Além de tocar sanfona na sua banda Brucelose, em fase de suspensão de atividades devido à pandemia do coronavírus, o novo ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, usa a pescaria como escape para relaxar do grande estresse do dia a dia no Governo. Depois de tomar posse, quinta-feira passada, em meio à morte da avó quase centenária, ele passou o dia de ontem pescando em alto mar do litoral pernambucano.

Gilson é quase um profissional da pescaria. Começou cedo, ainda garoto, e quando não está na fazenda de boi e cavalo no Mato Grosso, ou no litoral alagoano, onde tem uma fazenda de produção de coco e uma pousada, passa boa parte do tempo livre do trabalho em alto mar ou em rios de grande extensão, como o Tocantins.

E faz adeptos. Um deles é o chefe imediato, o presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo Gilson, o presidente não apenas pesca bem como é profissional em mergulho, chegando a atingir até 50 metros de profundidade. O filho Flávio, senador da República, também adora pescar e mergulhar. “Bolsonaro fez graduação em mergulho quando serviu ao Exército”, lembra.

As pescarias de Gilson duram o dia inteiro e dependendo do tempo e dos resultados se estendem até tarde da noite. Ontem, foi até às 23 horas e o resultado parece ter sido bom, conforme a imagem enviada ao blog hoje cedo.

“Pescar, depois de tocar, é o meu grande relax”, confessa o ministro, que ontem pegou um lote de pescada amarela, cavala e guarajuba, além de outras espécies.

blog do Magno Martins

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