Arquivos do mês novembro 2018

 

COLUNA DA DENISE MONTADA PARA USO

 

 

 

 

 

 

BLOG DA DENISE REGA DE OURO

REGRA DE OURO FAZ BOLSONARO AUMENTAR CONCESSÕES E CORTES DE CARGOS EM ESTATAIS

O pacote de medidas que o novo governo prepara para concessões na área de infraestrutura e cortes de cargos em estatais será maior do que o imaginado inicialmente. E a justificativa para isso é o atraso na votação da reforma previdenciária e as dificuldades para cumprir a “Regra de Ouro” — aquela que impede o governo de fazer empréstimos para pagamento de despesas correntes, por exemplo, salários de servidores.

A Regra de Ouro, aliás, será objeto hoje da conversa do presidente eleito com os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU). A corte de contas deseja saber, de forma transparente, o que Jair Bolsonaro pretende fazer com essa norma. A depender do que se ouve na equipe de transição, é cortar gastos e cumprir a lei.

BLOG DA DENISE JANTAR AMARGOUm jantar amargo

Líderes partidários viram com desconfiança o fato de o presidente da Casa, Rodrigo Maia, marcar um jantar com os novos parlamentares. Alguns ficaram com a impressão de que Rodrigo passou a atuar “no varejo”, desprezando o papel de líderes e coordenadores partidários.

Deixa o homem trabalhar

Rodrigo Maia avisou aos amigos que o jantar é um gesto de apreço àqueles que chegam ao Congresso no ano que vem. Os mais chegados ao presidente da Casa, entretanto, não negam: É, sim, um ato de campanha.

Noves fora…

Rodrigo Maia até agora tem ao seu lado o DEM e o PSDB. Os demais querem saber o que vão levar em troca e correm o risco de não entregar os votos. É que, num cenário pulverizado, os líderes não têm mais controle sobre as bancadas.

PCdoB fica com o PT

O PCdoB de Manuela D’Ávila desistiu do bloco com PSB, PDT, PPS, PV e quem mais chegar. Embora a união seja apenas para o funcionamento parlamentar, os comunistas estão com receio de terminar servindo de escada para o pedetista Ciro Gomes.

CURTIDAS

Até aqui…/ Bolsonaro cumpre o que diz. Os nomes anunciados indicam que o presidente eleito não se desviou do que prometeu na campanha: formação da equipe sem toma-lá-dá-cá com os congressistas e carta branca para o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, chamar quem quiser para compor o governo.

O pulo contra Renan/ Renan Calheiros sabe que tem um movimento pelo voto aberto, no Senado, para escolher o presidente da Casa , conforme relatou o senador Lasier Martins (PSD-RS) ao blog da Denise, no site do correiobraziliense.com.br. A reação virá.

BLOG DA DENISE ÉRIKA MARENAEnquanto isso, na sala do ex- juiz…/ Sérgio Moro vai afunilando as escolhas para a sua equipe. Érika Marena, a delegada que batizou a Lava-Jato, é considerada nome certo para a área de recuperação de ativos no Ministério da Justiça.

Ele gostou/ O presidente da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, não achou ruim ter seu nome citado por engano pelo vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão. “Fiquei honrado em ser presidente da Petrobras por três segundos!”, comentou Gil com um amigo.

Izalci Lucas (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Izalci Lucas (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

Debate/ A Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig) promove hoje mais uma edição do Diálogo entre os Poderes, com a presença do senador eleito Izalci Lucas (PSDB-DF, foto) e da deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP), às 8h30, no Hotel Kubitschek Plaza. Vão debater os primeiros 200 dias do governo Bolsonaro e a busca de uma agenda legislativa. Quinta-feira, 22, será a vez de Rodrigo Maia abrir evento semelhante, em São Paulo.

O senador Magno Malta (PR-ES) Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O senador Magno Malta (PR-ES) Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

 

O senador Magno Malta (PR-ES) deu um chá de cadeira em Jair Bolsonaro quando, na pré-campanha, esperou até o último minuto para declarar oficialmente que não seria seu vice. Agora, quem aguarda é ele. Cotado para assumir um ministério que uniria as pastas de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Malta, segundo a equipe do presidente eleito, não é prioridade. Com a transição entrando na terceira semana, Bolsonaro ainda não anunciou se tem planos para o aliado capixaba.

