Já está circulando, por todo o Estado de Pernambuco, além de outras sedes onde a revista está sendo distribuída (Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro), a Edição 110 da Revista Total que traz, com exclusividade, a RELAÇÃO DOS 100 PREFEITOS A SEREM ELEITOS E/OU REELEITOS EM PERNAMBUCO, nas próximas eleições a realizarem-se no dia 15 de novembro.
Ela também será distribuídas em outras cidades onde a Revista total realizou estudos técnicos como, por exemplo, no Estados do Maranhão e rio Grande do Norte.
Como se tratam de muitas praças, as equipes responsáveis por este trabalho estão envidando todos os esforços para que isto se dê no menor prazo possível, mas todos receberão, além de que, a partir de amanhã (06/11), também estaremos enviando por e-mail e WhatsApp, para todas as pessoas que solicitaram, entre os quais dezenas de blogueiros.
No próximo dia 12/11, estaremos lançando a EDIÇÃO ESPECIAL, com a relação dos prováveis vencedores nos 184 municípios pernambucanos, tanto em sua forma digital como impressa.
Por enquanto, antecipamos a relação dos 100 nomes, através deste blog.
Pesquisa Datafolha aponta percentuais de intenção de voto para prefeito do Recife — Foto: Reprodução/TV Globo
FONTE:G1 Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (5) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a prefeitura do Recife nas Eleições 2020:
João Campos (PSB): 31%
Marília Arraes (PT): 21%
Mendonça Filho (DEM): 16%
Delegada Patrícia (Podemos): 14%
Coronel Feitosa (PSC): 2%
Carlos (PSL): 1%
Charbel (Novo): 1%
Nenhum/branco/nulo: 12%
Não sabe/não respondeu: 3%
Thiago Santos (UP), Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) e Claudia Ribeiro (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto. Victor Assis (PCO) teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral.
Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 22 de outubro:
João Campos (PSB): se manteve com 31%
Marília Arraes (PT): saiu de 18% para 21%
Mendonça Filho (DEM): saiu de 15% para 16%
Delegada Patrícia (Podemos): saiu de 16% para 14%
Coronel Feitosa (PSC): se manteve com 2%
Carlos (PSL): se manteve com 1%
Charbel (Novo): se manteve com 1%
Claudia Ribeiro (PSTU): se manteve com menos de 1%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): se manteve com menos de 1%
Thiago Santos (UP): saiu de 1% para menos de 1%
Victor Assis (PCO): não foi citado na última pesquisa e, nesta, teve a candidatura indeferida
Em branco/nulo/nenhum: se manteve em 12%
Não sabe: saiu de 4% para 3%
Destaques por segmentos
De acordo com o Datafolha, a alta da candidata Marília Arraes foi alavancada, principalmente, pelo crescimento entre as mulheres (de 15% para 22%), nas faixas de idade mais avançadas (de 16% para 21% entre quem tem de 45 a 59 anos, e de 18% para 22% na parcela com 60 anos ou mais), na parcela com escolaridade média (de 15% para 20%) e entre eleitores mais pobres, com renda mensal familiar de até dois salários (de 14% para 20%). No eleitorado com renda familiar acima de cinco salários, por outro lado, houve queda (de 33% para 23%) na preferência pela petista.
A oscilação negativa da intenção de voto em Delegada Patrícia foi desigual entre os segmentos do eleitorado. Na parcela de 45 a 59 anos, por exemplo, ela recuou de 17% para 11%, e na faixa anterior, de 35 a 44 anos, passou de 17% para 19%. No eleitorado com escolaridade fundamental, houve recuo de 10% para 6%, e entre quem estudou até o ensino médio, de 19% para 13%. No segmento mais escolarizado, por outro lado, a preferência por sua candidatura passou de 16% para 23%. Entre os mais pobres, ela perdeu sete pontos (de 17% para 10%), e entre os mais ricos, com renda familiar superior a cinco salários, ganhou nove pontos (passou de 14% para 23%).
