Arquivos do mês setembro 2020

Esta certeza se dá pelo desejo demonstrado por todos os pombenses, o que ficou mais que constatado nos estudos técnicos realizados na cidade pelas equipes da Revista Total

Por Marcos Lima Mochila

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Empresário do ramo de veículos pesados, Elias Batista de Lima, mais conhecido como Elias Meu Fii, poderia simplesmente dar uma parada, dedicando-se mais ainda à sua família, principalmente por ter seus filhos já criados.

No entanto, Elias não se conforma com os rumos de sua querida Pombos, município pernambucano distante a apenas 65 km da capital Recife.

Natural da cidade, Elias Meu Fii é um incansável lutador pelo seu desenvolvimento, aproveitando-se do conceito de que goza junto às autoridades e políticos para conseguir obras e ações voltadas à melhoria da qualidade de vida de seus conterrâneos. Inclusive, já construiu vários poços e barragens na Zona Rural, com recursos e equipamentos próprios, em benefício de sua gente.

Querido por todos, que têm nele, além de um amigo, um companheiro sempre pronto a orientar, apoiar e dar sugestões, Elias meu Fii vem se cacifando cada vez mais como o próximo prefeito pombense. Ressalte-se que isso nasceu do desejo da população e não é de hoje. Se dependesse dos munícipes, há muito Elias já teria sido prefeito de Pombos. Mesmo não exercendo nenhum cargo público, é a ele que muitas pessoas da cidade recorrem para solucionar os problemas, tanto pessoais, como do município de um modo geral.

Na realização dos estudos técnicos nas últimas semanas, em Pombos, a equipe da Revista Total se surpreendeu com o índice de mais de 90% de aprovação que tem o nome de Elais Meu Fii.

“Minha pré-candidatura é baseada na ética, na honestidade e no amor que tenho pelo povo de Pombos. Cansei de sempre apoiar e acreditar em candidatos que prometiam melhorias pra nosso povo onde, na verdade, só queriam a cadeira do poder, só visando os seus próprios interesses, esquecendo o povo sofrido da minha terra. Por isso, este ano vou entrar no pleito para mostrar que é possível empreender uma gestão voltada para a melhoria da qualidade de vida da população. Não almejo o poder e sim, poder mudar essa política viciada, onde o povo é esquecido. E esta vai ser a minha meta a partir do 1º dia de meu governo: servir a esse povo que tanto amo”, ressaltou Elias.

Elias se prepara para quando assumir o comando da cidade promover uma verdadeira revolução de progresso e bem estar, com o olhar voltado para todas as necessidades da população mas, sobretudo, com um maior foco para a Saúde, a Educação, o saneamento básico e a conservação das estradas de acesso à Zona Rural, por entender que este é o caminho para que os produtores possam ter facilitada a distribuição de seus produtos, não só na própria cidade, como em outras da região.

Defesa Civil reforça importância de aumentar cuidados com a saúde nos próximos dias, principalmente mantendo-se hidratado

Com temperaturas elevadas, que podem chegar a 33º, a previsão é que o Distrito Federal continue a registrar picos de baixa umidade, inferiores a 20%, nesta semana. A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Desta forma, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF), reforça a importância da população aumentar os cuidados com a saúde.

“De acordo com o INMET, estamos há 114 dias sem chuvas e com as temperaturas elevadas, a população sente ainda mais os impactos deste período de estiagem. Por isso é tão importante dar ainda mais atenção às medidas que minimizem os impactos à saúde, como manter-se hidratado e não descuidar de crianças e idosos, que são mais frágeis”, alerta o subsecretário da Defesa Civil, coronel Alan Araújo.

O DF encontra-se em estado de alerta, ou seja, com umidade abaixo de 20% por no mínimo três dias consecutivos. Há ainda dois níveis de classificação com os níveis de umidade relativa do ar: estado de emergência – abaixo de 12% por três dias consecutivos – e o estado de atenção – variação entre 30% e 20% por cinco dias.

A Defesa Civil tem enviado mensagens, por SMS, à população destacando a importância de tomar os devidos cuidados neste período. Para receber os alertas é necessário fazer um cadastro prévio, enviando o CEP para o número 4019.

Desconforto respiratório

Casos com sintomas respiratórios mais fortes, como dificuldade para respirar, podem ser causados pelo novo coronavírus ou por outros vírus respiratórios. “Neste casos, o paciente deve ser avaliado o mais breve pelo serviço de saúde e iniciar o tratamento necessário”, afirma o médico da Defesa Civil, José Evoide.

