Arquivos do mês agosto 2018

IMG-20180809-WA0047líder da Oposição na Casa, Humberto Costa (PT-PE), criticou duramente o deputado federal Mendonça Filho (DEM), classificando o democrata como coveiro da educação brasileira; “Mendoncinha foi o ministro ‘mãos de tesoura’ porque cortou tudo para agradar o seu presidente e à iniciativa privada com a qual o próprio MEC foi loteado”

Pernambuco 247 – Ao fazer, na tribuna do Senado, um balanço do setor de educação durante o governo Temer em comparação com os de Lula e Dilma, o líder da Oposição na Casa, Humberto Costa (PT-PE), criticou duramente o deputado federal e ex-ministro Mendonça Filho (DEM), a quem classificou como coveiro da educação brasileira e apontou como responsável pelo desmonte de vários programas de ampla repercussão social, como o Ciência sem Fronteiras, o Fies, o ProUni e o Pronatec.

“Mendoncinha foi o ministro ‘mãos de tesoura’ porque cortou tudo para agradar o seu presidente e à iniciativa privada com a qual o próprio MEC foi loteado”, afirmou Humberto, que chamou Mendonça Filho de “xeleléu” de Temer. “Eu disse que ele Mendonça Filho era da turma de Temer. Ele ficou com raiva, ficou bravo. Ele que reconheça que é o candidato de Temer. Eu sou da turma de Lula, de Dilma, dos que salvaram a educação no Brasil”, acrescentou.

O senador pediu para Mendonça assumir que “é pau mandado de Temer”. “Você foi o ministro que destruiu a educação brasileira. Não se esconda! Bote nas suas redes sociais as fotos suas do MEC. Das vezes que você esteve lá (em Pernambuco) como xeleléu (*bajulador, adulador) de Temer!”, disse. “Baixe a bola! Baixe a bola porque eu não temo você e vou mostrar a Pernambuco que você representa Temer, que é o defensor desse governo corrupto e incompetente que existe em nosso país”, concluiu.

Fonte : Brasil 247

Ação visa melhorar as condições para que romeiros possam participar da XXV Romaria do Frei Damião

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Tendo por objetivo a melhoria do acesso dos romeiros que participarão da XXV Romaria do Frei Damião, o Departamento de Estradas e Rodagens de Pernambuco (DER-PE) iniciou na última quarta-feira (08) uma operação emergencial, na Rodovia PE 112, entre Camocim de São Félix, São Joaquim do Monte e Trevo de Formigueiro, Agreste do Estado.

Os trabalhos contemplam o fechamento dos buracos, capinação e restauração de sinalização vertical. A Coordenação do evento e a Diocese de Caruaru solicitaram via Ofício dirigido ao órgão que providências fossem tomadas, levando em consideração o péssimo estado de conservação da estrada e o aumento do fluxo de veículos, com destaque nos dias da romaria. Para Padre Isael, a ação é bem vinda, já que existia uma preocupação com a acolhida aos milhares de romeiros que se dirigem até a cidade para participar da Romaria. “Como já tinha dito em outra oportunidade, tínhamos formalizado via Ofício uma solicitação para que o Estado tomasse alguma providência, pois da forma que estava era complicado e até um risco para os devotos do Frei Damião”, ressalta o pároco.

A previsão é que até o início da Romaria do Frei Damião, programado para o dia 30 de agosto, os serviços estejam concluídos.