Rejeição
A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:
Delegada Patrícia (Podemos): 35%
João Campos (PSB): 34%
Mendonça Filho (DEM): 32%
Coronel Feitosa (PSC): 30%
Marília Arraes (PT): 26%
Carlos (PSL): 17%
Thiago Santos (UP): 16%
Charbel (Novo): 16%
Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 16%
Claudia Ribeiro (PSTU): 13%
Victor Assis (PCO): teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral
Não votaria em nenhum: 4%
Poderia votar em todos: 1%
Não sabe/não respondeu: 4%
De acordo com o Datafolha, a rejeição a Delegada Patrícia mais que dobrou nos últimos 10 dias. No levantamento, realizado entre 20 e 21 de outubro, 15% rejeitavam a possibilidade de votar na delegada, o menor índice entre todos os candidatos. Na primeira semana de outubro, a rejeição a ela era ainda mais baixa (13%), ou seja, no período de um mês, a taxa dos que não votariam de jeito nenhum em Delegada Patrícia subiu 169%.
A alta na aversão a Delegada Patrícia ocorreu em todos os segmentos sociodemográficos relevantes do levantamento, com menor intensidade entre os mais jovens (de 19% para 25%) e com maior intensidade nas faixas de 35 a 44 anos (de 14% para 37%), de 45 a 59 anos (de 17% para 40%) e no estrato de renda familiar mais alta, acima de cinco salários (de 13% para 39%).
Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 22 de outubro, a rejeição aos candidatos evoluiu da seguinte forma:
Delegada Patrícia: saiu de 15% para 35%
João Campos: se manteve com 34%
Mendonça Filho: saiu de 28% para 32%
Coronel Feitosa: saiu de 27% para 30%
Marília Arraes: saiu de 22% para 26%
Carlos: saiu de 20% para 17%
Thiago Santos: saiu de 17% para 16%
Charbel: saiu de 21% para 16%
Marco Aurélio Meu Amigo: saiu de 17% para 16%
Cláudia Ribeiro: saiu de 16% para 13%
Victor Assis: tinha 21% e, neste levantamento, teve a candidatura indeferida
Rejeita todos/não votaria em nenhum: se manteve em 4%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: saiu de 2% para 1%
Não sabe: saiu de 5% para 4%
Simulações de segundo turno
O Datafolha também questionou se, caso o segundo turno da eleição para prefeito fosse hoje, em qual candidato os eleitores votariam, apresentando três cenários. Os números são os seguintes:
João Campos 43% x 35% Marília Arraes. Em branco/nulo/nenhum: 20%; não sabe: 2%
João Campos 49% x 33% Mendonça Filho. Em branco/nulo/nenhum: 17%; não sabe: 2%
João Campos 50% x 31% Delegada Patrícia. Em branco/nulo/nenhum: 17%; não sabe: 1%
Conhecimento do número do candidato
A pesquisa também perguntou aos eleitores se eles sabiam citar corretamente o número do candidato a prefeito por eles escolhido. Os números são os seguintes:
Marília Arraes
Menções corretas: 77%
Menções incorretas: 2%
Não sabe o número: 21%
João Campos
Menções corretas: 63%
Menções incorretas: 4%
Não sabe o número: 33%
Delegada Patrícia
Menções corretas: 44%
Menções incorretas: 9%
Não sabe o número: 46%
Mendonça Filho
Menções corretas: 42%
Menções incorretas: 10%
Não sabe o número: 49%
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 924 eleitores da cidade do Recife
Quando a pesquisa foi feita: nos dias 3 e 4 de novembro
Número de identificação no TRE-PE: PE-06862/2020
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
Se a eleição fosse hoje, a candidata a prefeita de Trindade, Helbinha de Rodrigues, do PSL, venceria o pleito. Segundo pesquisa do Instituto Opinião, feita para este blog, ela teria 57,6% dos votos, abrindo vantagem de 27 pontos sobre o principal oponente, Zé Capacete (PP), que aparece com 30,6%. João Andrade, do PSC, pontuou apenas 2,9%. Brancos e nulos chegam a 2,9% e os indecisos são 6%. Na pesquisa espontânea, em que o entrevistado precisa lembrar o nome do prefeiturável sem o auxílio do disco com todos os nomes, Helbinha também lidera com grande vantagem: ela tem 54,3% contra 27,7% de Zé Capacete, uma diferença de 26,6 pontos. Já João Andrade foi citado por 0,6%. Brancos e nulos somam 1,4% e os indecisos registram 16%. No quesito rejeição, Zé Capacete surge na frente e não seria votado por 34,6%, enquanto Helbinha de Rodrigues é rejeitada por 15,4%. João Andrade tem a rejeição de 14,3%. Dos consultados, 33,1% não rejeitam nenhum candidato e 2,6% rejeitam todos. A