Orientações importantes

➯ Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz. Não esqueça de usar máscara de proteção individual, importante neste período para evitar o contágio pelo novo coronavírus;

➯ Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;

➯ Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;

➯ Evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 17h;

➯ Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de deitar;

➯ Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;

➯ Aproveite o vapor produzido pela água durante o banho para lubrificar as narinas

➯ Coloque toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos quartos de dormir;

➯ Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções das vias aéreas;

➯ Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis cortinas e carpetes;

➯ Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Dê preferência para aspiradores ou panos úmidos;

➯ Ligue ventiladores de teto no modo “exaustor”, com ar direcionado para cima. Ligados para baixo, no modo “ventilação”, levantam a poeira que se mistura no ar;

➯ Não queime lixo nem provoque queimadas por descuido ou desatenção.Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Defesa Civil reforça importância de aumentar cuidados com a saúde nos próximos dias, principalmente mantendo-se hidratadoCom temperaturas elevadas, que podem chegar a 33º, a previsão é que o Distrito Federal continue a registrar picos de baixa umidade, inferiores a 20%, nesta semana. A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Desta forma, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF), reforça a importância da população aumentar os cuidados com a saúde.

“De acordo com o INMET, estamos há 114 dias sem chuvas e com as temperaturas elevadas, a população sente ainda mais os impactos deste período de estiagem. Por isso é tão importante dar ainda mais atenção às medidas que minimizem os impactos à saúde, como manter-se hidratado e não descuidar de crianças e idosos, que são mais frágeis”, alerta o subsecretário da Defesa Civil, coronel Alan Araújo.

O DF encontra-se em estado de alerta, ou seja, com umidade abaixo de 20% por no mínimo três dias consecutivos. Há ainda dois níveis de classificação com os níveis de umidade relativa do ar: estado de emergência – abaixo de 12% por três dias consecutivos – e o estado de atenção – variação entre 30% e 20% por cinco dias.

A Defesa Civil tem enviado mensagens, por SMS, à população destacando a importância de tomar os devidos cuidados neste período. Para receber os alertas é necessário fazer um cadastro prévio, enviando o CEP para o número 4019.

Desconforto respiratório

Casos com sintomas respiratórios mais fortes, como dificuldade para respirar, podem ser causados pelo novo coronavírus ou por outros vírus respiratórios. “Neste casos, o paciente deve ser avaliado o mais breve pelo serviço de saúde e iniciar o tratamento necessário”, afirma o médico da Defesa Civil, José Evoide.Orientações importantes

➯ Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz. Não esqueça de usar máscara de proteção individual, importante neste período para evitar o contágio pelo novo coronavírus;

➯ Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;

➯ Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;

➯ Evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 17h;

➯ Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de deitar;

➯ Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;

➯ Aproveite o vapor produzido pela água durante o banho para lubrificar as narinas

➯ Coloque toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos quartos de dormir;

➯ Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções das vias aéreas;

➯ Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis cortinas e carpetes;

➯ Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Dê preferência para aspiradores ou panos úmidos;

➯ Ligue ventiladores de teto no modo “exaustor”, com ar direcionado para cima. Ligados para baixo, no modo “ventilação”, levantam a poeira que se mistura no ar;

➯ Não queime lixo nem provoque queimadas por descuido ou desatenção.

Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Em convenção partidária semipresencial realizada no último domingo (6), o prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia (PSD), lançou sua candidatura à reeleição, ao lado do atual vice-prefeito da cidade, André Viana (DEM). “Chapa mantida! não tenho porque mudar, foi a receita que deu certo. André é um grande parceiro, um grande amigo, uma pessoa de minha inteira confiança. Vamos mais uma vez para a batalha. Que seja feita a vontade do povo e que Deus abençoe a todos!”, comentou o atual gestor. Nas eleições municipais deste ano, Marcelo Gouveia terá apoio de 11 siglas na coligação “União Por Paudalho”, que estiveram representadas na convenção. Dessas, cinco lançaram no momento candidaturas para vereadores na cidade. São elas:

PSD: 20 candidatos

PODEMOS: 20 Candidatos

REPUBLICANOS: 20 candidatos

SOLIDARIEDADE: 19 Candidatos

DEMOCRATAS : 20 Candidatos Entre os 11 partidos, o atual gestor executivo ainda tem apoio do PSDB, PTB, PSC, PL, PSL, PATRIOTA. “Hoje temos o maior grupo da história de Paudalho, com vários candidatos a vereadores. Acreditamos que teremos uma votação histórica. A gente tem o apoio do povo, o apoio dos políticos, aprovação popular, agora só basta a gente concluir esse processo eleitoral e se Deus quiser nós teremos mais uma vitória. Porque é uma quebra de paradigmas! Acreditamos que eleição não se faz com dinheiro, mas com trabalho árduo ao longo de uma gestão e foi o que fizemos”, destacou Marcelo Gouveia.

