Arquivos do mês dezembro 2020


Ao revelar autonomia para nomear o seu substituto na Embratur, o novo ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, passou para o País que o presidente Bolsonaro entregou a ele um ministério de porteiras fechadas. Num momento em que a mídia nacional expunha a troca do comando da pasta como moeda de troca para fortalecer o Centrão na batalha contra o grupo de Rodrigo Maia na eleição da Câmara, a nomeação de Carlos Brito, novo presidente da Embratur, só ratifica o prestígio pessoal de Gilson com o chefe da Nação.
Brito ocupou uma gerência na Embratur com Gilson presidente. Foi importado de Pernambuco e acabou sendo peça fundamental no xadrez na gestão da estatal de turismo. Antes do seu nome ser antecipado por este blog, no final da tarde de ontem, ninguém tinha a menor noção de quem se tratava. Mas Brito é da área, conhece como ninguém o setor e fará com o agora ministro Gilson uma forte dobradinha para impulsionar o setor num momento de tamanha gravidade para todos os segmentos da área, desde o setor hoteleiro às empresas aéreas e operadoras de turismo.
Quando ninguém tinha a menor noção do que estava a vir, com forte ingrediente na mídia de que Bolsonaro fará uma reforma ministerial para contemplar o Centrão, Gilson Machado Neto exibe para o País o seu tamanho. Bolsonaro confia nele cegamente e está satisfeito com o seu desempenho e visão estratégica de turismo. Nem o seu antecessor conseguiu indicar o presidente da Embratur para fazer uma gestão estratégica e compartilhada. Mas Gilson passa a escrever uma nova página num segmento em que a pandemia atingiu fortemente, com sequelas que parecem irreversíveis.
Gilson não tem mandato nem tampouco é vinculado a qualquer grupo ou estrutura política em seu Estado Natal, Pernambuco. O que o faz ocupar o Ministério do Turismo é a sua força e sua influência pessoal com o presidente. O Turismo é cota pessoal dele, que passa a gerir uma área estratégica para o Governo.
Gilson definiu e tem o aval do chefe para tocar o turismo em cima de um programa para a Retomada do setor em quatro eixos: preservação de empresas e empregos no setor de turismo; melhoria da estrutura e da qualificação de destinos; implantação de protocolos de biossegurança; e promoção e incentivo às viagens.
As ações vão desde o reforço na concessão de linhas de crédito para capitalizar empresas do setor e preservar empregos até obras de melhoria da infraestrutura dos destinos turísticos. Também estão previstos o incentivo ao turismo natural e cursos sobre protocolos sanitários e melhoria da qualificação profissional. O novo ministro entende que o turismo é um setor bastante representativo no Brasil, já que emprega 7 milhões de pessoas e responde por 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no País.

Matéria transcrita do blog do Magno


RIBEIRÃO – O prefeito Marcello Maranhão (PSB), participou nesta sexta-feira (11/12) de evento promovido na Fundação Joaquim Nabuco, no em  Recife. Oportunidade onde recebeu das mãos do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, um veículo “DUCATO”. O carro tem por objetivo transportar produtos da Agricultura Familiar, como também merenda escolar oriunda do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
O gestor de Ribeirão esteve acompanhado da vice-prefeita eleita Carol Jordão e do secretário Municipal de Agricultura, Luiz Carlos. “Uma valorização para os agricultores e para nossa rede pública de ensino. Vamos continuar trabalhando ao lado do homem do campo para sempre proporcionar merenda de qualidade para nossos alunos. O trabalho continua”, destacou Marcello Maranhão.


Fonte blog ponto de vista


O empresário, economista, escritor e youtuber Eduardo Moreira é um dos palestrantes do Encontro de Novos Gestores, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nos próximos dias 14 e 15 de dezembro, no Hotel Canarius, na cidade de Gravatá. Moreira terá palestra magna logo na segunda-feira, (14).

De tema “O cenário econômico: desafios e potencialidades para os próximos 4 anos”, a palestra de Eduardo Moreira começará às 11h30 e os novos gestores presentes poderão interagir com o palestrante por meio de perguntas. O gestor eleito que deseja participar do evento, deve realizar inscrição prévia através do site da Amupe, no amupe.org.


