Arquivos do mês fevereiro 2021


O deputado federal André de Paula (PSD) conversou com o blog do Alberes Xavier e comentou sobre a liderança exercida pelo presidente da Câmara Federal Arthur Lira (PP) e reforçou o fiasco que foram as articulações de Rodrigo Maia (DEM).

“Arthur Lira venceu em uma eleição consolidada e pontuou que isso representa a democracia da Casa. Assistimos uma gestão que era do “eu”, não tinha dialogo e por isso que Rodrigo Maia vem perdendo até dentro do seu partido”, disse.

O deputado afirmou também que a posição do presidente da República, que demostrou interesse na eleição de Arthur Lira também foi fundamental para esta vitória. “É claro que isso (declaração de Bolsonaro) favoreceu a vitória de Arthur Lira, mas contamos com os votos de muitos parlamentares que optaram por uma casa democrática e de respeito”, frisou o deputado.

Por fim, o parlamentar também exaltou a presença dos pernambucanos Gilson Machado e Lázaro Medeiros no Governo Federal. “É muito gratificante saber que podemos contar com eles (Gilson e Lázaro) que podem ajudar nosso estado por conhecerem de perto cada realidade, e já visitei o ministro e consegui recursos para cidades pernambucanas”, pontuou.

Lucio Lucas é de Escada, na Mata Sul do Estado é um dos 38 selecionados

Há selecionados dos municípios de Recife, Olinda, Caruaru, Cabo de Santo Agostinho, Nazaré da Mata, Santa Cruz do Capibaribe, Jaboatão dos Guararapes, Limoeiro, Paudalho, Escada, Jatobá, Petrolândia, Petrolina, Brejinho e Amaraji

O projeto de exposição “Meu Olhar Sobre Pernambuco” divulgou neste domingo (6) de fevereiro, o resultado dos fotógrafos amadores e profissionais selecionados para a Etapa II. Há selecionados dos municípios de Recife, Olinda, Caruaru, Cabo de Santo Agostinho, Nazaré da Mata, Santa Cruz do Capibaribe, Jaboatão dos Guararapes, Limoeiro, Paudalho, Escada, Jatobá, Petrolândia, Petrolina, Brejinho e Amaraji.
De acordo com a coordenação do projeto, mais de 50% dos candidatos não conseguiram avançar na etapa. Obra sem atender ao perfil solicitado, participante que tem alguma ligação com algum projeto aprovado na Lei Aldir Blanc, e obras sem exclusividade estão entre os motivos de desclassificação.

Ainda segundo a organização, todos os selecionados receberão comunicado da organização para a execução do próximo passo. A lista dos selecionados está disponível no site do projeto: https://www.meuolharsobrepe.com.br/post/confira-lista-dos-fot%C3%B3grafos-selecionados-para-segunda-fase 
“A próxima etapa é de recebimento de documentação, produção e envio dos vídeos de apresentação dos selecionados, apresentação das obras dos participantes nas redes sociais e votação dos internautas. As 10 fotos mais votadas participarão da exposição presencial e online, seus autores serão premiados”, detalha o idealizador do projeto, Jonnathan Silva.

Aprovado no Edital Criação, Fruição e Difusão- LAB-PE, através da Lei Aldir Blanc, o projeto Meu Olhar Sobre Pernambuco busca reunir e apresentar em exposição, no mês de março, recortes fotográficos de todo o Estado. A proposta contempla a premiação de 10 finalistas e divulgação da biografia de todos os participantes.

Por Marcelo Mesquita

Um dos maiores desportistas de Vitória de Santo Antão, conhecido e reconhecido em todo o Estado de Pernambuco, o Prof. Armindo Carneiro militou por mais de 30 anos nos meios esportivos, como técnico de Futsal. Foi campeão pela Desportiva Pitu, também fez um brilhante trabalho com os jovens do Colégio Damas e tem o carinho de todos os vitorienses. Neste sábado, Marcelo Mesquita lhe entregou pessoalmente a Edição 111 da Revista Total, com Pelé na capa, que gerou o seguinte comentário do professor: “Parabéns pela Revisa, Marcelo. Está cada vez melhor e essa capa em homenagem ao Rei é uma prova inconteste que vocês estão ligados nos fatos não só locais, mas também nacionais e, até internacionais”.