consulta do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo entre os dias 28 e 29 de outubro, com a aplicação de 350 questionários. A margem de erro é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A pesquisa é representativa dos eleitores da área pesquisada (o município de Trindade) e foi feita da seguinte forma: primeiro na aleatorização da amostra em quatro estágios (bairro/localização, rua, domicílio e entrevistado) e depois em um controle das variáveis (sexo e faixa etária), ponderado de acordo com os dados obtidos junto ao TSE e TRE-PE. A consulta está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo PE-09380/2020. Quando o levantamento é estratificado, Helbinha tem seus maiores índices entre os eleitores da faixa etária entre 35 e 44 anos (65,6%), entre os eleitores com grau de instrução médio (60,9%) e entre os eleitores com renda familiar de até dois salários (58%). Por sexo, tem a preferência de 57,9% das mulheres e de 57,5% dos homens. Zé Capacete, por sua vez, tem os melhores índices entre o eleitorado jovem (38,8%), entre o eleitorado com grau de instrução superior (33,3%) e entre o eleitorado com renda acima de dois salários (32,1%). Por sexo, 33,9% são mulheres e 26,9% são homens. AVALIAÇÃO DE GESTÃO O Instituto Opinião também sondou os entrevistados sobre o grau de satisfação com os três níveis de poder – federal, estadual e municipal. A administração do prefeito Doutor Everton Costa (PSB) é desaprovada por 68% e aprovada por apenas 23,1%. Dos entrevistados, 8,9% não responderam. O governador Paulo Câmara (PSB) é desaprovado por 44,6% e tem aprovação de 33,7%. Já o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) possui aprovação de 44,6% e desaprovação de 30,3%.
Sufocada entre Jaboatão, Cabo de Santo Agostinho e Vitória de Santo Antão, Moreno criou um complexo de retração que Cupertino pretende mudar, com desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da população
Por Marcos Lima Mochila
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É fato notório que, muitas vezes, uma cidade – por mais potencial de que disponha – quando se localiza entre outras de maior porte, sente-se impossibilitada de crescer, principalmente por conta da distribuição de verbas de políticos do Estado, que vêm mais projeção de seus nomes quando encaminham suas conquistas para cidades maiores.
É por este móvito que Edmilson Cupertino, ao idealizar seu projeto, fez constar entre suas principais ações, uma maciça operação em busca de recursos para a cidade, seja através do governo estadual e/ou federal.
Além disso, prepara-se para, ao assumir, empreender ações que atraiam empresas e indústrias para a cidade, o que fará com que também sejam atraídos mais moradores, o que fará aumentar a densidade de sua população que hoje é de 311,9 hab./km², enquanto em Jaboatão é de 714,8 hab./km². Para tanto, ele reconhece que também terá que realizar obras estruturadoras na idade, para dar essas condições àqueles que vierem ali se instalar.
Segundo colocado na eleição passada, Edmilson Cupertino conseguiu transferir mais votos para seus candidatos João Campos e Aglailson Victor do que o atual prefeito Vavá Rufino, além de apoiar a reeleição de Paulo Câmara e dos senadores da Frente Popular
Na convenção, que contou com a presença do prefeito de Vitória de Santo Antão, Aglailson Júnior (PSB), e do deputado federal, Pastor Eurico (Patriotas), que teve vídeo de apoio do deputado federal e candidato a prefeito do Recife, João Campos, o PSB homologou a candidatura de Edmilson Cupertino a prefeito. O ato também reuniu as siglas da Coligação Frente Popular Por Amor a Moreno, que conta com os partidos PDT / PSB / Patriota / Pros / PTC e, na ocasião, o prefeiturável apresentou o seu pré-candidato a vice, o irmão Zé do Ônibus (Patriota). Além do pré-candidato a prefeito, os socialistas também apresentaram os nomes dos 17 postulantes ao cargo de vereador.
“Seguiremos assim, unidos, com propostas, fé e esperança de que veremos a nossa cidade mudar e recuperar o lugar de destaque que merece. Será uma gestão que vai ouvir as pessoas. Que terá foco no desenvolvimento da cidade, geração de emprego e renda e no melhoramento na vida das pessoas”, afirmou Edmilson.