Sobre a reeleição, o atual prefeito foi enfático: “Eu quero dar continuidade ao programa Ruas do Povo. Nós vamos calçar até o final do ano 120 ruas, estamos chegando as mais de 90 pavimentadas. Infelizmente passaram-se muitos anos sem Paudalho ter atenção em relação a isso e nós tínhamos cerca de 300 ruas precisando de calçamento, muito saneamento básico, muitas obras de infraestrutura e eu quero dar continuidade a esses investimentos nas ações e nos programa exitosos que tivemos e olhar para áreas que eu ainda não consegui. Não da forma que eu gostaria, porque a gente tinha que priorizar algo, eu priorizei: saúde, educação, infraestrutura e assistência social. Desde 2015 o Brasil passa por uma crise e agora veio a pandemia, todo esse cenário não foi favorável, o que dificultou na geração de emprego. Essa será um desafio de qualquer prefeito após a pandemia e também será um nosso. Temos feito muito, graças a Deus , mas queremos fazer mais e temos condições para isso”, disse.

O momento da convenção foi realizado de forma semipresencial com apoio de videoconferência on-line e respeitando todas as medidas pertinentes à situação atual da pandemia do Coronavírus.

O que é uma convenção partidária?

São reuniões de filiados a um partido político para julgamento de assuntos de interesse do grupo ou para escolha de candidatos e formação de coligações. Segundo o art. 87 do Código Eleitoral, só podem concorrer às eleições os candidatos que estiverem filiados a um partido político.

Com a promulgação da Emenda Constitucional (EC) nº 107/2020, que adiou as Eleições Municipais 2020, todos os prazos eleitorais previstos para o mês de julho foram prorrogados por 42 dias, proporcionalmente ao adiamento da votação. Assim, as convenções partidárias para a escolha de candidatos, que aconteceriam de 20 de julho a 5 de agosto, estão sendo realizadas até 16 de setembro.


O Senador Jarbas Vasconcelos recebeu nesta segunda, no Recife, a pré-candidata à Prefeita de Tracunhaém, Regina Lapa. O encontro serviu para o alinhamento de estratégias visando às eleições deste ano. “Regina tem planos concretos para resgatar a importância de Tracunhaém para nosso Estado. Seu esforço será de valorização da cultura, da família e da melhoria de vida da população. Conversamos e alinhamos nossas atuações. Ela sabe que contará com meu apoio no Senado Federal. Iremos juntos buscar recursos em favor da cidade”, afirmou Jarbas.

Emendas parlamentares do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) garantiram a compra de 39 tratores para municípios pernambucanos. Os veículos estão equipados com implementos agrícolas e vão ajudar no desenvolvimento da agricultura familiar.

“Sabemos da importância do homem do campo e das famílias que trabalham para garantir o alimento fresco na nossa mesa. Nós valorizamos isso e nosso empenho é para garantir a força e a continuidade dessa atividade que, sobretudo, tem natureza social”, afirma Eduardo da Fonte.

Os tratores já foram entregues para Lagoa do Ouro, São Cristóvão, Iati, Lagoa dos Gatos, Itaíba e Santa Cruz da Baixa Verde. Eduardo da Fonte destaca que continua trabalhando pelos municípios e que outras prefeituras ainda serão beneficiadas assim que mais maquinários forem liberados.