Em busca de assumir a liderança do Avante na Câmara Federal, o deputado Sebastião Oliveira deixou passar apenas o período eleitoral e se desfiliou do PL, partido pelo qual se elegeu em 2022. Segundo informações de fontes seguríssimas que chegaram ao nosso Blog, o deputado sequer comunicou a nenhum membro do diretório nacional ou estadual que estaria saindo da legenda.
A bronca agora foi parar no Tribunal Superior Eleitoral. O PL, pediu em juízo o mandato do parlamentar alegando infidelidade partidária.
Pela legislação eleitoral, o deputado só pode mudar de partido se cumprida pelo menos uma das condições a seguir:

  • o partido tiver sido incorporado ou fundido a outro;
  • o deputado estiver migrando para um partido recém-criado;
  • for verificado desvio no programa partidário;
  • o deputado tiver sofrido grave discriminação pessoal no partido;
  • a mudança ocorrer no período da janela partidária (período de 30 dias no ano eleitoral em que são permitidas trocas partidárias).
  • Se contrariar a regra, o parlamentar pode ser enquadrado em infidelidade partidária e perder o mandato.
    Isso porque a legislação brasileira considera que o mandato em cargos preenchidos por eleições proporcionais (como é o caso das eleições de deputados e vereadores) pertence ao partido.
    No caso do próprio Sebastião Oliveira ele não se enquadra em nenhuma das hipóteses elencadas, embora possa alegar qualquer uma diante da Justiça.
    Caso prospere a ação, e o deputado perca o mandato este pode cair de mãos beijadas no colo do primeiro suplente, Henrique Queiroz, caso este ainda se encontre nos quadros do PL.


O prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Fábio Aragão (PP) em entrevista ao Blog do Alberes Xavier comentou sobre as primeiras ações desempenhadas a frente da administração pública e voltou a revelar um débito de mais de R$ 35 milhões.

“Todos os dias sou surpreendido com um novo débito deixado pela gestão anterior. É Celpe, é empresa de lixo, conta de internet e a maioria dos fornecedores tem valores a receber, e soubemos de alguns aluguéis que estão atrasados há 3 meses. Depois de conseguir as senhas através da Justiça, identificamos mais de 35 milhões de reais em débito na dívida flutuante”, frisou.

Questionado sobre quais valores realmente foram deixados em caixa, o prefeito frisou que encontrou apenas 2.142.000,00 (Dois milhões, cento e quarenta e dois reais) destinados para o MAC (Média e Alta Complexidade).

“Só vou me comprometer em quitar os débitos a partir de janeiro, que é referente a minha gestão. Procurei pelos valores em caixa e só identifiquei 2.142.000,00, que veio para o MAC, não podemos retirar este valor para outra questão a não ser compra de veículos, reformas de unidades de saúde e aquisição de equipamentos, não posso pagar custeio com esse dinheiro”, falou.

Hospital Fernando Aragão – “Tenho sim a intenção de construir o hospital que leva o nome do meu pai, e estaremos buscando os esforços necessários para isso”, afirmou.

O prefeito Fábio ainda ressaltou a importância dos deputados Diogo Moraes e de Eduardo da Fonte e reforçou o envio de emendas para este primeiro mês de governo. “O deputado Eduardo já se comprometeu em ajudar nossa saúde e enviará 1 milhão para a retomada das cirurgias eletivas. E Diogo Moraes tem buscado através do Governo do Estado intermediar nossa relação e lutar pelos investimentos estaduais para nossa cidade”, frisou o gestor.

