O local vem tendo seu nome reservado para evitar mais abandono de animais na área
Postado por Marcos Lima Mochila
A vereadora Goretti Queiroz acompanhou, na manhã da segunda-feira (15), o caso da morte de mais de 19 animais envenenados em um bairro do Recife. A chacina aconteceu no nesse final de semana. Essa não é a primeira vez que ocorre morte de gatos por envenenamento na capital pernambucana.
Após a visita, a vereadora informou que irá articular uma reunião com os moradores e comerciantes da área para viabilizar meios para tentar encontrar uma solução para o abandono dos animais no local. Goretti também informou que vai colocar um sistema de monitoramento de segurança com câmeras e rondas de motos para o local. “Essa solicitação foi feita pelos moradores à Prefeitura do Recife há alguns anos. Eles pedem que sejam instaladas câmeras para filmar as pessoas que estão abandonando os animais naquele espaço, porém, como nada foi feito, até o momento, eu me disponibilizei a doar o sistema de segurança com recursos próprios para tentar coibir o abandono na praça”, disse.
Goretti fez questão de enfatizar como será realizada a ação. “Estou fazendo como ativista animal, que sou há mais de 10 anos, e não como vereadora. Sempre faço questão de dizer que não sou vereadora, eu estou vereadora do Recife, mas sou ativista desde que nasci. É a minha missão”, reforçou.
A parlamentar aproveitou seu espaço no Plenário da Câmara, na própria segunda-feira (15), para lembrar aos vereadores da casa sobre a Audiência Pública que realizou, na última semana, cobrando providências nos casos de maus tratos aos animais. Na ocasião, estiveram presentes órgãos ligados à causa como a Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), Cipoma, Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Corpo de Bombeiros, CPRH, Secretária do Direito de Defesa Animal (SEDA-PE) e Prefeitura do Recife.
Goretti lembrou que, após a visita feita ao local onde os gatos foram assassinados, encaminhou um ofício para a prefeitura cobrando a manutenção dos equipamentos que foram danificados na área, como também solicitou a sua equipe de comunicação prioridade nas campanhas de conscientização, com placas educativas, informando à população que cometer maus tratos é crime. Eventos de adoção para os animais da área e mutirões de castração nas comunidades ao redor do bairro também estão na pauta.
Recife foi salvo de uma catástrofe no dia 12 de maio de 1985, em que um incêndio poderia acabar com o bairro do Recife e mais quatro bairros
Navio petroleiro carregava 1500 toneladas de ”gás de cozinha” quando um dos seus três tanques entrou em chamas (Foto: reprodução/Internet)
Por Marcos Lima Mochila
Só quem tem mais de 50 anos deve lembrar de Nelcy da Silva Campos e de como ele evitou que acontecesse um incêndio catastrófico Recife, em 12 de maio de 1985.
Nelcy da Silva Campos: o “Herói Pernambucano Contemporâneo”
Após seu feito, Nelcy ficou conhecido como o “Herói Pernambuco Contemporâneo”.
O INCÊNDIO
Passava de 1h30 do dia 12 de maio de 1985. O navio petroleiro Jatobá estava atracado no Porto do Recife e carregava 1500 toneladas de gás butano – conhecido como gás de cozinha – quando um dos seus três tanques, na casa de máquinas, explodiu, sendo tomado pelas chamas. O fogo ameaçava explodir cerca de 153 mil m³ de produtos inflamáveis que estavam no Parque de Tancagem do Brum. Uma explosão no local destruiria tudo num raio de cinco quilômetros, atingindo os bairros de Santo Antônio, Recife Antigo, Boa Vista, Brasília Teimosa e Pina, desaparecendo grande parte da cidade que conhecemos hoje.
Segundo um artigo da Fundaj sobre o tema, as chamas chegaram a atingir 20m de altura. Todo o efetivo do Corpo de Bombeiros foi acionado, mas o fogo não cedeu, tendo o Governador Roberto Magalhães na época tomado todas providências que estavam ao seu alcance.