Começa nesta quarta-feira (9), em live com a historiadora social e escritora carioca Mary Del Priore, o Circuito Cultural de Pernambuco. O evento, pela primeira vez no modelo digital, é uma iniciativa da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) com curadoria da Fundação Gilberto Freyre e se estenderá pelos meses de outubro, novembro e dezembro, com atividades mensais. Até o próximo domingo (13), quando termina a primeira etapa do Circuito, serão realizadas diversas ações por dia entre lives, debates, contação de histórias, oficinas educativas, lançamentos de livros, apresentações artísticas e exibição de filmes. O poeta João Cabral de Melo Neto, que teria completado 100 anos de nascimento em 9 de janeiro de 2020, é o homenageado do evento. “Mudamos o formato, mas a reflexão sobre o livro e a leitura permanecem em Pernambuco”, afirma o jornalista e presidente da Cepe, Ricardo Leitão. Mais de 20 editoras, livrarias e instituições estão inseridas na programação com atrações próprias. A abertura oficial do Circuito Cultural será às 16h30 e a conversa com Mary Del Priore – História Baseada em Fatos Reais – se inicia às 17h, com mediação do jornalista Fellipe Torres. Autora de 53 livros e detentora de mais de 20 prêmios nacionais (três Jabutis e dois Casa Grande & Senzala) e internacionais, ela vai mostrar como correspondências pessoais revelam as nossas origens. “Documentos mais íntimos dizem muito sobre a sociedade, a partir desse conteúdo é possível ir tecendo, construindo e contando a história de uma maneira diferente, é como se a pessoa estivesse ouvindo a voz e sentindo as angústias, as alegrias e os pesares de quem escreveu as cartas”, declara a historiadora. Acompanhe a programação, gratuita e para todas as idades, pelo portal do Circuito (www.circuitoculturalpernambuco.com.br) e veja a entrevista concedida pela escritora.

Pergunta – Bilhetes amorosos, cartas trocadas entre marido e mulher e correspondências entre pais e filhos são fontes para seus estudos. Como esses documentos, tão íntimos e pessoais, ajudam a contar a nossa história? O que eles nos revelam sobre o povo brasileiro?

Mary Del Priore – Das Cartas jesuíticas aos seus correspondentes em Roma, às cartinhas de D. Pedro I aos filhos ou à correspondência amorosa entre a condessa de Barral e o Imperador D. Pedro II é todo um mundo que se descortina. Afetos, questões políticas, tensões familiares, problemas do dia a dia, a correspondência se torna uma grande tela de cinema onde os fatos históricos desfilam entremeados às questões do coração ou às emoções. É uma outra forma de se conhecer a história e a vida de quem escreve. Todo o povo escrevia? Não. Mas é bom saber que até escravos trocavam correspondência, como vem sendo apurado por historiadores. E suas cartas ou são endereçadas às autoridades em busca de Direitos e de liberdade, ou aos familiares revelando as mesmas preocupações de pessoas livres.

Pergunta – Com base nessas correspondências, que recuperam o cotidiano da sociedade e desnudam histórias pouco investigadas, que avaliação a senhora faz do brasileiro? É um povo conservador?

Mary Del Priore – As cartas revelam grande preocupação com entes queridos ou membros da família. Doenças, mortes, problemas financeiros são os temas mais visitados. Nas cartas de políticos fica visível os golpes e contragolpes da história. José Bonifácio, por exemplo, escreveu horrores sobre D. Pedro I quando sentiu que foi abandonado e traído. Não dá para julgar o “povo brasileiro” que é complexo e muito diferente de Norte a Sul. Mas dá para ver que a emoção nunca esteve ausente da tinta e do papel.

Pergunta – Onde a senhora encontra esses documentos, verdadeiras preciosidades sobre o comportamento social dos habitantes do País? Em arquivos públicos? Em baús de família?

Mary Del Priore – Nossos arquivos públicos são riquíssimos. Os dos museus, como o Imperial, também. A Fundação Getúlio Vargas tem um Arquivo sobre nossos políticos impecável assim como a Fundação Ruy Barbosa. O IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro) é outra mina de ouro. E existem arquivos privados e colecionadores que são muito generosos. Quando sabem que alguém está fazendo um livro sobre o assunto, entram em contato e oferecem seus préstimos. Eu mesma recebi muita ajuda quando escrevi sobre personagens do Império. Boa vontade não falta. O que falta são verbas da Federação que mantenha esses tesouros vivos, higienizados e ao alcance dos pesquisadores.

Pergunta – O Brasil ultrapassou a casa dos 120 mil mortos pela Covid-19 e parece que esse número já não impacta (ou sensibiliza) o cidadão comum, alheio às recomendações de distanciamento social. No livro O mundo pós-pandemia: Reflexões sobre uma nova vida (Editora Nova Fronteira), que conta com textos de 50 personalidades convidadas, a senhora aborda os ritos de luto. Na perspectiva da história, o que podemos aprender com tais ritos e o que a atual pandemia nos ensinará?