Foto: Jônata Daniel / Ascom Prefeitura de São Joaquim do Monte

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​O professor universitário Fernando Haddad, que é candidato a vice-presidente na chapa com Lula (PT), garantiu que no segundo turno das eleições, estará unido com o presidenciável Ciro Gomes (PDT). Ele disse que o principal objetivo dos partidos de esquerda é derrotar Geraldo Alckmin (PSDB), que é o candidato que apoia as reformas que estão sendo feitas por Michel Temer (MDB), prejudiciais aos trabalhadores.
​A entrevista foi concedida a Geraldo Freire, durante o programa Super Manhã, da Radio Jornal, durante cerca de vinte minutos. Ele disse ter certeza que a candidatura de Lula será autorizada pela Justiça e que o petista estará no 2º turno
e que poderá até ganhar no primeiro turno.
​Haddad disse que é amigo de Ciro Gomes. “Nós estaremos juntos no segundo turno para vencer o governo do PSDB e do Temer. Ciro está do nosso lado”. Afirmou que se relaciona muito bem com a classe política que está muito honrado em integrar como um dos vices a chapa petista.
Haddad apresentou os principais pontos do programa de governo do PT para essas eleições presidenciais. “A determinação de Lula é que a gente percorra o País levando sua mensagem e o programa de governo. Lula quer que o povo saiba como será seu terceiro mandato”.
​Ele disse estar confiante e lembrou que na campanha para prefeito de São Paulo, aconteceram muitas mentiras e que o tucano João Dória atualmente, é um dos campeões em rejeição no Estado. Ele acentuou que muita coisa mudou de lá pra cá e que Lula conta com o apoio maciço dos nordestinos, que reconhecem o que ele implantou no País, e com o reforço de Manuela D´Ávila (PCdoB), que será a candidata a vice na chapa petista.
​Ele ressaltou que é preciso levar ao povo a esperança de que haverá trabalho, emprego e educação. Haddad disse ainda que os rumos do País estão equivocados. “O povo sabe que estamos no rumo errado, temos de resgatar o emprego, a educação. Hoje o projeto do Temer e do PSDB é o maior problema do País. É um projeto que não deu certo e que é preciso impedir o desmonte do País”.
​Como professor e ex-ministro da Educação, Haddad condenou o projeto de Jair Bolsonaro (PSL) de militarizar as escolas e ressaltou que não são só os militares que podem demandar respeito. “Não se pode usar a força para se fazer respeitar. Temos de recompor as bases da comunidade escolar.
No final da entrevista, Fernando Haddad, que também é o coordenador do programa de governo do PT, defendeu que os regimes próprios de previdência nos Estados precisam ser ajustados. “É preciso pactuar as reformas sem sacrificar os mais pobres e sem perder os direitos. Lula e Dilma Rousseff já fizeram isso.”

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Por Márcio Maia

 

 

 

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Sem alarde, em um dos primeiros atos, o novo presidente da Assembleia, deputado Eriberto Medeiros (PP), exonerou o porcurador geral da Casa, o advogado Ismar Teixeira Cabral.

O advogado Ismar Teixeira Cabral, atuante no Rio de Janeiro, era amigo pessoal de Guilherme Uchôa, tendo sido nomeado procurador geral desde fevereiro de 2007, ainda no primeiro dos seis mandatos de Uchôa no comando da Casa.

Segundo o ato, a exoneração se deu “a pedido”, praxe do serviço público quando o próprio servidor pede para sair.

Procurador de confiança de Guilherme Uchôa, recentemente falecido, o advogado foi responsável pela defesa jurídica de várias pautas polêmicas do parlamento estadual.

Ainda em 2011, o JC fez uma entrevista com o procurador geral, na qual ela defendia o auxílio-moradia retroativo para os deputados estaduais.

Veja trecho da matéria de 2011:

Procurador-geral da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) desde 2007, Ismar Teixeira Cabral considera “legal, moral e justo” o pagamento do auxílio-moradia retroativo a 1994-1997 a deputados e ex-deputados. Apegado às “práticas existentes no Poder Judiciário do País”, ele garante que o benefício “não é uma invencionice da Assembleia de Pernambuco” e que o direito não estava prescrito: “Analisei essa questão da prescrição com profundidade”.

Desde de 20 de setembro deste ano, 52 parlamentares e ex-parlamentares estão recebendo verba, referente ao auxílio-moradia. A concessão do benefício foi publicada no Diário Oficial de 23 de dezembro de 2010. A princípio, o valor – que segundo informações da própria Alepe, pode chegar a R$ 354 mil por deputado – seria pago em 36 parcelas. Contudo, o atual primeiro-secretário da Assembleia, João Fernando Coutinho (PSB), já admitiu o parcelamento em 60 prestações.

