Goldman estava internado no hospital Sírio-Libanês e morte foi decorrente do seu tratamento de câncer na cervical

Goldman governou estado de São Paulo em 2010 (Foto: George Gianni/ PSDB)
Goldman governou o Estado de São Paulo em 2010 (Foto: George Gianni/ PSDB)

Laura Lourenço, da Agência Record*

Postado por Marcos Lima Mochila

 

 

O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB), 81 anos, morreu por volta das 13h30 deste domingo (1) em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 19 de agosto, quando passou por uma cirurgia no cérebro.

Segundo o hospital, o ex-governador tinha um tumor na cervical, de nome neuroendócrino. O problema foi descoberto em novembro de 2018, durante o feriado de Finados, quando Goldman teve um cansaço excessivo subindo uma rampa de areia na Praia do Forte, no litoral da Bahia. Alberto jogava basquete duas vezes por semana, o que impactou na suspeita com sua saúde.

Alberto Goldman fazia tratamento desde janeiro deste ano e tomava remédios muito fortes, o que provocaram a queda das plaquetas e de hemoglobina em seu sangue. Desde o início do tratamento, ele passou por várias internações de transfusão de hemácias e plaquetas.

Durante uma dessas transfusões, Alberto se sentiu sonolento e com dor de cabeça e foi submetido a uma tomografia. No procedimento, descobriram uma artéria rompida em seu cérebro e ele passou por cirurgia no mesmo dia.

Nascido em 12 de outubro de 1937, Goldman era engenheiro formado pela Escola Politécnica, foi deputado estadual por dois mandatos (1971-1978), deputado federal por seis mandatos (1979-1986 e 1991-2006), Ministro dos Transportes (Governo Itamar Franco), secretário de Estado, vice-governador e governador de São Paulo.

Alberto Goldman deixa esposa, cinco filhos e quatro netos.

 

* Estagiária da Agência Record, sob supervisão de Cristina Charão

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