Juliana Marins, a brasileira de 26 anos que no sábado (21) caiu em um penhasco na trilha do Monte Rinjani, na Indonésia, não resistiu. A informação foi compartilhada pelo perfil criado pela família no fim da manhã desta terça-feira (24).
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido.”
Neste 4º dia de buscas, a equipe de resgate chegou a montar um acampamento avançado perto de onde ela estava no parque nacional.
O g1 mostrou que o time de socorristas teve de descer o equivalente a um Corcovado pela encosta íngreme para chegar até a jovem.
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta segunda-feira (23), que o preço do petróleo tende a subir após a escalada do conflito entre Irã e Israel, que ganhou novos contornos com o recente ataque dos Estados Unidos (EUA) contra instalações nucleares iranianas.
De acordo com Durigan, a tendência é de que o petróleo encareça. Ele disse que o governo federal acompanhará os desdobramentos “de perto”, acrescentando que medidas de mitigação como a política de preços da Petrobras “são bem-vindas nesse momento”.
“O preço do petróleo tende a subir, apesar de a gente já ter visto nos últimos dias, nas últimas semanas, alguma compra de petróleo que pode amortecer a subida do petróleo nesta semana. Vamos acompanhar de perto. Acho que algumas mitigações, como a política de preços da Petrobras, são bem-vindas nesse momento”, declarou em entrevista à Rádio CBN.
Nesse domingo (22/6), o Parlamento do Irã aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz — importante canal de escoamento de mercadorias, onde cerca de 21% de todo o petróleo mundial passa. A decisão foi uma resposta aos ataques dos EUA na noite desse sábado (21/6).
Além da questão do preço do petróleo, Durigan ressaltou ser importante monitorar como a escalada do conflito no Oriente Médio pode influenciar “a corrida para o dólar” e moedas de países em desenvolvimento.
“Há um movimento de buscar segurança no mercado. Então, moedas de países em desenvolvimento, como a nossa, e ativos variáveis, como ativos de bolsa, podem acabar sendo rejeitados ou vendidos nesse momento em benefício de moedas fortes como o dólar”, ponderou.
Questionado se a instabilidade global pode impactar a trajetória de queda da inflação, o secretário confirmou que há essa possibilidade, mas que o risco não é de agora. Ele destacou que o país passou por seca histórica, e o real registrou desvalorização de 24% no ano passado, “nem por isso a inflação saiu do controle”.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, se reuniu nesta segunda-feira (23), com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi. A informação foi confirmada pelo assessor do Kremlin, Yury Ushakov.
Putin condenou os ataques dos EUA às instalações nucleares iranianas ao se encontrar com Araghchi.
“Você está visitando a Rússia em um momento difícil, durante um forte agravamento da situação na região e em seu país”, disse o russo, chamando os ataques de “infundados”.
“De nossa parte, estamos nos esforçando para ajudar o povo iraniano”, disse Putin, acrescentando que seu encontro com Araghchi “nos dará a oportunidade de discutir todas essas questões urgentes e, juntos, pensar em uma maneira de sair da situação atual”.
O presidente russo ainda reforçou que “este é um ato de agressão absolutamente não provocado contra o Irã. Não tem base ou justificativa” e reiterou que a posição da Rússia em relação “aos eventos atuais é bem conhecida. Ela foi claramente articulada pelo Ministério das Relações Exteriores em nome da Rússia”.
À TASS, o ministro das Relações Exteriores do Irã, que é o principal diplomata do país, confirmou que havia chegado a Moscou na noite desse domingo (22), “para manter uma série de conversas”.
Na última quarta-feira (18/6), Putin conversou por telefone com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, para discutir possíveis ofensivas entre Israel e Irã. E, segundo o Kremlin, “ambas as partes expressaram profunda preocupação com a contínua intensificação do conflito”.
A decisão do chanceler iraniano de ir à Rússia em busca de uma reunião com Putin foi anunciada após o ataque e as ameaças dos Estados Unidos de intervir na situação no Oriente Médio.
