Foi no Estádio Internacional de Yokohama, em Tóquio, no Japão a consagração do
absoluto sucesso da maior Delegação Brasileira já constituída em todos os Jogos Olímpicos
realizados pelo Comitê Olímpico Internacional.
As vitórias com medalhas de ouro dão o tom do brilho alcançado nesses Jogos de
Tóquio pós-pandemia. E o nome pé-quente e supercampeão mundial e olímpico é do jogador
do São Paulo Futebol Clube Daniel Alves, que aos 38 anos de idade é detentor de 44 títulos
nacionais e internacionais dos mais relevantes e desejados por todos os atletas que jogam por
amor à camisa, com muita determinação e foco nos seus objetivos, que é vencer ou vencer!
Os números desta Olimpíada são encantadores, 21 medalhas, superando o recorde de
19 pódios em uma única Olimpíada, em 2016 no Rio de Janeiro, sendo que o Brasil
conquistou 7 de ouro, 6 de prata e 8 de bronze, totalizando 21 medalhas olímpicas em Tóquio.
É muito pouco convenhamos, para um país com a potencialidade esportiva do Brasil, a
questão fundamental é a falta de apoio de forma planejada e estrutural, quebrando a força de
políticas regionais e organizando um trabalho de base super integrado entre os jovens nas
escolas de nível básico, fundamental, médio e nas universidades, além dos clubes desportivos
em todo o Brasil.
O Comitê Olímpico Brasileiro remunera os atletas vencedores em modalidades
individuais com valores de R$250 mil para medalhistas de ouro, R$150 mil para prata e R$100
mil para bronze, porém a média salarial de um atleta gira em torno de míseros R$ 1.277,00.
O Brasil no conjunto geral de medalhas ficou na 12ª posição do ranking final, quase no
top 10 de melhores países ganhadores de medalhas olímpicas de Tóquio 2020/21.
A grande estrela que haverá de nos dar muito mais alegria no futuro é a skatista
medalha de prata Rayssa Leal, de apenas 13 anos. O Brasil tem um celeiro de atletas
composto por grandes fenômenos mundiais (Pelé, Ademar Ferreira da Silva, João do Pulo,
Ayrton Senna, Gustavo Kuerten, Oscar Schimidt, entre outros), a verdade é que a corrupção
nos Governos Estaduais e Prefeituras das capitais e regiões metropolitanas, a falta de apoio
financeiro e a politicagem dentro dos Estados com as Federações Esportivas e o compadrio,
destroem a organização e um planejamento estratégico para competirmos em igualdade de
forças com as potências mundiais dos esportes, como os Estados Unidos, China, Reino
Unido, Rússia (sem doping), além de outras potências mundiais.

Mas estamos evoluindo, a coragem dos gestores públicos federais, somados com o
alto grau de profissionalização dos atletas que já está crescendo e progredindo ano após ano,
como visto nesta edição das Olimpíadas, registram um grande sucesso proporcinalmente as
anteriores.
O Brasil cresceu na canoagem com o Izaquias Queiroz dos Santos, no boxe feminino e
masculino, no tênis de duplas femininas com a Laura Pigossi e Luiza Stefania, mantendo o
ritmo no vôlei, basquete, natação e atletismo, porém sem o brilho tão desejado do ouro
Olímpico.
O Brasil irá alcançar a invejável capacidade de reação perante esse crucial momento
que vivemos para retirar da vida nacional todos os maus brasileiros, principalmente aqueles
que impediram os jogadores da Seleção Brasileira de irem para Tóquio defender a nossa
Pátria, além de todos os que não desejaram a realização da Copa América no Brasil e foram
responsáveis pela derrota da nossa Seleção Pentacampeã de Futebol do Mundo para a
Argentina por 1 a 0, nos causando enorme constrangimento e mais descrédito internacional.
Enfim, o que todos esperamos é uma nação unida, coesa, pensando nas Olimpíadas
de 2024 em Paris com o intuito de ganharmos dezenas de medalhas de ouro para estarmos
dentre às cinco maiores potências esportivas do mundo, pois, será esse o nosso lugar,
comemorando uma nova etapa de desenvolvimento social, cultural e político.

Esta determinação passa pela vontade pessoal do nosso Presidente da República que
já sinalizou o seu grande interesse em seguir nesse caminho, pois dos atletas medalhistas
saíram das fileiras das nossas Forças Armadas, que das 21 medalhas, 11 foram conquistadas
por militares, e das 7 de ouro, 4 foram de militares, informação esta que um setor da imprensa
ideológica e sectária não informou a sociedade, deixando de apresentar um dos momentos de
brilho e amor à nossa bandeira, no momento da execução do hino nacional pela medalha de
ouro, com os atletas em formação e apresentando continência em respeito ao pavilhão
nacional, momento raro de civismo e patriotismo que também está sendo resgatado pela
sociedade brasileira.
O Japão, na qualidade de potência mundial mostrou ao mundo a sua responsabilidade
e amor ao meio ambiente de forma sustentável, pois as mais de 5000 medalhas de ouro, prata
e bronze foram fabricadas a partir de 70 toneladas de lixo eletrônico como celulares
computadores e outros dispositivos, além de todo o mobiliário para dar conforto aos 11 mil
atletas que foram feitos com papelão reciclável, como camas, armários, entre outros,
demonstrando a responsabilidade ambiental da sociedade japonesa, que foi um dos pontos
mais importantes desta histórica Olimpíada, em Tóquio 2020/21.

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