Arquivos do mês abril 2026


A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da PEC 221/2019, de coautoria do deputado federal Eduardo da Fonte, que prevê a redução gradual da jornada de trabalho no Brasil.

A proposta altera a Constituição para permitir modelos como o regime 5×2, com dois dias de descanso semanal. Com o aval da CCJC, o texto segue para uma Comissão Especial, que analisará o mérito antes de ir ao plenário.

Para Eduardo da Fonte, a medida representa avanço nas relações de trabalho. “É uma pauta que envolve saúde, produtividade e dignidade. O Brasil precisa acompanhar essa evolução com equilíbrio”, afirmou.


Revista Total, a revista dos municípios brasileiros, e a Opina Pesquisa e Comunicação Popular anunciam uma parceria estratégica que promete ampliar a força da comunicação política no Brasil nas próximas eleições.

A união entre um veículo com forte presença no cenário municipalista e uma plataforma voltada à inteligência em pesquisa e comunicação cria uma combinação poderosa para atender grandes lideranças políticas com mais estratégia, alcance e conexão com a população.

Em um ambiente eleitoral cada vez mais competitivo, não basta apenas aparecer. É preciso ouvir, compreender e se comunicar com inteligência. É exatamente nesse ponto que a Opina Pesquisa e Comunicação Popular ganha protagonismo, oferecendo recursos para leitura de cenário, percepção pública, direcionamento de comunicação e aproximação real com o eleitor.

Ao lado da credibilidade e da capilaridade da Revista Total, a Opina Pesquisa e Comunicação Popular fortalece uma nova forma de fazer política: mais conectada com a voz das pessoas, mais orientada por dados e mais preparada para os desafios do processo eleitoral moderno.

A parceria representa um passo importante para políticos que desejam construir campanhas mais eficientes, posicionamentos mais sólidos e uma relação mais ativa com a sociedade. Mais do que comunicar, a proposta é gerar escuta, presença e estratégia.

Com essa aliança, Revista Total e Opina Pesquisa e Comunicação posicionam como forças complementares em um novo tempo da política brasileira, onde informação, percepção e comunicação bem direcionada podem fazer toda a diferença.

O etarismo é o preconceito, estereótipo e discriminação baseados na idade, afetando principalmente, mas não exclusivamente, pessoas mais velhas. Etarismo (ou idadismo) é crime no Brasil quando direcionado a pessoas idosas (60 anos ou mais), conforme o artigo 96 do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei 10.741/2003). Discriminar, desdenhar ou humilhar alguém por sua idade pode gerar pena de 6 meses a 1 ano de reclusão, além de multa.
Brincadeiras ofensivas (etarismo recreativo), exclusão de processos seletivos apenas pela idade etc
Na política, não existe limite de idade pra se concorrer a cargos eletivos, mas o que questiono aqui, é o fato de que o cidadão, pode concorrer infinitamente às várias funções, seja no legislativo, ou no executivo. Como exemplo, e sem entrar no mérito da natureza político-ideológica ou partidária, cito os casos do saudoso Liberato Costa Júnior, eleito por 10 vezes, como vereador do Recife, o de Henrique Queiroz(pai), que obteve 10 mandar os como Deputado Estadual, e seu filho(Henrique Queiroz Filho) já está no segundo mandato, também no parlamento estadual, Renan Calheiros(MDB), eleito por 4 vezes consecutivas como Senador por Alagoas, e se preparando para disputar sua quinta reeleição ao senado, e do Presidente pela terceira vez, Luís Inácio Lula da Silva, o qual deverá concorrer a sua sétima eleição eleição presidencial. Não considero isso, apenas um atestado da falta, da renovação política de nossos quadros, mas uma lacuna deixada por nossa legislação eleitoral. Não se trata aqui, de uma questão de idade dos postulantes, pois que os personagens aqui mencionados, em sua maioria, com idade avançada, estavam e estão aptos a desempenhar suas funções, mas isso compromete a alternância do poder, um dos pilares do Estado de Direito Democrático. Numa atividade, recheada de um coronelismo, patriarcalismo, as bancadas lobistas, do DNA, corporativas e religiosas, cada vez mais, as minorias e as representações diversas, são sufocadas, pelo poder econômico, das máquinas e estruturas dominantes. É preciso repensar, uma reforma política, que seja radicalmente democrática, e que aponte para o pluralismo e a alternância. Sem isso, não apenas a CF/88, mas a esfera pública e a cidadania ficarão obsoletas e obscuras.

Ricardo Andrade
*Cientista Político e Historiador.


