneficiam a população.
Publicamente o prefeito Joselito Gomes já agradeceu ao presidente da câmara pela forma como ele tratou as pautas administrativas nos últimos anos, sobretudo as que envolvem orçamentos e são importantes para a realização de obras e manutenção de serviços de saúde e educação.
Em Avencas, Léo do AR e Joselito chegaram juntos e acompanhados de secretários foram bem recebidos na Festa de São Sebastião. O presidente da câmara e o prefeito de Gravatá passaram toda festa juntos. E o melhor de tudo é que os secretários e demais membros da executiva municipal sentem apreço por Léo do AR; eles reconhecem sua colaboração para todas as realizações na cidade.
através do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), conseguiu destravar mais de R$ 5 milhões de reais que já foram usados para asfaltar as ruas Quintino Bocaiúva e Isaltino Poggi, na área central. Dentro desta mesma emenda, será reformada a Perimetral Papa João Paulo, que liga o bairro do Jucá com o Manibú.
Apesar de ter sido eleito numa base diferente, Léo do AR sempre manteve o respeito pelos eleitos ao executivo, e de forma muito isenta e imparcial, o presidente da câmara aprovou projetos de leis que influenciam até hoje na vida das pessoas.
Encontro no gabinete do prefeito consolidou nome de Marquinhos do Galeto como presidente do Conselho O prefeito Sivaldo Albino, recebeu nesta sexta-feira (19/01), em seu gabinete, a nova equipe do Conselho Tutelar de Garanhuns, quando assinou a portaria de posse para o quadriênio 2024/2027 dos cinco novos conselheiros. A eleição aconteceu no dia 01 de outubro de 2023, onde compareceram às urnas 10.074 eleitores. Foram eleitos cinco conselheiros tutelares: Adriana Bezerra, com 3.056 votos; Genoveva Alves, com 1.918 votos; Antônio Marcos (Marquinhos do Galeto), com 922 votos; Théo Barros, com 896 votos e Isabel Chalegra com 895 votos.
Sivaldo Albino recepcionou a nova equipe e cobrou o serviço e o compromisso daqueles que se dispõem a trabalhar com as crianças e adolescentes no município, principalmente para aqueles que se encontram em condições de vulnerabilidade social. “Há muito a ser feito. Conheçam e estejam em cada rua e beco desta cidade em busca das nossas crianças que precisem da nossa presença, do nosso serviço e da nossa decisão por um futuro melhor”, afirmou o gestor municipal.
MARQUINHOS PRESIDENTE – Na reunião no gabinete do prefeito Sivaldo Albino, foi informada a decisão do Conselho pela presidência de Antônio Marcos, conhecido como Marquinhos do Galeto, como novo presidente do Conselho Tutelar de Garanhuns. A decisão foi ratifcada pelo prefeito Sivaldo Albino, que colocou seu governo, através das secretarias, em parcerias com o Conselho Tutelar, na garantia de uma vida melhor para todos, principalmente da população mais vulnerável no município.
Observadores da cena política pernambucana começam a perceber que o presidente Lula (PT) conseguiu assumir as rédeas de todas as articulações das eleições de 2024 e até de 2026 numa única jogada: o adiamento da decisão do Republicanos sobre as disputas em Caruaru e no Recife.
Partido estratégico para Lula no cenário nacional, o Republicanos foi um dos braços apoiadores de Jair Bolsonaro em 2022. Em Pernambuco, no entanto, a sigla estava alinhada ao governo do PSB. Alçada à Esplanada dos Ministérios com Silvio Costa Filho, a legenda é cobiçada pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), virtual adversário da governadora Raquel Lyra (PSDB) daqui a dois anos.
Com o Republicanos protelando a definição de palanque em Caruaru, base de Raquel, o tucanato estadual fica esperando a definição dos rumos para fazer os próximos movimentos. Da mesma forma, o PSB ainda espera o apoio formal da sigla no Recife, o que também ficará para depois, mesmo Silvinho mostrando muita disposição para que isso aconteça logo. A foto do último sábado é a prova disso.
Adiando as definições para março, Lula pegou o comando dos rumos de Pernambuco. Os virtuais palanques ficarão à mercê de suas costuras, já que ambos saíram fragilizados das urnas – o PSB perdeu o comando do estado após 16 anos e o PSDB, apesar de vitorioso, não formou uma base pra chamar de sua e ainda vivenciou crises internas. A faca e o queijo foram parar nas mãos dos petistas, e as exigências nas negociações serão altas daqui para a frente. Fonte: Blog do Elielson