“Encontrá-lo em Brasília é mais fácil do que em Recife, e é sempre um momento de prazer quando isto acontece”, confessa Marcelo Mesquita, diretor-presidente da Revista total

Por Marcos Lima

A UNESCO trabalha para fortalecer o ensino de jornalismo numa iniciativa que procura envolver-se com o ensino, a prática e a pesquisa do jornalismo de acordo com o panorama global, incluindo o compartilhamento de boas práticas internacionais.
Evita-se admitir que o termo fake news (“notícias falsas”) possua um significado direto ou comumente compreendido.

Isso ocorre porque “notícias” significam informações verificáveis de interesse público, e as informações que não atendem a esses padrões não merecem o rótulo de notícias.
Mas, infelizmente, é o que empobrece o Jornalismo, dividindo-o em real e falso.
Isto se pode atribuir a falsos profissionais e, por conseguinte, também aos veículos que eles representam.

Hoje, portanto, está muito difícil se encontrar profissionais da notícia em que se confie plenamente, em que se dê ouvidos às suas informações.

Isto, em todos os segmentos da informação, mormente na do jornalismo investigativo.
Pois bem, Pernambuco tem um profissional desse quilate, um jornalista que sempre se mostrou ‘fora da curva’.
Ele costuma captar onde a notícia acontece muito antes, inclusive, de quem vive no meio em que ele consegue essa façanha. E, por isso, comumente seus furos são apresentados como furos de outros ‘autores’.
Mas, da mesma maneira que é feroz na busca dos furos e das notícias fidedignas, ele também o é quando alguém noticia como novidade o que ele já o fez lá atrás e, sem perder tempo, ele não se faz de rogado e dá outro furo em cima do furo: avisa para quem quer se dar ao prazer de conviver com a verdade, ele não se faz de rogado e imediatamente denuncia o autor da triste atitude.
Esse Jornalista Investigativo (com J e I maiúsculos, mesmo), tem nome e sobrenome:

Ricardo César do Vale Antunes é jornalista e consultor formado pela UFPE, com pós-graduação em Jornalismo Político pela UnB (Brasília).
Foi repórter, repórter especial e colunista passando pelos principais jornais do Recife e de Brasília.
Em 92 voou para os EUA, onde permaneceu até 94, tendo colaborado para diversas publicações e fez pós na Georgetown University (Washington D.C.).
De volta ao Brasil, foi repórter político do Jornal de Brasília e do antigo Última Hora, além de repórter da extinta sucursal do Jornal do Comércio na Capital Federal.
Foi ainda assessor especial da Comissão de Relações Exteriores e da Comissão de Constituição e Justiça – as duas maiores da Câmara dos Deputados.
Em 98, fundou a Facto Comunicação que, em pouco tempo, tornou-se uma das maiores empresas de comunicação do Nordeste, atendendo clientes como a TIM Nordeste, Governo de Pernambuco, Impsa Wind, Cine PE, Estaleiro Atlântico Sul, dentre outros.
Foi coordenador de imprensa do ex-governador Roberto Magalhães (CCJ), do então deputado federal José Mucio Monteiro (atual Ministro do TCU) e fez a campanha do senador Armando Monteiro para a CNI, onde também atuou por dois anos.
Sua empresa ganhou dois prêmios da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) sendo a única, até hoje no Nordeste, com tal honraria.
Atualmente, faz consultorias para empresas públicas e privadas, no Recife, São Paulo e Brasília e tem um site de politica https://www.ricardoantunes.com.br, com acesso às principais colunas, blogs e jornais da grande imprensa do eixo Rio-São Paulo e Brasília.
E não tentem falar em outra língua, se for pra falar mal dele. O homem tem fluência em inglês e espanhol e entende, com facilidade, o significado de muitas outras línguas, inclusive as ferinas.

Marcelo Mesquita, desde segunda-feira em Brasília, encontrou-se com Ricardo em um dos locais que só quem vai é quem tem a cabeça fresca e está sempre buscando a verdade dos fatos.  

“Encontro em Brasilia (DF), com o maior jornalista investigativo do ano de 2022,2023 do Brasil, Ricardo Antunes, este profissional fenomenal e grande parceiro que nos honra tê-lo como amigo”, ressalta Marcelo Mesquita.

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