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KASSAB X DORIA

Estadão Conteúdo

 

O Diário Oficial do Estado de São Paulo traz nesta sexta-feira, 4, a confirmação do afastamento de Gilberto Kassab da Casa Civil do governo de João Doria (PSDB). No decreto, retroativo à quinta, 3, o governador aponta que o motivo do afastamento “sem qualquer ônus para o Estado” são “interesses pessoais”.

Kassab está afastado, agora oficialmente, para se defender de acusações de corrupção no caso JBS. Ele não participou da primeira reunião do secretariado na quarta-feira. Em seu lugar estava o secretário-adjunto Antonio Carlos Malufe.

A Procuradoria-Geral da República afirmou que ele teria recebido R$ 58 milhões do grupo J&F entre os anos de 2010 e 2016. Em 19 de dezembro, ele foi alvo de busca e apreensão. Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo, Kassab disse que não teme ser preso e se defende das acusações.

Novo chefe do Executivo Federal disse que não pretende retaliar os opositores para não prejudicar a população nordestina
Marcos Corrêa/PR
                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Marcos Corrêa/PR
Carlos Estênio Brasilino

 

Na entrevista que concedeu nesta quinta-feira (3/1) para o SBT Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) demonstrou irritação com os governadores do Nordeste, que não foram à sua posse. Ele revelou que “ouviu dizer” que os adversários nordestinos não colocarão a foto oficial do presidente da República em seus gabinetes.

“Espero que não venham pedir dinheiro para mim, que eu não sou o presidente deles”, reagiu. “O presidente deles está em Curitiba”, emendou, numa referência ao petista Luiz Inácio Lula da Silva, preso na capital paranaense desde abril, por conta da Operação Lava Jato.

O presidente assegurou que, mesmo assim, não tem a intenção de “declarar guerra” aos governadores da oposição para não atrapalhar a população. “O homem mais sofrido do país está no Nordeste, exatamente por essa mentalidade desses governadores”, ressaltou.

“Mas não podemos, repito, prejudicar o sofrido povo nordestino por questões políticas como a nossa”, encerrou.

NOVA LOGO DO DF

Isadora Teixeira/Metrópoles

 

 

A equipe do governador Ibaneis Rocha (MDB) definiu as linhas publicitárias da nova gestão. A logomarca será representada por um ipê-amarelo. O desenho da árvore icônica da capital da República será acompanhado do slogan “É tempo de ação”.

O secretário de Comunicação, Weligton Moraes, defendeu que o ipê é uma marca da cidade. “É emblemático. Traz um ato muito humano para Brasília e dá uma característica diferente, ecológica”, comentou.

A marca e o slogan novos já fazem parte de material de anúncio do primeiro programa de Ibaneis, SOS DF, que aparece acompanhado pelos dizeres: “Desculpe o transtorno, estamos trabalhando”.

Antes de participar do primeiro evento do ano na terça-feira (1º/1), no Santuário Dom Bosco, na Asa Sul, Ibaneis anunciou o projeto, que visa cuidar da limpeza e conservação da cidade.

Nesta quarta (2), o governador disse que vai lançar o SOS Saúde para mutirões de cirurgias eletivas, principalmente ortopédicas, cardíacas e oncológicas, na próxima semana.

É a primeira vez desde a redemocratização que o decreto não será editado; STF encerrou o ano sem terminar julgamento sobre o benefício
Temer tinha uma proposta em mãos, mas decidiu não assinar o benefício que perdoa pena de presos (Adriano Machado/Reuters)
Temer tinha uma proposta em mãos, mas decidiu não assinar o benefício que perdoa pena de presos (Adriano Machado/Reuters)
Por Estadão Conteúdo

 

O presidente Michel Temer desistiu de editar neste ano o decreto do indulto de Natal, que concede perdão a presos condenados a determinados crimes não violentos. A decisão ocorre após o Supremo Tribunal Federal (STF) encerrar o ano sem finalizar o julgamento sobre a validade do indulto natalino assinado por ele no ano passado.

As regras do ano passado foram suspensas após o presidente reduzir as restrições e incluir condenados por corrupção entre os beneficiados.

É a primeira vez desde a redemocratização que o decreto não será editado. Temer já tinha em mãos a proposta do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), ligado ao Ministério da Justiça e responsável por elaborar as regras para o indulto a cada ano.

O documento previa endurecer as condições para um condenado obter o perdão da pena e incorporava restrições impostas em decisão liminar do ministro do STF Luís Roberto Barroso, como o veto do indulto a condenados por corrupção.

