Arquivos do mês janeiro 2021


Ao que tudo indica teremos uma gestão voltada para atender às pessoas e que esse será o centro das ações da nova administração que assume os destinos da cidade de Gravatá pelos próximos quatro anos.

É um discurso típico da esquerda e já tivemos em muitas cidades o slogan “cuidar das pessoas” desde João Paulo do PT e mais recentemente Lupércio em Olinda.

Na sua campanha o prefeito Padre Joselito não assumiu muitos compromissos no que diz respeito às grandes obras, mas assumiu o compromisso de dar vez e voz aos invisíveis e para isso mandou recado aos novos secretários de que os convidou porque entendeu, porque achou que eles disseram sim a Gravatá, disseram sim a esse pensamento de dar vez ao povo e ele acredita que ele vão dar o melhor para Gravatá ganhar em qualidade de vida e em desenvolvimento e que o verdadeiro desenvolvimento é o da convivência onde as pessoas estão num ambiente digno, trabalhando, procurando o serviço público e encontrando um serviço de qualidade, sem pensamento de cor, número, mas um ser humano que precisa de algo, principalmente de atenção.

“Esse foi o sentimento que eu trouxe das ruas: de uma população que não quer só coisas matérias, mas também de uma carência afetiva, a população quer atenção, pois espera que a gestão seja uma gestão que corresponda as necessidades da população”.

Mandou um recado também para os funcionários da prefeitura avisando que a partir de agora a palavra chave vai ser atenção com as pessoas. Contou a história de que foi a prefeitura pedir uma informação e o funcionário nem levantou a cabeça para saber com quem estava falando e o que desejava.

Esse tipo de atendimento acabou!

A população quer uma gestão eficiente, ousada, transparente que apresente resultados, porque não quer palavras quer soluções.
Encerrou dizendo que a partir de agora a palavra de ordem é trabalho, trabalho, para fazer um trabalho que faça a diferença.

Não resolveremos tudo, não somos deuses, nem mágicos, mas com planejamento, com responsabilidade, com decisão, com coragem, com determinação daremos os passos para que a população possa vivera vida com dignidade e com respeito.

O novo gestor de Moreno ainda disse que vai em buscar soluções para a barragem, que pode resolver o racionamento de água na cidade.

Em uma solenidade restrita, devido a pandemia do novo coronavírus, o prefeito eleito de Moreno, Edmilson Cupertino (PSB), e seu vice, Zé do Ônibus (Patriota), foram empossados no plenário da Câmara Municipal na noite desta sexta-feira (1). O ato durou pouco mais de uma hora e, em seus discursos, todos os vereadores desejaram sorte ao novo governo que está começando.

Após ser empossado, Edmilson falou por pouco mais de 10 minutos reafirmando seu compromisso com o município. “A câmara terá um aliado no poder executivo. Todos sabem que só unidos vamos mudar a realidade da cidade. Não vou mandar projeto para beneficiar A ou B, mas sim toda a cidade. É o que os cidadãos esperam de nós” afirmou o novo prefeito.Ele ainda disse que os primeiros meses o trabalho será dobrado. Que sua meta é mostrar coisas concretas já nos primeiros 100 dias de governo. “As obras paradas deixadas pelo governo anterior serão retomadas. Vamos entregar todas elas” disse. Edmilson informou que são mais de R$ 10 milhões de projetos parados. “Se não concluirmos, quem perde é a população” completou.Já na segunda, o prefeito empossado disse que vai atrás do estado para resolver a situação da obra da barragem do Engenho Pereira. O empreendimento teve suas obras iniciadas em 2013, mas um ano depois foi paralisada por questões burocrática com a união. Moreno passa hoje por uma severa programação de racionamento de água, onde algumas localidades estão com as torneiras vazias desde novembro passado.

Após a solenidade na câmara, Edmilson foi para a sede da prefeitura, distante 100 metros do legislativo, para receber o cargo. Em um novo discurso, o agora atual gestor reafirmou o que disse antes aos vereadores e explanou “Disse a cada um dos nossos secretários, vamos sujar o pé de lama, vamos pra rua, vamos ouvir a população. Só assim vamos mudar de fato nossa cidade” finalizou.