Para valer na Alepe, o auxílio-moradia precisou ter sua legalidade atestada pela procuradoria da Casa, sendo submetida, portanto, ao parecer de Ismar Cabral. De acordo com ele, “os deputados se sentiram amparados pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF)”, que, num efeito cascata, atingiria a Alepe. “Nosso parecer foi ‘sim’. No sentido de que o benefício é legal. A Assembleia apenas acompanhou uma situação jurídica que já existia há muito tempo”, explicou.

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Blog do Jamildo

A disputa, já de olho na Prefeitura de Recife em 2020, é pelo espólio eleitoral da família Arraes e, consequentemente, saber quem dos dois receberá mais votos

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A vereadora Marília Arraes (PT) e o engenheiro João Campos (PSB), neta e bisneto de Miguel Arraes, respectivamente, travam um duelo velado nas urnas não apenas por uma vaga na Câmara Federal. A disputa, já de olho na Prefeitura de Recife em 2020, é pelo espólio eleitoral da família Arraes e, consequentemente, saber quem dos dois receberá mais votos.

Novato em eleições, João, filho de Eduardo Campos, conta com o apoio do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e do prefeito de Recife, Geraldo Júlio (PSB). O empenho dos dois principais líderes do PSB tem provocado descontentamento de outros candidatos do partido.

Agora, com a entrada de Marília na disputa direta com Campos, aumentará o esforço empreendido para evitar uma derrota política. “Atendo ao chamado da Frente Popular para cumprir a honrosa missão de ser candidato a deputado federal e, junto com o povo de Pernambuco, dar continuidade ao legado de doutor Arraes e de Eduardo Campos”, afirma João.

Marília personifica, em Pernambuco, a oposição ao governador Paulo Câmara. Após ter o nome retirado da disputa ao governo pelo comando do próprio partido, resolveu se lançar a deputada federal. Na disputa proporcional, o PT decidiu não participar da coligação de apoio ao pessebista. É uma estratégia para que a possível expressiva votação de Marília não ajude a eleger deputados do PSB.

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, a vereadora foi direta. “Tomamos a decisão de lançar a nossa candidatura a deputada federal numa chapa exclusiva do PT, sem coligação. Votando em mim ou qualquer outro candidato da nossa chapa, seu voto não vai eleger deputados de outros partidos”, declarou.
Na manhã desta quarta-feira (8), a petista falou a jornalistas que João Campos é um candidato comum. “Ele é um candidato como qualquer outro. Temos muitos candidatos. Não é por ser da família ou por não ser que seria diferente”. Marília ressaltou que não tem a vaidade de ser a mais votada. “Agora, é juntar os cacos de todo esse processo que foi bastante traumático. Não tenho vaidade. Quero que o PT eleja muitos deputados. Não tenho grande estrutura de máquina, de dinheiro, de tudo isso”, alfinetou.

Em 2014, Marília Arraes rompeu com o primo Eduardo Campos justamente por ele não lançá-la como deputada federal. No mesmo ano, com Ana Arraes fora da disputa por ter se tornado pelas mãos do filho Eduardo Campos ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), os 387 mil votos dados a ela na eleição de 2010, que a tornou a deputada mais votada em Pernambuco e a quinta no Brasil, foram estrategicamente repartidos.

Os principais beneficiados foram os mais próximos de Eduardo: os deputados federais Tadeu Alencar, Danilo Cabral e Felipe Carreras, todos do PSB e que concorrem à reeleição neste ano.

Em 2006, Eduardo Campos, que venceu a disputa do Governo de Pernambuco, lançou Ana Arraes para ocupar uma vaga na Câmara. Ela obteve 178 mil votos. Em 1990, o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, pai de Ana e avô de Eduardo, foi o primeiro das urnas com 339 mil votos.

