O apoio à liberação da maconha para uso medicinal no Brasil atingiu a maior taxa registrada pelo PoderData desde o início da série histórica, em janeiro de 2022. Agora, 66% dos eleitores afirmam apoiar a liberação.

A taxa dos que declaram ser contra a liberação oscilou 5 pontos percentuais para baixo e hoje é de 26%. Os dados são de pesquisa PoderData feita de 27 a 29 de setembro de 2025.

O apoio à liberação da maconha para uso medicinal no Brasil atingiu a maior taxa registrada pelo PoderData desde o início da série histórica, em janeiro de 2022. Agora, 66% dos eleitores afirmam apoiar a liberação. A taxa dos que declaram ser contra a liberação oscilou 5 pontos percentuais para baixo e hoje é de 26%. Os dados são de pesquisa PoderData feita de 27 a 29 de setembro de 2025.

Em novembro de 2024, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a União criasse uma regulamentação sobre o plantio, cultivo e comercialização da cannabis industrial no Brasil. A decisão autoriza apenas pessoas jurídicas a realizar essas atividades e exclusivamente para fins medicinais e farmacêuticos, deixando de fora qualquer possibilidade de uso recreativo.

Já em maio deste ano, o governo Lula protocolou, por meio da AGU (Advocacia Geral da União), um plano de regulação e fiscalização de tratamentos médicos com cannabis. Leia a íntegra do documento (PDF – 322 kB).

Em 30 de setembro, a AGU solicitou ao STJ uma prorrogação de 180 dias para regulamentar o plantio de cannabis para fins de saúde no Brasil. Segundo o governo, há a necessidade de mais tempo de diálogo com a sociedade, especialistas, setor farmacêutico e órgãos reguladores.

Nos últimos anos, iniciativas de governos estaduais e municipais têm contribuído para ampliar o acesso a medicamentos à base de cannabis no Brasil, o que fortalece o conhecimento público e melhora a percepção social sobre o tema.

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