O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu novamente o julgamento sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas. O ministro Alexandre de Moraes votou contra o marco, enquanto Edson Fachin foi contra e Nunes Marques a favor.

Moraes argumentou que o reconhecimento da posse de terras indígenas não depende de um marco temporal baseado na Constituição de 1988. Ele citou o caso dos indígenas Xokleng para exemplificar a ilegalidade do marco.

No entanto, Moraes votou a favor de garantir indenização integral aos proprietários de terras que estão localizadas em terras indígenas.

O julgamento envolve a disputa pela posse da Terra Indígena Ibirama, em Santa Catarina, habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani.

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