NÃO É SÓ NA POLÍTICA. PERNAMBUCANOS TAMBÉM SE SOBRESSAEM EM BRASÍLIA EM TODOS OS SEGMENTOS

Um grande exemplo é o presidente do BRB, o pernambucano Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa
Por: Marcos Lima
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Não é à toa que Pernambuco é conhecido como Leão do Norte, que dá denominação ao primeiro troféu instituído pela Revista Total, que homenageia com a entrega dessa condecoração personalidades políticas, jurídicas e empresariais de todo o País, que se destacam em seus mandatos, gestões e, sobretudo, exercem suas funções com o objetivo de melhorar a vida das pessoas e alavancar o desenvolvimento nacional.
Esta denominação foi dada a Pernambuco por sua história de lutas libertárias, como a Batalha dos Guararapes, as revoluções dos Mascates, Praieira e de 1817, além da Confederação do Equador, e mais, recentemente, na redemocratização do país.
E foi essa simbologia tão expressiva que levou Marcelo Mesquita a denominar os troféus que ele criou para homenagear nomes de Pernambuco, mas que, a partir de 2018, com a expansão da revista para outras regiões do País, o prêmio passou a ser de cunho nacional, com o Leão do Norte passando a ser Leão do Brasil e o prêmio passando a se chamar Troféu Leão do Norte – Brasil.
Mas, os leões do Norte não são somente símbolos, troféus, comendas, condecorações. Muitos deles são seres humanos e estão espalhados pelo mundo todo, se sobressaindo em todos os segmentos.
Na Política, então, são incontáveis os nomes de pernambucanos que ascenderam nesse segmento, a ponto de termos pernambucanos à frente de ministérios de todos os presidentes, a partir da constituição do Governo Provisório da República, com a Proclamação da República a 15 de novembro de 1889, que teve como presidente o Marechal Deodoro.
Seu ministério foi composto de republicanos históricos, entre eles um pernambucano, Henrique Pereira de Lucena, o Barão de Lucena, nascido em Bom Jardim, província de Pernambuco, a 27 de maio de 1835.
A partir de então, passados 134 anos, tivemos 6 modelos de República, 39 presidentes eleitos diretamente, que ascenderam pela linha sucessória, eleitos indiretamente, empossados por movimento revolucionário ou golpe e juntas governativas provisórias.
Tivemos, ainda, 2 presidentes que morreram antes de assumir: Rodrigues Alves, em 1918 e Tancredo Neves, em 1985; um que não assumiu em razão de uma Revolução, a de 1930: Júlio Prestes; um que foi impedido de assumir pela Junta Militar, em 1969: Pedro Aleixo e, entre os que assumiram, tivemos um que renunciou em 25 de agosto de 1961: Jânio Quadros; outro que renunciou antes de ser condenado, uma vez que já havia se dado o seu impeachment 3 meses antes: Fernando Collor e uma presidenta que sofreu impeachment: Dilma Roussef, em 31/08/2016 e foi substituída pelo seu vice, Michel Temer.
Nesse quase sesquicentenário de República, tivemos pernambucanos em todos os governos, de todos os tipos. E, melhor ainda, tivemos um vice-presidente: Marco Maciel (de 1995 a 2002, por dois mandatos) e um presidente: Luiz Inácio Lula da Silva, que já está no 3º mandato (de 2023 a 2010 {2} e o terceiro, a partir de 01//01/2023).
Contudo, em Brasília – como em todo lugar do mundo -, não é só na Política que os pernambucanos se sobressaem. Em todos – imagináveis e inimagináveis – segmentos também temos pernambucanos competentes.
Paulo Henrique recebe das mãos do presidente do CRADF seu diploma de Bacharel em Administração
Presidente do BRB – Banco de Brasília
Um desses é o atual presidente do BRB: Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa.
Em maio deste ano, chamou a atenção uma manchete da ISTO É Independente:
BRB CRESCE, GANHA STATUS DE BANCO NACIONAL E REGISTRA
NOVO LUCRO LÍQUIDO RECORDE
A forte ascensão nacional do Banco de Brasília (BRB) desde 2019 catapultou a instituição regional a um patamar outrora não imaginado por gestões anteriores. O BRB virou um case com um pool de negócios, com avanço digital e agências físicas além das divisas do Centro-Oeste.
O BRB acaba de anunciar lucro líquido de R$ 70 milhões no 1° trimestre de 2023, alta de 20,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido médio registrado no período foi de 13,1%. O banco atingiu a marca de R$ 32,2 bilhões de carteira de crédito ampla – aumento de 38,8%.
