Integrantes do IHGAAP(Instituto Histórico, Geográfico Arqueológico, Antropológico do Paulista) e do Sindicato dos Tecelões, visitaram o casarão da família Lundgren, na tarde desta terça, 27 de maio/2025. A comissão foi recebidos por Anton Lundgren, gestor do equipamento, que afirmou que até o fim de 2025, espera ver o espaço aberto a visitação pública. A casa foi construída no início do século XX, servindo como moradia da família Lundgren até o ano de 1967.

Os Lundgren eram donos da C.T.P(companhia de tecidos Paulista), com suas fábricas, Arthur e Aurora, que juntas, já tiveram mais de 20.000 operários, no período áureo, entre as décadas de 1940 e 1960, sendo o maior parque têxtil da américa latina. O casarão será ressignificado e transformado no conceito de Museu de Cidades, segundo o gestor, Anton Lundgren. Segundo Ricardo Andrade, Presidente do Instituto Histórico do Paulista, a luta do Movimento Pró-Museu em defesa do tombamento do casarão valeu a pena, e também porque a família Lundgren assumiu essa bandeira da preservação da memória. Também estiveram presentes, José Ricardo, Emanoel Jacinto e Fátima do Amaral, pelo IHGAAP, Ivanildo Soares, Edson Marculino, e Leonardo Nelcino, ex-presidentes do Sindicato dos Tecelões. Luiz Neto, jornalista, dono de um Blog esteve presente. A família Lundgren é a maior acionista das Casas Pernambucanas,(maior rede de lojas varejistas do país, até a década de 1970), e sua primeira loja foi inaugurada em Paulista-PE, no ano de 1908.

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