Agindo como herói, Nelcy Campos, prático da barra (um tipo de guia de embarcações), aceitou realizar aquilo que poderia ter sido uma missão suicida: rebocar o navio que estava em chamas para o alto mar, na tentativa de evitar a catástrofe. Mas, ele realizou o feito e saiu ileso.
Nelcy Campos nasceu no Recife no dia 21 de janeiro de 1931 e morreu aos 59 anos, no dia 27 de setembro de 1990, de causas naturais.
Busto é feito de resina com pó de mármore (Foto: divulgação/Porto do Recife)
HOMENAGEM
Em setembro de 2003, o Prático de Barra foi homenageado pela Marinha do Brasil com a colocação de um busto de mármore junto ao Terminal Marítimo de Passageiros, na Praça do Marco Zero do Recife.
O projeto de restauração dos armazéns tirou a peça do local, mas, no dia 29 de maio de 2015, duas semanas depois do aniversário de 30 anos do acontecimento, a imagem foi colocada de volta ao seu local de origem, em cerimônia realizada pela Capitania dos Portos.
O busto teria ficado guardado em uma sala do prédio administrativo do Porto do Recife desde 2012. A Assessoria de Comunicação do Porto disse que a imagem não era exibida porque estava faltando a manutenção da peça (ela ainda estava com resquícios de quando fora retirada), além de uma base que a sustentasse.
A peça foi restaurada pelo artista plástico Demétrio Albuquerque, o mesmo que, em 2003, fez o busto, que é feito de resina com pó de mármore.
Além de ter esculpido a peça, Demétrio carrega admiração pelo prático da barra pernambucano por sua independência e seu profissionalismo. “Já fiz grandes figuras pernambucanas e eu ligo o caráter delas à pernambucanidade, é algo da região. Eu o admiro pela independência de ter ido resolver a situação sem jogar o problema para um superior, por exemplo. E também por seu profissionalismo, de não só ir trabalhar e fazer o de sempre, mas de ver um problema e ir resolvê-lo”, afirma.
Quem esteve presente à XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que se realizou na semana passada (De 8 a 11 de abril), no Distrito Federal, presenciou a grande ação desenvolvida pela Revista TOTAL durante o evento, que culminou com a festa de entrega do Prêmio Destaque TOTAL aos prefeitos pernambucanos.
Essa movimentação chamou a atenção, principalmente, dos participantes de outros Estados, que ainda não conheciam a Revista TOTAL, o que os surpreendeu.
Julvan Lacerda – Presidente da Associação Mineira de Municípios
Um desses participantes foi o presidente da AMM – Associação Mineira de Municípios, localizada no bairro da Cidade Jardim, em Belo Horizonte (MG), Julvan Lacerda. Ele ficou tão entusiasmado com o que presenciou que fez questão de cumprimentar nossos diretores Marcelo Mesquita e Joaquim Neto, ao mesmo tempo em que os convidou para participarem e desenvolverem as mesmas ações, no 30º Congresso Mineiro de Municípios, que se realizará nos dias 14 e 15 de maio deste ano, em Belo Horizonte (MG), no Estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido como Mineirão.
Estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido como Mineirão
O Congresso Mineiro de Municípios é um tradicional evento promovido pela Associação Mineira de Municípios (AMM) e que já consagrou a sua marca na agenda municipalista do país. Este ano, terá como tema “Novos governos. Perspectivas, Desafios e Compromisso com os Municípios”.
O público, composto por prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais, agentes públicos, imprensa e sociedade, terá acesso a uma robusta programação voltada para a gestão pública municipal, englobando salas técnicas, debates, fóruns, seminários, encontros e a grande Feira para o Desenvolvimento dos Municípios – já em sua 34ª versão -, o que transformará o Mineirão no maior movimento municipalista do Brasil.
