REVISTA TOTAL, MAIS UMA VEZ, OBTÉM UM GRANDE ÍNDICE DE ACERTOS NAS ELEIÇÕES

Foram confirmados 24 dos 25 nomes de deputados federais (96%) e 38 dos 49 nomes de deputados estaduais (77,5%)
Por Marcos Lima
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Desde 2006 a Revista Total, através de suas equipes, vem colocando em prática o sistema de avaliação que é chamado pelos cientistas de “Futurismo”, como atesta o cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco Clovis Miyachi, um método que há muito já vem sendo largamente utilizado na Europa e no Canadá, de onde Marcelo Mesquita trouxe, ainda em 2005.
Diferentemente do sistema empregado pelos institutos de pesquisa de opinião pública, os Estudos Técnicos – como os denominou Mesquita – são baseados nas observações feitas pelas equipes da Revista, através de contatos e discussões com técnicos e cientistas políticos, formadores de opinião, lideranças políticas e o próprio povo, nas ruas.
Nas eleições deste ano, conforme publicação nos veículos do grupo, as equipes, comandadas pelo diretor-presidente Marcelo Mesquita, tiveram um índice de 96% de acertos nos nomes dos deputados federais (24 dos 25 eleitos), e de 77,5% nos nomes dos deputados estaduais (38 dos 49 eleitos), conforme publicação realizada no veículos do Grupo TOTAL ainda no mês de agosto.

Vale-se ressaltar que as listas com os resultados finais poderão vir a sofrer modificações, após as eleições de 2º turno para presidente e governador – que Pernambuco terá no próximo dia 30/10 -, a depender da formação dos ministérios e secretarias em que alguns dos eleitos poderão ser escolhidos para fazer parte.
Portanto, as listas definitivas desses dois cargos devem estar finalizada até o final deste ano.
Eleições Presidenciais
Os eleitores, apoiadores e admiradores de Lula ensaiaram algumas comemorações ao final da noite deste domingo (02/10), enquanto os do lado do Presidente Bolsonaro se sentiram derrotados.
No entanto, todos devem se conscientizar que o 2º turno é uma nova eleição e as linhas condutivas são outras bem diferentes do 1º turno.
Deve-se levar em consideração alguns fatores:
- Alguns puxadores de votos, como os deputados e senadores, não terão uma participação mais ativa na campanha do 2º turno. Os candidatos a deputados que não se elegeram vão estar jogando a culpa em Lula ou Bolsonaro, pelas suas derrotas, e não se empenharão mais na busca de votos para governadores e presidentes que disputarão os cargos em 2º turno.
- Em contrapartida, os que venceram aproveitarão o resto do ano para descansarem da luta empreendida durante os últimos meses e também não vão se empenhar muito pelas eleições do 2º turno.
- Também deve-se atentar para o fato de que Bolsonaro conseguiu eleger um grande número de governadores e senadores de grandes Estados da Federação como, por exemplo, o Zema em Minas Gerais, o Cláudio Castro no Rio de Janeiro e, em São Paulo, Tarcísio se houve muito bem e deverá vencer as eleições no 2º turno e, consequentemente ajudar Bolsonaro nessa caminhada em busca da vitória.
- Por outro lado, muitos senadores de Regiões importantes da Federação, como no Sul, no Sudeste, no Distrito Federal, serão fundamentais nessa nova campanha e com certeza impulsionarão Bolsonaro, com uma diferença bem superior à atual de pouco mais de 5% no 1º turno.
Então, aos lulistas não são cabíveis, neste momento, as comemorações e para os bolsonaristas, não há nenhum motivo para desespero. A própria Região Nordeste, embora seja onde se espera que Lula continue vencedor, deverá diminuir essa diferença e o Sul e o Sudeste disponibilizarão uma maior votação pró Bolsonaro, o que poderá mudar o resultado final.

O mesmo pode-se considerar nas eleições estaduais em Pernambuco. Já vimos Marília ficar em 2º lugar no 1º turno das eleições para a Prefeitura do Recife, em 2022, com apenas 1,22% de diferença para João Campos e, no2o turno, perdeu com uma diferença bem maior, em torno de 10%.
Portanto, todas as conjecturas que se produzirem agora, poderão ir por água abaixo mais na frente e, portanto, não hora de comemorações nem de desespero.