Reeleito em novembro para mais quatro anos de mandato, o prefeito de Taquaritinga do Norte, Lero (PSB), recebeu o reconhecimento da população pelo trabalho realizado e a busca por investimentos para a cidade. “Nos dedicamos durante quatro anos, e mesmo com as crises, não deixamos de trazer investimentos para o desenvolvimento de Taquaritinga”, falou.

Lero reafirmou que seu compromisso com o município continua na segunda gestão. Para a execução das ações o prefeito considera fundamental a parceria com os deputados Ricardo Teobaldo e Diogo Moraes. “Se não tivermos um bom representante em Brasília, como Ricardo Teobaldo, para que possa canalizar o dinheiro de Brasília até chegar a Taquaritinga, o desenvolvimento não chega, se nós também não tivermos um representante no governo do estado para nos ajudar, para que olhe para nossa cidade com bons olhos, é complicado, mas nós temos essa parceria, são deputados amigos de Taquaritinga que destinam emendas para que possamos trabalhar”, destacou.

O gestor revelou que vai concluir todas as ordens de serviço e obras que estão em andamento no município. Mais experiente, Lero declarou no Cidade em Foco da Rede Agreste de Rádio e ao Blog do Alberes Xavier, que o diálogo será uma das prioridades no seu segundo governo. “Vamos estar mais próximo do agricultor, como também precisamos ter essa união com os comerciantes e empresários, e todos os seguimentos religiosos, para que realmente possamos discutir Taquaritinga, com união, com fé em Deus, para continuar o trabalho nesse segundo governo”, ressaltou.


O Prefeito Marcello Maranhão ( PSB ), tomou posse nesta sexta-feira, dia primeiro de janeiro. O vereador Itamar Barcelos (PSB), foi reeleito Presidente da Câmara com o “apoio total do Prefeito Marcello Maranhão”, mostrando a grande liderança do Prefeito no Município e na Mata Sul. A cerimônia fora realizada na Câmara de Vereadores, presidida pelo vereador mais votado nas eleições de novembro Militão Filho e transmitida pelas redes sociais por conta da pandemia do novo coronavírus. O Prefeito disse ter sido vitorioso nas urnas, mas muito mais vitorioso é o desejo de continuar trabalhando pelo Município e melhorando a qualidade de vida dos ribeirãoenses e ainda salientou que é um homem consciente dos seus deveres e dedicará novamente o mandato sem sacrificar o bem coletivo, sem comodidades ou interesses pessoais.

Jorge Seif e Gilson Machado participaram mais: 53 transmissões às quintas-feiras,17 em dias e horários aleatórios. No total, 104 pessoas participaram

O presidente Jair Bolsonaro exibe caixa de cloroquina durante live nas redes sociais (Reprodução/Facebook)

Por Sabrina Freire

Postado por Marcos Lima Mochila

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O presidente Jair Bolsonaro realizou 70 lives em sua página no Facebook em 2020 para anunciar ou justificar medidas do seu governo, além de comentar outros assuntos. Dessas, 53 transmissões foram às quintas-feiras e, outras 17, em dias e horários aleatórios.

No ano, as transmissões contaram com 62 convidados. O presidente fez a live sozinho em outras 16 ocasiões. Mas, em todas, esteve acompanhado por 1 intérprete de libras. Na maioria das vezes, a interpretação em sinais foi realizada por Elisângela Castelo Branco. Outras, por Fabiano Guimarães da Rocha.

O Poder360 analisou as transmissões realizadas na página de Bolsonaro no Facebook desde quando  assumiu a Presidência da República, no início de 2019.

O secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Jorge Seif Júnior, e o ex-presidente da Embratur, agora ministro do Turismo, Gilson Machado, lideram a lista de participações em 2020. Cada 1 deles esteve em 10 transmissões do presidente no Facebook.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, foi o 3º mais presente em 2020: esteve em 9 ocasiões. Sua presença se tornou mais frequente a partir de março deste ano, quando passou a ser acionado por Bolsonaro para falar sobre o auxílio emergencial pago aos mais vulneráveis durante a pandemia de covid-19.

Nas transmissões, Bolsonaro costuma falar em um tom mais informal e comemorar resultados positivos da área econômica, além de comentar medidas anunciadas pelo governo naquela semana. Também rebate reportagens críticas a ele ou ao seu governo e faz ataques à esquerda.

Em 2020, o presidente também usou seu tempo ao vivo para criticar as medidas restritivas estabelecidas pelos governos dos Estados para evitar a propagação do coronavírus. Em outras vezes, aproveitou também para defender o uso de medicamentos no tratamento da covid-19, mesmo sem a eficácia comprovada, como a hidroxicloroquina.