Com uma expectativa de público de 10 mil pessoas, o Congresso é um momento não só de aprendizado, mas de troca de experiências e casos de sucesso. “E é isso que os gestores mais precisam: experiências para trazer resultados satisfatórios e positivos; e união para chegar lá”, destaca o presidente da AMM e prefeito de Moema, Julvan Lacerda. Os participantes poderão conferir também a entrega do “IX Prêmio Mineiro de Boas Práticas na Gestão Municipal” durante o evento e conhecer os projetos vencedores.
Um momento importante do Congresso Mineiro de Municípios será a posse do presidente da AMM, 1º vice-presidente da CNM e prefeito de Moema, Julvan Lacerda, e de seus 43 diretores, eleitos para a gestão 2019-2021.
O diretor-presidente do Grupo TOTAL já confirmou a participação da Revista TOTAL nesse grandioso evento, levando consigo, além dos diretores das regiões Sul/Sudeste e Centro-Oeste, Sérgio Redó e Joaquim Pereira Neto, respectivamente, além dos editores-chefes da Revista TOTAL e do Blog da Revista TOTAL, respectivamente, Márcio Maia e Marcos Lima Mochila.
A mais nova edição da revista TOTAL já está circulando, desde o início deste mês, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Tem chamado a atenção dos leitores a segunda capa com o título em inglês e, internamente, uma matéria totalmente traduzida para o inglês (trabalho da tradutora Piera Leal {RJ}).
Àqueles que têm enviado e-mails para a Redação, temos explicado o motivo dessa novidade na edição 105. É que nosso diretor da Região Sul, Sérgio Redó, tem negócios fora do país e, como estará viajando para os EUA na próxima semana, deu a ideia e resolvemos atendê-lo e, ao mesmo tempo, fazer o que a Revista TOTAL gosta de fazer: inovar.
Além dessas duas matérias de capa que abordam a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, a edição traz outras matérias de realce, como a entrevista com o ex-governador de Pernambuco Joaquim Francisco, duas matérias especiais: uma sobre O Perigo das Quedas na 3ª. Idade, com o fisioterapeuta pernambucano Sandro Araújo e uma do policial federal aposentado João da Água, falando sobre a sua lealdade às famílias Arraes e Campos e a Coluna de Márcio Maia. Como novidade, esta edição também trás uma novidade: a Coluna do Mochila, editor do Blog da Revista Total.
Vale a pena, portanto, conferir todo o conteúdo dessa nova edição.
Doença pode surgir na juventude como resultado de doenças reumáticas, de deformidades articulares congênitas ou traumas
Por Patrícia França
Postado por Marcos Lima Mochila
A incapacidade funcional ocasionada pela inflamação nas articulações tem atingido grande parte da população brasileira. Conhecida como artrose, essa doença acontece devido ao desgaste na cartilagem entre os ossos, o que provoca aumento da fricção entre as regiões e leva à inflamação no local e dor.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de mais de um bilhão de pessoas sofrem de artrose nas suas mais diversas formas e as ciências da saúde se desdobram para encontrar formas de minimizar seus efeitos. Essa doença nada mais é do que a inflamação crônica da articulação, que age danificando a cartilagem condral, que é o tecido de revestimento do osso quando o mesmo se articula com outro.
Segundo o ortopedista Dr. Rui Eduardo, é preciso entender que as forças resultantes do encontro entre os ossos são magníficas e qualquer distúrbio por mínimo que seja tem efeito importante na articulação. “Ela pode iniciar-se ainda na juventude, resultante de doenças reumáticas, de deformidades articulares congênitas ou causadas por traumas”, explica.
A dor na hora de realizar movimentos é a principal queixa dos pacientes que apresentam artrose, seguida da rigidez de alguns membros. O inchaço, o rangido nos movimentos, a dor na articulação que piora no fim do dia, a imobilidade e os formigamentos são alguns dos sintomas da doença, os quais dependem da localização dos desgastes. “Se for artrose na coluna, pode haver dor na lombar ou pescoço, nas mãos há nódulos duros e nos joelhos pode gerar a aparência genu valgo, em que há aproximação do meio das pernas e afastamento dos pés”, comenta.