Declarações foram divulgadas em pronunciamento publicado em vídeo nas redes sociais. Governador assegurou que vacina chegará a todos os municípios do Estado em tempo recorde
Na tarde desta sexta-feira (11.12), em pronunciamento divulgado nas redes sociais, o governador Paulo Câmara garantiu que o sistema estadual de saúde está totalmente estruturado e equipado para imunizar toda a população pernambucana assim que o Governo Federal iniciar a distribuição das vacinas. Ele informou que Pernambuco já mantém um estoque com mais de três milhões de seringas, enquanto outros sete milhões de unidades estão em processo de aquisição.
“De nossa parte, já estruturamos nossa rede estadual para, assim que recebemos as vacinas, levar o imunizante aos 184 municípios pernambucanos em, no máximo, quatro dias”, assegurou. Por outro lado, o governador lembrou que faltam exatamente duas semanas para o Natal, momento de confraternização mais importante do ano para a maioria das famílias. “Acho que cabe aqui uma reflexão: este será um Natal que terá um significado muito especial por causa deste ano tão difícil para todos, como tem sido 2020. Enquanto a vacina não chega, precisaremos fazer escolhas diárias que são difíceis, mas que vão minimizar os impactos dos encontros natalinos daqui a 15 dias”, salientou.
O governador ressaltou a importância de se manter as regras para garantir mais saúde para todos. “Consumam nos locais que seguem o Plano de Convivência. Evitem aglomerações, façam da máscara um item indispensável do seu vestuário”, advertiu.
Paulo Câmara voltou a comentar a reunião da qual participou esta semana, em Brasília, juntamente com outros governadores, com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para cobrar do Governo Federal a implantação do Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19. “Não podemos passar novamente pela falta de ação que sofremos em março, quando Estados e municípios viveram uma verdadeira corrida por insumos e equipamentos médicos pela ausência de coordenação central”, finalizou.

Postado por Marcos Lima Mochila

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O prefeito eleito de Paulista, Yves Ribeiro (MDB), teve encontro na tarde desta sexta-feira(11) com os ministros Milton Ribeiro(Educação) e Onyx Lorenzoni (Cidadania), em evento realizado na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

Acompanhado do vice-prefeito, Dido Vieira (MDB) e de sua futura secretária de Políticas Sociais, Kelly Tavares, o emedebista afirmou que o encontro serviu para destravar ações dos dois ministérios às vésperas de sua posse na Prefeitura de Paulista.

Com o ministro da Educação, Yves tratou de projetos de inclusão digital e de implantação de creches no município. Já com o ministro Lorenzoni, conversou sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PPA) e da liberação de recursos federais para modernização das centrais de distribuição dos produtos da agricultura familiar.

Ao final da solenidade, presidida pelo presidente da Fundaj, Antonio Campos, a assessoria de Yves informou que ele terá um novo encontro com os chefes das duas pastas em Brasília, após ser empossado no cargo de prefeito.

Da: Redação

A nova edição da Revista Total, que será lançada no próximo dia 15 de dezembro, no Hotel Canárius, em Gravatá, vem trazendo matérias especiais com os prefeitos eleitos de Recife, Paulista, Caruaru e Petrolina.

Além disso, traz a relação dos prefeitos eleitos em todo o Estado de Pernambuco e também das capitais dos estados da Federação.

A Revista Total não poderia ficar de fora das comemorações pelos 80 anos do Rei Pelé e participa com uma reportagem especial contando tudo sobre o Rei.

Outra comemoração a que nos aliamos a todos os pernambucanos é pela posse de Ana Arraes, a 1ª mulher a presidir o TCU.

Nossos jornalistas Márcio Maia e Marcos Lima Mochila trazem boas novas em suas colunas e, também nesta edição, a 1ª coluna Ponto a Ponto, do jornalista Aldo Vilela, que agora também faz parte dos nossos veículos de comunicação.

Os nossos leitores vão ficar conhecendo o prefeito da menor cidade do país e também os vereadores mais votados em Recife e Jaboatão dos Guararapes, respectivamente, Dani Portela e Marlus Costa.

A edição também traz matérias especiais com o prefeito reeleito de Ouricuri, Ricardo Ramos e do Padre Joselito, que conseguiu unir a oposição em Gravatá e se eleger prefeito.

Além disso, estamos focando um prefeito que volta a comandar sua cidade: Carlinhos da Pedreira, de Barreiros e uma prefeita que se reelegeu e vai cumprir seu 3º mandato: Judite Botafogo, de Lagoa do Carro.