Ranking Geral

Ao todo, desde que assumiu a Presidência, Jair Bolsonaro realizou 120 lives no Facebook. Foram 94 às 19h de quintas-feiras e 26 em dias e horários aleatórios. Houve 104 participações. Em 25 vezes fez a live sozinho.

Participaram das transmissões 104 pessoas, entre ministros (23), autoridades (31), congressistas (13), especialistas (3), indígenas (9), líderes evangélicos (11), candidatos em 2020 (6) além da primeira-dama Michelle Bolsonaro, do empresário Luciano Hang, do mestre em jiu-jitsu Renzo Gracie, de Manoel Cardoso de Araújo (pedreiro e pastor, 100 anos de idade) e de Ester Castilho (repórter mirim, 10 anos).

Dentre os ministros, Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) é o que mais participou das transmissões. Ele apareceu em 10 lives, 7 das quais em 2020.

Em 2º está o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). No entanto, não participa desde outubro de 2019.

O presidente só não fez lives em duas quintas-feiras em 2020:

24.out.2020 – estava na China, 11 horas à frente do horário de Brasília. Às 19h daquele dia em Brasília, eram 6 horas da manhã em Pequim.

30.jan.2020 – passou por exames no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, logo depois de voltar de uma viagem a Minas Gerais. No hospital houve rumores de que teria se submetido a uma vasectomia (cirurgia para esterilização). O procedimento, no entanto, não foi confirmado pelo Planalto.

Aprendemos num ano difícil em que ainda enfrentamos vírus e verme

Por Antonio Carlos de Almeida Cstro (Kakay)

Postado por Marcos Lima Mochila

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“Abraçar é dizer com as mãos o que a boca não consegue, porque nem sempre existe palavra para dizer tudo”, escreveu Mário QuintanaPixabay

“Saio de meu poema

como quem lava as mãos.

Algumas conchas tornaram-se,

que o sol da atenção

cristalizou; alguma palavra

que desabrochei, como a um pássaro.

Talvez alguma concha

dessas (ou pássaro) lembre,

côncava, o corpo do gesto

extinto que o ar já preencheu;

talvez como a camisa

vazia, que despi.

Esta folha branca

me proscreve o sonho,

me incita o verso

nítido e preciso.

Eu me refugio

nesta praia pura

onde nada existe

em que a noite pouse.” (João Cabral de Melo Neto)

Todo final de ano, as pessoas se permitem sonhar e fazer planos de dias melhores. É natural que, inconscientemente, cada um se sinta na expectativa de mudar e esses sonhos sonhados acordados embalam uma esperança de um novo ano com mais alegria e mais prosperidade. É uma época em que um certo sentimento coletivo cria uma quase certeza de que, mesmo com todas as dificuldades, o mundo será muito mais acolhedor. O homem precisa disso, precisa crer que o amanhã será um outro dia e que nesse outro dia o sol vai brilhar para todos. Para ele, inclusive.

É uma maneira, quase uma fuga, que embala os sonhos e os desejos coletivos. Na individualidade e até na solidão do dia a dia, as pessoas fazem planos, os mais diversos, que abarcam ambições íntimas. E são esses quereres secretos que, muitas vezes, alimentam-nos. Se não houvesse essa hipótese de acreditar que o mundo vai mudar, não existiria a necessidade de contarmos os dias como fazemos: por semanas, meses e anos. Seria só um dia após o outro e amanhã seria sempre só um amanhã a mais. Mas não, vivemos a ilusão dos dias contados em semanas, meses e anos. E um ano que se finda nos leva à reflexão do que passou, do que fizemos e do que deixamos de fazer, que sempre é inquietante. Nesse balanço sobre o realizado e o desejado é que a maioria desenha para si mesmo os motivos para impulsionar uma permanente luta que nos permite avançar.

Para resistir nos momentos difíceis, é imprescindível que a pessoa mantenha a crença no que ela almeja. É criar sonhos, permitir-se. Uma das belezas da vida é a criatividade com que cada um se recicla a cada período. Vivemos uma tragédia sanitária na qual a proximidade da morte, da dor e do isolamento social fez a todos um cerco invisível e testou, de maneira até cruel, a nossa capacidade de resistência.