Mary Del Priore – O capítulo em questão trata de um tema importante: nossos antepassados temiam a morte? Resposta: não! Temiam morrer sem estar preparados. Acompanhados por padres ou tabeliães deixavam tudo certinho para seus descendentes, pediam perdão pelos pecados cometidos e pagavam dívidas. Vizinhos e amigos enchiam o quarto. O moribundo fechava os olhos cercado de calor humano. Depois do transe, havia sempre uma comezaina. Bebia-se muito no percurso do caixão até o cemitério e não poucas vezes o enterro acabava em frouxo de risos e gritos de saudades. Existia uma intimidade com o “bem-morrer”. Hoje, isolados na UTI, os moribundos não veem mais seus parentes ou os familiares seus mortos que desaparecem rapidamente nas covas. Não há tempo para despedidas. Isso implica numa mudança de mentalidade que terá consequências mais a frente.

Pergunta – Conhecer o passado é essencial para para se compreender o presente. Como interpretar um país, como o Brasil, que trata com tamanho desinteresse a história e a memória? O que vem sendo ensinado em salas de aulas reflete o país?

Mary Del Priore – É muito triste constatar o desinteresse dos brasileiros por seu passado. Nada se conserva ou cuida. O incêndio do Museu Nacional já foi esquecido. Grandes protagonistas da história passam desapercebidos e nem são identificados quando são nome de ruas. Temos uma elite que cultiva modismos estrangeiros sem valorizar suas raízes, e professores que dão aula de história, sem gostar do que fazem. Nossos líderes são semianalfabetos e se gabam do mau uso da língua portuguesa. Ora, a história faz parte do sentimento de pertença e cidadania. Sem ela, será cada vez mais difícil ter uma população comprometida com o país. Jamais saberemos quem somos, se não soubermos quem fomos. Para isso temos que mudar a elite, varrer os políticos e trocar professores desinteressados por historiadores apaixonados pelo que fazem.

Pergunta – No Brasil, discurso revisionista (e negacionista) cresce como uma onda em pleno século 21 tentando legitimar projetos ideológicos. Gostaria que a senhora falasse um pouco sobre esse momento de manipulação histórica…

Mary Del Priore – O negacionismo, palavra que nasceu com a negação dos terríveis campos de extermínio nazistas, reapareceu no debate sobre o número de mortos e a cloroquina. Os gabinetes de ódio ajudaram a disseminar fake-news e os brasileiros que não têm o hábito de se informar, se viram diante de mentiras do governo. Penso, contudo, que muitos segmentos reagiram: blogs, imprensa, artistas, médicos, escritores, ninguém perdeu tempo em desmentir as falsas informações. O negacionismo só fez aparecer a terrível desigualdade, não só econômica, mas, sobretudo, intelectual em que vivemos. A vontade de muitos de acreditar ingenuamente em milagres calou a razão e a ciência.

Pergunta – O Governo Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de reforma tributária que prevê a taxação de 12% sobre os livros. Como a senhora analisa tal iniciativa e o que está em jogo?

Mary Del Priore – Penso que se esse governo quisesse fazer algo pelo país, focaria exclusivamente em educação. Somente com educação se sai da pobreza. O gosto pelo livro e a leitura é algo que deve ser incentivado pela multiplicação de bibliotecas, projetos comunitários que incentivem a ler e sobretudo, pais e professores que transmitam o prazer de ler aos filhos e alunos. Quantas casas têm televisões imensas e nem um livro?! Moro numa área semirrural e, no ponto de ônibus do bairro, fiz uma pequena biblioteca. Um sucesso! Vejo pessoas lendo à noite, à luz do celular. Nossos patrícios querem ler. E convido a todos a assinar a lista que está na internet contra essa taxação. Vamos nos mexer!

Pergunta – Qual o seu próximo livro? Que assunto vai sair do baú para as livrarias?

Mary Del Priore – O próximo livro que sai pela editora Planeta, em outubro, chama-se “De sobreviventes à guerreiras – uma breve história das mulheres no Brasil”. Nele, evito o vitimismo e o “coitadismo”, narro a história de mulheres que driblaram a violência, as dificuldades da vida e venceram e ainda discuto o fim do patriarcado. Gostei muito de escrever e espero que os leitores gostem o mesmo tanto, de ler.

Ibaneis Rocha foi eleito governador do Distrito Federal em 2018, pelo MDB.

Desde a peste negra que no século 14 ceifou milhões de almas, a humanidade não via nada tão devastador como agora: um novo vírus, invisível, capaz não só de matar, como também disseminar o medo, destroçar economias sem se importar com seu tamanho e poder de fogo tecnológico, anular sonhos.