– Ninguém está pensando em Magno Malta agora. Quando começa o governo? Em janeiro. Tem 40 dias ainda para pensar em Magno Malta – afirmou o general Augusto Heleno, anunciado chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

A espera a que Malta sujeitou Bolsonaro foi de mais de um mês, de meados de junho a julho. Em entrevista ao Diário do Nordeste, em 11 de julho, o evangélico disse que era “importante no Senado”, insinuando que gostaria de ficar lá. Sua assessoria confirmou, ao GLOBO, que ele não seria vice. À época, Bolsonaro foi ao gabinete do senador tirar satisfação. Os dois abafaram o caso enquanto o pesselista buscava um plano B.

Alguns dias depois, Malta participou de um evento com 250 pastores no Espírito Santo, já lançando sua candidatura ao Senado. A recusa a Bolsonaro só foi tornada pública em 17 de julho, quando o presidenciável já pensava no general Heleno como segunda opção. Em agosto, o general Hamilton Mourão foi anunciado oficialmente como vice.

Poucos dias após a eleição, Malta garantiu ao GLOBO: “vou ser ministro, sim” . Seus aliados davam como certo que seu ministério seria anunciado em um evento no dia 6 de novembro, o que não ocorreu. O vice-presidente eleito Mourão, que já chamou Malta de “elefante na sala”, disse que o anúncio não foi feito porque Bolsonaro tinha assuntos mais “prementes” para resolver naquele momento.

SÉRGIO MORO POLÍTICO

Sérgio Alves de Oliveira (*)

 

As últimas críticas feitas por certos segmentos da oposição política ao Presidente eleito Jair Bolsonaro, onde se destaca num primeiro plano a fanática Presidente do Partido dos Trabalhadores, Senadora Gleisi Hoffmann, sem dúvida constituem motivo suficiente para que os psicólogos e filósofos se debrucem sobre o assunto, talvez encontrando sólidos fundamentos para o fato de que “A ESTUPIDEZ HUMANA PODE NÃO TER LIMITES”, possivelmente com elementos suficientes até para desenvolvimento de uma tese.

Uma das “acusações” do “PT & COMPARSAS” que pesam sobre o ex-Juiz Federal Sérgio Moro, convidado por Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça, no futuro Governo que se instala dia 1º de janeiro, é de que Moro não poderia fazê-lo porque teria antes declarado publicamente que “não é político”, mas que o simples fato de aceitar o convite presidencial comprovaria o contrário, a sua condição de “político”.

Além dessa inconsistência, a outra absurda “tese” indiretamente envolvida nessa “acusação”, é a de que somente um político de “carreira”, um “profissional”, poderia estar assumindo o Ministério da Justiça, e que isso seria inadmissível em relação a um técnico, um juiz, ou a um especialista não-político profissional.

Essa “acusação” ridícula não fica só por aí. Ela vai mais longe. Agora o PT pretende anular na Justiça todas as decisões de Moro no processo criminal movido contra Lula, em Curitiba, porque ele “já era” político na época, condição que não poderia se acumular com a de juiz de direito.

Aí está a maior prova que realmente a “estupidez humana pode não ter limites”. Esses idiotas PROFISSIONAIS DA POLÍTICA, que “mamam” nas tetas do Estado, ”profissionalmente”, durante muitos anos, acham que a condição de “político” é privativa deles.

O que esses idiotas estão fazendo mesmo é a rejeição total da teoria do filósofo Aristóteles, exposta em “Política”, segundo a qual “o homem é um animal político”. Mas Aristóteles não exigia que a condição de político para o homem estivesse condicionada a que o mesmo fosse detentor ou simples interessado em algum mandato eletivo, parlamentar ou executivo. A única condição exigida para ser “político” seria a condição “humana”.

Segundo o filósofo grego, o homem é um animal político por natureza. E o “fim” do homem seria o atingimento da felicidade. E a condição de “animal político” viria pela necessidade que tem o homem de viver junto com seus semelhantes, ainda que não precisasse deles.

E que, diferente dos outros animais, o homem seria dotado de RAZÃO e de DISCURSO, através dos quais desenvolvera as noções do JUSTO e do INJUSTO, do BEM e do MAL.