Um elo de solidariedade se fortaleceu e a preocupação com o outro foi uma tônica que deu ares de relativa humanidade às pessoas. Ver o outro sob o olhar dele, tentar se colocar no lugar dele. Escutar. É emocionante acompanhar a dedicação de todos os agentes de saúde, nas mais diversas áreas, juntamente com profissionais que trabalham, muitas vezes, anonimamente em dedicação sobre-humana para salvar vidas. E para inventar outras vidas e outras formas de viver.

Nunca se valorizou tanto o detalhe. Na ausência do abraço amigo, envolvente, nós aprendemos a respeitar a distância e, ainda assim, tentamos nos sentir protegidos e próximos. Não abraçar nossos velhos pais ou nossos filhos talvez seja a maior falta que esta praga nos legou. E o sorriso escondido pela máscara teve que ser substituído pelo olhar, e esse olhar passou a abraçar, a fazer carinho, a sorrir e até a falar. Basta querer ver e ouvir.

Numa cultura como a nossa, a falta que faz a demonstração do afeto pode mudar o comportamento e as pessoas. Saudades dos bares, das torcidas enlouquecidas nos campos de futebol, das rodas de samba, da aglomeração do carnaval, da descontração de falar pegando e até aqueles chatos que dão tapas nas costas fazem falta. Como lembrava nosso Mario Quintana:

“Abraçar é dizer com as mãos o que a boca não consegue, porque nem sempre existe palavra para dizer tudo”.

Este é um sentimento que nos anima a todos, o da solidariedade de cada gesto contido. E é interessante que, sem nenhuma culpa, também temos que aprender a cultuar e a respeitar algumas reações adversas, humanas, demasiadamente humanas. Devemos exercer o dever cívico e alimentar o direito de odiar, menosprezar, querer o mal, rezar pedindo raios e trovoadas contra este canalha que preside o Brasil.

Se não extravasarmos nossa indignação, nós não conseguiremos fazer o enfrentamento necessário. Esse ser abjeto que cultua a morte, despreza a vida, faz elogios a torturadores e despreza a dor indizível da tortura serve, contraditoriamente, para nos mostrar o quanto somos humanos, imperfeitos. É demonstrando nosso desprezo por esse pústula que cada um exerce sua cidadania e o seu lado mais humano. Como ensinou Rubem Alves:

“Somos assim. Sonhamos o voo, mas tememos as alturas. Para voar é preciso amar o vazio. Porque o voo só acontece se houver o vazio. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Os homens querem voar, mas temem o vazio. Não podem viver sem certezas. Por isso trocam o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram.”

Enfrentar sem medo esses seres de esgoto, que vivem no submundo, é também uma maneira de demonstrar amor e compaixão. É demonstrar respeito à humanidade. Um crápula como este presidente não pode ser tratado com respeito, com a civilidade que tratamos nossos adversários políticos, nem mesmo com desprezo. Ele é um inimigo. Vil. Assassino. Vivemos o inferno perfeito: o vírus e o verme. Quem não se posiciona vira cúmplice. A omissão terá que ser cobrada.

Por isso, neste final de ano em que ainda alimentamos a criança que existe em cada um de nós e que as ilusões da infância foram resgatadas no Natal, vamos nos permitir ser inteiros. A nossa opinião, a nossa luta e as nossas posturas mudam a realidade. Para fazer parte de um mundo mais justo, mais igual e mais solidário, é necessário que nós estejamos dispostos a tirar a máscara da hipocrisia e a abraçar a causa do humanismo. E a resistir. Essa é uma forma madura de amar. A covardia da omissão não é amor, é apenas cumplicidade.

Fechemos com Pessoa:

“Para ser grande

Sê inteiro:

Nada teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa.

Põe quanto és

No mínimo que fazes.

Assim em cada lago

A lua toda brilha

Porque alta vive.”

Ex-Presidente Luiz Incio Lula da Silva (Foto: Sérgio Lima/PODER 360)

PODER360

Postado por Marcos Lima Mochila

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O juiz plantonista da 10ª Vara Federal de Brasília, Waldemar Claudio de Carvalho, negou o compartilhamento imediato de mensagens obtidas pela operação Spoofing com o ex-presidente Lula.

O acesso ao conteúdo hackeado do celular de autoridades, especialmente de integrantes da Lava Jato, foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski na 2ª feira (28.dez.2020).

