A CPI das ONGs, instalada em junho com foco na investigação de repasses de verbas públicas e privadas para organizações atuantes na Amazônia, planeja ouvir diversos representantes, incluindo antropólogos, pesquisadores, membros do governo e ex-ministros, após o retorno dos trabalhos legislativos no segundo semestre.

O presidente da CPI, senador Plínio Valério (PSDB-AM), revelou que pretende ouvir antropólogos em breve, para esclarecer os mecanismos de atuação das ONGs na região, incluindo os laudos usados na demarcação de terras indígenas.

Além disso, a comissão já aprovou um requerimento para convocar a antropóloga Deborah de Magalhães Lima, integrante do Conselho de Gestão Estratégica do Instituto Socioambiental (ISA), organização que atua em comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas, porém, a data da oitiva ainda não foi definida.

A CPI busca investigar denúncias sobre a criação fictícia de reservas indígenas e áreas de proteção ambiental por meio de laudos antropológicos.

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