Arquivos do mês março 2023


Na tarde desta quarta-feira (8), o senador pernambucano, Humberto Costa (PT) foi eleito presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CA. 

“É uma honra assumir pela primeira vez, o comando deste importante colegiado, que terá como vice-presidenta, a senadora, Mara Gabrili”, anunciou o senador.

Retirada do Blog do Elielson


O Feirão será realizado na Universidade Estácio de Sá, em Santa Cruz. E conta com o apoio de realização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro , do Ministério Público do Trabalho e Associação das Empresas do Distrito Industrial de Santa Cruz – AEDIN. 

No próximo dia 23 de março das 9h às 16h na Estácio de Sá Santa Cruz – Rua General Olímpio, 90 – Santa Cruz – RJ, a Rede Incluir, irá realizar um Mega Feirão de Empregos para pessoas reabilitadas e com deficiência, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. São mais de 800 vagas em diversos postos de trabalho. Segundo o presidente da Rede Incluir, Antoniel Bastos, a média de pessoas atendidas por evento gira em torno de 500, e 40% delas conseguem um emprego. “Existe um grande abismo na contratação desses profissionais no mercado. Entre as dificuldades, posso destacar a falta de mobilidade na cidade”, avalia. Para o Coordenador do Projeto de Inserção de PcDs e Reabilitados do INSS no mercado de trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Marcelo Freitas, “Este é o momento para alavancar as opções de recrutamento das empresas e as oportunidades para os candidatos. Ao mesmo tempo em que promove a integração destes com os diversos atores da questão da inserção de PcDs e reabilitados na sociedade”.


Para a presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Santa Cruz – AEDIN, Fernanda Candeias, o Circuito Dia D é um evento importante para os profissionais com deficiência e reabilitados do INSS, que podem estar em contato com as oportunidades abertas em mais de 30 empresas, em um único dia. Assim como para as empresas da AEDIN, porque têm a oportunidade de apresentar suas vagas aos candidatos. 

A Rede Incluir
 
A Rede Incluir surgiu em 2016 com o objetivo de agregar mais de 100 empresas de médio e grande porte em um Espaço Virtual, através do WhatsApp, para consolidar a 3ª Edição do Dia D da Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e Reabilitados do INSS.
 
A Rede faz parte do Instituto Incluir, que foi criado pelo produtor corporativo e social, Antoniel Bastos e o empresário Fabio Oliveira, CEO da TOKKE Gestão de Qualidade de Vida.Eles aderiram ao sonho do auditor fiscal aposentado do antigo Ministério do Trabalho, Joaquim Travassos, em realizar no Rio de Janeiro o Circuito Dia D de Empregabilidade.

Sobre o Circuito D
 
“O Circuito Dia D é um movimento que permite que as pessoas com deficiência e reabilitados do INSS, tenham acesso às oportunidades de emprego dos mais diversos segmentos empresariais no dia da feira. As pessoas com deficiência representam cerca de 15% da população mundial. Apesar de constituírem ‘uma das maiores minorias’ , continuam a ser alvo de discriminações diversas, incluindo no acesso ao trabalho digno. Além de oportunizar um ambiente corporativo humanizado e a inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, contribui com a autonomia, o empoderamento e a produtividade do profissional ao exercício da cidadania inclusiva. É dever de todos promover a igualdade de oportunidades e também a valorização do talento e competências das pessoas com deficiência. A feira é o maior movimento de inserção social ao emprego no estado do Rio de Janeiro, desde 2014”, afirma o presidente da Rede Incluir, Antoniel Bastos.

O Circuito Dia D (Feira de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência e Reabilitados do INSS), tem a missão de disseminar no  mercado de trabalho que os profissionais PcDs são pessoas qualificadas e estão em busca de oportunidades de trabalho. O primeiro grande obstáculo enfrentado pelas pessoas com deficiência dentro dessa seara é o acesso à vaga de emprego, eis que ainda prevalece na nossa sociedade a crença em estereótipos equivocados de que são pessoas doentes, fracas e que não possuem condições de ofertar uma mão de obra qualificada, o que faz com que muitas não sejam contratadas. A partir daí, criou-se o mito de que não existem profissionais qualificados para as vagas ofertadas e que o ‘PcD’ tem a preferência pelo BPC (Benefício de Prestação Continuada). Uma narrativa capacitista e discriminatória ao universo da pessoa com deficiência. De acordo com dados divulgados pelo IBGE, sete em cada dez pessoas com deficiência encontram-se desempregadas.
Pensando em mudar este cenário foi que o Instituto Rede Incluir vem demonstrando, através do Circuito Dia D, que essas pessoas existem e estão prontas para trabalhar.