Você não perde por esperar.

Esta edição é daquelas que você lê, empresta para os amigos e guarda como recordação.

Postado por Marcos Lima Mochila

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Bisneto de Miguel Arraes (1916-2005) e filho do ex-governador Eduardo Campos, João Campos (PSB) tornou-se aos 27 anos prefeito do Recife, o mais jovem eleito em capitais. Após disputa carregada de artilharia com a prima de segundo grau, Marília Arraes (PT), João emergiu das urnas como uma das novas faces da esquerda nacional. Foi em 2014, apenas dez dias depois de sepultar o pai, morto em um acidente aéreo no meio de uma campanha presidencial, que ele estreou nos palanques. “Nunca tinha discursado na vida”, lembra o segundo de cinco filhos do clã. Deputado federal eleito em 2018, compôs uma coligação que venceu em quatro capitais ao lado do PDT e demonstra disposição para articular peças do intrincado tabuleiro do pleito de 2022. “Agora só construo pontes na política”, brinca o engenheiro civil de formação, namorado da também deputada Tabata Amaral (PDT), que concedeu entrevista a VEJA via aplicativo de imagem, de um escritório onde se avista a bela cidade de Olinda.

As eleições municipais o projetaram como um dos jovens representantes de uma nova esquerda no Brasil.

Como você define essa nova esquerda?

Essa esquerda, que não é mais aquela encabeçada pelo PT, está ainda em construção e abrange um leque bem variado. Eu, pessoalmente, me defino como integrante de uma centro-esquerda progressista, que quer atacar a desigualdade social e não se volta para conceitos antigos, para Karl Marx, mas olha para a frente sem radicalismos, sem o discurso da polarização. O que precisamos é fazer política com objetividade e conversa, muita conversa mesmo. Só assim a centro-esquerda poderá vencer as eleições em 2022 e as outras que virão.

O senhor acha que há alas à esquerda que não estão dispostas a conversar? Todo mundo diz que quer conversar, mas quando se senta à mesa não demonstra a exigibilidade necessária. O PT escolheu lançar candidaturas próprias nessas eleições municipais, uma clara postura de quem, na prática, trata a coisa na base de “O.k., converso com você, mas desde que eu tenha tudo”. Cadê o verdadeiro exercício do diálogo?

A coligação do PSB em Pernambuco incluiu siglas à direita, como PP, MDB e Republicanos. Dá para dizer que mesmo assim sua candidatura é de centro-esquerda?

Juntamos progressistas e liberais em torno de um objetivo, mas quem tem a liderança na coligação é o PSB. Portanto, o que predomina é o tom centro-esquerda. Você disputa uma eleição para ganhar.

A esquerda que emergiu das urnas deu força a nomes como o de Guilherme Boulos, do PSOL, que terminou em segundo lugar na disputa em São Paulo. Ele pertence à sua turma política? Tenho todo o respeito pelo Boulos, que recebeu um considerável número de votos no segundo turno na eleição da maior cidade da América Latina e se lançou no cenário político nacional, mas somos diferentes. Eu costurei uma frente de doze partidos, enquanto a candidatura dele caminhou numa área bem mais restrita, conversando só com gente e partidos parecidos entre si. Para a esquerda prosperar, precisará encarar a pergunta: qual é o programa mínimo, que tenha a democracia e o enfrentamento às desigualdades como valores inegociáveis, que anal pode unir o Brasil?

“Dispararam contra minha mãe, minha avó, chamaram-me de machista e mijão. Apanhei até por ser jovem. Diziam: ‘A prefeitura não é um pirulito para dar a um menino’”

E há resposta para isso no horizonte? 

Ainda é cedo, mas as urnas mostraram que a maior parte da população está num terreno que não é o bolsonarismo nem o petismo. O PT não venceu em nenhuma prefeitura de capital, e a polarização que marcou 2018 sai enfraquecida. O campo do meio ganhou força. A questão agora, para nós, da centro-esquerda, é justamente tentar nos unir.

A briga entre PSB e PT, que em seu estado ganhou contornos dramáticos, não é um obstáculo à união das esquerdas no pleito presidencial de 2022?