Além de vedar o benefício a condenados por corrupção, havia a previsão de que o perdão só poderia ser concedido a quem tivesse cumprido um terço da pena e sob a condição de a condenação não ser superior a oito anos. O texto também ampliava a lista de crimes pelos quais não poderia haver o indulto, como os cometidos contra agentes de segurança, estupro de vulnerável e homicídio culposo em acidentes de trânsito. Temer, no entanto, poderia alterar o texto proposto pelo conselho.

“A Constituição confere ao Presidente a autoridade para conceder indulto quando ele considerar oportuno. Ele não é obrigado a faze-lo”, afirmou o presidente do CNPCP, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo César Mecchi Morales.

Supremo

No fim de novembro, o STF formou maioria para derrubar a liminar e manter o indulto de Temer de 2017, que admitia o perdão a condenados por crimes sem violência – como corrupção – que tivessem cumprido um quinto da pena até 25 de dezembro de 2017, ponto contestado pela Procuradoria-Geral da República e suspenso por Barroso.

“O presidente não quis confrontar o Supremo neste momento. Ele preferiu se resguardar, não quis tripudiar em cima de nenhuma decisão de ministro”, afirmou o vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP). Para ele, o Supremo formou maioria no entendimento de que o presidente pode até se desgastar politicamente, mas não pode ser impedido de fazer algo que é prerrogativa sua definida pela Constituição, como o indulto de Natal.

Previsto na Constituição da República, o indulto natalino foi criticado por mais de uma vez pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, que já prometeu não conceder o benefício em seu governo.

Mensagem de quem conhece Wilson Witzel
 GOV RJ 3
Por Prof. Clovis Miyachi e Nelcy Campos (*)
 

Wilson Witzel sai de casa todos os dias para empreender o sonho de trazer de volta à cidade do Rio de Janeiro a dignidade do “ser-humano” para: viver e trabalhar, receber educação, saúde e segurança. Agora, para que tanta esforço, se nem sempre é compreendido e sua luta correspondida.

Realmente não faz sentido, mas o desafio de conhecer as carências, necessidades e desejos das pessoas, fez pensar na “Política” para mudar o país onde os filhos possam estudar, a família e amigos viver e trabalhar em paz, e não de mudar de país como alguns fizeram e, hoje voltam e andam dizendo o que vão fazer e, não tem condição de dizer o que já fizeram.

Conhecer a história de superação de Wilson Witzel, 17 anos juiz federal, sempre julgando para o bem da sociedade é motivar as pessoas a terem compromisso com a ética, combaterem à corrupção e o desvio de conduta, mostrar que a vida é recompensada com prazer e felicidade, isto é, o sonho de um novo desafio que dá sentido a vida.

Portanto, rezar e meditar é fortalecer a alma. É bom para quem tem fé, é bom para quem quer ter fé, é bom para quem quer a paz onde vive. É bom para quem quer ter foco e discernimento no momento de “Tornar um Político”.

Pois, quando a pessoa reza ou medita, foca, concentra, reúne forças, toma o controle da sua vida. Toma o controle da ” Besta Fera”, como a voracidade, avareza, luxuria, ódio, ganancia, malandragem e arrogância. Sem a oração e a meditação desembesta a pensar com o fígado em vez de pensar com a cabeça, com o coração e a alma.

Agora, acreditar em ” Deus” é bom inclusive porque evita que as pessoas se achem “Deus” e evita que as pessoas sejam movidas pela “Besta Fera” que estão hoje incorporados nos “Maus Políticos”.

Pois, neste momento de crise, “do jeito que está não pode ficar”, onde há descrença na política e nós políticos, a necessidade de tomadas de decisões “Duras e Inadiáveis” demandam sacrifícios individuais para salvar o coletivo contra o desemprego e insegurança, é preciso   de pessoa que motive outras pessoas, mostrando por tudo que já fez e passou pela vida, pessoa humana, governante humano que contínua acreditando em “Deus”.

Portanto, Wilson Witzel eleito Governador pelo “Sonho da Mudança”, faz do seu sonho, o sonho de 18 milhões de pessoas. Ele fez, ele faz o que é preciso fazer para que a população volte a acreditar que “Um novo Rio começa agora” e a “Política tem jeito”.

(*) Contextualição dos artigos “O porquê disso tudo” e “Rezar”.

GOV WILSON WITZEL PSC

Por Prof. Clovis Miyachi e Nelcy Campos

 

CONSTRUÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Todos conhecem   o “Rio de ontem” e o “Rio de hoje”, portanto:

A população do Rio de Janeiro manifestou em outubro de 2018 o desejo de contar com disciplina e julgamento certo, escolhendo ex-juiz federal Wilson Witzel – Governador, pois, “do jeito que está não pode ficar”, “a política não tem jeito” e “não voto em ninguém”.

