Convidado pelo presidente Bolsonaro para se filiar ao PL do pré-candidato ao Governo do Estado, Anderson Ferreira, o Coronel Meira aceitou o convite, e é um dos responsáveis para formatar um novo projeto de segurança pública para Pernambuco. Ele fez duras críticas ao Pacto Pela Vida do atual Governo do Estado, e na Rede Pernambuco de Rádios, defendeu uma convergência de colaboração, no que ele chamou de ‘malha de segurança’, que inclui a população, as guardas municipais, os vigilantes e os porteiros de prédios. “Uma segurança onde a gente possa falar que o povo vai ser atendido verdadeiramente. A gente tem que colocar a população para trabalhar, ajudar a segurança. Quando eu digo trabalhar na segurança, não é estar armado e de colete não. É prestar e dar informações”, pontuou. “Temos que convidar e envolver todos eles nesse projeto de mudança para Pernambuco”, falou.

“O Pacto Pela Vida é totalmente na contramão no quesito segurança pública. É um projeto que foi feito, que veio comprado. Não respeitou as necessidades de Pernambuco, por isso que deu e dar errado. Pernambuco é um dos líderes do Brasil percentualmente em homicídios. Tem que fazer um projeto valorizando a vida […]. Que envolva a sociedade, principalmente para colaborar”, frisou.

Meira avaliou os últimos movimentos da deputada Clarissa Tércio que se filiou recentemente ao Progressistas, partido que faz parte da base de apoio da Frente Popular de Pernambuco. “A gente está pedindo coerência. É um partido da base federal. Ela indo para lá os votos dela vai eleger candidatos que estão ligados ao PSB. Porque aqui o PP é base do Governo Paulo Câmara. É isso que estamos colocando com muita clareza. Ela vai votar em Anderson Ferreira? Ela tem que votar cem por cento na chapa do PL”, declarou.

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