João Campos propõe construção de maior hospital público do Nordeste e outras três unidades hospitalares


No primeiro dia oficial da campanha, neste domingo (16/8), o candidato da Frente Popular ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), visitou o Hospital da Criança do Recife (HCR), acompanhado do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), o candidato ao senado, Humberto Costa (PT) e a senadora Teresa Leitão (PT).
À ocasião, Campos afirmou que pretende construir quatro novos hospitais. Entre eles, aquela que, segundo o candidato, será a maior unidade hospitalar pública do Nordeste: o Hospital Geral Metropolitano (HGM). Com 900 leitos e cinco mil profissionais de saúde (700 médicos, dois mil enfermeiros e técnicos, além das equipes de apoio), o hospital ficará localizado entre as BRs 232 e 101, entre o Recife e Jaboatão dos Guararapes, com a promessa de zerar filas de leitos e cirurgias na Região Metropolitana do Recife. O investimento será de R$ 750 milhões, em parceria com o governo federal.
João Campos também reafirmou sua proposta, feita durante pré-campanha, de construção de três outras novas unidades de saúde: o Hospital da Criança do Agreste, em Caruaru; o Hospital Geral de Araripina; e o Hospital Geral do Vale do São Francisco, em Petrolina. “Será um movimento firme no sentido de aproximar a saúde pública do povo pernambucano, abrindo 500 novos leitos no interior do estado, com investimento de 500 milhões. Nosso objetivo é que todo cidadão do estado, principalmente no interior, tenha acesso a uma grande unidade hospitalar a pelo menos duas horas de distância de onde mora”, disse o candidato.
O Hospital Geral Metropolitano (HGM) terá, segundo proposta, capacidade instalada superior, inclusive, à do Hospital da Restauração (HR), atualmente a maior emergência do estado. “O que a gente pretende com isso é desafogar os hospitais existentes na Região Metropolitana, que serão requalificados para funcionar de acordo com suas especialidades de origem. O HR, por exemplo, sempre teve uma grande vocação para o atendimento de trauma, e é como vamos requalificá-lo”, explica Campos.
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