Deve-se o cenário ao presidente Paulo Henrique Costa, executivo egresso do setor que limpou a imagem do BRB – tirou-o das páginas policiais por má gestão nos anos 1990 e 2000 e o inseriu nas editorias de Economia da mídia com lucros recordes. Não houve mágica. Ele cortou custos desnecessários, estancou uma farra de crédito fácil para empresas caloteiras – que outrora contavam com a canetada de governadores – e fez do BRB uma instituição de mercado, como deve ser, e não de Governo.
Os seguidos resultados positivos desde que assumiu o elevou a status de banco nacional com lastro no budget para abrir quase uma centena de agências em outros Estados e ampliar a gama de investimentos – a maior vitrine é a parceria de negócios com o Clube de Regatas Flamengo. O Nação Fla, com cartão de crédito e conta digital, é apenas um dos produtos no portfólio.
O desempenho da carteira de crédito do BRB, nos primeiros três meses do ano, apresentou crescimento em diferentes linhas de negócio. No crédito imobiliário, onde o BRB é líder do mercado no DF há 3 anos e já ocupa a 6ª posição no ranking nacional, o Banco alcançou saldo de R$ 7,23 bilhões, aumento de 48,5% em 12 meses.
Pois este pernambucano, que é mais um conterrâneo a nos orgulhar, pelas suas competência, ética e moral ilibadas, é um dos nomes que entraram, em dezembro de 2022, na lista de personalidades a serem homenageadas com a concessão do Troféu Leão do Norte – Brasil 2023.
Ele receberá seu troféu em novembro vindouro, restando apenas saber se a entrega será feita em Brasília, em seu gabinete no BRB, ou em Recife, no próximo TOTALizando o BRASIL, que se realizará no Salão Nobre do Tribunal de Justiça de Pernambuco – TJPE, no dia 28 do mês vindouro.
“Eu gostaria muito que o Paulo Henrique recebesse seu troféu neste evento de novembro, no TJPE. Seria uma coisa muito simbólica, muito significativa, porque ele é pernambucano. Mas, como ele é o homenageado, a opção é dele, aonde vai querer receber a homenagem”, afirma Marcelo Mesquita.
O que já está certo, no entanto, é que ele será matéria de capa da edição da Revista Total de novembro, com um conteúdo de 8 páginas, contando a sua história e como ele chegou à presidência de uma grande instituição financeira, em Brasília.
O Banco
O Banco de Brasília S.A., fundado em 10 de dezembro de 1964, é um banco estatal brasileiro, constituído na forma de sociedade de economia mista, com participação do Governo do Distrito Federal como maior acionista. Seu nome original era Banco Regional de Brasília, tendo sido alterado em 1986 para Banco de Brasília.
A instituição financeira tem 3.280 funcionários: 3 280, possui diversas agências fora do Distrito Federal (nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Alagoas, Paraíba, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), possuindo, ao todo, 188 pontos de atendimento.
Em 1986, teve sua denominação alterada de Banco Regional de Brasília S.A. para Banco de Brasília S.A., permanecendo a sigla BRB.
Em 1991, transformou-se em banco múltiplo com as carteiras Comercial, Câmbio, Desenvolvimento e Imobiliária.
Fazem parte do conglomerado financeiro, como empresas coligadas, a BRB – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, a BRB – Crédito, Financiamento e Investimento e a Corretora Seguros BRB.
O banco possui uma participação acionária de 45% na empresa de cartões Cartão BRB S.A. e de 3,5% como sócio fundador da Companhia Brasileira de Securitização – CIBRASEC.
Em setembro de 2019, um acordo entre o Banco de Brasília com a Cielo, na área de adquirência de cartões, garantiu uma iniciativa que complementa o portfólio de produtos ofertados pela instituição para empresários e empreendedores do Distrito Federal e região.
Em janeiro de 2020, o Banco de Brasília (BRB) foi o banco que mais concedeu crédito imobiliário no Distrito Federal, segundo ranking publicado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP).
Em julho de 2020, o Banco de Brasília (BRB) passou a ser patrocinador máster do Flamengo para um período de três anos, após o BS2 rescindir o contrato com o clube carioca, com valor mínimo de R$ 32 milhões por ano, mas podendo ter aumento da receita através da exploração de negócios previstos no acordo envolvendo torcedores, imagem e negócios corporativos com o clube.
Fontes: Wikipédia, ISTOÉ Independente e site do BRB