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Como prometido, a parceria entre a Revista Total e a Numen Data Pesquisa traz em primeira mão o panorama completo da disputa pelo Governo de Pernambuco. Após ouvir 1.100 eleitores em 78 municípios em todas as regiões do estado, revelamos os números que moldam o cenário político para 2026. A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-07498/2026, possui um nível de confiança de 95% e margem de erro de 3%.

Pesquisa Estimulada: Primeiro Turno

No cenário de primeiro turno, a atual governadora Raquel Lyra lidera a corrida com uma vantagem significativa sobre o prefeito do Recife, João Campos.

• Raquel Lyra (PSD): 45,1%

• João Campos (PSB): 37,1%

• Eduardo Moura (Novo): 4,1%

• Ivan Moraes (PSOL): 2,1%

• Ninguém/Branco/Nulo: 8,2%

• Não sabe/Não respondeu: 3,4%

Simulação de Segundo Turno: Raquel Lyra x João Campos

Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois principais candidatos, a governadora Raquel Lyra ampliaria sua vantagem, consolidando seu favoritismo.

• Raquel Lyra (PSD): 51,0%

• João Campos (PSB): 40,5%

• Ninguém/Branco/Nulo: 7,3%

• Não sabe/Não respondeu: 1,2%

Índice de Rejeição

A pesquisa também mediu em qual candidato os eleitores não votariam de jeito nenhum. Neste quesito, João Campos apresenta o maior índice de rejeição entre os principais nomes.

• João Campos (PSB): 36,2%

• Eduardo Moura: 21,5%

• Raquel Lyra (PSDB): 20,8%

• Ivan Moraes (PSOL): 7,8%

• Votaria em todos: 1,8%

• Não vota em ninguém: 4,5%

• Não sabe/Não respondeu: 7,3%

Análise: Segundo o cientista polítco Marlos P. Batista, A frente de 8% da governadora Raquel Lyra dá uma vatagem difícil de ser tirada pelo ex-prefeito de Recife João Campos uma vez que gestores de executivo em campanha de reeleição tem mais ferramentas para crescer nas pesquisas até a data das eleições, além da menor rejeição que a governadora apresentou ter.

Fique ligado na Revista Total para mais análises e desdobramentos do cenário político. A nossa parceria com a Numen Data continua, traremos desdobramentos dessa pesquisa registrada, sempre mantendo a tradição de informação precisa e de alta qualidade que nossos leitores conhecem e confiam.

A gestão da prefeita professora Elcione Ramos teve suas contas aprovadas referentes ao período de 2021 a 2023. O parecer favorável foi emitido pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.

O reconhecimento reforça uma administração pautada pela eficiência, evidenciada pelo rigoroso cumprimento dos índices constitucionais e legais.

Com a aprovação, mais uma vez, a gestão expressa o zelo na aplicação dos recursos públicos, especialmente nas áreas fundamentais da Educação e da Saúde, nas quais a prefeitura não apenas atingiu, como também superou as metas estabelecidas, garantindo serviços essenciais de qualidade à população de Igarassu.

A aprovação das contas pelo TCE-PE reafirma a responsabilidade técnica que norteia a administração municipal desde o início da gestão.


Em entrevista ao programa Cidade em Foco, da Rede Pernambuco de Rádios, e ao blog, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (MDB), elevou o tom do embate com o governo Raquel Lyra ao rebater críticas sobre um suposto travamento da pauta orçamentária no Legislativo estadual. Em meio à disputa política, o parlamentar tenta deslocar a responsabilidade pela lentidão administrativa para o Palácio do Campo das Princesas, sustentando que a Casa não tem sido obstáculo para a execução das políticas públicas.

Segundo Porto, a narrativa de que a Assembleia estaria emperrando a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) não se sustenta. Ele argumenta que o orçamento já foi aprovado desde dezembro, sancionado no início de janeiro e que, do ponto de vista formal, não há impedimento para a execução financeira do Estado. “A LOA foi aprovada desde o dia 16 de dezembro, não tem nada travado aqui”, afirmou. O ponto pendente, que é a votação da redação final, acabou sendo judicializado após iniciativa da deputada Débora Almeida (PSD), o que, na visão do presidente, alongou um processo que poderia ser resolvido politicamente em plenário.

A fala de Porto também revela um elemento central do conflito: a disputa em torno da margem de remanejamento orçamentário. Enquanto setores do governo defendem ampliar esse percentual para garantir maior flexibilidade na execução, a Assembleia sinaliza resistência a conceder um “cheque em branco” ao Executivo. O deputado Antônio Moraes, aliado do governo, chegou a apontar que o impasse gira em torno dessa diferença 10% versus 20%, mas Porto minimiza o argumento e classifica a justificativa como “falácia”.