Wilson Witzel, faz do seu sonho o sonho de 18 milhões de pessoas. O combate a corrupção e a criminalidade, compromisso com a ética, trazer de volta a dignidade do ser-humano em viver e trabalhar em paz no Rio de Janeiro (Sandoval).

Wilson Witzel foi juiz federal por 17 anos, sempre julgou para o bem da sociedade, hoje como governador vai julgar para os fluminenses as boas políticas públicas (Rua) voltadas para as carências e desejos da população.

Agora, o “Rio de amanhã”. A construção (Fukuyama) de um novo Rio começa agora. O Rio da paz, paz no discurso entre conservador e liberal, direita e esquerda, na relação executivo-legislativo-judiciário, nas diferenças religiosas e na intolerância de gênero, paz entre outras divergências da sociedade.

No contexto de cenário em tempo de crise econômica-política-social, o “Rio atual” onde o dinheiro sumiu e a perda da capacidade de pagamento (falência total da instituição). O “Estado falido e quebrado”, salários atrasados, inadimplência com fornecedores e prestadores de serviços, hospitais sem médicos e medicamentos, desvios de verbas, corrupção, dilapidação do patrimônio público, caos na segurança, desvio ou desequilíbrio entre o que deveria estar acontecendo e o que realmente está acontecendo no Rio (Kepner).

Agora, o “Rio possível e real” necessita de tomada de decisão, criação, avaliação e escolha de ações alternativas para solução dos problemas, isto é, “montar no cavalo selado, pegar as rédeas e esporar o cavalo”. Já iniciando a gestão retomando a capacidade institucional de pagamento e de segurança e para isso, fazendo o ajuste fiscal e reforma administrativa necessárias (Elster, North, Coase, Williamson): cortando na carne, isto é primeiro pensar nas pessoas que “quer que fique – imprescindível” e depois nos funcionários que “quer que não fique”.

Considerando as “forças efetivas do governador – Wilson Witzel (mandatário) e do ambiente instituição (estado do Rio)” no resultado da ação (ajuste fiscal e reforma administrativa) consideramos o governador, capaz e preparado (Heider), pois:

  • Wilson Witzel “tentará” fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “deseja” fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “pode” fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “é capaz” de fazer o ajuste fiscal e a reforma administrativa;
  • Wilson Witzel “agora é hora” de fazer o ajuste fiscal ea reforma administrativa;

Os fatores acima referem-se a: (i) forças pessoais existentes – tentar e poder e as forças ambientais – ser capaz e poder (montou no cavalo celado, pegou as redeas e vai esporar o cavalo).

Wilson Witzel – “fará” o ajuste fiscal e a reforma administrativa porque é capaz, tem experiência de mais de 20 anos na administração pública, já ocupou vários cargos: procurador de município e estado entre outras atividades na gestão pública.

Wilson Witzel – “fará” o ajuste fiscal e a reforma administrativa porque tem permissão (foi eleito com 59,87% dos votos), o povo espera (diz, montou no cavalo que passou selado e agora só falta puxar as rédeas e esporar o cavalo) que Wilson Witzel tome uma atitude, pois, “do jeito que está não pode ficar”.

Ser capaz, se Wilson Wiltzel tentar, conseguira com o ajuste fiscal e a reforma administrativa construir o “Rio de amanhã, o Rio ideal” a partir de 01/01/2019, ele é o governador, é democrata, é de família e vai mostra que é diferente de todos que passaram pelo governo (quatro ex-governador preso por corrupção) do Rio de Janeiro, isto é, ausência de forças ambientais restritivas e impostas, tais como aliança políticas, compromissos de campanha, compromissos pessoais entre familiares e amigos, lideranças comunitárias e políticas, entre outros compromissos assumidos para a conquista do mandato, considerando a forças restritivas imposta menores do que o poder da pessoa (o homem muda a instituição – Sérgio Moura).

Ter permissão, se Wilson Witzel (59,87% dos votos válidos) fizer, terá aprovação da população (Neumann), terá credibilidade e boa reputação – todos os dias ao levantar pede a “Deus” fazer aquilo que ele determinar, sempre respeitando a lei, aos valores morais e ético entre outras posturas sociais. Outras pessoas, que tem poder sobre ele, ou a ordem objetiva (leis morais, valores éticos etc.) desejam que ele faça o ajuste fiscal e a  reforma administrativa. “UM NOVO RIO COMEÇA AGORA – WILSON WITZEL GOVERNADOR”.