Vou lhe dizer: em Pernambuco, toda a esquerda está junto. Quem se isolou foi o PT. Mas o cenário para 2022 está aberto, e os políticos precisarão fazer uma autocrítica e pôr o país à frente do partido. Se não houver essa maturidade, acabarão aparecendo forças de fora, tipo Bolsonaro, para ocupar o espaço. Aliás, de fora nada, mas assim ele se vendeu, né? Eu, então com meus 24 anos, pensava: “Bolsonaro tem 28 anos só de mandato”.

Vai apoiar Ciro Gomes (PDT-CE) para a Presidência? 

Construímos juntos uma tática eleitoral para 2020, com alianças pelo Brasil, mas não ficou nada acertado para 2022.

A propósito de união, como segurar o ímpeto de Ciro de proferir frases como “Flávio Dino (governador do Maranhão) perdeu a noção da realidade”, por ele ter ido votar com a camiseta Lula Livre?

É sempre melhor estar alinhado em um clima de pacificação, mas não cabe a um aliado tentar mudar o temperamento do outro. Ciro tem muitas virtudes.

O que o senhor pensa de algumas pautas que constam na agenda progressista, como legalização das drogas, do aborto e do casamento gay?

Sou contra a legalização das drogas porque estou convicto de que o Brasil não está pronto para esse debate. Quanto ao aborto, também me oponho, e isso tem a ver com uma questão de foro pessoal. Tenho um irmãozinho com síndrome de Down, o Miguel, de 6 anos, e sei que em países onde o aborto é livre o índice é alto nesses casos. Casamento gay, não vejo nada contra, a liberdade dos direitos civis é importante. Mas a questão essencial das esquerdas, insisto, reside no gargalo da desigualdade.

A campanha de sua prima, Marília Arraes, do PT, o chamou de machista, frouxo, mijão. A família saiu rachada?

Naturalmente, pessoas da minha família têm posições diferentes, mas não fiquei me prendendo a isso, foquei na política. Agora, nos casos de fake news, em que chegaram a disparar contra minha mãe, uma viúva com cinco filhos, e minha avó, uma senhora de 74 anos, resolvi recorrer à Justiça, que me deu uma centena de ganhos de causa. É inacreditável, apanhei até por ser jovem. Diziam: “A prefeitura não é um pirulito para dar a um menino”.

Mas o seu lado também bateu, em panfletos com dizeres “Cristão de verdade não vota em Marília” e espalhando que ela implantaria a ideologia de gênero nas escolas.

Não é verdade, e a Justiça já reconheceu isso. Em todo canto do Brasil tem muita gente com um rancor, um ódio muito grande ao PT, e é daí que deve ter vindo tudo isso. O que eu pensava, falei abertamente. Toquei, por exemplo, no caso da rachadinha no gabinete dela, assunto que cabe neste momento ao Ministério Público.

Sua prima ligou parabenizando-o pela vitória? 

Não.

O senhor o faria se tivesse perdido? 

Sim. Faz parte do jogo democrático.

Há clima para um jantar em família?

Eu perdi meu pai em 13 de agosto de 2014. Honestamente, depois de atravessar um luto tão doloroso, acho que tudo na vida pode ser superado.

Brasília – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assiste a presidenta afastada, Dilma Rousseff, fazer sua defesa durante sessão de julgamento do impeachment no Senado ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

E com Lula, com quem inclusive esteve em 2019, junto com sua mãe, não fica uma sequela após sua campanha afirmar que os figurões do PT envolvidos em corrupção extrapolam fácil os dedos das mãos?

Não acredito. São coisas da política. Nunca toquei no nome de Lula, que acertou bastante, mas também errou. Ninguém está imune a errar nesta vida.

E dele, recebeu algum telefonema pós-eleição? 

Ainda não.

Seu pai chegou a saber de seu desejo de entrar na política?

Ele sabia que eu adorava, queria estar sempre do lado dele, acompanhando-o aonde fosse. Conversamos muito sobre política, sobre perspectivas para o futuro. Um dia, ele falou uma coisa que me marcou: que só havia chegado aonde chegou — deputado, governador, ministro, candidato a presidente — porque tinha conseguido driblar um monte de gente que queria dificultar a sua vida, dar-lhe uma rasteira. Ele me incentivou dizendo: “Eu tenho certeza de sua capacidade, só peço que estude e se prepare”.

Ele gostava da ideia de ter um filho na política?

Sim, da mesma maneira que um pai artista aprecia ver seu filho tocando guitarra ou de gerações de médicos que andam com um estetoscópio no pescoço. Na política, porém, sinto que é diferente, que tem um estigma do tipo: “Essa família Campos é uma oligarquia” — o que nunca fomos.

