O texto foi apresentado pelo relator Cláudio Cajado (PP-BA) e agora será enviado para análise do Senado. Para ser aprovado, o projeto precisava de, no mínimo, 257 votos, devido à sua natureza como lei complementar.

O destaque apresentado pelo Psol, que tinha como objetivo retirar os gatilhos e sanções ao governo incluídos pelo relator no texto da regra fiscal, foi rejeitado por 429 votos a 20.

O novo arcabouço fiscal substituirá o teto de gastos e sua votação só ocorreu após um acordo entre os líderes partidários.

Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), juntamente com representantes do governo e do setor produtivo, estabeleceram o compromisso de votar as pautas econômicas.

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