O juiz Claudio de Carvalho, no entanto, considerou manifestação do MPF (Ministério Público Federal) alegando que é impossível adotar as medidas de segurança necessárias para liberar as mensagens durante o plantão de Ano Novo.

Lewandowski permitiu a Lula ver as mensagens que tenham conexão direta ou indireta com ele. Deu prazo de 10 dias e exigiu o acompanhamento de peritos. Eis a íntegra da decisão (187 KB).

O ex-presidente –condenado duas vezes na operação Lava Jato, nos casos tríplex do Guarujá e sítio de Atibaia– aposta nas mensagens extraídas do celular do ex-juiz Sergio Moro para obter provas de que o antigo responsável pelos processos na Justiça Federal em Curitiba agiu com parcialidade ao condenar Lula.

Em outubro, a 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou, por unanimidade, recursos que pediam o acesso de Lula a esses diálogos, em parte divulgados pelo site The Intercept Brasil na série de reportagens que ficou conhecida como Vaza Jato.

Além de duas condenações, Lula enfrenta ainda mais duas denúncias da Lava Jato em Curitiba, 4 ações na Justiça Federal do Distrito Federal e uma na Justiça Federal de São Paulo. Nega todas as acusações.

Otimismo é maior entre bolsonaristas

Entre os que recebem o auxílio, 70% disseram que 2021 será melhor que 2020 (Danil Aksenov -via Unsplash)

PODER360

Postado por Marcos Lima Mochila

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Para 68% dos brasileiros o ano de 2021 será melhor que o de 2020.

Quando são questionados não apenas sobre si próprios, mas para os brasileiros em geral, a taxa de otimismo cai para 58%.

A pesquisa Datafolha foi realizada com 2.016 adultos por meio de telefone celular em todas as regiões e Estados do país.

A confiança é maior entre os que acham a atuação do presidente na atual crise sanitária ótima ou boa. São 78% os otimistas nesse grupo. Entre os que veem a atuação de Bolsonaro como ruim ou péssima, essa taxa cai para 58%.

Entre os que ganham até 2 salários mínimos, 67% se mostraram otimistas. A confiança em um novo ano melhor vai a 74% entre os que recebem mais de 10 salários mínimos.

No grupo dos que pediram o auxílio emergencial oferecido pelo governo, 70% disseram que 2021 será melhor que 2020. Mas há diferença entre aqueles que pediram e receberam pelo menos uma das parcelas do auxílio e quem não recebeu nenhuma. O 1º grupo tem uma taxa de otimismo de 72%. O 2º, de 65%.

Presidente apareceu vestindo camisa do alvirubro pernambucano na noite do dia 31 de dezembro, em Guarujá

Presidente Bolsonaro usa camisa do Náutico-PE, na última live de 2020 (Foto: Reprodução/YouTube)

Por Rodolfo Kosta

Postado por Marcos Lima Mochila

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Bolsonaro realizou, na noite da quinta-feira, 31 de dezembro, sua última live do ano. Na transmissão, o presidente praticamente fez um resumo de tudo aquilo que falou ao longo de 2020: minimizou a pandemia do coronavírus, citou atuação da imprensa e incentivou o uso da cloroquina.

Chamou muita atenção entre os pernambucanos o fato da camisa que Bolsonaro escolheu para usar na ocasião.  Admirador do futebol como todo bom brasileiro é comum o presidente vestir camisas de alguns clubes. E desta vez a escolha foi pela camisa do Clube Náutico Capibaribe.

A transmissão online foi feita diretamente do Guarujá, litoral de São Paulo, onde o presidente passa o feriado de Ano Novo.

Durante a transmissão, Bolsonaro falou sobre a vacina contra a covid-19 produzida pela Moderna.

“Além da [vacina da] Pfizer, temos uma outra agora da Moderna, que poderá ser adquirida para o Brasil. O que falta? Falta decidir quem vai tomar e quem não vai tomar a vacina”, afirmou.

De acordo com ele, será decidido se pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus vão poder se vacinar contra a covid-19.

“Em parte, já estão definidos os grupos. Tem que acertar com a Anvisa e o Ministério da Saúde quem já foi infectado ou não, para ver se pode tomar ou não porque produziu anticorpo. No meu caso particular, como já fui infectado, já tenho anticorpos, eu não vou tomar a vacina”, disse.

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