Ao longo da corrida eleitoral, Donald Trump fez discursos virulentos contra os imigrantes irregulares e prometeu, se eleito, realizar a maior deportação da História dos EUA. Mas nos bastidores a retórica xenofóbica também entornava sobre os imigrantes regulares: aliados próximos e assessores do republicanos vinham trabalhando, antes mesmo de Trump ser projetado vencedor das eleições, em projetos e planos para restringir as formas para essa imigração.

Ao longo da corrida eleitoral, Donald Trump fez discursos virulentos contra os imigrantes irregulares e prometeu, se eleito, realizar a maior deportação da História dos EUA. Mas nos bastidores a retórica xenofóbica também entornava sobre os imigrantes regulares: aliados próximos e assessores do republicanos vinham trabalhando, antes mesmo de Trump ser projetado vencedor das eleições, em projetos e planos para restringir as formas para essa imigração.

As medidas incluem propostas já apresentadas no primeiro governo Trump, informou o WSJ. Entre elas estão a proibição de viagens de vários países de maioria muçulmana para os EUA, o congelamento do reassentamento de refugiados do exterior e a regra de “encargo público”, política que busca repelir imigrantes de baixa renda, deficientes ou com inglês limitado, para evitar que essas pessoas usem os benefícios públicos.

Boa parte dessas propostas não conseguiu ser implantada no primeiro governo Trump por não terem sido emitidas de maneira correta, o que facilitava aos tribunais locais de governos democratas derrubarem. Os aliados de Trump “estão visivelmente mais preparados desta vez”, observou Kristie De Peña, vice-presidente sênior de política do Niskanen Center, um think tank sediado em Washington, ao jornal.

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