O presidente Lula declarou que não fará ajuste fiscal às custas dos pobres. Ele criticou as elites que se beneficiam de isenções fiscais sem contrapartidas para o trabalho. Após reunião com sua equipe econômica, Lula ficou perplexo com os benefícios fiscais de alguns setores e prometeu cortar esses privilégios.

O presidente enfatizou a necessidade de discutir o orçamento com seriedade para evitar prejudicar os mais vulneráveis. Ele destacou a discrepância entre cortes modestos no orçamento e os R$ 546 bilhões em isenções fiscais para setores ricos. O presidente defendeu a revisão desses benefícios, especialmente para a Confederação da Agricultura e o setor de combustíveis.

Lula pediu contrapartidas sociais para desonerações e criticou setores que aumentam lucros sem garantir empregos ou salários melhores. Lula mostrou disposição para revisar regras orçamentárias, desde que não punam os mais pobres, e descartou alterações nos pisos constitucionais de Saúde e Educação.

O presidente afirmou que 2024 será um ano de colheita econômica, com expectativas de crescimento, geração de empregos e controle da inflação. Ele também comentou sobre a autonomia do Banco Central, questionando a independência do atual presidente, Roberto Campos Neto.

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