Natural de Moreno – PE, Edmilson Cupertino de Almeida nasceu em 01/05/1965 e tem 55 anos de idade. É casado e comerciante.
Marcelo Mesquita, diretor-presidente do Grupo Total, mostrou-se surpreso com a onda de apoio que está se formando em Moreno, nesta reta final da campanha, em prol da eleição de Cupertino.
“Como não fazemos pesquisas, é no tête-à-tête que a gente capta a intenção dos eleitores. É na conversa, na troca de ideias, no encontro com grupos de formadores de opinião. E, em Moreno, em todos estes momentos, a gente sente que Cupertino sairá vencedor das eleições para prefeito de Moreno, no próximo dia15 de novembro”, destaca Marcelo.
Nos estudos técnicos realizados na cidade, ficou evidente o carinho e a aprovação da população pela escolha do seu nome para assumir a Prefeitura da cidade
Por Marcos Lima Mochila
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Jaqueira, a ‘Princesa do Pirangy’, está localizada na Região da Mata Sul Pernambucana, distante a 125km da capital, e é uma cidade estratégica para o desenvolvimento daquela parte da Região, e para tanto necessita de um gestor que realmente possa atrair empresas e indústrias que acelerem o seu desenvolvimento, com o consequente aumento das ofertas de emprego e renda, melhorando as condições de vida da população.
Entre os candidatos, o nome que mais agrega essas possibilidades é o Sargento Bergue.
Josembergue Alves de Gusmão, popularmente conhecido em Jaqueira como Sargento Bergue, nasceu em 1º de março de 1975, em Caruaru, e é o primeiro dos quatro filhos da professora Ivaete Alves de Gusmão e do aposentado João Bonfim de Gusmão Neto.
Candidato à Prefeitura de Jaqueira, cidade que ele adotou como lar há muitos anos, o Sargento Bergue tem dois filhos, João Victor, de 20 anos, e Samuel, de oito meses.
Antes de chegar em Jaqueira, Bergue enfrentou muitas dificuldades na vida e passou por outras cidades, sempre com o intuito de crescer profissionalmente. Até os 13 anos, ele morou no Engenho Glória das Virgens, na zona rural de Jundiá, município do interior de Alagoas. Durante esse período no Estado vizinho, Bergue precisava caminhar durante uma hora para ir à escola onde estudava. No período do inverno, sob a chuva, ele atravessava o Rio Manguaba, o que dificultava o caminho até a escola. Assim, o Sargento Bergue seguiu até concluir a 7ª série, atual 8º ano.
Diagnosticado com asma aos 17 dias de vida, Bergue foi acometido por um grande cansaço devido aos muitos esforços feitos para estudar. O cansaço, aliado ao fato de a escola não ter o Ensino Médio, foram decisivos para que os pais o mandassem de volta a Caruaru para que ele concluísse os estudos. Na Capital do Agreste, ele ficou sob os cuidados dos avós e da tia.
No início dos anos 90, ele se formou no Ensino Médio no Colégio Municipal Álvaro Lins.
Bergue sempre teve o desejo de ajudar pessoas e foi por esse motivo que, após a conclusão do Ensino Médio, ele decidiu focar os estudos no concurso da Polícia Militar. O resultado veio no Jornal do Commercio do dia 5 de novembro de 1994: Josembergue, aos 19 anos, foi aprovado no concorrido curso da PM. As páginas daquele jornal são guardadas com carinho até hoje, pela avó materna do sargento, Iracema Alves.
Como policial, o candidato à Prefeitura de Jaqueira trabalhou nos 15º e 24º Batalhões da Polícia Militar, em Belo Jardim e Santa Cruz do Capibaribe, antes de chegar a Jaqueira. De soldado, ele foi promovido a cabo, sargento e subtenente. Ao todo, foram 23 anos ininterruptos dedicados à segurança do povo pernambucano.
Em Jaqueira, Bergue foi comandante de 2011 a 2018. Sob o comando dele, com muita competência, a cidade da Mata Sul de Pernambuco ficou por dois anos sem registrar um único homicídio.
Como a educação está no sangue de Bergue, que é filho, sobrinho e irmão de professoras, ele se formou em Matemática na Autarquia Educacional de Belo Jardim, a antiga Fabeja. Por quatro anos, Bergue se dedicou, de forma simultânea, ao Ensino Superior e ao trabalho na Polícia Militar.
