Três Poderes concordam em aumentar penas para crimes ambientais


Em reunião nesta terça-feira (17), os presidentes Lula, Rodrigo Pacheco (Senado) e Arthur Lira (Câmara) concordaram que os incêndios florestais que assolam o Brasil têm origem criminosa. Durante o encontro, discutiu-se o aumento das penas para crimes ambientais, já que as punições para incêndios florestais são atualmente mais brandas que as de incêndios comuns.
Lula afirmou haver “suspeitas” sobre o envolvimento de organizações criminosas, destacando a estranheza das convocações para o ato do Sete de Setembro com a frase “Vai pegar fogo”. Pacheco mencionou a possível “orquestração” dos incêndios, e Lira reforçou a influência criminosa por trás dos atos.
Além disso, o ministro Rui Costa está discutindo com a Advocacia-Geral da União (AGU) propostas para igualar as penas para incêndios florestais e comuns. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, pediu prioridade na tramitação de inquéritos relacionados a crimes ambientais, com foco em medidas cautelares.


