Em 2025, o mundo marca cinco anos desde que a Covid-19 se espalhou globalmente, resultando em milhões de mortes e deixando muitos com sequelas.

Durante a pandemia, autoridades de saúde recomendaram diversas medidas preventivas, como o uso de máscaras, álcool 70%, distanciamento social e a redução de aglomerações.

No entanto, um estudo recente da Universidade de São Paulo (USP), publicado em 12 de março, questiona a eficácia do uso de máscaras como barreira contra a transmissão do vírus.

A pesquisa analisou dados de 24 países entre 2021 e 2022 e concluiu que o uso generalizado da proteção facial não impediu significativamente a propagação da doença.

Os responsáveis pelo estudo, Daniel V. Tausk, do Departamento de Matemática, e Beny Spira, do Departamento de Microbiologia, investigaram a relação entre o uso de máscaras em nível populacional e o excesso de mortalidade por Covid-19.

Segundo a análise, o uso prolongado da proteção pode ter tido efeitos adversos, como a reinalação de partículas virais, o que poderia ter prolongado a infecção em indivíduos contaminados e contribuído para a disseminação do vírus.

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