O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou, nesta terça-feira (30/6), o Plano Safra 2026/2027, com R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial e taxas de juros entre 8% e 12,5%, redução de até 1,5 ponto percentual em relação ao último plano, do ano 2025/26.

A iniciativa, que oferece linhas de crédito, incentivos e instrumentos de política agrícola voltados a médios e grandes produtores do agronegócio brasileiro, terá, neste ano, acréscimo de R$ 9 bilhões em relação à safra anterior.

A cerimônia de lançamento ocorre no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença do presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), além de outros membros do governo e autoridades.

Do total do montante, R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e à comercialização, garantindo recursos para despesas essenciais da produção agropecuária, como a aquisição de insumos, a condução das lavouras, a manutenção dos rebanhos e a comercialização da produção.

Outros R$ 140,2 bilhões serão direcionados aos investimentos, para apoiar modernização produtiva, aumento da eficiência nas propriedades rurais, ampliação da capacidade de armazenagem, inovação tecnológica, irrigação e renovação de máquinas e equipamentos.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a redução das taxas máximas de juros é um dos principais avanços do Plano Safra 26/27.

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