Um das maiores complicações da artrose é a limitação de movimentos. Quando há artrose nas mãos, o paciente pode apresentar dificuldade para mexer os dedos ou realizar simples movimentos, como escrever ou segurar objetos. Quando há nos joelhos, a capacidade de andar é diretamente afetada, uma vez que o paciente não possuirá a mesma articulação para executar passos e sentar-se.
Ainda de acordo com o Dr. Rui, a artrose não tem cura. Felizmente, a doença pode ser controlada com medicamentos e procedimentos cirúrgicos que amenizam e retardam os sintomas. “Quando a doença for detectada, é recomendado que o paciente procure imediatamente um ortopedista para avaliar a gravidade do caso e receber o diagnóstico correto a fim de evitar complicações”, alerta.
Primeira-dama do Brasil visitou portadores de doenças raras durante passagem por Campina Grande
Postado por Marcos Lima Mochila
Michelle Bolsonaro, que atualmente ocupa a posição de primeira-dama da República Federativa do Brasil, realizou algumas visitas a portadores de doenças consideradas raras, que residem em Campina Grande, no Estado da Paraíba.
Acompanhada do ministro da Cidadania, Osmar Terra, da secretária Municipal de Assistência Social, Eva Gouveia da Semas, do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, e também da primeira-dama da cidade, Micheline Rodrigues, Michelle Bolsonaro ficou emocionada durante os encontros guiados pelo prefeito.
Visita aos assistidos por projeto do Governo
Na manhã desta última terça-feira (02), a primeira-dama Michelle Bolsonaro visitou o pequeno Daniel, de apenas dois anos de idade, que está entre os assistidos do projeto ‘Criança Feliz’, vinculado ao Governo Federal.
“Obrigado meu Deus. Obrigado Michelle Bolsonaro pela sua visita e toda sua comitiva. Deus continue lhe abençoando” (Mensagem de Leryston Leleu no Instagram)
Ainda durante sua passagem por Campina Grande, a esposa do presidente Jair Bolsonaro se encontrou com o jovem Leryston Matheus, de 21 anos, que sofre de uma doença rara, conhecida na medicina como epidermose bolhosa, que ainda não tem cura e é caracterizada por uma sensibilidade na pele e na mucosa, formando bolhas ao longo do corpo.
Leryston, que atende pelo apelido de Leleu Guerreiro, é assistido pela ONG Jardim das Borboletas.
Michelle não contém as emoções
Na visita ao jovem Leleu, Michele não conteve as lágrimas ao receber um abraço do rapaz. Passando cerca de meia hora na companhia do rapaz e conversando a respeito da assistência recebida pelos profissionais e envolvidos no programa, Michelle recebeu diversos elogios sobre a qualidade nos atendimentos da ação social, tendo se comprometido a reforçar o empenho do Governo Federal em ampliar a quantidade de atendimentos desses projetos.
Aparentemente bastante satisfeito em ter conhecido a primeira-dama, Leryston utilizou seu perfil no Instagram para agradecer a visita de Michelle, e publicou uma foto com ela.
O Jardim das Borboletas, como sugere a sigla, é uma Organização Não Governamental. Isso significa que a mesma se mantém apenas com as doações voluntárias.
É muito importante ressaltar que a ONG não possui nenhum convênio com o governo para recebimento de valores financeiros.
A ONG Jardim das Borboletas atua no sentido de suplementar tudo aquilo que seus assistidos necessitam, auxiliando também na garantia de seus direitos.
É fundamental a ajuda de todos que puderem e quiserem diminuir o sofrimento dos que sofrem essa doença.
Na última sexta-feira (29), a advogada Rosângela Wolff Moro, esposa do ministro da Justiça, Sergio Moro, publicou em seu Instagram uma foto com a adolescente de 14 anos, Camyle Jesuíno.
A menina reside na cidade de Londrina (PR) e possui amiotrofia muscular espinhal, uma patologia genética degenerativa, que afeta as células do corno anterior da medula, resultando em fraqueza e atrofia muscular caracterizada por problemas nos movimentos voluntários.