Humildade terá sido a maior das lições deixada pela pandemia dos tempos modernos. Como foi também no passado, em outros momentos cruciais da história, como quando se descobriu que a Terra não é o centro do universo, ou que o Sol é pequeno se comparado a outros sóis que iluminam a Via Láctea e, ainda, que nossa galáxia é apenas uma, pequena por sinal, e entre bilhões de outras no universo.

Terá mesmo? Quando a covid-19 chegou, havia no ar o ranço de uma campanha política mal digerida que tratou logo de encobrir os esforços para debelar o vírus. Humildade, solidariedade e empatia — termos recorrentes nas campanhas buscando envolver a sociedade — foram na prática substituídos por desconfiança, voluntarismo, perseguição; politizou-se a doença, ou, melhor, politizaram-na – como queiram. A mesa do gestor público passou a ser tão perigosa quanto o leito da UTI; aos procedimentos ambulatoriais e de logística misturaram-se escutas, inquéritos e ordens de prisão; a pandemia transmutou-se em pandemônio.

Nesse ambiente, se, por um lado, fica evidente a disputa de algumas facções pelo poder de investigar e punir, por outro, vemos enfraquecer o preceito de um Estado que se fundamenta na democracia como soberania popular, sendo o poder resultado da vontade da maioria; e o direito a expressão da razão.

Estamos, no presente, diante desse problema. Que seria simples de resolver se cada um cumprisse seu papel como nos ensinou o Barão de La Brède, mais conhecido por Montesquieu, cujas lições de quase três séculos sobre a separação dos Poderes ainda reverberam nas constituições das nações democráticas modernas.

Ao famoso sistema de freios e contrapesos, no qual os poderes convivem em harmonia, soma-se o significado literal da expressão latina res publica (coisa do povo), que rege a organização de nossa sociedade como uma república estruturada de acordo com o bem comum de todos os seus integrantes, e não para servir a interesses de alguns poucos.

E, apesar de um tribunal sobrepor-se à decisão de um presidente da República ou governador, é preciso considerar que política e direito não se confundem, movem-se por universos diferentes. Ministros, desembargadores, juízes e procuradores não foram eleitos, existem tão somente para interpretar a Constituição e aplicar as leis que o Legislativo produz à luz do sentimento de quem representa — o povo.

Quando promulgada em 1988, a Constituição despertou a consciência jurídica dos cidadãos que sofriam com condenações sem saber a respeito de qual crime eram acusados e condenados, quase sempre sem acesso ao processo.

O termo “segurança jurídica” foi criado numa perspectiva em que deve prevalecer nos tribunais o direito contra a força, a prova contra a suspeita, a imputação fundada contra as acusações levianas. Em suma, o direito como instrumento de defesa do cidadão contra os desmandos e excessos.

De lá para cá, entretanto, o que vemos são acusações genéricas e anônimas, provas reunidas pelo valor dos seus resultados, sem nenhuma crítica ao modo de produção ou de obtenção, quebra indiscriminada de sigilo telefônico e bancário, sem falar das prisões espalhafatosas e desnecessárias.

A mídia, por sua vez, chega a ser contraditória: prega a liberdade enquanto exalta o pálio punitivo do Estado. Quando erra, raramente pede desculpas, reage com artifícios visando explorar o medo alheio. Há evidente entusiasmo para condenar de qualquer modo, a qualquer custo.

São essas reflexões para um 7 de Setembro que, pela primeira vez em minha vida, assisto sem as clássicas paradas, em nome do distanciamento social necessário para debelar um inimigo que age traiçoeiramente, levando entes queridos. A estes, rendo homenagens como vítimas de uma guerra que não acabou enquanto restar entre nós o sentimento da solidariedade humana.

Governador do DF



Por: Regis Machado*
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“Se controlo o meio, verdade é o que digo, e mentiroso todo aquele que discordar”