RAY DO QUILOMBO

Por Marcos Lima Mochila

 

Raiane Cosmo Silva de Araújo, mais conhecida como Ray do Quilombo, vem despontando na Mata Sul como uma grande liderança.

Vereadora de Palmares, cargo que conquistou em 2016, pouco antes de completar 21 anos, Ray faz parte de um pequeno grupo dos mais jovens vereadores do País.

Com o provável crescimento do PSL no país, é certo que os dirigentes do partido vão querer fortalecê-lo também no Estado e, com certeza, vão buscar nomes fortes para concorrerem nas próximas eleições, principalmente para cargos majoritários.

Pelo crescimento de sua liderança e pelo trabalho que vem desenvolvendo nos dois últimos anos, Ray do Quilombo se credencia para obter a indicação do partido, podendo ser uma forte candidata para prefeita de sua cidade natal, Palmares.

Nascida no dia 18 de dezembro de 1995, na maternidade do Hospital Regional dos Palmares, Raiane é a quarta filha de um agricultor e uma dona de casa que, a par da vida humilde da família, sempre a orientaram a lutar por melhores condições de vida para ela, sua família e todos os seus conterrâneos.

Aos 13 anos ela já despachava aos sábados, no boxe comercial do Josias da Charque, no Mercado Público. Foi ali que começou a construir e a solidificar futuros relacionamentos pessoais, que mais tarde a ajudaram a avançar, conquistar novos espaços junto à sociedade e abrir as portas para o seu futuro.

Vivendo numa cidade cortada pelo Rio Una que, 3 quilômetros antes, também recebe o Rio Pirangy, acostumou-se a enfrentar os perigos das enchentes.

Foi por conta de tantas situações trágicas ocasionadas por esse fenômeno da natureza que Ray tomou a decisão de dedicar-se e a lutar para diminuir esses sofrimentos e a buscar melhores condições de vida para a população.

RAI DE PALMARES 4Devido ao seu grande interesse de sempre resolver os problemas que atingiam os mais necessitados foi aumentando a ligação com centenas de famílias. Acabou tornando-se líder comunitária, passando a representar o Loteamento Dom Acácio Rodrigues Alves, que congrega os Quilombos II, III e Quilombinho.

Pela sua atuação e sua luta em prol dos cidadãos palmarenses, sendo reconhecida pelas camadas mais humildes do município, Ray se elegeu vereadora em 2016, pelo Partido Social Liberal (PSL), que integrou a Coligação do prefeito Altair Jr (PMDB), sendo a terceira representante feminina na Câmara de Vereadores.

Caso chegue a ser escolhida para comandar os destinos de sua cidade, com certeza irá fazer muito mais, pois como vereadora ela tem envidado todos os esforços para este fim, inclusive viajando a Recife em busca de verbas do governo para diversos projetos.RAI DE PALMARES 2

“Como vereadora, assumi perante os munícipes o compromisso de fiscalizar a seriedade e a transparência da gestão municipal na administração dos recursos públicos, porque o povo merece total respeito e nos paga para isso. Também desenvolvo um importante papel, criando ou aprovando novas leis que vão contribuir para melhorar as condições de vida, saúde e bem-estar dos meus conterrâneos”, afirma Ray do Quilombo.

Além disso, Ray ainda participa de projetos sociais, voltados para contemplar e promover crianças e adolescentes, visando livrá-los do contexto da violência urbana, caracterizada pela ação nefasta das drogas e dos crimes.

BOLSO ARMAS

 
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou pelas redes sociais que editará um decreto para garantir a posse de armas para pessoas sem antecedentes criminais e tornar seu registro definitivo. Com a iniciativa, a medida não passará pela avaliação do Congresso Nacional.

A flexibilização do acesso às armas para os cidadão de bem foi uma das bandeiras de Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Em seu programa de governo, o presidente propôs reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir a legítima defesa.

A medida reforçará a segurança pública e pretende manter os criminosos acuados.

Nos países onde o direito à legitima defesa existe, os índices de criminalidade são bem menores que no Brasil, onde apenas o bandido anda armado e aterroriza a população, graças a políticas progressistas pouco eficazes aplicadas nos últimos anos, que resultou no país mais violento do mundo.

Por decreto pretendemos garantir a POSSE de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registo definitivo. — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) December  2018.