Na publicação, Rosangela afirma que a menina é “muito mais que a doença”, que ela adorou conhecer Camyle e que irá se “empenhar mais e mais para poder ajudar de alguma forma”.
Camyle possui um perfil no site Vakinha, em que pede contribuição do público através de uma “vaquinha” para arrecadar fundos para adquirir o medicamento para seu tratamento, cujo custo de cada dose é de R$ 250.000,00.
Para contribuir, acesse este link: https://www.vakinha.com.br/vaquiha/todos-pela-vida-de-camyle
Sem conclusão da rede de captação de águas pluviais e pavimentação em Vicente Pires, problemas devem persistir. Trechos prontos, como na Vila São José, estão se desfazendo pela demora
Trabalhos de construção interrompidos têm gerado mais transtornos no asfalto, que cede com a passagem de água e buracos que fazem os carros atolarem. (Foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Bruna Lima / Correio Braziliense
Postado por Marcos Lima Mochila
Quando chove, alaga e ainda há uma enxurrada de lama. Se faz sol, sobe a poeira. Esse é o cotidiano da Vila São José, em Vicente Pires. Mesmo com a rede de drenagem praticamente concluída e parte das ruas pavimentadas, moradores reclamam que a situação piorou. Na principal via que corta a região, o asfalto cede com a passagem da água, que chega com força das ruas de cima e inunda casas e comércios. Os buracos, tapados provisoriamente com terra vermelha, reaparecem com o passar da correnteza e dos carros. Enquanto isso, construções em outros trechos diretamente ligados à vila podem prolongar a continuidade dos problemas.
Moradora da área há 19 anos, a empresária e cozinheira Nair Dias, 66 anos, acredita que as obras trouxeram mais transtornos do que resultados. “O asfalto era grosso, parecia um tapete. Substituíram por esse, fininho, que não aguenta água”, diz.
Parte da correnteza e o que ela arrasta vai diretamente para as casas, que foram construídas em uma espécie de vale. O lote do chacareiro Osias Andrade, 59, serve como entrada para esse problema. “Toda a água que desce da rua vem para cá, por ser o lote mais baixo”, conta. Para tentar resolver o problema, Osias comprou manilhas que pretendia instalar na chácara, mas, com o início das obras do GDF, interrompeu o processo por acreditar que, com elas, a questão seria solucionada. “Por mais que, por enquanto, seja só transtorno, sei que o serviço não é fácil e está sendo bem-feito”.
A Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF confirma o estágio avançado das intervenções na Vila São José, o que não se traduz em efetividade imediata do sistema, como observa o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras (Suaf), Marcelo Galimberti. “Mesmo que as instalações das manilhas estejam prontas, ainda não há funcionalidade, já que o sistema precisa estar interligado e isso requer a conclusão das construções de drenagem, pavimentação e abertura das bocas de lobo nas demais áreas”, explica. Ele explica, ainda, que a manta asfáltica aplicada é provisória e serve para dar mais conforto à população.
Para resolver o problema das águas que vêm do Pistão Norte, em Taguatinga, entram na Vila São José e ganham força ao longo da Rua 8 de Vicente Pires, é preciso, primeiramente, concluir toda a obra ao longo da via, que tem mais de 4,6 quilômetros de extensão. Por causa da declividade da rua, que tem uma diferença de 125 metros — o equivalente a um prédio de 41 andares —, a força do acumulado de chuvas chega a atingir 60 metros por segundo. O canal da Rua 8 deverá se encontrar com o da Rua 3. A coleta das tubulações desse trecho vai ser lançada em uma das 22 bacias de contenção que estão sendo construídas na cidade. Com tudo pronto, a expectativa é de que a velocidade com que a água desce seja reduzida para dois metros por segundo.