Por fim, Fábio reforçou que Santa Cruz do Capibaribe vai continuar fora do CONIAPE. O gestor afirmou que o serviço prestado pelo consórcio não condiz com os valores que são repassados ao órgão.

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O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, encaminhou nesta sexta-feira (5) ofício ao procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, solicitando a apuração, pela PGR – na esfera criminal – e pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) – nos âmbitos funcional e administrativo – de notícia divulgada pela emissora CNN, segundo a qual um grupo de procuradores ligados à Operação Lava Jato teria a intenção de investigar, ilegalmente, a movimentação patrimonial de ministros do tribunal. 

No ofício, o presidente do STJ esclarece que, de acordo com as informações publicadas pela CNN e reproduzidas por outros veículos de imprensa, procuradores como Deltan Dallagnol e Diogo Castor de Mattos teriam, em trocas de mensagens apreendidas na Operação Spoofing, sugerido pedir à Receita Federal uma análise patrimonial dos ministros que integram as turmas criminais do STJ, sem que houvesse, para tanto, autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Na comunicação à PGR, Humberto Martins ressaltou que, de acordo com o artigo 102, inciso I, da Constituição Federal, os ministros do STJ têm foro por prerrogativa de função no STF e, por isso, em tese, os procuradores estariam agindo fora do âmbito de abrangência de suas atribuições. 

Em razão da gravidade das informações noticiadas, o ministro Humberto Martins solicitou ao procurador-geral da República “que tome as necessárias providências para a apuração de condutas penais, bem como administrativas ou desvio ético dos procuradores nominados e de outros procuradores da República eventualmente envolvidos na questão, perante o Conselho Nacional do Ministério Público.”

Fim de abril e eu havia retornado de uma viagem aos Estados Unidos chamado a conhecer experiências exitosas de governos locais, incluindo um encontro com o jovem governador de cara rechonchuda do distante Arkansas, Bill Clinton, quando tocou o telefone. Maurilio Ferreira Lima chegou ao meu apartamento no dia seguinte, uma terça-feira, acompanhado de Jarbas Vasconcelos, o qual até então eu nunca havia encontrado. A conversa evoluiu por cerca de uma hora. Do décimo andar do Edifício Olimpíadas, no Parnamirim, víamos os morros de Casa Amarela e de Olinda mais ao fundo. Segui a rotina de Coordenador do Mestrado em Ciência Política da UFPE, nomeado pelo reitor George Browne após o período como Visiting Scholar em Berkeley, Califórnia.

