Na última segunda-feira, 17 de junho de 2024, o Governo de Pernambuco, por meio do Complexo Industrial Portuário de Suape, assinou um memorando de entendimento com a Arhyze, empresa francesa especializada em energia renovável e produção de hidrogênio, para desenvolver um ambicioso projeto industrial. A iniciativa pretende produzir hidrogênio verde, amônia verde e e-metanol dando mais um passo em direção à descarbonização e a uma transição energética justa e verde, que destaca o potencial do hidrogênio de baixo carbono e da sua cadeia produtiva.


A Arhyze, conhecida por seus projetos multifuncionais voltados à redução de emissões de gases de efeito estufa, deverá realizar um investimento privado de aproximadamente R$ 2 bilhões em Suape. A primeira fase do projeto terá como foco a produção anual de 100 mil toneladas de e-metanol, com início de operação previsto para 2028.

Suape foi estrategicamente selecionada devido à sua localização privilegiada na região Nordeste do Brasil, posicionando-a como um polo de produção industrial e distribuição para o mercado interno e para exportação de hidrogênio de baixo carbono. A consolidação dessa indústria tem o potencial de gerar oportunidades substanciais de emprego através de novas tecnologias e investimentos, promover modelos de negócios inovadores e integrar o Estado de Pernambuco na cadeia de valor global.

Participaram da assinatura Maurício Laranjeira, secretário executivo de Atração de Investimentos de Pernambuco; Guilherme Sá, secretário executivo de Energia; Marcio Guiot, CEO de Suape; Mathieu Coustets, CEO da Arhyze; Arthur Neves, diretor de Desenvolvimento e Gestão Industrial de Suape; Adriana Martin, diretora de Inovação e Transformação Digital; e François Maugin, chefe de Inovação e Parcerias da Arhyze. Com esse empreendimento inovador, a Arhyze reafirma o seu compromisso de liderar o caminho na energia sustentável e na redução das emissões de carbono. A colaboração promete estabelecer novos padrões no setor de energia verde, destacando o papel da região de Pernambuco como um ator-chave na transição global para um futuro mais limpo e sustentável.

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