Desistência
O governo espera entregar as obras da Rua 8 em outubro. No entanto, um entrave fez com que parte das obras parasse há mais de três meses. A construtora vencedora da licitação do lote 8, um dos quatro trechos que parcelam a Rua 8, rompeu o contrato com o GDF. A segunda colocada, a GAE Construtora, chegou a se instalar para assumir os trabalhos, mas, alegando falta de rentabilidade, também está passando o serviço adiante. A Secretaria de Obras tem de chamar, agora, a empresa que ficou em terceiro lugar. O trâmite deve demorar, no mínimo, um mês. Caso nenhuma das selecionadas queira concluir a obra, a alternativa é fazer uma nova licitação, o que pode levar mais de um ano de processo.
Enquanto isso, moradores da região arcam com falta de estrutura e custos para consertar veículos. É o que afirma a atendente Larissa Machado, 22. “Os carros ficam atolados”, reclama. Grandes buracos abertos para instalar as tubulações tomaram uma das faixas da pista, que é de mão dupla, por isso, os veículos precisam se revezar na travessia. Por falta de calçadas e rampas, quem também divide o espaço com os carros são as rodas do cadeirante Marcos Rabelo, 30. “São muitos buracos e nenhuma acessibilidade. Na hora de pedir um Uber, é outra complicação, porque muitos rejeitam ao saberem que a corrida sairá de Vicente Pires”, lamenta.
O motivo que leva à desistência por parte das empresas construtoras seria a existência de uma pedra encontrada no local onde deveriam passar as tubulações. Como o contrato firmado segue o regime de empreitada por preço unitário, ou seja, por serviço executado, interferências como essa não estão previstas na licitação — já que deveriam ter sido detectadas pela análise geotécnica antes do início das obras. Nesse caso, a alternativa das empresas é solicitar um valor adicional ao contrato. Para o especialista na área Dickran Berberian, engenheiro geotécnico e professor da Universidade de Brasília (UnB), apesar da limitação, o problema pode ser facilmente contornado com sondagens feitas pelas próprias empresas. “Não há razão para paralisar, já que a cidade carece das melhorias. No entanto, a solicitação de um aditivo para solucionar o problema precisa ser rigorosamente fiscalizada”, pondera.
O subsecretário Marcelo Galimberti afirma que essa análise exige pelo menos três meses. “Há um esforço muito grande para dar celeridade ao processo, respeitando a legalidade. Mas é necessário que a população entenda que o que está sendo feito agora é o processo inverso. Vicente Pires nasce de cima para baixo, quando deveria ter sido o contrário”, diz Galimberti, se referindo à construção sem planejamento da cidade.
O delegado da Polícia Federal aposentado Wilson Sales Damázio foi empossado na tarde desta quinta-feira (28/03), em Brasília, pelo Ministro Sergio Moro, como Conselheiro do CNPCP – Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Além de Damázio, tomaram posse mais 11 novos conselheiros, com o presidente atual, Cesar Mecchi Morales, sendo reconduzido ao cargo.
“Espero poder contribuir de alguma forma para aprimorar a nossa política no sentido de reduzir a violência, combater o crime organizado e qualificar o sistema prisional do Brasil”, salientou Wilson Damázio.
“Tenho dois nortes dentro do CNPCP: 1 – Trabalhar para transformar o Sistema Penitenciário Federal que ajudei a implantar, no paradigma para os Sistemas Estaduais; 2 – Dar voz, vez e oportunidade ao segmento da Segurança Privada e de Transportes de Valores, como forma de contribuir com a Segurança Pública, de sorte que esta possa cuidar com maior eficiência e eficácia do combate à macrodelinquência, ao crime organizado e à corrupção”, completou o novo conselheiro.
Wilson Salles Damázio, natural de Abreu e Lima (PE), começou sua carreira de policial como agente da Polícia Civil de Pernambuco, sendo concursado posteriormente a agente e delegado federal. Entre 2002 e 2004, assumiu a superintendência da Polícia Federal em Pernambuco.
Damázio realizou diversas operações de combate ao plantio e ao tráfico de maconha no Sertão, a Operação Bisturi (que desarticulou quadrilha internacional de tráfico de órgãos), foi o responsável pela resolução do caso de falsificação de leite em pó e também da prisão dos membros da Máfia do INSS.