A propósito, costuma-se dizer em Pernambuco que Renata Campos, sua mãe, é eminência parda de todo e qualquer governo do PSB e assim será do seu. Procede?

Um absurdo. Ela sempre foi uma figura forte, militante, mas hoje se reveza entre o trabalho no Tribunal de Contas de Pernambuco e a família. O resto é fantasia. Escutarei sempre minha mãe, é claro, mas quem vai governar o Recife sou eu.

“Quando meu pai morreu, nunca tinha feito um discurso e logo me vi em um palanque. Penso nele toda hora. O que meu pai diria agora, o que ele faria? É como um mantra”.

A lembrança de seu pai ainda é muito viva?

Penso nele toda hora. É impossível esquecer aquele dia em que o avião em que voava de repente sumiu. Eu ligava para o meu pai, para o assessor, e nada, só caixa postal. Estava indo para a sede do partido e resolvi voltar para casa, até que, no caminho, abri a internet e vi a foto do avião espatifado. Não tive dúvida: “Meu pai morreu”. Desse momento em diante, minha vida virou outra. Tive de tomar decisões sobre questões que nem sabia que existiam. Nunca tinha feito um discurso e, de uma hora para outra, rodei 44 cidades em quinze dias falando em cima de um palanque a favor de Marina Silva, que seguiu com a campanha. Não conhecia essa minha capacidade. Hoje, nas mais diversas situações, me vem à cabeça: “O que meu pai diria, o que ele faria?”. É como um mantra para mim.

O espólio de Eduardo Campos está até hoje bloqueado no âmbito das investigações da Lava-Jato. Acredita que ele cometeu algum crime?

Depois de seis anos de sua morte, não há nada comprovado contra ele. E isso porque era mesmo uma Figura honesta, correta, que deixou o governo do Estado com 93% de aprovação.

Ser presidente da República está nos planos? Não sou um cara de projetar o futuro. Aprendi isso depois que perdi meu pai. Um dia de cada vez.

Se as alianças para 2022 não estão definidas, na vida particular planeja subir ao altar com a deputada federal Tábata Amaral, do PDT de Ciro?

Passada a turbulência da eleição, a gente vai poder organizar a nossa vida. Tenho certeza de que ela é a pessoa certa, por quem tenho um profundo amor e com quem quero construir minha vida. Nós nos conhecemos como deputados, em uma vida puxada, desafiadora, nada trivial, e assim seguiremos juntos.

Publicado em VEJA / dezembro de 2020, edição nº 2717

Graças aos esforços do deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE), a cidade de Afrânio, no Sertão do São Francisco, recebeu, nesta quarta-feira (09), a garantia da liberação de R$ 2.5 milhões para a construção da primeira creche municipal na sede da cidade. O anúncio foi feito em reunião entre o parlamentar com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Marcelo Ponte, e o prefeito de Afrânio, Rafael Cavalcanti.A previsão é de que o valor seja empenhado ainda este mês. Com a liberação da primeira parcela, a gestão municipal iniciará a fase de licitação para o início da obra. “Esta é uma conquista que Afrânio esperava há muitos anos. Um sonho antigo da população que conseguiremos concretizar graças a articulação de Fernando Monteiro, que entendeu a sua importância e encampou comigo esta luta. Com o seu prestígio em Brasília, conseguimos mais este avanço para a nossa cidade”, comemorou o prefeito Rafael Cavalcanti.

A creche/pré-escola seguirá o projeto padrão do FNDE do Tipo 1, com capacidade para atendimento de 376 estudantes em dois turnos ou 188 alunos em turno integral. “Garantir o acolhimento e educação das crianças é primordial para o seu futuro. Tendo onde deixar seus filhos com segurança, as famílias podem trabalhar com tranquilidade. Afrânio sabe que pode contar comigo”, afirmou Fernando Monteiro.

Segundo apuração da revista veja, a Anvisa teria apontado pontos fora dos padrões exigidos no Brasil após a inspeção feita na fábrica da Sinovac

Coronavac, vacina produzida pela Sinovac (Foto: Instituto Butantan)

Equipe Focus / focus@focus.jor.br

Postado por Marcos Lima Mochila

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) teria apontado um considerável número de pontos fora dos padrões exigidos no Brasil após a inspeção feita na semana passada na fábrica da Sinovac, na China, que está produzindo a vacina CoronaVac, de acordo com o site da revista Veja.

