Para 91,1% dos eleitores de Bolsonaro, o voto está definido. Entre os eleitores de Haddad, esse percentual é de 91,3%
Bolsonaro lidera corrida com ampla vantagem em relação a Haddad (Ricardo Moraes/Nacho Doce/Reuters)
Do R7
Nova pesquisa eleitoral, divulgada pela CNT/MDA nesta segunda-feira (22), mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 57% dos votos válidos, contra 43% de Fernando Haddad (PT).
Portanto, são 14 pontos percentuais de diferença nesse recorte, que despreza os votos brancos e nulos e os eleitores indecisos.
Na pesquisa que considera os votos totais, o candidato do PSL tem 48,8%, Haddad tem 36,7%. Outros 11% afirmam votar branco ou nulo e 3,5% estão indecisos.
Para 91,1% dos eleitores de Bolsonaro, o voto está definido. Entre os eleitores de Haddad, esse percentual é de 91,3%.
Rejeição
A rejeição de Fernando Haddad continua sendo a mais alta, sendo que 51,4% dos entrevistados não votariam nele de jeito nenhum. Jair Bolsonaro é rejeitado por 42,7%.
Apenas 14,6% dos entrevistados acreditam que Haddad será eleito presidente. Para 74,4%, Bolsonaro sairá vitorioso no domingo (28).
O levantamento incluiu também uma questão também sobre o interesse da população nessa eleição. De acordo com a pesquisa, 41,3% dizem ter muito interesse, enquanto apenas 15% manifestam nenhum interesse.
Foram ouvidos 2.002 entrevistados em 137 cidades de 25 Estados, nos dias 20 e 21 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR-00346/2018.
Empresários das áreas química, automobilística, têxtil, de maquinário, construção civil, aço e siderurgia prestaram apoio hoje (22) ao candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. O grupo de dez empresários liderado pelo deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS), apontado como possível futuro ministro da Casa Civil, assinou um manifesto em favor do presidenciável.
“Os setores industriais que representam 32% do PIB industrial e geram 30 milhões de empregos diretos e indiretos e R$ 250 bilhões em pagamento de impostos colocam-se a favor do diálogo com o candidato Jair Messias Bolsonaro (PSL) na Presidência da República para encontrar caminhos para a retomada do desenvolvimento da indústria, crescimento do país e geração de empregos”, diz o texto.
Em uma foto postada na conta de Bolsonaro no Twitter e na página dele no Facebook, o candidato agradece o apoio. Os empresários seguram a carta compromisso, firmada na casa do presidenciável, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
“Hoje me reuni com muitos empresários de diversos setores do Brasil! Deixo o registro de uma destas produtivas reuniões. Vamos juntos livrar o Brasil das garras ideológicas da esquerda”, diz o texto postado nas redes sociais.
Gentilezas
Logo no início da reunião, Onyx Lorenzoni disse a Bolsonaro que “os empresários querem declarar publicamente o apoio desse setor e que o Brasil volte a crescer”. O candidato reagiu afirmando que “nós não queremos atrapalhar os senhores”.
Em seguida, o presidenciável reiterou sua confiança em Paulo Guedes, apontado como futuro ministro da Economia, se Bolsonaro for eleito. “Eu falei com o Paulo Guedes e ele é a pessoa que está conduzindo isso tudo. Eu estou muito esperançoso com as propostas dele e a gente tem um pacote de medidas que não traga mais sofrimento a ninguém.”
Bolsonaro citou a economia dos Estados Unidos e as medidas tomadas por Donald Trump ao assumir o governo. “Eu acho que colaborando nesse sentido como o Trump fez lá. Eu sei que as economias são diferentes, mas buscando e fazendo algo semelhante dá para a gente ampliar a base de emprego no Brasil e o Brasil precisa de confiança também. Não temos o direito de errar.”
Participantes
Estiveram presentes no encontro os representantes Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), do Instituto Aço Brasil e da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
Os executivos em destaque na foto, postado nas redes sociais, são Fernando Figueiredo (Abiquim), Marco Polo de Mello Lopes e Sergio Leite de Andrade (Aço Brasil), José Augusto de Castro (AEB), Sérgio Leite de Andrade (Usiminas/Aço Brasil), Cristiano Buarque Franco Neto (Firjan) e Fernando Pimentel (Abit).
O presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Mello Lopes, elogiou o estado de saúde do candidato do PSL, que há 45 dias levou uma facada no abdômen. “Prazer em vê-lo com saúde”, disse Mello Lopes. Bolsonaro respondeu: “Passei maus momentos, mas eles se deram mal”.