Ao que parece esse pessoal que não admite a indicação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, por ser ele um “político”, além de demonstrarem uma ignorância “cósmica” sobre o real significado da condição de “político”, esquecem que se Moro não tivesse essa condição ele também não seria um “ser humano”. O real sentido do que disse Moro é que ele não era um político “profissional”, de “carreira”, e sim um “juiz”.

De certo modo a tese de Aristóteles que “o homem é um animal político” até poderia ser parcialmente “retocada”, à vista das atitudes desses “políticos profissionais”, que criticam a indicação de Moro para o Ministério da Justiça. Ora, a diferença fundamental do homem para os outros animais reside em que o homem é dotado de “razão”, e de “discurso”, que lhe possibilitam exatas compreensões sobre o justo e o injusto, o bem e o mal. Mas a esse pessoal da oposição a Bolsonaro e Moro, que como “animais políticos” deveriam ser dotados de RAZÃO e DISCURSO, mais parece que “perderam” a RAZÃO, e só ficaram com o DISCURSO (e com a “língua muito afiada), por essa razão não conseguindo mais distinguir as noções do justo e do injusto, do bem e do mal.

Seriam eles, então, “animais políticos”, ou teriam perdido a segunda condição, a de “políticos”, requisito necessário para caracterizar o homem? O que seriam “eles” então? “Coisas”?

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(*) Sérgio Alves de Oliveira
Advogado, sociólogo,  pós-graduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A,ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).
Indicado pelo presidente eleito assumiu o cargo no governo Temer e já foi oficial do Exército
WAGNER ROSÁRAIO
Da Redação de Veja

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira a manutenção de Wagner Rosário como ministro da Controladoria-Geral da União em seu governo.

O presidente eleito Jair Bolsonaro concede coletiva (Globo News/Reprodução)
O presidente eleito Jair Bolsonaro concede coletiva (Globo News/Reprodução)

Bolsonaro confirmou a indicação em sua conta pessoal no Twitter depois de um encontro de cerca de 40 minutos na manhã desta terça-feira, na Base Aérea de Brasília.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Informo a indicação do Senhor Wagner de Campos Rosário como Ministro da Controladoria Geral da União. Bom dia a todos!

Até o momento, Rosário é o primeiro nome do primeiro escalão de Michel Temer a ser anunciado como integrante do novo governo. Ele foi efetivado pelo emedebista no último mês de junho, depois de ter ocupado o cargo como interino por um ano.

Natural de Juiz de Fora (MG), Wagner Rosário tornou-se o primeiro servidor de carreira da CGU a assumir o cargo de secretário-executivo e ministro da Pasta. Ele assumiu de forma efetiva em 13 de junho deste ano.

O ministro é auditor fiscal e funcionário de carreira da CGU, mas é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras e foi oficial do Exército. Rosário também é mestre em Combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

A permanência de Rosário à frente da CGU não foi exatamente uma surpresa para a corporação. Havia expectativa que ele permanecesse, pelo fato de ser militar. A continuidade tem a vantagem de não interromper a linha de trabalho e as auditorias já em andamento.

Função

A CGU é o órgão de controle interno do governo, responsável por realizar atividades relacionadas à defesa do patrimônio público e ao incremento da transparência da gestão, por meio de ações de auditoria pública, correição, prevenção e combate à corrupção e ouvidoria.

A equipe de Bolsonaro cogitou levar a CGU para o novo superministério da Justiça que será comandado pelo ex-juiz Sérgio Moro, mas desistiu da ideia.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

Presidente eleito manifestou-se em rede social na manhã desta segunda-feira (19).
LINS8325 - RIO DE JANEIRO RJ 16/11/2018 - BOLSONARO / PRIMEIRO DISTRITO NAVAL - POLITICA OE - O Presidente da Republica eleito, Jair Bolsonaro do PSL, durante coletiva no Primeiro Distrito Naval no centro do Rio de Janeiro, onde tomou café da manhã com militares. Foto: FABIO MOTTA /ESTADAO
O Presidente da Republica eleito, Jair Bolsonaro do PSL, durante coletiva no Primeiro Distrito Naval no centro do Rio de Janeiro, onde tomou café da manhã com militares (Foto: FABIO MOTTA /ESTADAO)
Fabio Motta /Estadão
Da Redação

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, voltou às redes sociais nesta segunda-feira (19/11) para defender o que considera ser a soberania nacional como forma de o país voltar a crescer “como nação”. “Seremos um Brasil amigo, mas que tem seus valores e princípios básicos”, afirmou o presidente eleito.