Em reunião nesta sexta-feira (29/03) foi feita a distribuição das funções, tendo Wilson Damázio ficado responsável pelas ocorrências dos estados da Paraíba e Sergipe. Ele também passou a integrar a Comissão que, em breve, apresentará ao plenário do Conselho uma Proposta de Política Nacional para o Sistema Penitenciário Brasileiro.
O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) é integrado por treze membros titulares e mais 13 suplentes, que são designados através de ato do Ministério da Justiça, dentre professores e profissionais da área do Direito Penal, Processual Penal, Penitenciário e ciências correlatas, bem como por representantes da comunidade e dos ministérios da área social. O mandato dos membros do Conselho tem a duração de dois anos, renovado um terço em cada ano.
O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, cuja sede fica no terceiro andar do prédio do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, em Brasília (DF), é o primeiro dos órgãos da execução penal e é subordinado ao Ministro da Justiça. Já existente quando da vigência da lei (foi instalado em junho de 1980), o Conselho tem proporcionado, segundo consta da exposição de motivos, valioso contingente de informações, de análises, de deliberações e de estímulo intelectual e material às atividades de prevenção da criminalidade.
Preconiza-se para esse Órgão a implementação, em todo o território nacional, de uma nova política criminal e principalmente penitenciária a partir de periódicas avaliações do sistema criminal, criminológico e penitenciário, bem como a execução de planos nacionais de desenvolvimento quanto às metas e prioridades da política a ser executada.
A primeira fase das obras se estende da Rua da Aurora até a Rua do Hospício
As obras da Nova Conde da Boa Vista, no bairro do mesmo nome, na área Central do Recife, têm início na próxima terça-feira (2), no trecho entre a Rua da Aurora e a Rua do Hospício (Foto: Arnaldo de Carvalho/JC Imagem)
Do JC Online
Postado por Marcos Lima Mochila
As obras da Nova Conde da Boa Vista, no bairro do mesmo nome, na área Central do Recife, têm início na próxima terça-feira (2), no trecho entre a Rua da Aurora e a Rua do Hospício. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (28), em coletiva realizada pela Prefeitura do Recife. Este primeiro trecho da intervenção deve se estender por 120 dias e irá afetar o itinerário de 38 linhas de ônibus que passam pelo local.
Os serviços serão divididos em seis fases, com duas frentes de obras. Na primeira fase, serão realizados trabalhos nos passeios públicos, iluminação e outros equipamentos e mobiliários urbanos nos trechos entre a Rua da Aurora e a Rua do Hospício e da Gervásio Pires até a Rua José de Alencar, no sentido cidade/subúrbio. Entre a Rua do Hospício e a Gervásio Pires, a obra acontecerá no sentido subúrbio/centro.
Devido ao primeiro trecho da obra, o Grande Recife Consórcio de Transporte irá alterar o itinerário de 38 linhas que passam pela Avenida Conde da Boa Vista, no sentido cidade/subúrbio. As linhas que vêm da Avenida Guararapes, em direção à Praça do Derby, deverão dobrar à direita na Rua da Aurora. Em seguida, girar à esquerda na Rua do Riachuelo e à esquerda na Rua do Hospício, para retornar à Avenida Conde da Boa Vista.
Além das alterações nos itinerários, os passageiros também devem ficar atentos às paradas de ônibus, que sofrerão mudanças. As linhas serão divididas em paradas seletivas localizadas na Rua da Aurora, Rua do Riachuelo e Rua do Hospício. As linhas de BRT vão realizar os mesmos desvios que as convencionais, mas não irão para na Estação Riachuelo, visto que elas não têm parada no trecho interditado da Conde da Boa Vista. As quatro linhas de BRT afetadas são: 2437 – TI Caxangá (Conde da Boa Vista); 2441 – TI CDU (Conde da Boa Vista); 2444 – TI Getúlio Vargas (Conde da Boa Vista) e 2450 – TI Camaragibe (Conde da Boa Vista).