Em 2019, 25 anos após a aprovação de Josembergue no concurso da PM, ele decidiu afastar-se das atividades da Polícia, mas sem se esquecer do povo que tanto ajudou, enquanto policial.
O Sargento Bergue ingressou na política e foi vereador de Jaqueira por oito meses – vaga esta que foi assumida como suplente.
No entanto, o trabalho como policial e vereador ainda não foram suficientes para aquele menino, que batalhou durante anos para estudar e ter uma vida melhor no futuro, mostrar seu desejo de ajudar as pessoas a terem uma vida mais digna, com educação e saúde de qualidade, e segurança.
Neste ano, ele foi oficializado, em 13 de setembro, como candidato à Prefeitura de Jaqueira pelo PSB, o mesmo partido dos inesquecíveis Miguel Arraes e Eduardo Campos, políticos que tanto fizeram pela história de Pernambuco, assim como Bergue certamente o fará por Jaqueira, nas mesmas proporções.
Josembergue Alves de Gusmão é candidato ao cargo de prefeito pelo Partido Socialista Brasileiro, na coligação Juntos Somos Mais Fortes, que agrega os partidos PT / PSB / PDT / Rede e tem como vice, Carla Katiucia.
Os cerca de 15 mil habitantes de Jaqueira (Fonte: IBGE), conforme foi levantado pelos estudos técnicos realizados na cidade há cerca de uma semana atrás, estão decididos a mudar a forma de o município ser administrado, e estão apostando em suas fichas no Sargento Bergue, que deve ser eleito prefeito de sua querida cidade.
O Instituto DataVox realizou um levantamento para prefeito de Primavera nos dias 2 e 3 de novembro. A pesquisa ouviu 350 pessoas, tem margem de erro de 4,9% para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo 8715/2020. No cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes, Dayse Juliana surge na liderança com 49,1% das intenções de voto, seguida de Romulo Pão Com Ovo com 27,7%, Felipe de Lado tem 6%, indecisos somam 11,5%, brancos e nulos somam 5,7%.
Já no cenário estimulado, Dayse Juliana possui 50,3%, Romulo 28,3%, Felipe 6,6%, Júnior Padre não pontuou, indecisos 9,1%, brancos e nulos 5,7%. Em votos válidos, quando são excluídos brancos, nulos e indecisos, Dayse chega a 59,03%, e abre quase 26 pontos de vantagem, Romulo tem 33,21%, Felipe 7,74%, enquanto Júnior Padre não tem nenhum voto. No quesito rejeição, Romulo Pão Com Ovo lidera com 30,9%, Felipe de Lado 15,7%, Júnior Padre 13,1%, 10,3% poderia votar em todos, não votaria em nenhum 5,1%, não sabe/não opinou somam 12%. No tocante à expectativa de vitória, para 57,7% do eleitorado acredita que Dayse Juliana será reeleita independente de em quem o eleitor vota, seguida de Romulo com 22%, Felipe de Lado 4,3%, não sabem/não opinaram somam 16%. No quesito aprovação, Dayse Juliana possui 71,1% que aprovam seu governo, contra apenas 20,3% que desaprovam, 8,6% não sabem/não opinaram. Paulo Câmara tem 61,1% de aprovação, 25,8% desaprovam, não sabem/não opinaram somam 13,1%. O presidente Jair Bolsonaro soma 62,3% de aprovação e 29,7% de desaprovação, 8% não sabem/não opinaram.
