Segundo a investigação, o encontro foi o ponto de partida do plano que previa o assassinato do então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, do vice eleito, Geraldo Alckmin, e do ministro Alexandre do Moraes, do STF, que à época também presidia o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Após depoimento de duas horas e meia de Mauro Cid no STF nesta quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes decidiu manter a validade do acordo de colaboração premiada firmado entre a Polícia Federal e o tenente-coronel.

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