“Democracia”, junção das palavras demos (povo) e kratos (poder) para significar “governo do povo”, é um regime político que surgiu na Grécia, no século V a.C., e alargou a participação decisória para além da minoria (aristokratia) que, até então, costumava governar. Essa cidadania democrática, de início, era restrita a uma elite (homens, filhos de pai e mãe atenienses, livres e maiores de 21 anos), mas, pouco a pouco, expandiu-se para, nas democracias modernas, após diversos movimentos pelo sufrágio universal, passar a incluir todos os cidadãos adultos.
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Segundo Robert Alan Dahl, cientista político que teorizou sobre um sistema democrático perfeito, por ele denominado “poliarquia”, diversas são as condições necessárias para que os processos de escolha representem ao máximo a vontade das pessoas, entre elas, inexoravelmente, a liberdade de expressão e a garantia de acesso a fontes alternativas de informação. Sem esses pilares, não há democracia possível.
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Com o advento da Internet e o avanço das redes sociais, a hegemonia da mídia tradicional se viu seriamente ameaçada. Na última eleição presidencial, por exemplo, sagrou-se eleito candidato praticamente sem tempo de TV (dos 12 minutos do horário eleitoral, a coligação do PSDB tinha 5 minutos e meio, a do PT quase 2 minutos e meio e Bolsonaro meros 8 segundos) e com quase nenhum recurso. Sua campanha, que custou pequena fração daquela despendida pelo adversário do segundo turno [1], foi capitaneada pelas carinhosamente denominadas “tias do zap”, senhoras (e senhores) de meia idade que usam, diariamente, conhecido aplicativo de troca de mensagens.
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Mas a reação veio a galope. Tramita na Câmara dos Deputados o PL 2.630/2020 (“Lei das Fake News”), de autoria de senador de um dos partidos da fracassada coligação do PSDB e aprovado a toque de caixa no Senado Federal [2]. Entre as medidas, exigiam-se números de documento e de celular para cadastro em redes sociais e aplicativos de mensageria, além de se impor limitações à quantidade de usuários em grupos e severas restrições ao encaminhamento de mensagens, especialmente “em período de propaganda eleitoral”. Verdadeira mordaça na “tia do zap”.
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Adicionalmente, o PL 2.630/2020 define “desinformação” como sendo o conteúdo assim declarado pelos “verificadores de fatos independentes”, empresas que passarão, então, a ditar o que é verdade e o que é fake (e, portanto, passível de criminalização e de censura). Agora, imagina quem está por trás de algumas das principais agências de verificação de fatos (fact-checking) do Brasil? Os veículos da mídia tradicional, claro! Apenas a título de exemplo, citam-se as agências “Fato ou fake” (do grupo Globo) e “UOL Confere” (do Universo Online). Bingo!
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Além da questão acerca da isenção das entidades verificadoras, na qual, conforme apontado, somente alguém muito inocente acreditaria, ainda permanecem diversos problemas. Por exemplo, como selecionar o que será checado, uma vez que, por óbvio, não é possível checar 100% do conteúdo circulante? Como essa classificação vai impactar na redução do alcance das postagens ou nos resultados das buscas? Por fim, mas não menos importante: mesmo a checagem mais bem intencionada e bem feita não é infalível e, como toda atividade humana, está sujeita a erros. Ou seja, fora o nítido risco de viés, a própria atividade de checagem pode gerar desinformação.
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Enfim, as pessoas precisam acordar, o quanto antes, para os verdadeiros interesses por trás do PL 2.630/2020. Pois, no fundo, no fundo, não se trata de combater “fake news”, mas, sim, de amordaçar as “tias do zap”, de modo que as eleições não saiam, nunca mais, do script historicamente ditado pela mídia tradicional. Como bem ensinou o finado Robert Dahl, democracia sem voz não é democracia. É fake democracy.
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*Auditor do Tribunal de Contas da União (as opiniões do autor não constituem posicionamento institucional do TCU)

Grupo de ativistas ambientais de Pernambuco, se articulam para ocupar espaço nas câmaras de vereadores e em prefeituras em todo o estado.

Biólogos, Engenheiros ambientais, Engenheiros agrônomos , Gestores ambientais, estudantes universitários e ativistas ambientais , esse é o perfil dos participantes do Fórum Ambientalista de Pernambuco.

Os integrantes do movimento , já atuam em seus municípios a vários anos, sempre com a pauta ambiental norteando suas ações.
Gisele Tavares e Herbert Andrade , representantes de Olinda e Paulista respectivamente , convergem na mesma opinião que ” É através da educação que vamos mudar a realidade do planeta “.

Para Felipe Meirelles, o “professor Lipão” um dos idealizadores do Fórum, responsável por aglutinar todos os coletivos do estado, e criador da “ONG Meu Mundo Mais Verde” ” É o momento de nos posicionarmos e incutir nas novas gerações através de nossos candidatos à responsabilidade e o envolvimento com o desenvolvimento sustentável, lançando candidaturas que representam e defendam, desde sempre a educação ambiental e à sustentabilidade “.