Outro ponto explorado pelo presidente da ALEPE é o volume de recursos já autorizados e empenhados. Ele afirma que, de um orçamento de cerca de R$ 60 bilhões para 2026, aproximadamente R$ 40 bilhões já foram empenhados até abril, o que representa algo em torno de 60%. Para Porto, esse dado enfraquece o discurso de paralisia administrativa por falta de orçamento e reforça a tese de que o problema estaria na gestão, e não no Legislativo. “Dinheiro tem, o que falta é o governo executar”, disparou.

Na prática, o embate expõe uma tensão mais ampla entre Executivo e Legislativo em Pernambuco. O caso envolvendo o pedido de remanejamento de R$ 155 milhões para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), contrastado com a dificuldade de avançar em demandas como apoio a fornecedores de cana, também foi citado como exemplo de inconsistência na condução das prioridades.

Mais do que um debate técnico sobre orçamento, o episódio escancara uma disputa de narrativa e poder. De um lado, o governo Raquel tenta sustentar o discurso de que precisa de mais flexibilidade para governar; do outro, a Assembleia, comandada por Álvaro Porto, busca reafirmar seu papel de controle e fiscalização, ao mesmo tempo em que se defende de acusações de obstrução. O desfecho desse embate tende a influenciar não apenas a governabilidade no curto prazo, mas também o ambiente político rumo às próximas eleições.


Uma recomendação do Ministério Público de Pernambuco colocou sob pressão a gestão da prefeita de Nazaré da Mata, Aninha da Ferbom (PSD). De acordo com informações publicadas pelo Diario de Pernambuco, o órgão ministerial recomendou a exoneração de parentes nomeados para cargos na administração municipal.

O documento, assinado pelo promotor Rodrigo Amorim da Silva Santos no último dia 9 de abril, aponta que a recomendação é resultado de denúncias encaminhadas à ouvidoria. Segundo o MPPE, há indícios de utilização da máquina pública para favorecimento de um núcleo familiar e de aliados políticos.

Entre os nomes citados estão o marido da prefeita, Washington Dario das Silva Morais, atual secretário de Cultura, além da filha, Júlia Andrade Lima Vasconcelos Coutinho, que ocupa a Secretaria de Transportes. A lista inclui ainda primos, sobrinhas e outros parentes em cargos comissionados e funções estratégicas da gestão municipal, além de vínculos com familiares de outros agentes políticos do município.

O MPPE fundamenta a recomendação na Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal, que proíbe a nomeação de parentes até o terceiro grau para cargos de direção, chefia ou assessoramento na administração pública. Com base nesse entendimento, o órgão orienta a exoneração imediata dos casos considerados irregulares, além da revisão de contratos com empresas terceirizadas que eventualmente empreguem parentes de agentes públicos.

A promotoria também recomenda a realização de uma auditoria interna na folha de pagamento e nos quadros de pessoal da prefeitura, com o objetivo de identificar possíveis vínculos de parentesco não declarados. Outro ponto destacado é a exigência de que os servidores citados apresentem, em até cinco dias, declaração formal informando a existência, ou não, de relação familiar com autoridades municipais.

Além disso, o MPPE cobra que a gestão comprove a qualificação técnica dos nomeados para cargos de natureza política, sob risco de caracterização de desvio de finalidade. Caso as recomendações não sejam cumpridas no prazo de dez dias, o órgão poderá adotar medidas judiciais, incluindo o ajuizamento de ação civil pública por improbidade administrativa.

Fonte:Blog do Alberes Xavier


Encontro no Alto da Bondade reforça adesão popular ao “Simbora com César”

Na noite desta sexta-feira (17), no Alto da Bondade, em Olinda, o pré-candidato a deputado estadual César Ramos participou de mais um encontro do projeto “Simbora com César”. O evento foi promovido pelo líder comunitário Beto Lopes e reuniu moradores e lideranças locais em uma conversa aberta sobre as demandas da comunidade.

Durante a reunião , lideranças reconhecidas pelo trabalho social na região, junto à população presente, declararam apoio ao pré-candidato. Ao abrir o evento, Beto Lopes destacou a importância do compromisso com a comunidade. “Liderança é mais do que ocupar um cargo, é ter energia e determinação para cobrar do poder público e lutar pelas necessidades do povo”, afirmou.

César Ramos ressaltou a importância da união e da construção coletiva. “Estar ao lado de amigos e lideranças mostra o quanto a confiança e o compromisso fazem a diferença. Vamos dizer sim a tudo que há de bom. A união é o caminho para realizarmos o que sonhamos. Agradeço a Beto por abrir as portas de sua casa, um espaço tão íntimo, e compartilhar esse momento tão significativo”, declarou.

O “Simbora com César “ reforçou a articulação entre lideranças de Olinda, mostrando o crescimento do movimento.