“Eu não estou interessado em nenhuma teoria/ Em nenhuma fantasia, nem no algo mais (…)/ Minha alucinação é suportar o dia-a-dia/ Meu delírio é a experiência com coisas reais”. A alucinação de Belchior, o mais consistente poeta da música brasileira, cabe bem no momento do recifense. Ele não se interessa por uma teoria ou ideologia socialista para uma gestão de governo porque sabe que ela fracassou na sua origem europeia e também na cidade e no Estado. Por que, então, como apontam os ibopes e datafolhas da vida, os pesquisados da capital favorecem um candidato socialista que não tem currículo de gestor mas um pedigree familiar, cujo o pai foi, sim, um grande político, como também o avô. Desprezem as pesquisas eleitorais, porque o que vai se travar no Recife é uma batalha de quem sabe contra quem não sabe. Disputa para ver quem pode governar e quem não pode. Nesse embate, o eleitor da cidade tem que agir com bom senso e pragmatismo. Dos três mais fortes oposicionistas postulando à Prefeitura do Recife, só um se destaca pela experiência de vida, profissional e política: Mendonça Filho. Teve tempo de vida e um mentor como pai, a exemplo que Arraes fez com Eduardo, para fazê-lo seguir uma trajetória iniciada como deputado estadual, deputado federal, vice-governador durante sete anos, governador de Pernambuco por um ano e ministro da Educação. Se você, eleitor, não achar suficiente o seu currículo para administrar uma cidade como a nossa, hoje emporcalhada e abandonada por conta de gestão socialista, é uma caso de repensar suas escolhas porque elas têm consequências. A mais grave é manter mais do mesmo, vindo de um prefeito socialista mais rejeitado da história da cidade. E com a equipe investigada pela Polícia Federal por irregularidades no uso da verba federal para combater a Covid. Acha pouco. Os adversários políticos dizem coisas muitos piores. Por que o menino metido a homem, com 26 anos, com a maior votação do Estado para deputado federal, um presente da máquina política do PSB como homenagem ao falecido Eduardo, tem que ser prefeito da capital? Porque a mãe quer, o atual prefeito quer, o governador quer, os dirigentes partidários querem, os comissionados e vereadores desejam. Esses não querem mais do que permanecer na administração pública prestando um serviço ineficaz comprovadamente. Dizem que Mendonça é pouco simpático, tem cara feia. Mas grandes prefeitos tiveram cara fechada como Joaquim Francisco, Roberto Magalhães e até o avô Miguel Arraes. A diferença do bonitinho para os sérios é que eles, como Mendonça, tinham condições de governar, sabiam o que estava fazendo. Já o menino/homem, desaparecido durante a pandemia, sequer pode mostrar publicamente seu sorriso chamex, encoberto com a máscara de proteção pessoal. Ela, contudo, não o impede de prometer fundos e mundos para o futuro do Recife, como se a história dos socialistas estivesse começando agora. Diz que vai fazer hospital, creche, estimular a cultura – quando seu mentor foi o maior caloteiro dos artistas da terra –, demarcar ciclofaixas inseguras, construir habitacionais para os pobres e também obras de saneamento por toda cidade, quando ele mesmo renegou o novo marco saneamento na votação do Congresso. É uma pessoa dessa que o recifense espera para governar sua cidade? Os pesquisados dizem que sim. Mas e o povo da cidade? Aquele mais carente, a classe média abandonada, como ficam? São questões para ser respondidas em 15 de novembro e em 5 de dezembro. E a reação democrática é possível, basta você pensar que não quer um piloto de avião que não saiba pilotar, um motorista que não saiba dirigir e muito menos um prefeito que não saiba governar. É isso.
*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco
O prefeito de Toritama, Edilson Tavares (MDB), tem amplas chances de emplacar a reeleição. Se a eleição fosse hoje, ele teria quase 60% dos votos, exatos 58,3%, segundo pesquisa do Instituto Opinião em parceria com este blog. Em relação ao segundo colocado, Arimatea, do PSD, que aparece com 24 3%, a vantagem seria de 34 pontos. Já o Professor Andson Nunes (PTB) aparece com 4%, enquanto Gerson Benedito (PMB) e Nelson Caetano (PTC) estão empatados com 0,3% cada. Brancos e nulos somam 4,3% e os indecisos representam 8,5%
Na consulta espontânea, em que o entrevistado precisa lembrar o nome do candidato sem o auxílio do disco com todos os nomes, a frente também é grande: 32,9 pontos. O prefeito-candidato tem 54,6% e Arimatea foi citado por 21,7%. Já Professor Andson foi lembrado por 2,6%. Os candidatos Gerson e Nelson não foram mencionados. O número de indecisos chega a 17,1% e brancos e nulos são 4%.
Quanto à rejeição, Arimatea lidera com 30,9%. O prefeito Edilson não seria votado por 18% e Gerson Benedito é rejeitado por 6,3%. Nelson Caetano possui rejeição de 4,3% e Professor Andson tem a recusa de 1,7%. Entre os consultados, 34,2% não rejeitam nenhum candidato e 4,6% rejeitam todos.