Academia Inclusivo
 
Além disso, a Rede Incluir, vem auxiliando as empresas através da ‘Academia Inclusiva’, um projeto que visa qualificar e contratar que vai tornar assim, a organização mais inclusiva na hora da contratação de profissionais PcDs.


Correio Debate reúne autoridades e especialistas em busca de ações contra a violência doméstica. No DF, nove mulheres foram mortas este ano. Entre os temas abordados, estão a educação e mecanismos de apoio às vítimas e aos órfãos

Celina Leão: “Temos, atualmente, 297 órfãos desse crime. Por isso, criamos uma bolsa para essas crianças”
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press)

(crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press)

Com o objetivo de promover um ambiente de discussão que amplie ações de enfrentamento à violência doméstica, o Correio promoveu mais uma edição do Correio Debate, que trouxe o tema “Combate ao feminicídio: uma responsabilidade de todos”.
Participaram da abertura do evento a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP), que afirmou que ainda há muito o que se mudar na sociedade, quando se fala nesse assunto; e a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que classificou o feminicídio como o “mal do século”, pois atinge todas as mulheres e, por isso, deve ser debatido de forma coletiva.

Dados alarmantes

Celina Leão lembrou que o Correio nunca se furtou de fazer os grandes debates que a cidade precisava. “Isso aconteceu há cerca de um mês, quando discutimos a importância do Fundo Constitucional. Agora, não poderia ser diferente. Vivemos um momento que precisamos não só falar de índices (de violência, simplesmente), mas mobilizar toda a sociedade (contra o feminicídio)”, destacou. Ela também enfatizou que as mulheres morrem pelo simples fato de ser mulher e calculou que a quantidade de feminicídios é ainda maior do que está sendo divulgado oficialmente.

De acordo com Celina Leão, são nove tragédias no DF este ano. “Dessas, quatro nunca registraram boletim de ocorrência contra o autor, e as cinco que fizeram não tinham à disposição o botão do pânico”, lamentou. A governadora também ressaltou que o feminicídio é um crime continuado, que não acaba com a morte da mulher. “Temos, atualmente, 297 órfãos desse crime. Por isso, determinamos a criação de uma bolsa para que as crianças, até os 18 anos, recebam auxílio do Estado”, revelou. “Algumas delas presenciaram os crimes e precisam de um acolhimento psicológico especial até o fim da sua formação (como pessoa)”, enfatizou.

Para ela, é necessário falar sobre a violência contra a mulher e estimular as mulheres a fazerem o mesmo. “Precisamos de um acolhimento no Estado, dentro da rede de proteção, para que a mulher tenha coragem suficiente para isso. Temos que dar condição patrimonial para que as vítimas de violência possam sair dessa situação”, apontou Celina Leão. “No ano passado, tivemos 19 mil denúncias de violência contra a mulher no DF. Isso mostra que ainda temos muito o que mudar na sociedade”, observou a governadora em exercício.
Protagonismo necessário


Anielle Franco: “As mulheres, principalmente as mulheres negras, precisam ser ouvidas”
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press

A ministra Anielle Franco alertou para o fato de que, mesmo com uma lei que pune a morte de mulheres pelo gênero, os casos de feminicídio seguem em crescimento ano a ano. Para ela, o tema deve ser debatido junto a propostas de melhoria no acolhimento para as mulheres denunciarem. “(O feminicídio) É o ápice (de violências seguidas). Para chegar a esse ponto, passamos por outras situações bem complicadas”, explicou.

Para a ministra, essa violência coloca, recorrentemente, as mulheres negras no topo da pirâmide dos casos e elas devem tomar para si a própria história. “No nosso ministério a gente tem tentado, cada vez mais, fazer com que todas as mulheres, principalmente as mulheres negras sejam ouvidas, acolhidas, mas que elas sejam protagonistas de suas histórias, para que nós, mulheres, adentremos nos espaços de protagonismo que historicamente são negados. Mas isso tem que acontecer enquanto estivermos vivas”, ressaltou Anielle Franco.