O deputado federal Fernando Monteiro comemora a liberação de R$ 28,9 milhões para a Adutora do Agreste pelo Ministério da Integração Nacional. A conquista é fruto de um esforço ao longo de meses de Fernando Monteiro, que levou a necessidade urgente dos recursos ao Governo Federal. De acordo com Roberto Tavares, presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a atuação do deputado federal pernambucano foi fundamental para o primeiro repasse liberado neste ano pelo presidente Michel Temer para a obra.
“Sem esse repasse, os trabalhos seriam paralisados nos próximos dias. Levei a preocupação do governador Paulo Câmara, que também não tem medido esforços para a melhoria do abastecimento das cidades do Agreste e Sertão”, afirma Fernando Monteiro, que tem sido porta-voz incansável dos pernambucanos que sofrem com a falta d’água. Entre as conquistas mais recentes de sua atuação pelo setor de abastecimento no Estado estão recursos, também por parte do Ministério da Integração Nacional, para a adutora do Moxotó, localizada no distrito de Rio da Barra, em Sertânia, interligada à Adutora do Agreste.
A implantação do Sistema Adutor de Água de Canhotinho e a aquisição de equipamentos para a perfuração de poços artesianos reforçam os resultados dos esforços do parlamentar. A viabilidade do Ramal de Entremontes, que integra o projeto de Transposição do Rio São Francisco, ligando Terra Nova e Parnamirim, é outro tema em discussão.
“Precisamos estudar a melhor forma de viabilizar a conclusão de projetos de tanto impacto econômico e social para os nordestinos. O acesso à água pelos pernambucanos está entre minhas metas prioritárias, seja via emendas parlamentares, seja atuando por recursos da União”, garante Fernando Monteiro.
Mais de 57 mil pessoas participaram da solenidade de encerramento das comemorações dos 100 anos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco, ocorrida no sábado passado (20), na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife. Os fiéis integrantes de igrejas de todos os municípios do Estado vieram em centenas de ônibus, que começaram a chegar a partir das 8 horas.
O culto oficial foi comandado pelo pastor Aílton Alves, presidente da IEAD, que ressaltou a importância do evento e a participação dos fiéis. O pastor frisou que o culto foi celebrado em gratidão a Deus pelo centenário. “Tive o privilégio de celebrar o cinquentenário e de cantar em um coral da igreja com 15 anos e, hoje, Deus me dá o privilégio de participar do centenário. Não tenho como agradecer”.
No ano passado, no início da programação do centenário, os missionários suecos Joel Carlson e Signe Carlson, fundadores da congregação, estiveram presentes ao evento, que também foi realizado na Arena de Pernambuco. Este ano, participou do culto, Ruth Carlson, a filha mais velha dos missionários. Ela é a única descendente viva do casal residente no Brasil.
O governador Paulo Câmara prestigiou a comemoração e ressaltou a importância da igreja para a vida dos pernambucanos, em diversos aspectos.”É uma oportunidade para agradecer o apoio que recebemos e de pedir por Pernambuco e pelo nosso povo, que nos motiva a trabalhar com cada vez mais disposição pelo nosso Estado”.
Cerca de quatrocentos pastores participaram do evento religioso, que teve a apresentação especial de um coral com cerca de 2 mil vozes e uma orquestra com quatrocentos músicos.
Os coordenadores da Arena de Pernambuco informaram que esse foi o evento que teve o maior público presente desde a construção do estádio.
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco foi fundada em 24 de outubro de 1918, durante um culto realizado na Rua Velha, no bairro da Boa Vista, no Recife, que foi liderado pelos missionários suecos Joel e Signe Carlson.
Atualmente, a Igreja tem membros em todas as cidades de Pernambuco.
Autor da proposta afirma que o objetivo é “enriquecer o conhecimento dos alunos”
O deputado estadual de Goiás, Jeferson Rodrigues (PRB), apresentou um Projeto de Lei que visa autorizar os professores e alunos do seu Estado a lerem trechos da Bíblia em salas de aula.
O parlamentar, que também é pastor da Igreja Universal, justifica na proposta que essa leitura não viola os princípios do Estado laico. Ele acredita que essa leitura facultativa tem como objetivo “enriquecer o conhecimento dos alunos” e “proporcionará fundamentos históricos”, ensinando “valores cívicos, sociais, morais e espirituais”, uma vez que a Bíblia “não pertence a nenhuma religião.
Presidenciável do PSL aparece consolidado com larga vantagem em relação ao adversário do PT
Bruno Peres – Metrópoles
Na reta final da disputa pela sucessão presidencial, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) segue consolidado com 60% das intenções de voto contra 40% de Fernando Haddad (PT), conforme pesquisa encomendada pelo banco BTG Pactual ao Instituto FSB.
