O presidente Lula sancionou a lei permitindo a ozonioterapia em todo o país. O procedimento é complementar, requer profissionais de saúde com nível superior, equipamento regulamentado pela Anvisa e informação ao paciente.

Originalmente, o projeto exigia médicos, mas foi alterado para profissionais de saúde de nível superior. A terapia utiliza ozônio como agente terapêutico, alegando benefícios contra bactérias e fungos.

Cientistas estão divididos sobre sua eficácia, enquanto médicos alertam para a falta de comprovação científica. Durante a pandemia, houve controvérsia sobre seu uso contra a Covid-19. O CFM não reconhece a terapia, e a Anvisa a recomenda apenas para procedimentos odontológicos e estéticos.

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