Segundo a ministra, o CadÚnico é um mecanismo importante de acesso à população preta (principal vítima de feminicídio), por isso a pasta irá se debruçar em ações específicas para ampliar a participação desse perfil dentro do programa. Para incentivar a procura, Anielle Franco participará, até o final da semana, de uma ação simbólica, no Rio de Janeiro, com o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e a primeira-dama, Rosangela Lula da Silva, a Janja, em que farão o cadastramento de uma família ativa, com a presença de uma assistente social, para desenhar o passo a passo para a população.
Compromisso pelas mulheres

Vice-presidente executivo do Correio Braziliense, Guilherme Machado destacou que o jornal assume o compromisso de defesa da mulher e dos direitos da mulher e contra o feminicídio. “Essa realidade está cada dia mais presente, não só no Distrito Federal, mas no Brasil e no mundo”, pontuou. O seminário ocorreu na data que antecede o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

Durante o discurso, Machado também leu uma Carta Compromisso em nome do Correio (confira abaixo). Na fala, o vice-presidente ressaltou que, além de celebrar as mulheres, a data é um momento de expor as violências e os crimes que tiram direito da mulher de existir e que precisam ser combatidos. “As estatísticas são assustadoras”, comentou. Somente em 2023, nove mulheres foram vítimas de feminicídio do DF. “É urgente a criação, adoção e monitoramento de políticas transversais que impulsionem a mudança cultural necessária para o enfrentamento à violência de gênero”, enfatizou.

Fonte: Correio Braziliense


Publicado por Blog Revista Total

Município é apoiador de iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Mandaver nas áreas da saúde e assistência social

Gleycyanny Romão (estagiária) / Secom Maceió
Moradores do Vergel conseguem acesso a iniciativas sociais e de saúde no projeto Favela 3D, com apoio da Prefeitura de Maceió. Foto: Jonatan Lins / Secom Maceió
Quando se formaliza parcerias com benefício direto em ações sociais, os resultados causam impacto direto nas pessoas, famílias e comunidades. Um exemplo desta iniciativa de proximidade está no desenvolvimento do projeto Favela 3D, fruto de um apoio firmado pela Prefeitura de Maceió com o com a ONG Gerando Falcões e o Instituto Mandaver.
É neste projeto que acontece o programa de Decolagem Familiar, que consiste no atendimento a 200 famílias que residem no bairro Vergel do Lago. A população é acompanhada pela equipe psicossocial do Instituto e recebem apoio de profissionais na área da assistência social e psicológica, como também os encaminhamentos na área da saúde para realização de exames e consultas. Ao longo do trabalho, mais de 3.917 atendimentos psicossociais foram realizados, com mais de 340 encaminhamentos para o serviço público.

“Eu superei todas as insônias, choros, problemas financeiros e na saúde. Toda assistência psicológica foi luz na minha vida, estava entrando em depressão e decidi encarar uma nova fase, até aprendi a ler”, comenta Rilza Maria, de 54 anos, uma das beneficiadas pelo projeto Favela 3D.

Rilza Maria tem sido contemplada com o serviço graças à sensibilidade da gestão do prefeito JHC em apoiar as pessoas também nos seus momentos mais complicados, contribuindo assim para que elas retomem o comando de suas vidas e busquem novas perspectivas.

“Eu tinha uma vida bem isolada, sozinha e sou muito grata pela equipe da Prefeitura de Maceió e do Mandaver por todo apoio. Cheguei aqui abatida e decidi que faria a diferença na minha vida. Voltei para a academia, igreja, aprendi a escrever meu nome e comecei a cuidar da minha saúde. O psicólogo que me atende é sempre atencioso e prestativo, sou outra pessoa”, frisou Rilza.

Morando há sete meses no Residencial Parque da Lagoa, construído pela Prefeitura de Maceió no Vergel do Lago, Maria Cícera Palmeira, de 59 anos, também faz parte do programa de Decolagem Familiar. Ex-marisqueira, ela e não esconde a felicidade de ter saído de sua antiga morada – um barraco na beira da lagoa –para um lar digno, seguro e confortável, onde também pode receber toda assistência das equipes que atuam no projeto Favela 3D.

“Graças ao atendimento das equipes consegui pegar encaminhamentos para realizar meus exames e consultas. Moro com minha netinha de onze anos e fico grata e feliz por cuidar da saúde dela desde pequena. Nunca imaginei que poderia acontecer essa atenção aqui no Vergel”, relata Cícera Palmeira.