Os percentuais desconsideram votos em branco, nulo e de indecisos. Comparativamente à última pesquisa BTG/FSB, Bolsonaro oscilou um ponto para cima, enquanto a movimentação de Haddad foi de igual ponto percentual para baixo.
Os dados divulgados nesta segunda-feira (22/10) mostram que, quando são considerados todos os votos, o militar da reserva tem 52% enquanto o petista aparece com 35%.
A rejeição de Haddad é maior (52%) do que a de Bolsonaro (38%). Ao analisar as razões de voto do eleitor no segundo turno, 10% dos eleitores do militar da reserva querem impedir a vitória de Haddad. Entre os que querem eleger o petista, 18% buscam evitar a vitória do militar da reserva.
Em relação ao sentimento com o processo eleitoral, os eleitores estão, em alguma medida, decepcionados (73%), com medo (62%), sem empolgação (56%) e desesperançados (30%).
O levantamento foi feito no fim de semana (20 e 21/10) com 2.000 eleitores nas 27 unidades da Federação. A margem de erro da pesquisa, registrada no TSE sob o número BR-03689/2018, é de dois pontos percentuais.
Às 9:13, o dólar recuava 0,23 por cento, a 3,7061 reais na venda, depois de encerrar a sexta-feira em queda de 0,28 por cento, a 3,7147 reais
Dólar abriu a última semana antes das eleições presidenciais em queda (Dado Ruvic/Illustration/Reuters)
Por Reuters
O dólar abriu a última semana antes das eleições presidenciais em queda, após nova pesquisa confirmar o favoritismo de Jair Bolsonaro (PSL) perante o eleitorado, mas também de olho no exterior diante de alívio com a Itália e promessa de estímulo estatal à economia chinesa.
Às 9:13, o dólar recuava 0,23 por cento, a 3,7061 reais na venda, depois de encerrar a sexta-feira em queda de 0,28 por cento, a 3,7147 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,25 por cento.
Pesquisa de intenção de votos encomendada pelo BTG Pactual à FSB Pesquisas mostrou, nesta segunda-feira, uma liderança de 20 pontos de Bolsonaro sobre Fernando Haddad, do PT, entre os votos válidos, consolidando o cenário do mercado financeiro de que o deputado do PSL deve vencer o pleito no domingo e impor uma agenda de ajuste fiscal, privatizações e enxugamento da máquina pública.
O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de novembro, no total de 8,027 bilhões de dólares.
Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.
A empresa Ativa System, que faz a vigilância monitorada da Escola Estadual Maria Cavalcante, localizada no Bairro Brasil Novo, zona norte de Macapá, no Amapá, conseguiu identificar e capturar dois dos suspeitos de uma onda de furtos dentro da instituição de ensino. A empresa integra o Grupo Ferreira Souza, comandando pelo empreendedor social Antonio Souza. “Acredito que todo empreendedor tem que ter à frente da sua ação o compromisso social. E é isso que procuro disseminar nas empresas do grupo. Nosso objetivo primeiro é melhorar a vida das pessoas”, pontuou.
A captura foi feita no início deste mês de outubro pelos patrulheiros da empresa, após a dupla ser identificada por meio do sistema de monitoramento novamente furtando sete ventiladores na escola. Em um registro feito pelas câmeras de vigilância da Ativa, é possível ver um dos infratores cometendo o delito em plena luz do dia.
Segundo moradores, os criminosos agiam sem se inibir e chegavam a vender os objetos subtraídos da escola de porta em porta. De acordo com informações da Secretaria de Estado da Educação (Seed), os ventiladores serão repostos pelo seguro da empresa Ativa System, que realiza o trabalho de segurança. Os infratores foram identificados. Um deles é Vitor Mendes Lima Gonçalves, 19 anos; e o outro, um adolescente de 17 anos. Ambos foram apresentados ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública do Pacoval (Ciosp).
Histórico – A Ativa System nasceu em 1997, quando Antonio Souza começou a empreender com a inauguração da Maceió Alarmes. Em 2004, sua primeira empresa foi ampliada e se transformou na Ativa System Brasil. A corporação concentra cinco empresas com atuação nos segmentos de desenvolvimento de aplicativos de controle e verificação de documentos, certificação de origem e procedência, autoatendimento público e de segurança social. Além de projetar, implantar e dar manutenção no monitoramento de segurança dos principais órgãos públicos brasileiros.
Atualmente Antonio Souza é um dos mais importantes empreendedores nas áreas de segurança e tecnologia, com participação em feiras, palestras nacionais e internacionais. Revolucionou o setor com novos produtos e aplicações. Além de ser pioneiro em monitoramento e lousas digitais.