Para voltarmos a crescer como nação precisamos fazer valer nossa soberania e nossas leis. Devemos respeitar o mundo todo, mas também ser respeitados. Seremos um Brasil amigo, mas que tem seus valores e princípios básicos.

Bolsonaro criticou ainda a política externa das gestões que o antecedem.

O presidente eleito permaneceu em sua residência no Rio de Janeiro nesta segunda. Na terça-feira (20), Bolsonaro volta a Brasília para retomar a transição de governo.

Debate terá como foco Política de Atenção às Pessoas com Doença Falciforme

SAÚDE POP NEGRA

 

 

Nas duas últimas décadas, o Estado brasileiro teve papel relevante na busca do reconhecimento e valorização da ancestralidade africana na formação da nacionalidade brasileira e na identificação e reconhecimento da existência do racismo enquanto ideologia estruturadora de desigualdades. Desta forma, pelo sétimo ano consecutivo, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) realiza o VII Encontro Estadual sobre Saúde da População Negra. O objetivo, este ano, é refletir sobre o processo de implementação das referidas políticas no Estado.

O encontro ocorreu no auditório da SES, no bairro do Bongi, quando é celebrado o Dia da Consciência Negra. Segundo os dados do IBGE de 2010, 62% da população pernambucana é composta por pretos e pardos.

Na Saúde, a Política de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme, de 2005, e a Política de Saúde Integral da População Negra, de 2009, representam o compromisso político e a incorporação dos avanços técnico-científicos para o cuidado em saúde tendo como marca o enfrentamento ao racismo interpessoal e institucional. Desde 2009, a Secretaria Estadual de Saúde vêm desenvolvendo ações de atenção a Saúde da População Negra, inicialmente com a instituição da Política Estadual de Atenção às Pessoas com Doença Falciforme em 2008, por meio da Lei 13693/2008. No ano de 2010 foi instituído o Comitê Estadual de Doença Falciforme, por meio da Portaria SES/PE n°658, que posteriormente foi reestruturada pela portaria SES/PE n° 685/2012, e por fim foi instituído o Comitê Estadual de Saúde da População Negra (CESPN), no ano de 2014, portaria SES/PE N° 139/2014.

A coordenadora de Atenção à Saúde da População Negra da SES, Miranete Trajano de Arruda, explicou que será traçada uma linha do tempo a fim de percorrer e socializar com os participantes a experiência vivenciada, os objetivos alcançados e os desafios ainda existentes para efetivação plena das políticas no período de 2012 a 2018. “Temos ancorado as bases das políticas nos pilares da intersetorialidade, ampliação do conhecimento, qualificação da assistência e participação e fortalecimento do controle social, com vistas à consecução da equidade na Atenção à Saúde da População Negra”.

A coordenadora nacional do Programa de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme do Ministério da Saúde, Joice Aragão, também participa das discussões e ministrará conferência, sobre a História da Doença Falciforme no Brasil. Também será abordado o tema sobre Completitude da Variável Raça/Cor nos Sistemas de Informação em Saúde. Já no dia 21 de novembro ocorre web conferência pela Rede Nutes (www.redenutes.ufpe.br) voltado para profissionais de Saúde, com a temática racial.

O Governo de Pernambuco lançou em 2017 o Comitê de Equidade e Educação Popular em Saúde de Pernambuco. O grupo, formado por órgãos estaduais, instituições de ensino, movimentos sociais e pelo controle social, tem o objetivo de articular, dar apoio técnico e monitorar políticas públicas específicas voltadas para a População Negra, LGBT, em Situação de Rua e do Campo, da Floresta e das Águas, além de trabalhar Educação Popular em Saúde e as Práticas Integrativas e Complementares. Com isso, busca-se afirmar os princípios de equidade no SUS e a garantia de acesso às ações e serviços de saúde para toda população pernambucana.