O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou os avanços nas obras de infraestrutura hídrica em Pernambuco durante agenda recente no estado, reforçando o compromisso do governo do presidente Lula com a ampliação do acesso à água no Nordeste.

Segundo o ministro, a pauta hídrica sempre foi uma prioridade para Pernambuco, com o envolvimento da governadora Raquel Lyra, da bancada federal e de lideranças locais. “Sempre foi uma das prioridades do povo pernambucano, da governadora Raquel e de toda a bancada de Pernambuco avançar na infraestrutura hídrica, seja na Transposição do São Francisco, nas adutoras ou nas barragens”, afirmou.

Um dos principais destaques da agenda foi a Adutora do Agreste, considerada estratégica pelo seu impacto social e econômico. “A adutora do Agreste tem um impacto social e econômico muito forte. Hoje estamos dando ordens de serviço referentes a dois trechos, o trecho 3 e o trecho 5, da primeira etapa dessa obra”, disse o ministro.

Waldez Góes também relembrou a recente visita presidencial ao estado, quando foram autorizados novos investimentos no sistema hídrico. “Há poucos meses, estive com o presidente Lula em Pernambuco, quando foi dada ordem de serviço de cerca de meio bilhão de reais para a duplicação do bombeamento do Eixo Norte, dobrando a quantidade de água disponibilizada para o povo nordestino, especialmente aqui no estado”, destacou.

De acordo com o ministro, os investimentos federais na Transposição do São Francisco já ultrapassam R$ 12 bilhões desde gestões anteriores e continuam sendo ampliados. “O presidente Lula já investiu mais de 12 bilhões na transposição e agora destinou novos recursos dentro do PAC. São cerca de 32 bilhões, sendo aproximadamente 13 bilhões voltados à infraestrutura hídrica”, afirmou.

Ele também ressaltou o volume de recursos destinados a Pernambuco. “O estado tem uma fatia bem significativa, são mais de 2 bilhões de reais só para infraestrutura hídrica. Estamos aqui para comemorar mais uma entrega, que é a ordem de serviço para iniciar essas obras”, concluiu.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os líderes de Israel e Líbano concordaram com um cessar-fogo de 10 dias, que começará nesta quinta-feira (16) às 18h, no horário de Brasília.

Ainda não houve pronunciamento oficial de autoridades de Israel sobre o assunto. Uma fonte disse à CNN Internacional que o gabinete de segurança do país está em reunião por telefone para discutir a pausa nos combates.

Uma das principais autoridades do Hezbollah afirmou à CNN que o grupo respeitará o cessar-fogo se as forças israelenses não realizarem novos ataques. Ainda assim, deixou claro que o grupo libanês se opõe às conversas com o governo de Benjamin Netanyahu.

O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, celebrou o anúncio da pausa nos combates e agradeceu aos países que mediaram as negociações.

Segundo publicação de Trump na Truth Social, o comunicado foi feito após conversas que ele teve com Joseph Aoun, presidente do Líbano, e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.

Instruí o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Rubio, juntamente com o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Razin’ Caine, a trabalharem com Israel e o Líbano para alcançar uma PAZ duradoura“, destacou o presidente dos EUA na publicação.

Na terça-feira (14), autoridades de Israel e Líbano se reuniram em Washington para iniciar conversas sobre a possibilidade de um cessar-fogo. O encontro, porém, não havia resultado em um acordo — apenas que novas negociações diretas aconteceriam.

Nesta quinta, inclusive, uma fonte libanesa afirmou à CNN Internacional que o presidente do país se recusou a conversar com Benjamin Netanyahu, explicando que não estavam “prontos para dar esse passo“.

Trump convidará líderes de Israel e Líbano para a Casa Branca

Em uma outra publicação na Truth Social, feita minutos após anunciar o cessar-fogo, Trump afirmou que convidará Netanyahu e Aoun para a Casa Branca “para as primeiras conversas significativas entre Israel e Líbano desde 1983“.

Ambos os lados querem ver a PAZ, e acredito que isso acontecerá, e em breve!“, adicionou.

Participação do Hezbollah no cessar-fogo

Não houve uma declaração oficial do Hezbollah sobre o anúncio de cessar-fogo até a última atualização desta reportagem, mas um parlamentar do grupo conversou com a agência de notícias Reuters sobre o assunto.

Segundo Hassan Fadlallah, o grupo foi informado pelo embaixador do Irã no Líbano de que um cessar-fogo de uma semana poderia começar na noite desta quinta-feira.

Questionado se o Hezbollah se comprometeria com a trégua, Fadlallah pontuou que tudo estava condicionado ao compromisso de Israel de parar com todas as formas de hostilidades.

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