“Nós sempre nos consultamos e coordenamos nossas posições. […] Terei consultas sérias com o presidente russo amanhã [segunda-feira], e continuaremos a trabalhar juntos”, completou o ministro Abbas.
Diante da escalada do conflito entre Israel e Irã, que já chega ao 11º dia, hoje, o governo brasileiro intensificou os esforços para garantir a segurança dos cidadãos nacionais que estão nas áreas de conflito.
A Embaixada do Brasil em Tel Aviv começou a registrar, na semana passada, os brasileiros interessados em deixar o território israelense, e interlocutores da Força Aérea Brasileira (FAB) disseram ao Correio por meio de telefone que a tropa militar está de prontidão para uma possível operação de resgate, caso seja acionada pelo governo.
Em nota divulgada, ontem, pelo Palácio do Itamaraty, o governo expressou “grave preocupação” com os ataques militares e condena com veemência as ações armadas tanto de Israel quanto dos Estados Unidos contra instalações nucleares iranianas. O governo brasileiro classificou tais ataques como “flagrante transgressão da Carta das Nações Unidas e das normas da Agência Internacional de Energia Atômica”, alertando para os riscos de contaminação radioativa e desastres ambientais de larga escala. O posicionamento, entretanto, não gerou nenhum comunicado oficial para o resgate dos cidadãos brasileiros na região dos confrontos, segundo a FAB.
Em Tel Aviv, a embaixada brasileira divulgou alerta consular orientando que todos os brasileiros interessados em sair do país preencham um formulário individual — inclusive, menores de idade. Ainda não há, no entanto, um plano fechado de repatriação. O apoio da FAB está condicionado a uma solicitação formal do Ministério das Relações Exteriores, conforme explicou a Aeronáutica em resposta a um ofício do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado.
“Seguimos em diálogo direto com a FAB e o Itamaraty. Essa sinalização é uma demonstração de que estamos prontos para agir. Nosso foco é garantir que todos os brasileiros voltem para casa em segurança”, afirmou o parlamentar.
A reportagem entrou em contato com o Itamaraty em busca de um posicionamento oficial do governo federal, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.
A cada noite de festa no Pátio Ana das Carrancas, o São João de Petrolina 2025 mostra que vai muito além da alegria e da cultura. Com programação intensa o evento vem se consolidando também como uma poderosa ferramenta de geração de renda, movimentando diversos setores da economia local, desde os ambulantes, comércio até a rede hoteleira e o transporte alternativo.
Durante a oitava noite de evento, o prefeito Simão Durando reforçou o crescimento da economia popular e o fortalecimento do comércio local. “O São João de Petrolina é, sem dúvidas, um dos maiores eventos culturais do Brasil. Mas também é um motor econômico poderoso. Estamos falando de milhares de pessoas que, direta ou indiretamente, tiram seu sustento dessa festa. É o barraqueiro que reforça a renda da família, o ambulante que está conseguindo pagar as contas do mês, o motorista de aplicativo que dobra suas corridas, o hotel que está com ocupação máxima. Nosso compromisso sempre foi fazer uma festa linda, organizada e segura, mas sem esquecer de quem mais precisa: o povo que faz o São João acontecer”, destacou o gestor.
Neste ano, mais de 300 comerciantes e ambulantes foram credenciados para atuar no entorno do evento com segurança, estrutura adequada e apoio logístico da Prefeitura. Além disso, os hotéis e pousadas da cidade registram lotação máxima desde o início do mês.
A movimentação também aquece o setor de transporte. Mototaxistas, taxistas e motoristas de aplicativo relatam aumento na demanda durante os dias de evento, especialmente nas proximidades do pátio do São João. A expectativa é que o São João de Petrolina injete mais de R$ 300 milhões na economia local.
Recepcionada pela prefeita Lucielle Laurentino e a vice-prefeita Socôrro Silva, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, prestigiou, neste domingo (22), o São João mais alto, mais frio e mais aconchegante do mundo, no Pólo Cultural da Serra Negra, em Bezerros, no Agreste pernambucano. Raquel veio acompanhada da vice-governadora Priscila Krause, do deputado estadual Joãozinho Tenório, de secretários estaduais, da vice-prefeita Socôrro Silva, de vereadores e secretários municipais.