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PROGRAMAÇÃO
7:30 horas – Acolhimento e inscrição dos participantes
8 horas – Mesa de Abertura
8:30 horas – A História da Doença Falciforme no Brasil por Joice Aragão – Coordenadora Emérita da Política Nacional de Atenção às Pessoas com Doença Falciforme
9:30 horas –  Retrospectiva: Política de Saúde da População Negra. “Pernambuco agora tem, Pernambuco valoriza”, por Miranete Arruda
10:30 horas – Em Busca da Equidade, Completitude da Variável Raça/Cor nos Sistemas de Informação em Saúde, por Romildo Assunção
11:30 horas – Reconhecimento público da contribuição de instituições e pessoas à implementação da Política de Saúde da População Negra e da Política da Doença Falciforme.
Médicos retornando para Cuba
Médicos retornando para Cuba
​Por Márcio Maia

 

​Jair Bolsonaro (PSL) ainda não tomou posse como presidente da República, mas suas declarações estapafúrdias e sem nexo já começam a prejudicar os brasileiros, especialmente, os mais carentes que dependem exclusivamente do serviço público por não terem condições de acesso aos serviços oferecidos por empresas privadas. Os primeiros prejudicados nessa situação, são cerca de 30 milhões de brasileiros, a maioria residente no Nordeste e Norte, que dependem exclusivamente dos serviços médicos que ainda estão sendo prestados por médicos cubanos.

​Durante a campanha eleitoral e mesmo depois de ser eleito, Bolsonaro fez severas críticas aos profissionais, chegando a insinuar que eles não tinham capacidade intelectual para atender aos brasileiros. Também enfatizou que o Brasil não poderia continuar financiando a “ditadura cubana”, comparando os profissionais a escravos, porque eles encaminham cerca de 70 por cento de seus ganhos ao Governo Cubano. As declarações deixaram bastante irritados os dirigentes daquele país. Sentidos com as ofensas, os responsáveis pelos contratos decidiram não renová-los. O Ministério da Saúde de Cuba determinou que os médicos devem voltar à ilha até o final do ano.

​Ao tomar conhecimento da decisão, Bolsonaro tentou justificar, adiantando que não haverá problema uma vez que as Prefeituras Municipais poderão contratar médicos brasileiros para ocupar as vagas de mais de 8.500 cubanos que trabalham em 2.885 municípios. Também chegou a tentar tirar sua responsabilidade, alegando que ainda não havia tomado posse.

​Bolsonaro parece não saber que, em 1.575 municípios, os moradores deles e das cidades próximas dependem apenas dos cubanos porque nenhum brasileiro aceita trabalhar naqueles locais. Antes da chegada dos cubanos naquelas regiões, a maioria da população nunca havia recebido qualquer tipo de atendimento médico.

​O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), José Patriota, lamentou profundamente a situação, pois apesar do esforço dos prefeitos pernambucanos e do Governo do Estado, os quase mil médicos que trabalham no Estado, realizam um trabalho extraordinário e são muito importantes principalmente na chamada “Medicina Preventiva”.

​O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, também está muito preocupado com a grave situação e criticou o presidente eleito Bolsonaro pelas afirmações preconceituosas, acentuando que ele não conhece a precariedade dos serviços prestados pelo Governo Federal nas cidades fora do eixo Rio-São Paulo. Por conta da indiferença da União com o serviço oferecido a milhões de brasileiros, os prefeitos são obrigados a gastar com saúde bem mais do que estabelece a legislação. A li prevê que as Prefeituras devem gastar no mínimo 15 por cento com a Saúde e quase todos gastam muito mais e uma grande parte chega a gastar mais de 30%.

O líder nacional dos prefeitos está apelando para que o Ministério da Saúde cubano revogue a decisão.

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Com o objetivo de ouvir e atender às diversas demandas da população, o Prefeito de Ouricuri Ricardo Ramos (PSDB) e a Secretária Municipal de Saúde Gardielle Andrade participaram nesta terça-feira (13) de uma reunião comunitária no Bairro São Brás, em Ouricuri. A medida possibilita um contato direto com a população e mais eficácia na resolutividade de demandas.

Entre os questionamentos levantados, Ricardo Ramos acatou a solicitação de mudança da USF do Bairro São Brás para onde funcionava o CAPS AD III, devido ser um local mais amplo. A unidade atende os bairros São Brás, Cohab, Canacuí e sítios vizinhos, o que ocasiona superlotação. Segundo o Prefeito, “É preciso unirmos forças para construir uma sede própria da Unidade de Saúde da Família no próprio bairro”, defendeu Ricardo.