 

Folha de Pernambuco

IMG-20180808-WA0165Tudo o que dizem de Lula: que ele é corrupto, que é ladrão, que está em seus governos a raiz da crise que o Brasil vive, que existe uma imensa – quase unânime – rejeição a ele e tudo o mais que se trombeteia sobre o ex-presidente é uma arenga vazia, conversa-mole que não resiste a uma pergunta, simples, direta, irrespondível:

-Então, porque é que não deixam Lula se candidatar e, por tudo isso, perder a eleição?

Nas respostas, vocês verão como se abrem as comportas do elitismo, da estupidez e do ódio, numa onda de lama tóxica de fazer inveja àquela dos rejeitos da Samarco.

“Ah, ele se elege” – sim, porque a maioria sabe disso – “porque o povo é indolente e malandro” (apud General Mourão) “e só quer Bolsa Família”, falarão muitos. Outros, mais sinceros, dirão logo “porque o povo é burro”, “porque brasileiro não presta”, “porque pobre não sabe votar” e outras pérolas da imbecilidade explícita.

Não sei se este será, mas bem que poderia ser, um dos motes da campanha de Lula – sim, de Lula, porque é ele o candidato, mesmo que não o deixem ser e porque não é democrata e menos ainda de esquerda quem mente ao povão:

“Quem tem medo de Lula, tem medo do povo”.

Porque não é do Lula, o Luís Inácio, homem cordato e negociador, nem do Presidente conciliador que ele foi que essa gente tem medo.

Afinal, Lula jamais mandou prender um inimigo do povo, não tomou terra dos fazendeiros, não estatizou os bancos, não nacionalizou as multi, não confiscou patrimônio de ninguém…

Lula não fez mal a nenhum deles, mesmo sabendo que seria extremamente popular mandar em cana alguns desta turma.

Mas este pessoal tem horror e nojo do povo brasileiro.

Não admite que ele vá a um aeroporto, não aceita que seus filhos frequentem a universidade, que não queiram trabalhar, como a mãe, de empregada doméstica e, se tiver de fazê-lo, será como um trabalhador, com direitos e respeito, não como um agregado que come restos de favor.

Gente muito bem posta na vida, que acha que, sim, o filho do pobre tem de frequentar a escola, mas só o suficiente para ler e escrever bilhetes e ler placas de “proibido”. Como quis o Dr. Roberto Marinho quando disse a Brizola que, em lugar de escolas de Primeiro Mundo, como o Ciep, bastariam umas “escolinhas”.

Gente que não entende que o nosso programa revolucionário se expressa nos versos do Dominguinhos: “usufruir do bem, do bom e do melhor/Seja comum/Pra qualquer um/Seja quem for”.

Pois é por isso que Lula está aí, depois de mais de dois anos de perseguição, depois de julgamentos fajutos, depois de quatro meses de prisão sem que possa falar em sua própria defesa, liderando as pesquisas e impondo a esta gente o dilema do “se prender o bicho vence, se soltar o bicho ganha”.

E ainda vão dizer que o povo brasileiro é burro, que não sabe votar, que se deixa levar pela propaganda?

O protagonista desta campanha não é o Lula, é o povo. Porque o povo é a quem eles odeiam e odeiam Lula porque odeiam o povo.

Fonte : Tijolaço

Novo recurso em segunda instância foi negado; réu terá de pagar R$ 100 mil de indenização e se retratar publicamente.

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A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou novo recurso do antiquário e jornalista João Pedrosa no caso das ofensas, via Instagram, à família do cantor e compositor Chico Buarque. A decisão, tomada nesta terça-feira (7), mantém a condenação publicada em 6 de fevereiro, que estipulou pagamento de indenização de R$ 100 mil.

Em 25 de dezembro de 2015, uma das filhas de Chico e Marieta, Silvia Severo Buarque de Hollanda, publicou em seu perfil no Instagram uma foto da família datada de 1974. Pedrosa comentou a postagem afirmando que se tratava de “Família de canalhas!!! Que orgulho de ser ladrão!!!”.

Na sentença de fevereiro, já em segunda instância, a desembargadora Norma Suely Fonseca Quintes destacou que a liberdade de expressão deve ser respeitada, “mas pode ensejar a responsabilização posterior da pessoa em caso de violação à dignidade humana”.

