Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT e deputada federal, associou a saída de Jair Bolsonaro da Presidência ao progresso das investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 2018.


A Polícia Federal prendeu o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, suspeito de ocultar provas do crime.
Gleisi elogiou o avanço nas investigações e afirmou que o inquérito só progrediu após Bolsonaro deixar a Presidência.
O assassinato de Marielle e Gomes ocorreu em um atentado a tiros no Rio de Janeiro, e dois ex-policiais já estão presos como suspeitos de envolvimento.
Na campanha presidencial de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva insinuou uma proximidade de Bolsonaro com milicianos e mencionou que “gente dele não tem pudor em ter matado a Marielle”.


