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Alexandre Baldy prometeu destravar projetos em andamento na pasta
PAULO CÂMARA MOSTRA AO NOVO MINISTRO DAS CIDADES PROJETOS FEDERAIS EM ANDAMENTO

O governador Paulo Câmara teve a primeira reunião de trabalho com o novo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, para tratar das prioridades de Pernambuco na pasta nas áreas de abastecimento d’água, saneamento e habitação. O governador afirmou que ministro já tinha conhecimento de algumas das nossas demandas e se comprometeu em destravar projetos que estão no âmbito do Ministério das Cidades, inclusive liberando as verbas necessárias.

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Na área de Saneamento, o governador tratou de um financiamento com recursos do FGTS para que a Compesa possa aplicar R$ 383 milhões em 10 obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário. As prioridades são a Adutora do Alto Capibaribe, que trará água da transposição do Rio São Francisco, captada já no Estado da Paraíba, para atender a população de Santa Cruz do Capibaribe, Jataúba, Toritama, Taquaritinga do Norte e outras cidades do Agreste Setentrional, e uma obra para atender os municípios de Caetés e Capoeiras, no Agreste Meridional.

Paulo Câmara estava acompanhado do secretário estadual de Habitação, Kaio Maniçoba, e o presidente da Cehab, Raul Goiana, que apresentaram detalhes do projeto de urbanização do entorno do Canal do Fragoso, em Olinda, obra fundamental para a mobilidade e o controle das chuvas na cidade.

O governador também apresentou diversas obras com recursos do Orçamento Geral da União que tiveram seu andamento paralisado por falta de repasses. O ministro Baldy se comprometeu a analisar as obras priorizadas pelo Estado para fazer uma nova discussão no sentido de garantir o desembolso e a retomada das obras.
Fotos: Humberto Pradera/Divulgação

G1

 

rodrigo maiaO deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), 46 anos, eleito nesta quarta-feira (13) como novo presidente da Câmara dos Deputados, assumirá o lugar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que estava afastado do cargo e renunciou na semana passada. Na disputa em segundo turno, ele derrotou Rogério Rosso (PSD-DF).

O parlamentar, que integra a base aliada de Michel Temer, era um dos favoritos à sucessão, contando com o apoio de deputados do PPS, PSDB, PSB, além dos colegas de partido.

Em 2006, liderou a oposição no Congresso para apurar o escândalo do mensalão e chegou a dizer no plenário que havia motivo para que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondesse por crime de responsabilidade, o que poderia resultar em um impeachment. Ele também integrou as CPIs dos Correios e a Mista da Petrobras.

Maia foi cotado para ser líder do governo Temer, que acabou escolhendo André Moura (PSC-SE), apoiado por Eduardo Cunha e partidos do “Centrão”.

O deputado defendeu o afastamento de Cunha, de quem já foi aliado, após as acusações de envolvimento no esquema de propina da Petrobras.

Maia é deputado federal pelo Rio de Janeiro há cinco legislaturas. Foi eleito para o primeiro mandato em 1998. Tentou se eleger prefeito do Rio em 2012, tendo Clarissa Garotinho (PR-RJ) como vice.

A chapa, estimulada por seu pai, o ex-prefeito Cesar Maia, e o ex-governador Anthony Garotinho (PR), obteve somente 3% dos votos e perdeu para Eduardo Paes, com 64% dos votos válidos.

Rodrigo Maia nasceu no Chile e se mudou para o Brasil aos 3 anos com a família. Pai de quatro filhos, é casado com Patricia Vasconcelos, enteada de Moreira Franco, secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República.

O casamento foi marcado por protesto e tumulto em 2005, quando estudantes exibiram cartazes “não procriem” em protesto contra a retirada de mendigos e camelôs da praça em frente à igreja pela Guarda Municipal por causa da cerimônia. Na igreja estavam três então presidenciáveis, o governador de Minas, Aécio Neves, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, José Serra.

Antes de entrar para a política, Rodrigo Maia trabalhou por sete anos nos bancos BMG e Icatu.

Em 2015, foi presidente e relator da proposta de reforma política. É presidente da Comissão Especial da DRU (Desvinculação das Receitas da União). Atualmente é membro efetivo das Comissões de Finanças e Tributação.

Maia assumiu a presidência nacional do Democratas em 2007, partido que ajudou a criar, após ter sido vice-líder do PFL entre 2003 e 2005 e líder da bancada do partido na Câmara até 2007.

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