Na ocasião, a Justiça havia quadruplicado o valor da indenização, a ser pago a Chico, à ex-mulher dele, Marieta Severo, e às filhas Silvia, Helena e Luisa.

Também caberá ao réu a publicação da sentença em dois grandes jornais de circulação nacional e em sua página pessoal no Instagram.

As partes ainda poderão recorrer a partir da data de publicação da decisão tomada nesta terça (7) pela 8ª Câmara Cível do Tribunal.

Em 2017, Pedrosa escreveu uma carta a Chico e família pedindo desculpas pelos comentários

G1 Rio de Janeiro

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Após expor o seu descontentamento com a escolha do nome da deputada federal Luciana Santos (PCdoB) para vice na chapa do governador Paulo Câmara (PSB), o prefeito do Cabo de Santo de Agostinho, Lula Cabral (PSB), parecia ter aparado as arestas com a Frente Popular. O gestor do Cabo pousou, inclusive, do lado socialista no lançamento da pré-candidatura de sua filha Fabíola Cabral (PP) a deputada estadual.

Nesta quarta-feira (8), contudo, o prefeito anunciou o seu apoio à pré-candidatura ao Senado do deputado federal Bruno Araújo (PSDB), que integra a chapa encabeçada pelo senador Armando Monteiro (PTB), candidato ao governo. O deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), pré-candidato à Casa Alta na chapa de Paulo Câmara, não terá o mesmo apoio.

Segundo o prefeito, a escolha pelo tucano se deve à postura de Bruno Araújo quando estava à frente do Ministério das Cidades, liberando recursos da pasta para o Cabo mesmo sendo aliado do grupo de oposição no plano municipal.

O ex-ministro é correligionário do ex-prefeito Elias Gomes (PSDB) e do deputado federal Betinho Gomes (PSDB), ferrenhos opositores da gestão de Cabral. O socialista lembrou também da relação antiga com o tucano desde do período em que estiverem na Assembleia Legislativa do Estado (Alepe), entre os anos de 1999 e 2002.

“Bruno Araújo, mesmo sendo aliado dos nossos opositores no Cabo, sempre nos respeitou e, não fez política pequena ou raivosa e como ministro liberou muitos recursos para o Cabo. Não poderíamos faltar com ele e vou votar e pedir votos com muito empenho para que ele seja senador de todos os pernambucanos”, afirmou Lula Cabral

Matéria : Blog do Jamildo

Cada pessoa que participa do financiamento coletivo pode doar até 10% de sua renda bruta relativa ao ano de 2017(com limite de R$ 2,7 mil)

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Em atrito com o MDB nacional, que tem a chave do cofre e comanda o fundo eleitoral do partido, o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) foi o primeiro candidato ao Senado da chapa de Paulo Câmara (PSB) a lançar, ontem, a chamada vaquinha virtual, na intenção de arrecadar recursos para a campanha política. O sistema de arrecadação online permitirá que qualquer pessoa contribua com um candidato e será fiscalizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“As regras das eleições mudaram e tivemos que buscar outros caminhos para nos ajudar. A arrecadação via internet é uma opção. No meu entender, quem entra no site e faz a doação mais do que recurso está depositando confiança”, disse Jarbas. Segundo a assessoria do presidente estadual do MDB, o vice-governador Raul Henry (MDB), não houve novidades sobre a chegada de recursos relativos ao fundo eleitoral para campanha do MDB pernambucano, mas Jarbas prometeu que denunciaria, caso houvesse retaliação do diretório nacional da sigla.

O MDB é comandado no país pelo senador Romero Jucá (RR), aliado do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Jucá recebeu o apoio da executiva nacional para fazer uma intervenção no diretório estadual, quis retirar o comando da legenda de Raul Henry e de Jarbas, mas a decisão continua pendente na Justiça.

Cada pessoa que participa do financiamento coletivo pode doar até 10% de sua renda bruta, relativa ao ano de 2017, para um candidato. Isentos na declaração de Imposto de Renda, no entanto, só podem fazer doações até o limite de R$ 2,7 mil.