Confira as alterações de paradas das linhas:
Grupo de Linhas 1:
313 – San Martin (Abdias de Carvalho)
321 – Jardim São Paulo (Abdias de Carvalho)
324 – Jardim São Paulo (Piracicaba)
As três linhas deixam de atender à parada número 180300, em frente ao empresarial Pessoa de Melo, na Avenida Conde da Boa Vista e passam a parar no ponto número 180283, em frente ao edifício São Cristóvão, na Rua da Aurora, onde também param as linhas:
116 – Circular (Príncipe)
117 – Circular (Prefeitura/Cabugá)
511 – Alto do Mandu
513 – Córrego da Areia
514 – Nova Descoberta (Córrego do Joaquim)
522 – Dois Irmãos (Rui Barbosa e Príncipe)
532 – Casa Amarela (Cruz Cabugá).
Grupo de linhas 2:
014 – Brasília (Conde da Boa Vista)
032 – Setúbal (Conde da Boa Vista)
042 – Aeroporto (Opcional)
053 – Shopping RioMar (Opcional)
061 – Piedade
064 – Piedade (Opcional)
071 – Candeias
100 – Circular (Conde da Boa Vista/Prefeitura)
101 – Circular (Conde da Boa Vista/Rua do Sol)
243 – Vila Dois Carneiros
414 – Torre
As linhas deixarão de atender a parada 180301, em frente à agência do Bradesco, na Conde da Boa Vista, e passarão a parar no ponto 180077, em frente ao Colégio 2001, na Rua do Riachuelo, onde já param as linhas:
517 – Córrego do Inácio
611 – Alto José do Pinho
612 – Morro da Conceição
622 – Vasco da Gama (Cabugá)
631 – Nova Descoberta (Cabugá)
632 – Alto do Refúgio (Cabugá)
714 – Alto José Bonifácio (Avenida Norte)
717 – José Amarino dos Reis
741 – Dois Unidos
742 – Linha do Tiro
812 – Sítio Novo (Avenida Norte)
Grupo de Linhas 3
311 – Bongi (Afogados)
314 – Mangueira
315 – Bongi
331 – Totó (Jardim Planalto)
341 – Curado I
346 – TI TIP (Conde da Boa Vista)
516 – Casa Amarela (Nova Torre)
521 – Alto Santa Isabel (Conde da Boa Vista)
524 – Sítio dos Pintos (Dois Irmãos)
531 – Casa Amarela (Rosa e Silva)
624 – Brejo (Conde da Boa Vista)
644 – Largo do Maracanã
726 – Alto Santa Terezinha (Conde da Boa Vista)
731 – Beberibe (Espinheiro)
Estas linhas deixam de parar no ponto número 180302, em frente ao Edifício Sion e número 180303, em frente ao Edifício Pirapama, ambos na Conde da Boa Vista e irão atender a parada 180078, por trás da Faculdade de Direito do Recife, na Rua do Riachuelo, onde já param as linhas:
107 – Circular (Cabugá/Prefeitura)
117 – Circular (Cabugá/Prefeitura)
820 – TI Xambá (Cabugá)
822 – Jardim Brasil I (Cruz Cabugá)
824 – Jardim Brasil II (Cruz Cabugá)
1921 – Ouro Preto (Jatobá I)
1974 – Jardim Atlântico
1987 – Rio Doce (Príncipe)
1993 – Conjunto Praia do Janga
1994 – Conjunto Beira Mar
Grupo de linhas 4
121 – Vila da Sudene
168 – TI Tancredo Neves (Conde da Boa Vista)
185 – TI Cabo
214 – UR-2/Ibura (Opcional)
224 – UR-11 (Opcional)
411 – Plaza Shopping (Dantas Barreto)
Estas linhas deixarão de parar no ponto 180303, em frente ao Edifício Pirapama, na Conde da Boa Vista, e passam a atender a parada 180075, em frente ao Ginásio Pernambucano, na Rua do Hospício, onde já param as linhas: