Diretamente do seu gabinete, no Recife, o deputado estadual Júnior Tércio, que é esposo da deputada federal e pré-candidata a prefeita de Jaboatão dos Guararapes, Clarissa Tércio, falou com o blog do Alberes Xavier e a Rede Pernambuco de Rádios sobre como está se desenhando as prévias em Jaboatão. Segundo o deputado, o município “clama” por mudança e agora seria a hora de uma mulher fazer o que os “machos” não fizeram.

“Jaboatão clama por mudança de verdade. Aquilo que os ‘machos’ passaram lá e não resolveram, colocando a cidade numa situação vergonhosa, chegou a hora da gente dar oportunidade para uma mulher que tem capacidade administrativa, que tem garra, que hoje é deputada federal, aprendeu a destravar e trazer recursos para o nosso Estado. Então eu vejo esse clamor, porque a cidade está abandonada. Eu entendo que Clarissa chega renovando a esperança, sendo um canal para renovar a fé do nosso povo”, destacou.

O PP, partido de Clarissa, que é liderado em Pernambuco por Eduardo da Fonte, está na base de apoio da governadora Raquel Lyra. No entanto, até o momento a tucana não oficializou quem deve apoiar em Jaboatão, o segundo maior colégio eleitoral do estado.

Ter apoio da governadora, que tem a máquina estadual nas mãos, é um fato que não deve ser menosprezado. A governadora também não deve abrir mão de apoiar algum candidato no município, tamanha importância que tem em Pernambuco.

O deputado Júnior Tércio diz que no momento não existem conversas voltadas neste sentido. “Nós fazemos política porque acreditamos. Essa mudança que Jaboatão clama, nos faz acordar bem cedinho e dormir tarde. Isso é algo que pulsa dentro da gente. Nós não temos tempo para pensar nisso. Jaboatão precisa voltar a sonhar, precisa voltar a sorrir e as propostas que aí estão, não alcançam este objetivo. Até porque o prefeito que aí está, tem uma aprovação muito ruim. Está agora dando um banho na cidade, colocando piche onde não precisa, pra dar uma repaginada na cidade. Mas o povo conhece: a cidade está esburacada, quando chove alaga tudo. Falar em Elias, é falar de quem já teve oito anos, e eu entendo que ele não pode andar por todo canto em Jaboatão, até porque tiveram a oportunidade de fazer, e não fizeram”, pontuou.

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