No sábado, convidado para Conselheiro do recém-criado “Centro Debate”, que seria de fato o QG da marcha à prefeitura, cheguei lá às nove horas da manhã. Não tinha ideia de como minha vida mudaria a partir daquele instante. O ano era 1985. A Nova República estava nascendo. Tancredo Neves se fora e o presidente Sarney em busca da legitimidade convocara eleições para as capitais e municípios de segurança nacional. O Recife ia resgatar sua autonomia.
Fui atraído para o turbilhão da campanha, passando a conviver de perto com o estado-maior responsável pela sua operação – Edgar Moury, Marcos Cunha e Carlos Eduardo Cadoca. E vez por outra, a convite do candidato, me relacionando com os principais apoiadores: Miguel Arraes, Pelópidas Silveira, Egídio Ferreira Lima e o ministro Fernando Lyra.
O debate funcionava numa casa pequena, de poucos cômodos, completada por um auditório sem luz natural. Lá dentro o frenesi constante de um exército de militantes dos mais diversos matizes. Logo mais começaria a propaganda na TV, onde Ivan Maurício fez milagres no pouquíssimo tempo disponível, ao som do jingle inesquecível criado por Joca Souza Leão. Depois dos comícios embalados por Reginaldo Rossi não raro as avaliações continuavam no Mourisco, anfitrionadas por Zinho Correia.
A vitória para muitos surpreendente de Jarbas viria inaugurar um MBA de políticas públicas, do qual ele foi maestro e nós partícipes ativos. Pela primeira, vez após 21 anos uma geração alijada de cargos de comando pela ditadura, assumia protagonismo na capital mais emblemática do Nordeste. Começava um exercício de prática e aprendizado a um só tempo para egressos, alguns como eu da academia, outros dos movimentos sociais, culturais e de entidades representativas, além dos experimentados na política parlamentar.
Sobressaem na minha memória Edla Soares, Jaime Gusmão, João Braga, José Arlindo Soares, João Roberto Peixe, João Humberto Martorelli, José Carlos Guerra, João Negromonte, Lúcia Pontes, Sydia Maranhão, Cláudio Marinho, Teógenes Leitão, Silvia Pontual, Fernando Correia, Homero Fonseca , Anatólio Julião, Jorge Martins, Silvio Pessoa, Eduardo Pandolfi , Leda Alves e Raul Henry, o mais jovem chefe de gabinete do país. Uma turma de “alunos” de formação e idades diferentes, selecionados pela notável intuição do prefeito que os coordenava. Ele próprio aprendendo enquanto passava de jogador a técnico. Não por acaso os técnicos também são chamados de “professor”.
Em meio a esse time eu, um “observador participante”, pude cursar uma autêntica pós-graduação em gestão pública. Como único Assessor Especial, era envolvido e aprendia interagindo com a equipe ultra talentosa sobre temas do atacado ao varejo das diversas áreas da administração. Experiência ainda enriquecida enquanto o ajudava na convivência das Frentes de Prefeitos. Primeiro das capitais do Nordeste, criada por ele, depois do Brasil. E no acompanhamento das atividades da Constituinte pelo Instituto da Cidade do Recife que também me coube secretariar, conveniado com a Funarte do governo federal, dirigida pelo amigo comum Joaquim Falcão, onde além de possibilitarmos o acesso diário da população a toda sua documentação, fizemos audiências públicas no Teatro Santa Isabel lotado, com parlamentares entre os quais Mário Covas, líder do PMDB e Cristina Tavares.
A “Turma de 1985” brilhou no mandato relâmpago – três anos sem direito à reeleição – fazendo após duas décadas a primeira governação democrática da cidade. E foi aprovada com louvor. Em todas as pesquisas do Datafolha Jarbas ocupou o primeiro lugar nas capitais. Com essa experiência e reconhecimento, mestre e alunos cresceram, galgando a partir daí posições de cada vez maior responsabilidade e prestígio na cidade, no estado e no país.

*Cientista político, sociólogo, advogado e jornalista


Pernambuco sempre esteve na vanguarda em enviar para Brasília, seja para a Câmara ou o Senado, nomes que venceram a barreira do provincianismo e se constituíram em grandes lideranças nacionais. Foi assim com Marco Maciel, Inocêncio Oliveira e Severino Cavalcanti, eleitos presidentes da Câmara dos Deputados. Maciel, sempre à frente de todos, virou um dos ícones nacionais do centro-direita, pela destacada capacidade de articulação política na construção da Nova República, com a eleição indireta de Tancredo Neves.

Chegou à Vice-Presidência da República por dois mandatos, na chapa que elegeu e reelegeu Fernando Henrique Cardoso. Afastado da vida pública por problemas de saúde, faz muita falta ao País. Num determinado momento da República pós ditadura, Pernambuco chegou a ocupar cinco Ministérios, a presidência da CEF e o comando da Receita Federal. Teve até governador do Distrito Federal, o ex-senador Cristovam Buarque, e uma penca de lideranças no Congresso.

Entre os anos 80 e 2000 passaram pelo Congresso nomes pernambucanos que deram uma grande contribuição ao debate nacional, como Miguel Arraes, Roberto Freire, Jarbas Vasconcelos, Cristina Tavares, Egídio Ferreira Lima, Maurílio Ferreira Lima, Osvaldo Lima Neto, Fernando Lyra e Eduardo Campos, dentre outros, no campo da esquerda. No centro-direita, Ricardo Fiúza, ex-ministro, líder do Centrão, Carlos Wilson, ex-ministro, o próprio Inocêncio, Roberto Magalhães e Joaquim Francisco.