O levantamento do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo entre os dias 28 e 29 de outubro, sendo aplicados 350 questionários. A margem de erro é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.
A pesquisa é representativa dos eleitores da área pesquisada (o município de Toritama) e foi feita da seguinte forma: primeiro na aleatorização da amostra em quatro estágios (bairro/localização, rua, domicílio e entrevistado) e depois em um controle das variáveis (sexo e faixa etária), ponderado de acordo com os dados obtidos junto ao TSE e TRE-PE. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo PE-07413/2020.
Na estratificação do levantamento, Edilson tem os maiores índices entre os eleitores da faixa etária entre 35 e 44 anos (68,3%), entre os eleitores com grau de instrução superior (72,7%) e entre os eleitores com renda familiar de até dois salários (59,7%). Por sexo, tem a preferência de 58,9% das mulheres e de 57,6% dos homens.
Já Arimatea tem melhor desempenho entre o eleitorado idoso (35%), entre o eleitorado com grau de instrução superior (27,3%) e entre o eleitorado com renda acima de dois salários (28,8%). Por sexo, 27,6% são homens e 21,1% são mulheres.
AVALIAÇÃO DE GESTÃOO Instituto Opinião também consultou os entrevistados sobre o grau de satisfação com os três níveis de poder – federal, estadual e municipal. A gestão do prefeito Edilson Tavares tem aprovação de 72% e é desaprovada por 21,1%. Apenas 6,9% não responderam.
Já o governador Paulo Câmara (PSB) tem desaprovação de 50,9% e é aprovado por 31,1%, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) possui boa aprovação de 54% e é desaprovado por 31,4% dos entrevistados.
Uma das cidades mais importantes da Região Metropolitana do Recife, localizada na microrregião de Suape, distando cerca de 43 km ao sul da capital e menos de 40km do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes Gilberto Freyre, Ipojuca tem uma população total de aproximadamente 100 mil habitantes (IBGE/2019).
O município se destaca por possuir o 3º maior Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco, impulsionado principalmente pelo turismo no seu litoral, com praias internacionalmente conhecidas, como Porto de Galinhas, Cupe, Muro Alto, Maracaípe e Serrambi, e detém o 4º maior PIB industrial do Estado.
O município de Ipojuca também é considerado um dos grandes polos industriais de Pernambuco, onde está situado o Complexo Industrial de Suape, localizado entre Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, que abriga empreendimentos como o Estaleiro Atlântico Sul, maior estaleiro do Hemisfério Sul. Por conta das praias visitadas por turistas de todas as partes do mundo, tem, como um dos principais fatores econômicos, o turismo. A rede hoteleira é bastante desenvolvida, assim como a gastronômica.
Tudo isto faz com que Ipojuca seja um município que está entre aqueles em que há um grande interesse de grupos nacionais, principalmente os concentrados em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Esses grupos, formados por grandes industriais e empresários detectaram que hoje, para comandar a cidade, para desenvolvê-la ainda mais e estruturá-la para receber novos investimentos, o nome certo é o de Albérico de Souza Lopes, o Albérico da Cobal.
Albérico da Cobal
Atual presidente da Câmara de Vereadores de Ipojuca, Albérico tem um histórico de serviços prestados à cidade, com o foco sempre voltado para que essas melhorias se traduzam em melhores condições de vida para a população.
O presidente estadual do PP, Eduardo da Fonte, tem reafirmado que, junto com lideranças aliadas de Ipojuca, vem dando prioridade absoluta à candidatura de Albérico a prefeito do município. “Temos um candidato extremamente competitivo, com relevantes serviços prestados a Ipojuca e com sensibilidade social”, disse.
Dudu da Fonte, como é mais conhecido, participou ativamente da composição das diretrizes da campanha de Albérico, ao lado do próprio candidato, do ex-prefeito Pedro Serafim e dos vereadores Gilmar Costa, Olavo Aguiar, Pastor Rildo e Paulinho Nascimento, além do presidente do diretório do PP em Ipojuca, Irmão Clécio Trindade.
No encontro foram adotadas as estratégias visando as eleições no município, uma vez que Ipojuca é uma das prioridades do partido nas eleições deste ano.