Os valores arrecadados são públicos, bem como o nome dos respectivos doadores. As doações podem ser feitas diariamente com valor máximo de R$ 1.064,00.

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1 d DIARIO DE PERNAMBUCO
Os comentários abaixo não representam a opinião do jornal Diario de Pernambuco; a responsabilidade é do autor da mensagem.
Em atrito com o MDB nacional, que tem a chave do cofre e comanda o fundo eleitoral do partido, o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) foi o primeiro candidato ao Senado da chapa de Paulo Câmara (PSB) a lançar, ontem, a chamada vaquinha virtual, na intenção de arrecadar recursos para a campanha política. O sistema de arrecadação online permitirá que qualquer pessoa contribua com um candidato e será fiscalizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“As regras das eleições mudaram e tivemos que buscar outros caminhos para nos ajudar. A arrecadação via internet é uma opção. No meu entender, quem entra no site e faz a doação mais do que recurso está depositando confiança”, disse Jarbas. Segundo a assessoria do presidente estadual do MDB, o vice-governador Raul Henry (MDB), não houve novidades sobre a chegada de recursos relativos ao fundo eleitoral para campanha do MDB pernambucano, mas Jarbas prometeu que denunciaria, caso houvesse retaliação do diretório nacional da sigla.

O MDB é comandado no país pelo senador Romero Jucá (RR), aliado do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB). Jucá recebeu o apoio da executiva nacional para fazer uma intervenção no diretório estadual, quis retirar o comando da legenda de Raul Henry e de Jarbas, mas a decisão continua pendente na Justiça.

Cada pessoa que participa do financiamento coletivo pode doar até 10% de sua renda bruta, relativa ao ano de 2017, para um candidato. Isentos na declaração de Imposto de Renda, no entanto, só podem fazer doações até o limite de R$ 2,7 mil.

Os valores arrecadados são públicos, bem como o nome dos respectivos doadores. As doações podem ser feitas diariamente com valor máximo de R$ 1.064,00.

Matéria : Diário de Pernambuco

IMG-20180808-WA0065O empresário Elias Batista, conhecido como “Elias Meu Fíi”, participou de um almoço no Restaurante Prá Vocês, no Pina, Recife, em homenagem ao ex-deputado Manoel Ferreira, do qual participaram o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, o deputado estadual André Ferreira, que é candidato a uma vaga na Câmara Federal, e Fred Ferreira, que é candidato a vice-governador na chapa comandada por Armando Monteiro (PTB). O líder do grupo político, Manoel Ferreira, é candidato a uma vaga na ALEPE.

Elias Meu Fii tem uma forte liderança nos municípios de Vitória de Santo Antão, onde tem sua empresa, e Pombos. A filha dele, Gabriella Lima, está sendo cotada para disputar a prefeitura daquele município.
Ele anunciou que vai apoiar toda a chapa comandada por Armando, pois é amigo pessoal de Anderson Ferreira, com quem se encontra com frequência para conversar sobre a política pernambucana.
​O empresário Elias Batista, conhecido como “Elias Meu Fii”, participou de um almoço no Restaurante Prá Vocês, no Pina, Recife, em homenagem ao ex-deputado Manoel Ferreira, do qual participaram o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, o deputado estadual André Ferreira, que é candidato a uma vaga na Câmara Federal, e Fred Ferreira, que é candidato a vice-governador na chapa comandada por Armando Monteiro (PTB). O líder do grupo político, Manoel Ferreira, é candidato a uma vaga na ALEPE.

Elias Meu Fii tem uma forte liderança nos municípios de Vitória de Santo Antão, onde tem sua empresa, e Pombos. A filha dele, Gabriella Lima ( Gabi Meu Fii ) , está sendo cotada para disputar a prefeitura daquele município.
Ele anunciou que vai apoiar toda a chapa comandada por Armando, pois é amigo pessoal de Anderson Ferreira, com quem se encontra com frequência para conversar sobre a política pernambucana.

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