As falhas, segundo a revista, seriam em sua maioria questões menores, mas existem pontos de maior relevância que precisam ser corrigidos para que a CoronaVac obtenha a certificação no Brasil.

O Instituto Butantan, ligado ao governo paulista, está testando no país a CoronaVac e será responsável pela produção local do imunizante. Mesmo antes do registro na Anvisa, o governador do Estado, João Doria, já anunciou a vacinação contra Covid-19 em São Paulo a partir do dia 25 de janeiro e ainda quer emplacar a vacina no plano nacional de imunizações, apesar das resistências públicas do presidente Jair Bolsonaro, seu adversário político, à adoção da vacina chinesa.

O Ministério da Saúde tem dito que todas as vacinas, desde que registradas pela Anvisa, poderão ser incorporadas ao plano.

Em nota, a Anvisa não confirmou o teor da informação publicada pela Veja.

“Na reunião de encerramento da inspeção técnica da Anvisa, é realizado um fechamento dos trabalhos, citando os achados da inspeção. A comunicação é feita com o Instituto Butantan nos termos formais do processo de inspeção. O tema é prioridade para Anvisa, estamos atuando focados para favorecer o acesso às vacinas da Covid-19. Por fim, não confirmamos o exposto na reportagem. Reconhecemos, apenas, os canais de informações formais com o Instituto Butantan”, afirmou.

A coronavac é uma das vacinas que estarão disponíveis no País. Além de São Paulo, o Governo do Ceará também vai adquirir o imunizante.

Por Rochelly Pinho

Postado por Marcos Lima Mochila

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O ex-ministro, Mendonça Filho, participou ao lado do atual ministro da Educação, Milton Ribeiro, nesta quinta-feira (10/12), da inauguração do prédio sede do Curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco, em Caruaru. A sede, um complexo de blocos com outros dois prédios, foi autorizada e construída com os recursos garantidos cem por cento por Mendonça Filho quando ministro da Educação. Num gesto de atenção e reconhecimento, o ministro Milton Araújo afirmou que Mendonça é o pai da obra ao descerrar a placa de inauguração, parabenizando-o pelo trabalho à frente do MEC. “Tenho um respeito grande por Mendonça, que deixou muitas coisas boas quando ministro. Temos visto essas ações, viu?!”, afirmou.

Mendonça agradeceu o reconhecimento público e desejou sucesso à frente do Ministério. “Liderar o MEC é uma missão extremamente importante por ser transformadora da realidade de crianças e jovens brasileiros”, afirmou Mendonça. Ao discursar no evento com o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, e a deputada Priscila Krause, Mendonça afirmou que é uma honra ver equipamentos como o prédio de Medicina prontos para servir a estudantes, à comunidade acadêmica e à população de Caruaru e do Agreste.

“No começo da minha gestão no MEC recebi os estudantes de Medicina que estudavam num local improvisado e pediram um prédio para o curso. Assumi o compromisso e hoje o sentimento é de dever cumprido”, afirmou. O novo prédio vai beneficiar 513 alunos da graduação e residências médicas, 71 professores e 18 técnicos administrativos possuiu uma área total de 7.000 m² com quatro pavimentos e está pronto para o uso. As instalações contam com salas de aula, biblioteca, auditório, 10 laboratórios, salas de vídeo conferência e outros equipamentos, foi iniciado em 2018.

Em 2019, foi inaugurada a Unidade Básica de Saúde que funciona como campo de estágio para os estudantes de medicina e residência médica e presta assistência para a população da região. A UBS, o novo Prédio de Medicina e o Biotério, formam o complexo de 8.081,14 m² fruto de R$19 milhões de investimentos garantidos por Mendonça Filho quando ministro da Educação.  Em janeiro de 2020 Mendonça foi homenageado pelos alunos da primeira turma do curso de Medicina da UFPE de Caruaru, que o escolheram como patrono da turma. Também participaram da inauguração o vice Reitor, Moacyr Araújo, o diretor do Centro, Manoel Guedes e coordenadora do Curso de Medicina, Carolina Paz. No MEC, Mendonça também garantiu recursos para a UFPE de Caruaru para a construção do restaurante universitário, que hoje funciona também como área de convivência dos alunos, e para as obras de acesso ao Campus do Agreste.

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