Uma galeria e tanto! Mas nos últimos anos, sobretudo a partir da morte de Eduardo Campos, o Estado perdeu protagonismo na política nacional. A eleição da nova Mesa Diretora da Câmara dos Deputados trouxe um alento ao Estado com a garantia de três postos: a primeira-secretaria, que passa a ser dirigida pelo presidente do PSL, Luciano Bivar; a segunda-secretaria, com a petista Marília Arraes, que contrariou o seu partido; e, por fim, a segunda-vice presidência, com o macielista André de Paula.

Também saem da província para a cena nacional os deputados Danilo Cabral (PSB) e Renildo Calheiros (PCdoB), ambos eleitos líderes dos seus respectivos partidos. Serão as vozes também do Estado no embate da pauta congressual. São representantes de legendas que estão do outro lado do balcão, na oposição ao Governo Bolsonaro. Não alavancam recursos para o Estado, mas podem apontar os caminhos mais urgentes e necessários em defesa dos mais altos interesses do povo brasileiro, com olhos voltados para Pernambuco.


O deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade) participou de uma entrevista ao blog do Alberes Xavier, onde comentou sobre o crescimento do partido após as eleições de 2020, falou o que espera da administração do Recife e exaltou o nome de Geraldo Júlio para o Governo em 2022.

“Tivemos uma grande quantidade de vereadores eleitos e nossa sigla manteve a administração do 2ª maior colégio eleitoral do Estado que é a cidade de Olinda. Estamos nos estruturando em todas as regiões de Pernambuco”, falou.

Questionado sobre a gestão do prefeito do Recife, João Campos (PSB) o deputado que foi um dos apoiadores, destacou a capacidade de liderança e elogiou os secretários municipais. “João tem maturidade e montou uma equipe muito técnica e qualificada. Isso significa que podemos esperar uma grande gestão, pois ele terá um bom desempenho e estou esperançoso por seu sucesso”, destacou.

Impeachment de Bolsonaro – “Eu acho que o país passa por um momento de dificuldade, discordo de muitas das ideias do presidente, mas não vejo motivo consistente para o afastamento. Eu num acredito que toda vez que o presidente não for do nosso agrado, tenha impeachment. Já votei em um processo desse e sei das sequelas que o país fica”.

Geraldo Júlio – “É óbvio que seu nome é bem lembrado pra disputa e não podemos negar sua força. Acredito que a Frente Popular tem tudo pra reverenciar este nome. Porém ainda temos um ano pela frente e vamos aguardar todos os desdobramentos, pois o futuro ainda tá incerto”, frisou.


Em continuidade ao processo de transição da presidência, Henrique Queiroz, o atual presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), junto com a equipe do órgão, recebeu, nesta quinta-feira (04/02), representantes do município de Camutanga. A reunião visou discutir as alternativas que contribuam para o desenvolvimento das famílias do campo no município.
Na ocasião, os gestores do Instituto apresentaram as ações de acesso à terra que são executadas e que poderão ser promovidas no município, a partir de um levantamento das prioridades e realidade da população rural do município.

“A nossa prioridade é compreender as necessidades da cadeia produtiva das famílias rurais dos assentamentos para que tenham condições de produzir”, enfatizou Henrique Queiroz durante a reunião.
Estiveram presentes na ocasião o vereador de Camuntanga, Silvio Pimentel; o secretário de Agricultura do município, José Coelho; o coordenador do Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) do município, Josias Rufino; e a equipe do Iterpe, entre eles o coordenador de Planejamento, José Claudio; o assessor de Articulação Institucional, Charles Afonso, e o assessor de Monitoramento de Programas, Cleodon Ricardo.

Fonte Blog ponto de vista
Materia jornalista Welington

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