O presidente eleito cumprimentou os integrantes do grupo Cruzada 17. Segundo assessoria, ele não tem compromissos até a posse
(Foto: Renan Xavier/Metrópoles)
                                                                                                                                                                                                                                                                          (Foto: Renan Xavier/Metrópoles)
Renan Melo Xavier

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), retornou a Brasília na tarde deste sábado (29/12) com direito a homenagens de eleitores e empresários. A chegada alimentou a expectativa de um grupo de 40 motociclistas que esperava o presidente eleito na Granja do Torto, residência oficial da Presidência da República, onde o capitão da reserva do Exército ficará até a posse presidencial.

Com origens em diversos estados, o movimento intitulado Cruzada 17 se instalou na frente da portaria do local para celebrar a vitória e a posse do futuro presidente. Bolsonaro atendeu as apelos de seus simpatizantes e chegou cumprimentá-los.

A futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e a filha mais nova do presidente eleito o acompanharam no mesmo carro. O quarto filho, Jair Renan, e o sobrinho Leonardo Índio vieram em veículos diferentes.

Além dos motoqueiros, empresários da cidade também prestaram homenagens à Bolsonaro. Um outdoor digital saudando ao presidente eleito foi instalado na pista que sai do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek. O político do PSL compartilhou imagens do painel nas redes socais.

✔ @jairbolsonaro

 Obrigado pela receptividade de sempre, amigos de Brasília e de todo Brasil!

Bolsonaro foi questionado por jornalistas sobre a ideia de editar um decreto que ampliaria a posse de arma de fogo no Brasil. No entanto,  ele não respondeu.

De acordo com assessoria, o presidente eleito não tem compromissos públicos até terça-feira (1/1), dia em que ele assume oficialmente a Presidência da República. Mais cedo, Bolsonaro cortou cabelo, testou as medidas de seu terno da posse e se despediu de vizinhos de condomínio.

Cruzada 17

O grupo de motociclistas que recebeu Bolsonaro na Granja do Torto tem origem em vários estados. Representantes do Ceará, Alagoas e Rio de Janeiro foram alguns dos que acompanharam o retorno do presidente eleito à capital federal.

“Fomos muito bem recebidos pelos colegas motociclistas de Brasília. Recepção de alto nível. O cansaço até passou. Estamos aqui para dar o pronto da missão para ele. Bolsonaro é o presidente de todos os brasileiros”, disse o empresário e ex-oficial do Exército Francisco Siqueira, líder do movimento.

Serão quatro etapas, a primeira com um culto ecumênico no período da tarde

POSSE

 

 

Com um inédito sistema de segurança na Esplanada dos Ministérios, Jair Bolsonaro (PSL) assumirá a Presidência da República em 1º de janeiro. A posse será feita em quatro etapas, começando à tarde com um culto ecumênico na Catedral de Brasília.

De lá, Bolsonaro deve desfilar ao lado da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em um veículo que vai levá-lo até o Congresso Nacional, onde ele tomará posse como presidente. Na sequência ele segue para o Planalto e, à noite, haverá um coquetel no Palácio do Itamaraty.

A lista de convidados de Bolsonaro e da primeira-dama para a cerimônia do Congresso é de 140 pessoas. O grupo é formado majoritariamente por familiares e funcionários do gabinete do presidente eleito. A previsão é de que ao todo sejam convidadas 2.000 pessoas para esta etapa da posse, que contemplará a presença de deputados, senadores, ex-parlamentares e os eleitos para o Legislativo em outubro.

No Legislativo, ocorre o juramento e um discurso do eleito que, na sequência segue para o Palácio do Planalto para receber a faixa do atual presidente da República, Michel Temer (MDB).

A lista de convidados para o Planalto deve ser reduzida, já que a capacidade do salão nobre do prédio é de, no máximo, 1.500 pessoas. De acordo com pessoas próximas à organização do evento, deverá haver uma limitação dos presentes por medidas de segurança.

O cerimonial da Presidência da República convidará os ministros, chefes dos Poderes e presidentes de autarquias e bancos públicos. Além desses, Bolsonaro e Temer têm direito a uma lista de convidados. A equipe do governo de transição não divulgou o nome dos que serão chamados para a posse.

POSSE ENSAIO

Nos bastidores, aliados do eleito defendem sigilo por medidas de segurança. O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) definiu regras de restrições de circulação na Esplanada no dia da posse. Mensagens foram disparadas para celulares da área do Distrito Federal orientando os moradores sobre objetos proibidos no dia 1º no entorno do Planalto.

O GSI já realizou um ensaio da posse no último domingo (23) e um novo teste é previsto para o próximo domingo (30), que deve contar com a participação de dublês de Bolsonaro e de sua mulher.

Ainda não há definição, por exemplo, se o presidente eleito desfilará em carro aberto ou fechado no dia da posse. De acordo com aliados, isso será decidido de última hora, com base em dados de segurança.

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