“Junto com Raquel e Priscila, Socôrro e eu, já inauguramos várias obras e fizemos grandes entregas para a população bezerrense. No São João mais alto, mais frio e mais aconchegante do mundo, estamos presentes juntas novamente e, com orgulho, fazendo um evento que cresce cada vez mais. O São João na Serra Negra reúne público do estado, do Brasil e do mundo inteiro. Fizemos e vamos fazer ainda mais por Bezerros e pelo São João do nosso interior”, destacou a prefeita Lucielle Laurentino.
Raquel, junto com Lucielle, e a comitiva, visitou a Vitrine Criativa, espaço dedicado aos empreendedores locais, o pavilhão principal dos festejos, o anfiteatro (palco das apresentações culturais) e também prestigiou o início do show do cantor Juarez. A governadora também atendeu profissionais de imprensa, conversou com o público presente e registrou fotos e vídeos no São João mais autêntico do interior.
“Estamos, mais uma vez, em Serra Negra, garantindo o maior, melhor, mais seguro e mais charmoso São João do Brasil. Alto, frio e aconchegante. A Serra Negra está linda, fantasiada de festa. Aqui, tem bares, restaurantes, hotéis, todos lotados, recebendo os forrozeiros que buscam uma festa para todos os públicos, gostos e idades. Quero parabenizar a querida prefeita Lucielle, pois a gente vem trabalhando juntas pelo município. Aqui, na Serra Negra, estamos consolidando o São João como referência no Nordeste”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.
O São João na Serra Negra 2025 conta com mais de 80 atrações artísticas e culturais, distribuídas em dois palcos – Principal e Cultural, tem uma média de público de aproximadamente 150 mil forrozeiros (durante o ciclo junino), movimenta mais de R$ 35 milhões na economia local e regional e recebe turistas e visitantes dos quatro cantos do Brasil e até do mundo.
Também estiveram presentes a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, o deputado estadual Joãozinho Tenório, a secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula, o secretário de Turismo do Estado, Kaio Maniçoba, o presidente da ADEPE, André Teixeira, e o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça. Ainda, os vereadores Rinaldo, Adé, Eduardo, Rogério de Natal, Roberto Dinda, os secretários municipais de Bezerros, profissionais de imprensa, entre outros.
Na Serra Negra, os festejos terminam no próximo dia 29 de junho, sendo que no dia 28 (sábado) sobem ao palco Luizinho Moreno, Morganna Bernardo, Bruninho Lima, Mestrinho e Geraldo Azevedo. No domingo (29), os shows de Amazan, Anderson Alvez, Pau no Xote, Petrúcio Amorim e Joyce Alane, fechando a maratona de shows do São João mais alto, mais frio e mais aconchegante do mundo.
TEXTO: Ana Paula / Gabriel Galvão / Izaias Néu – GECOM/PMB.
O governo federal refez cálculos sobre o impacto dos “jabutis” inseridos pelo Congresso Nacional no projeto de lei (PL) para regulamentação da energia eólica offshore e prevê que o custo destas medidas à conta de luz superará meio trilhão nos próximos 15 anos.
Os cálculos dos técnicos da Esplanada dos Ministérios apontam para custo anual de R$ 35,06 bilhões. Até 2040, o valor alcançaria R$ 525 bilhões.
Dentre os “jabutis”, o mais caro seria a obrigatoriedade de contratação de usinas térmicas a gás, com montantes de energia e regiões já definidas pela lei. O custo seria de R$ 20,6 bilhões anuais, totalizando R$ 309 bilhões em 15 anos.
Na sequência aparece o custo da contratação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), de 12,4 bilhões anuais, totalizando R$ 186 bilhões até 2040. O impacto da contratação de usinas de hidrogênio e eólica custarão por ano R$ 1,46 bilhão, ou seja R$ 21,9 bilhões em 15 anos.
