NOVA EDIÇÃO DA REVISTA TOTAL A REVISTA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS


Editorial
A partir de 1º de janeiro de 2023 o Brasil estará sob o comando de um novo presidente.
Alias, voltará ao comando de um presidente – Luiz Inácio da Silva,77 anos -, que já conduziu o país por 8 anos (duas gestões) e ainda fez a sua sucessora, Dilma Roussef.
E o que muda com esse novo velho governo?
Tudo.
Afinal, será uma volta, ou a continuação, da gestão iniciada em 2003, quando Lula, após 3 tentativas frustradas, alcançou a primeira vitória nas eleições para presidente.
As três tentativas se deram:
• em 1989 contra Fernando Collor de Melo (15/03/1990 a 29/12/92. Collor renunciou e foi substituído por Itamar Franco, seu vice, que assumiu o governo no período de 29/12/92 a 1º de janeiro de 1995) e
• em 1994 e 1998, quando, em ambas, perdeu para Fernando Henrique Cardoso (2 mandatos), só conseguindo sua 1ª vitória na quarta tentativa, nas eleições de 2002, vindo a assumir em 1º de janeiro de 2003, participando da 5ª eleição como candidato a presidente em 2006, em que se reelegeu para o período de 1º de janeiro 2007 a 1º de janeiro de 2011.
Mas, de toda forma, serão mudanças profundas, pois os tempos são outros, após passados 12 anos.
Além das CNTPs de um governo gigantesco, como o de um País como o Brasil, de tantas diferenças e desigualdades, Lula vai ter que buscar meios – e verbas – para cumprir todas as promessas de campanha e, sobretudo, conviver com Congresso.
Lula terá uma forte oposição que o levará a enfrentar dificuldades em compor com Congresso. A coalizão bolsonarista conseguiu formar uma relevante parcela da Câmara e dos governos estaduais.
Um Congresso com maioria adversária, como será a partir de 2023, dificultará alianças para a governabilidade.
A bancada da coligação que compôs os que o apoiaram soma só 122 dos 513 deputados, que nem sequer chega perto do necessário para aprovar um projeto, enquanto só PL, partido do presidente Bolsonaro, conta com 99 deputados eleitos. Ele terá, portanto, que buscar até o Centrão, para ampliar o atual leque de alianças para conseguir uma base que lhe possibilite apoio dos 60% dos deputados e senadores, que é o mínimo necessário para aprovação de mudanças na Constituição.
A Revista Total, e os demais veículos do Grupo TOTAL, também entrarão num novo ciclo, mudando um pouco suas estratégias e suas ações.
Para tanto, iniciaremos já neste mês de novembro, a realizar as entregas dos troféus Leão do Norte – Brasil às 300 personalidades escolhidas para serem homenageadas, entre políticos, empresários, artistas… enfim, aqueles que fizeram algo em prol do Brasil e dos brasileiros.
Este é um dos assuntos publicados nesta edição, que colocará você, leitor, a par do processo a ser utilizado a partir de agora.
Leiam, se inteirem das novidades e, se não quiserem guardar para sua coleção – como muitos dos nossos leitores o fazem – passem para outros amigos, familiares, colaboradores e afins, para que também eles possam ter acesso à nossa Revista TOTAL.
Um grande abraço e até a próxima edição.
Marcelo Mesquita