O Fórum Ambientalista de Pernambuco vem se destacando por ações de alto impacto em defesa do meio ambiente e principalmente no exemplo da educação ambiental.
O grupo, planeja e executa ações grandiosas, com a participação de todos os coletivos, representantes e voluntários em todo o estado de Pernambuco.
Municípios como; Recife, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca, Olinda, Paulista, Cabo de Santo Agostinho entre outros estão representados no movimento.
E terão candidatos com a chancela do Fórum Ambientalista.

A sociedade agradece, a natureza floresce e o meio ambiente respira.

@meumundomaisverde
@forumambientalistape

Créditos fotos : @fotosentir e @brunamaldonado

Por Marcos Lima Mochila

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Lailton Nogueira, popularmente conhecido como Irmão Lailton, é natural de Escada e tem uma vida de dedicação à cidade, tanto empresarial como politicamente.

Desde muito cedo o Irmão Lailton lutou para conseguir seus objetivos, sempre pautado no sentimento de poder ajudar sua cidade e sua gente.

Aos 25 anos de idade, Irmão Lailton se converteu ao Evangelho, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, em Escada e, aos 28 anos, casou-se com a Irmã Ana Nogueira, com quem tem 3 filhos e dois netos.

Tendo sido o vice-prefeito da cidade na primeira gestão do atual prefeito, Lucrécio Gomes (PSB), que se iniciou em 2013, poucos meses após a posse resolveu desligar-se da gestão, por não concordar com os rumos que tomou, embora tenha continuado como vice-prefeito até o fim do primeiro mandato de Lucrécio.

Na eleição seguinte, em 2016, ele preferiu ficar de fora do processo e, após 4 anos afastado da política, o nome do Irmão Lailton volta a ser o mais falado no município, como a esperança para a melhoria da cidade.

Em todo o Brasil, nas últimas eleições, ficou evidenciado que o povo não suporta mais os costumes e atitudes da velha política que, na maioria dos casos, se concentrava em governar ou legislar para uma minoria, enquanto a grande maioria, o povo, só é considerada nos momentos de votar e de pagar seus impostos.

Isto é exatamente o que está acontecendo em Escada: o povo quer mudar a velha pela nova política. E, para isso, mais da metade da população escadense já fez a sua opção.

Após oito anos de atraso para a cidade, que não progrediu em nenhum segmento, e sentindo a vontade popular, Irmão Lailton decidiu concorrer à Prefeitura de Escada, para colocar o município nos rumos que ele sempre quis e sempre sonhou.

Esta decisão se deu, também, porque nos últimos meses vem crescendo um movimento que une um grande percentual da população, os evangélicos – que representam 47%, em torno de quase 20 mil escadenses com direito a voto -, além de empresários, políticos de diversos partidos e até gente do governo estadual, que querem Irmão Lailton como o prefeito de Escada nos próximos 4 anos. Os participantes desse movimento são a parte que está mais ávida das mudanças da velha política, que não investe, não busca o progresso, nem se preocupa com o crescimento da cidade e o bem-estar da população.

Segundo dados levantados pelas equipes da Revista e do Blog Revista Total, que vêm desenvolvendo suas pesquisas técnicas desde o início do mês de junho, para captar a preferência dos eleitores, mais de 70% dos eleitores de Escada indicam que o nome certo para governar a cidade é o do Irmão Lailton, que é escadense e vai disputar com os forasteiros Mary de Amaraji e Klaus de Ponte dos Carvalhos.

O Irmão Lailton, entre os 3 pré-candidatos, é o que tem a menor rejeição, é o mais conhecido por todos na cidade, que o consideram honesto e íntegro, e o que tem uma forte inserção no meio evangélico.

Escada (PE), a “Princesa dos Canaviais”, com uma população de quase 70 mil habitantes, conforme estatística do IBGE em 2017, está a apenas 60 km de distância da capital pernambucana.

Localizada na Região da Mata Sul do Estado, a cidade foi fundada há 147 anos.

A Revista Total, ao realizar os estudos técnicos na cidade, teve a oportunidade de constatar que a população escadense está muito consciente do desejo de mudança, decepcionada com a gestão atual, que não cumpriu os compromissos de campanha, apesar de estar há 8 anos no poder.

É esta população que agora quer mudança e que foi o maior incentivo para que o Irmão Laílton voltasse à política, desta feita com a aspiração, dele e do povo, de assumir a Prefeitura de Escada e mudar os destinos da cidade e de seu povo.

A população faz questão de externar o seu desejo, demonstrando o apreço e a aprovação pelo nome do filho querido da cidade, o Irmão Lailton.

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