Manifestação, em apoio à Operação Java-Jato, à atuação do juiz Sérgio Moro, contra o foro privilegiado para autoridades, a favor da punição da prática de Caixa 2 nas campanhas eleitorais. Brasília, 26/03/2017 – (Foto Orlando Brito)
Por Itamar Garcez – Os Divergentes
Uma parcela significativa dos eleitores que marcharão em direção às urnas neste domingo, 7 de outubro, não carregará o estandarte da esperança. Confirmada a polarização apontada pelos oráculos modernos e vivenciada em velhos e novos palcos, os das ruas e redes sociais, os votantes vão apontar sua ira em direção aos adversários.
O século XXI não dissipou os tempos extremos de Eric Hobsbawm, que assim alcunhou o século XX. Aqui, em terras brasilianas, não estamos isolados. Também cultuamos as ideias mais distantes do centro, geralmente quimeras.
De um lado, a ideia mítica do salvador que vai livrar os pobres e miseráveis do capitalismo opressor. Do outro, o mito de armas em riste que igualmente ostenta a miragem salvacionista contra a tirania sinistra.
Intolerância ao contraditório
Não são iguais. Oscilam entre a sofisticação política às simplificações toscas. Das receitas de alfarrábios a preconceitos arraigados.
Manifestações explosivas (Foto Orlando Brito)
Mas ambos são genuínos e legítimos. Não representam a si mesmos. Expressam vontades e pensamentos de rincões e querências Brasil adentro.
Entre outros, o que os difere dos demais é o culto à ira. Se não estiver comigo, está contra mim. Revivem um bordão de sombria lembrança: ame ou odeie minha ideia.
“Os dois lados têm
a perigosa certeza de
que somente eles sabem o que
é melhor para o povo.”
As receitas de ambos contêm soluções divergentes. Antagonizam-se em questões programáticas, mas convergem no ódio a tudo que contrarie suas crenças de demiurgos.
Repartição pública (Foto Orlando Brito)
De um lado, o ódio à diversidade, aos direitos humanos, à integridade humana. Do outro, o ódio ao contraditório, à livre iniciativa, ao Estado enxuto.
Um lado se levanta contra os valores tradicionais. O outro quer preservá-los a qualquer custo.
Dos dois lados, militantes que não se toleram. E que têm a convicção cega dos fanáticos.
Traço comum a ambos, o desprezo à liberdade como valor absoluto. Compartilham, aberta ou veladamente, tendência ao autoritarismo onde governar rima com ordenar.
Afinal, os dois lados têm a perigosa certeza de que somente eles sabem o que é melhor para o povo. Como, às vezes, a democracia atrapalha este desígnio, vez e outra buscam atalhos a ela.
Canto das cigarras
Não há solução certa ou errada. Há escolhas como a que os brasileiros farão neste domingo.
Alguns eleitores lançarão os números à sorte como um sortilégio para as nossas mazelas. Para muitos, os algarismos digitados na urna buscarão entronizar um mito e destruir o outro.
No meio do caminho ficarão as ideias apaziguadoras e a moderação. Confirmadas as tendências, os votantes elegerão um candidato que é o mais amado e o mais odiado ao mesmo tempo.
Até aqui, insuflados por candidatos raivosos, uma parcela dos eleitores optou pela ira como conselheira. Fizeram suas escolhas.
Tempo quente (Orlando Brito)
Como nossa terra é fértil, em se plantando, tudo dá. Principalmente ervas daninhas.
Neste 2018, fugindo ao padrão, as chuvas antecederam o tradicional canto das cigarras no cerrado brasiliense. Porém, galhos e troncos molhados não impediram que elas entoassem sua notável cantoria. Parecem indiferentes aos extremismos que crispam o horizonte. Talvez porque, para elas, nada vai mudar. Assim como os que cultuam a temperança prosseguirão apreciando o concerto de Bach.
A coordenação da campanha de Fernando Haddad conseguiu fazer um contato com a ex-presidente Dilma Rousseff, que permanece em absoluto isolamento, desde o dia em que conheceu o resultado das urnas em Minas Gerais, onde amargou a quarta colocação na eleição senatorial.
Extremamente abalada, sem querer falar com ninguém e nem tampouco receber quem quer que seja. É o estado precário em que se encontra a petista.
Dilma nunca sofreu tanto quanto agora, com o revés eleitoral e permanece inconformada.
Nem no impeachment ela demonstrou tamanho abatimento. É o comentário reinante entre pessoas que participaram de sua campanha.
De qualquer forma, o PT quer a participação da ex-presidente nesta última semana do 2º turno.
Dilma garantiu participação num evento de Haddad em Minas.
Ninguém acredita que ela vá realmente aparecer. Não parece disposta a atender nenhum tipo de chamamento.
Todavia, em breve terá que atender ao chamado do juiz Sérgio Moro.