Junto a Eduardo, os deputados estaduais Joel da Harpa e Cleiton Collins, ambos Progressistas, têm também se reunido e discutido sobre as prioridades e ações para o plano de governo de Albérico, além de reafirmarem total apoio à candidatura do mesmo.
Alberico considera muito importante para sua candidatura o apoio desses deputados e demonstrou total entusiasmo com as eleições municipais. “Ter o engajamento desses grandes nomes da política pernambucana é muito importante para mim. Irão contribuir grandemente com o plano de governo e com a gestão em Ipojuca”, ressalta.
Quem também se engajou na campanha de Albérico foi um grupo composto por lideranças políticas locais, entre elas servidores municipais que e afastaram da gestão da prefeita Célia Sales, entregando seus cargos, por divergências em relação aos rumos tomados pela administração.
Na ocasiao, junto a Alberico e Pedro Serafim, estavam também Elias de Santa Rosa, Abel de Serrambi, Tata Bebidas, Sérgio Conselheiro, Givanildo, Adriano da internet, Moisés da Star Micro, Wilson de Rita, Professor Eduardo, Pinóquio, Nadinho Amigão, Irmã Nina, Irmã Lia dos Sem Teto e Ramiro.
A cada dia que passa, o grupo de Albérico vem ganhando forte adesão no município, comprovando o crescimento que está se formando em torno de sua candidatura, como foi o caso dos empresários Marco Antônio Dourado e Francisco Dourado, que também declaram apoio candidatura de a prefeito da cidade de Ipojuca, assim como o presidente estadual da Juventude Progressistas, Lula da Fonte e o deputado estadual Claudiano Martins Filho.
Essa polarização e união de forças foi muito bem demonstrada durante a convenção de oficialização da sua candidatura, em que foi ressaltado que isso se deu por seu ótimo desempenho no munícipio.
Em convenção realizada, na noite da última quarta-feira (16/09), foi oficializada a candidatura do vereador Albérico da Cobal a prefeito de Ipojuca pelo Partido Progressista. Escolhido por seu ótimo desempenho no munícipio, o vice na chapa será o vereador Olavo Aguiar, também do Progressistas.
Aclamado pelos membros do partido, que o aguardavam para a convenção no sistema drive in, na Vila do Estaleiro, Albérico da Cobal, em discurso emocionante, relembrou sua trajetória de vida, agradeceu à família, amigos, parceiros, fez um apelo aos direitos do povo ipojucano, criticando o retrocesso do município nos últimos 8 anos, afirmou sua vontade de colocar a cidade no caminho do desenvolvimento.
“A população ipojucana merece mais oportunidades, mais respeito, mais transparência. Merece uma vida de pleno direito e dignidade. Uma vida que, tenho certeza, podemos construir juntos.”
Na convenção, a candidatura do Progressista saiu muito fortalecida, contando com mais de 75 candidatos a vereador de uma ampla frente partidária, com a presença do ex-prefeito Pedro Serafim, do empresário Marcos Antônio Dourado, do presidente estadual do Progressistas Jovem Lula da Fonte, vereadores e apoiadores do partido e membros dos partidos aliados, PTC, PMN e MDB.
O presidente do Grupo Total. Marcelo Mesquita, que esteve nesta final de semana acompanhando os trabalhos de sua equipe, no desenvolvimento dos estudos técnicos que vêm sendo realizados em Ipojuca, após avaliações em que constatou esse fenômeno de crescimento do nome de Albérico disse que não tem mais nenhuma dúvida de que “o nome de Albérico da Cobal, que começou a despontar com mais intensidade nos últimos dias, será, sem dúvidas, vitorioso nas eleições ipojucana e Albérico será o próximo prefeito da cidade”.
O candidato a vereador do Recife, Albérisson Carlos (DEM), criticou sobre uma ação direta de inconstitucionalidade apresentada pelo PSOL: a ADI 5668.
A ação pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise o Plano Nacional de Educação para julgar se as escolas deveriam ser obrigadas “a coibir também as discriminações por gênero, por identidade de gênero e por orientação sexual e respeitar as identidades das crianças e adolescentes LGBT”.
Para o vereador, o real objetivo da ação é inserir no Plano Nacional de Educação a “ideologia de gênero” nas escolas.
“Sou contra a ideologia de gênero, luto pelos direitos das famílias e os valores cristãos”, afirmou o candidato.