Dinamismo social – Antônio Trindade, supervisor do Instituto Mandaver, afirma que toda dinâmica e estratégia do projeto é tornar a favela um lugar digno, desenvolvido e digital.

“O cenário mudou, estamos promovendo uma mudança socioeconômica para famílias que estão em vulnerabilidade social. Preparamos um plano de voo com a decolagem familiar, onde inserimos as necessidades mais básicas, como educação, saúde, moradia e lazer”, explica.

O secretário do Gabinete Civil, Antônio Carvalho, explica que o projeto da Favela 3D traz uma nova perspectiva de olhar para o território, sendo multidisciplinar, integrado e que une diferentes ações para a quebra do ciclo da pobreza.

“Em um ano e meio de projeto a gente percebe o quanto a realidade do Vergel tem mudado. Tudo é um ciclo virtuoso. À medida que a gente vai alterando as engrenagens há um crescimento do potencial local de quebrar aquele ciclo de pobreza das famílias. Eles saem de uma situação de vulnerabilidade e passam a ter uma perspectiva de futuro ampliada”, destaca.


Bia Kicis, relatora do projeto

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) projeto de lei que garante às mulheres o direito de indicar acompanhante durante consultas e exames para os quais haja necessidade de sedação. A proposta será enviada ao Senado.

O texto aprovado é um substitutivo da relatora, deputada Bia Kicis (PL-DF), ao Projeto de Lei 81/22, do deputado licenciado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), ao qual estão apensados outros sete projetos sobre o mesmo tema.

Atualmente, o direito a acompanhante já é garantido para o período de trabalho de parto, parto e pós-parto.

Segundo o texto aprovado, o direito caberá ainda em situações nas quais a paciente tem de ficar inconsciente ou apresenta confusão mental ou desorientação em razão do procedimento.

A exceção é para atendimentos realizados em centros cirúrgicos e de terapia intensiva que possuam restrições de segurança. Esses casos devem ser justificados pelo corpo clínico da unidade de saúde, sendo admitido acompanhante que seja profissional de saúde.

Na regra geral, o acompanhante será de livre escolha da paciente; ou de seu representante legal, nos casos em que ela esteja impossibilitada de manifestar sua vontade.

Em casos de urgência e emergência, os profissionais de saúde estarão autorizados a agir na proteção e defesa da saúde e da vida da paciente, ainda que na ausência do acompanhante.

“Acolhemos pedido do Conselho Federal de Medicina para incluir esse dispositivo que permite a realização do procedimento no caso de atraso do acompanhante”, disse a relatora.

Aviso
As unidades de saúde de todo o País deverão manter, em local visível de suas dependências, aviso informando sobre esse direito.

Atualmente, o aviso é obrigatório somente para os hospitais porque o acompanhante é garantido pela lei para o parto.

Debate
Para a deputada Yandra Moura (União-SE), autora de um dos projetos apensados, “a realidade mostra outra face difícil de acreditar”. “Não estamos livres de sermos violentadas em ambientes de saúde em tratamentos médico-hospitalares”, afirmou.

Também autor de um dos projetos, o deputado Ricardo Silva (PSD-SP), ressaltou a importância da medida aprovada. “Nós observamos casos recentes e antigos neste Brasil de homens covardes, criminosos, que se aproveitam desse momento de vulnerabilidade das mulheres e que as estupram”, declarou.

Outra autora de projeto semelhante, a deputada Julia Zanatta (PL-SC) acrescentou que “a ausência de orientações claras na legislação tem criado brechas para que mulheres fiquem vulneráveis em consultórios e salas de exame”.

Segundo a deputada Juliana Cardoso (PT-SP), uma média de 373 abusos sexuais foram denunciados dentro das unidades de saúde no período de 2020 a maio de 2022. “Vocês sabem que muitas mulheres indígenas não têm a sua cultura de parto respeitada em hospitais, que não preservam sua placenta, algo importante para seu povo?”, questionou.

Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) afirmou que o projeto busca uma proteção importante para a mulher. “Nós não podemos ignorar todas as violências que as mulheres sofrem. E nós temos um país que tem um pacto extremamente letal entre o patrimonialismo, o patriarcalismo, o sexismo e o racismo”, disse.

A deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) comemorou a aprovação, mas opinou que ainda é pouco. “É muito insuficiente em um Brasil que teve, em 2022, 822 mil casos de estupro, um a cada 2 minutos, a maioria de meninas. Temos de avançar no Protocolo Não Se Calem a fim fazer valer o direito de uma menina não ser mãe”, afirmou.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Publicado por Blog Revista Total/Por Branca Macedo

De ontem até 24 de março, a Prefeitura do Ipojuca, através da Secretaria Municipal de Defesa Social, estará realizando o Curso de Inteligência de Segurança Pública Municipal (CISPM), que é pioneiro no estado. A aula inaugural aconteceu nessa terça-feira (07), no auditório do SENAI de Ipojuca, e contou com representantes da ABIN, Polícia Federal, SDS Estadual, MPPE, entre outras intituições.

Presente ao evento, a prefeita do Ipojuca, Célia Sales, destacou a importância do setor de Inteligência na Segurança Pública e o quanto esta ferramenta auxilia nas áreas estratégica, tática e operacional da Secretaria de Defesa Social de qualquer esfera, seja ela municipal, estadual ou federal. “O Curso de Inteligência de Segurança Pública Municipal que estamos iniciando hoje é algo que me dá muito orgulho, não só por está sendo ofertado pela Secretaria de Defesa Social do Ipojuca, mas também por Ipojuca ser destaque na Segurança Pública do estado com a política da valorização da Guarda Municipal.”, disse a prefeita.

O secretário de Defesa Social do Ipojuca, Osvaldo Morais, disse estar feliz neste momento, que é ímpar para o estado e para o Nordeste. “O ano passado atendemos a lei do SUSP e tivemos a construção da Política Municipal de Segurança Pública. Dessa forma temos conformidade com a união e o estado, o curso onde os atores de Ipojuca estarão, traz essa interação entre as instituições e municípios e ajuda a promover ideias inovadoras”, disse o gestor, que também parabenizou a Guarda Municipal e desejou um excelente curso a todos.
O pesquisador e especialista em Segurança da UFPE, Armando Nascimento, que palestrou na abertura do curso, destacou que Ipojuca é um município diferenciado e que está quebrando paradigmas na área de Segurança Pública.

Sempre preocupado na criação de políticas públicas voltadas para os animais não-humanos, o vereador Anderson Correia (PP) solicitou, por meio de um requerimento, que sejam criados locais de abrigo, feitos de outdoors reciclados e outros materiais que sobram de publicidade do município, para animais de rua. A ideia é baseada num projeto de sucesso feito por uma ONG na Tailândia, país com grande índice de animais abandonados, assim como acontece no Brasil.

“Precisamos estar atentos ao que está acontecendo de bom em prol dos animais, e este projeto é uma política pública muito importante para os animais de rua, que são habitantes do município e precisam de dignidade e bem-estar. Esses locais de abrigo, além de proteger os animais do sol e da chuva, podem ser feitas de materiais 100% reciclados dos outdoors e outros materiais, como placas, que sobram de publicidade do município, servindo também de um novo espaço publicitário para a própria prefeitura, de forma fixa e sem onerosidade”, destacou Anderson.


Por André Beltrão – Ao menos na teoria caberia à OAB defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, além de pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídica.

No entanto, na noite de ontem (6) a Justiça do Trabalho entendeu que a entidade desvirtuou completamente das suas finalidades e proferiu decisão condenando a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) a reintegrar funcionária demitida pelo atual presidente, Fernando Ribeiro, por perseguição política.

Segundo a decisão que nosso blog teve acesso, o presidente da entidade demitiu a funcionária como retaliação pela derrota eleitoral sofrida nos municípios de Vitória de Santo Antão e Gravatá no pleito de 2021, quando obteve apenas 11,32% dos votos válidos contra 88,68% da chapa da oposição liderada pelo advogado Almir Reis.

Segundo a decisão, além de reintegrar a funcionária aos quadros da instituição, a OAB deverá arcar com o pagamento de indenização por danos morais e demais verbas salariais desde o período do afastamento por perseguição política. O valor chega a mais de R$ 80.000,00, a serem quitados com os valores de anuidades pagas pela advocacia pernambucana.

Especialistas em Direito do Trabalho ouvidos pelo blog relataram que inobstante a condenação seja em desfavor da OAB seria possível o ingresso de futura ação de regresso da entidade contra o presidente para reparar o prejuízo causado à OAB com o ato unilateral de perseguição política.