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Outro ponto bastante cobrado pela comunidade foi à melhoria da iluminação nas vias públicas e praças, construção de lombadas e de calçamento de algumas ruas, compromisso que foi firmado pelo Prefeito Ricardo Ramos. “Com o Programa Obra da Semana, temos levado o desenvolvimento aos quatro cantos de Ouricuri. Tenho certeza de que em breve, atenderemos às solicitações e iremos inaugurar também essas conquistas”, garantiu o Prefeito.

A comunidade demostrou grande satisfação com a presença do Prefeito Ricardo Ramos, sentimento esse que foi externado pelo depoimento da moradora Magda Ferreira de Alencar, onde agradeceu e reconheceu os esforços do Prefeito Ricardo Ramos em fazer o melhor pelo povo de Ouricuri.

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O Prefeito de Ouricuri Ricardo Ramos (PSDB) participou nesta quarta-feira (14) de mais uma a Audiência Pública na Câmara Municipal de Santa Filomena, juntamente com o Prefeito Cleomatson, Vereadores e com a população, para reivindicar a da construção da PE-630, que interliga os municípios de Petrolina, Afrânio, Dormentes, Santa Filomena, Ouricuri e Trindade.

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O encontro serviu para discutir os avanços na luta pela concretização deste grande sonho. Outras cinco audiências já foram realizadas nos município de Dormentes, Trindade, Petrolina, Santa Filomena e Ouricuri.

Ricardo apresentou novas ideias e metas pela materialização do sonho dos munícipes que esperam a pavimentação asfáltica da rodovia estadual com extensão de 148 quilômetros, que atravessa os cinco municípios pernambucanos. “Além de garantir a segurança para quem trafega, a rodovia será importante rota para o escoamento da produção agrícola e do polo gesseiro do Araripe, e trará mais desenvolvimento para a nossa região”, defendeu Ricardo.

Em discurso, Ricardo Ramos afirmou: “Muitas coisas só acontecem quando a gente tem a vontade de fazer, e isso o povo sertanejo sabe ter: vontade e coragem de lutar pelos seus objetivos. Que Deus possa nos abençoar nesta luta”, pontuou o Prefeito

Presidente eleito diz que pretende mostrar ‘humildade’ e ‘vontade de governar junto o Brasil’; para ele, prefeitos demitiram médicos para contratar cubanos
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), durante evento de jiu-jitsu no Rio de Janeiro (Fernando Frazão/Divulgação)
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), durante evento de jiu-jitsu no Rio de Janeiro (Fernando Frazão/Divulgação)
Por Da Redação de Veja

 

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse neste domingo, 18, que não pode “governar sozinho” e que tem “humildade” para dialogar com outros órgãos e outros poderes da República na tentativa de resolver os problemas do país.

Ele afirmou que terá uma agenda intensa na terça-feira, 20, para conversar com representantes de outras instituições. “Temos que nos unir. Não posso governar sozinho. O Executivo, apesar de falarem que é um poder independente, em grande parte depende do parlamento brasileiro. Temos que nos aproximar e muito do parlamento”, disse.

Na sexta-feira, 9,, ele desmarcou encontros que teria com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que vai tentar a reeleição para o cargo, e Eunicio Oliveira (MDB-CE), que não foi reeleito.

Também na terça-feira, ele afirmou que irá ao Tribunal de Contas da União e à Controladoria-Geral da União. “Esta semana continuam mais visitas protocolares às instituições para demonstrar, não só nossa humildade, bem como a vontade de governar junto o Brasil”.

Antes, Bolsonaro disse que espera apoio das prefeituras para resolver a primeira grande crise de seu governo: a saída do país de mais de 8.000 médicos cubanos depois que ele colocou exigências para a permanência deles no programa Mais Médicos, como a validação de seus diplomas no Brasil.

Segundo ele, alguns prefeitos, que reclamam da saída dos cubanos, querem se eximir de responsabilidades. “A prefeitura mandou embora seu médico para pegar um cubano. Quer ficar livre da responsabilidade. A Saúde [municipal] também tem sua responsabilidade”, afirmou.

Ele também voltou a pedir ajuda ao presidente Michel Temer (MDB) para adiantar a substituição dos médicos cubanos – o governo federal vai abrir um edital para recrutar profissionais. “Eu não sou presidente. Dia 1º de janeiro, após a posse, nós vamos apresentar o remédio para isso, mas o presidente Temer já está trabalhando nesse sentido”, disse.

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