A onda de más notícias para o atual presidente parece não ter fim. De acordo com os últimos levantamentos a que o blog teve acesso, a gestão de Fernando Ribeiro é a mais mal avaliada do seu grupo político, que comanda a OAB desde 2007. E o processo judicial que deve resultar no seu afastamento da presidência da entidade, por irregularidades praticadas nas eleições da entidade, andou a passos largos nos últimos dias.

É isso.

Fonte: Blog do Ricardo Antunes

A possibilidade de redução de até 90% na conta de energia elétrica é o principal atrativo para que os consumidores sejam residencial, empresarial, industrial ou rural estejam optando por implantar energia solar. As vantagens da autossuficiência energética serão apresentadas pela EcoPower, uma das expositoras da Norte Show 2023, que será realizada de 18 a 21 de abril, em Sinop.

Este é o segundo ano que a empresa participa da feira de negócios e com desafio de superar os R$ 5 milhões de negócios fechados na edição do ano passado. Desta vez, os consumidores terão a possibilidade de fazer pagamento no boleto bancário também, o que pode gerar mais contratos fechados.

O franqueado da EcoPower em Sinop, Marlon Henrique Rosa, destaca que os investimentos sejam eles próprios ou por meio de financiamento são vantajosos, mesmo após a mudança na legislação ocorrida em janeiro deste ano a respeito da implantação da energia solar.

Casas, pequenos comércios enquadrados como grupo B de consumidores de energia, que utilizam cerca de 1000 kw, ou que tenham conta de energia elétrica em torno de R$ 800, se investir R$ 28 mil em recursos próprios na aquisição do kit solar em 32 meses tem retorno do investimento. A pessoa vai pagar apenas a o valor do quilowatt injetado na rede de distribuição da Energisa e a taxa de iluminação pública, que juntas não passa de R$ 150 ao mês.

“Mesmo nos casos de financiamento é vantajoso investir em energia solar, independente da taxa de juros, pois o valor das parcelas será semelhante ao que a pessoa já paga com a conta de energia elétrica. Nesses casos, o retorno do investimento gira entre 4 a 5 anos”, explicou Marlon.

No estande da empresa na Norte Show será instalada uma estrutura de placa solar de solo, as mesmas utilizadas nas propriedades rurais. No meio rural, os produtores têm optado pela energia solar para reduzir os custos de produção. Conforme Marlon, a procura é grande dos pequenos aos grandes proprietários rurais.

“Eles buscam reduzir os custos de operação com a autossuficiência energética atendendo a sede, a casa dos funcionários, alojamentos, refeitórios. Os pequenos produtores utilizam para os resfriadores de leite e no caso dos grandes proprietários, eles também podem utilizar a energia gerada para uso nas casas na cidade”, explicou.


Durante a 4º Sessão Ordinária, realizada nesta segunda-feira (06/03), o presidente da Câmara Municipal de Sinop, vereador Paulinho Abreu (PL), apontou a Secretaria Municipal de Saúde, conforme a indicação nº 071/2023, a necessidade de implantar um Centro Especializado em Reabilitação Neurológica em Sinop.

Segundo Paulinho, a demanda para essa área tem se tornado a cada dia maior.

“Com a reabilitação será possível devolver a qualidade de vida ‘perdida’ aos pacientes que necessitam deste tratamento. O espaço público de saúde deve ter uma equipe multidisciplinar, com vários profissionais envolvidos, indo de médicos especializados à fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, neurologistas, fisiatras e acupunturistas, para assim poder reabilitar pessoas com doenças neurológicas, neuromusculares, autismo e, pacientes críticos ou com doenças raras”, explica.

Outra sugestão do vereador, foi direcionada a Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Cultura. De acordo com a indicação nº 072/2023, Paulinho aponta a necessidade de implantação de um sistema de Energia Solar, através de painéis, no Centro de Eventos Dante de Oliveira.

Ainda, nesta sessão, Paulinho Abreu apresentou uma Moção de Aplauso às forças de segurança do Estado de Mato Grosso, compostas, na ocasião, pela Polícia Judiciária Civil Sinop, 3º Comando Regional de Sinop, Batalhão de Operações Especiais (BOPE) de Cuiabá e ao Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAR) de Cuiabá e Sorriso, pela ação rápida e eficaz, que resultou na morte de Ezequias Souza Ribeiro e na prisão de Edgar Ricardo de Oliveira, autores da chacina ocorrida no dia 21 de fevereiro de 2023 em Sinop, onde foram assassinados sete pessoas por motivos fúteis.

Assessoria de Imprensa
Simone Casagrande

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