Zezé Di Camargo & Luciano, Leonardo, Juarez e o caruaruense Matheus Santos encantaram o público na noite deste domingo (22)
O São João de Caruaru viveu mais uma noite histórica neste domingo (22), com o Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga completamente lotado para celebrar o amor, a música e a tradição. O clima foi de pura emoção com apresentações de grandes nomes do sertanejo e do forró, numa mistura que arrebatou corações e levantou poeira!
Quem abriu a festa foi o caruaruense Mateus Santos, esbanjando carisma e autenticidade. Inspirado no inesquecível Gabriel Diniz, Mateus trouxe para o palco a mesma alegria contagiante, o estilo irreverente nas roupas e uma voz que muitos já comparam à do eterno GD. Fã assumido de Zezé Di Camargo & Luciano e de Leonardo, ele fez bonito com um repertório que misturou forró moderno e sucessos do sertanejo, mostrando que tem estrada e brilho próprio.
Na sequência, o consagrado Leonardo assumiu o microfone e fez o Pátio inteiro cantar junto. Cada música era recebida com gritos, coros e olhos marejados de emoção. O goiano aproveitou o calor humano para declarar todo o seu amor por Caruaru: “Cantar aqui é como vestir a camisa da Seleção Brasileira. Que festa linda! Que povo maravilhoso! Já falei com o prefeito: ano que vem, tô de volta!”, afirmou, arrancando risos e aplausos.
A noite seguiu com a estreia em carreira solo de Juarez, que já pisou no palco do Maior São João do Mundo 12 vezes como integrante de outras bandas. Agora, com um show todo seu batizado de É Tudo Forró, ele mostrou um lado ainda mais pessoal e cheio de energia: “É diferente demais. Frio na barriga, coração acelerado… mas é isso que move a gente. Esse projeto tem minha cara, minha alma, meu jeito de fazer forró”, disse, emocionado.
Fechando a programação com chave de ouro, Zezé Di Camargo & Luciano levaram o público a um turbilhão de sentimentos com seus clássicos atemporais. O romantismo tomou conta do Pátio, que virou um verdadeiro mar de vozes apaixonadas. “Já cantamos aqui em várias ocasiões, mas cada vez é única. É um privilégio fazer parte dessa festa tão grandiosa e sentir esse carinho. Obrigado, Caruaru!”, disseram, sob uma chuva de aplausos.
E a programação segue a todo vapor! Nesta segunda-feira (23), véspera de São João, o palco recebe Priscila Senna, Mari Fernandez, Daniel e Felipe Amorim. Que venha mais uma noite de emoção
Dando continuidade à sua agenda de São João em 2025, a governadora Raquel Lyra passou a tarde deste domingo (22) em Serra Negra, distrito do município de Bezerros, no Agreste do Estado. No local, a gestora estadual almoçou com a prefeita Lucielle Laurentino e lideranças políticas da região, e em seguida visitou o polo cultural e passeou pelas ruas que abrigam os festejos juninos “mais frios, mais altos e mais aconchegantes do mundo”, como costumam afirmar os bezerrenses. A vice-governadora Priscila Krause também curtiu a programação.
Em Serra Negra, para o São João 2025, o Governo do Estado realizou obras de pavimentação na PE-105, principal via de acesso ao local da festa. Com cerca de 2 km de extensão, a intervenção focou na modernização das condições da estrada. O serviço foi realizado pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PE).
“O São João de Serra Negra é o mais frio, o mais charmoso do Brasil. Esse local tem um clima todo especial e é claro que eu não poderia deixar de prestigiar essa festa linda. São diversos artistas se apresentando aqui, uma área turística que a gente precisa potencializar cada vez mais. Nós acabamos de fazer o asfalto daqui e vamos continuar trabalhando para trazer ainda mais infraestrutura para cá. Depois do Carnaval extraordinário que tivemos, dos papangus, que bateu recorde de público, agora a gente vem com o São João e logo mais teremos outra edição do festival Pernambuco Meu País”, declarou a governadora Raquel Lyra.
Segundo a secretária de Cultura, Cacau de Paula, o São João de Serra Negra reúne importantes elementos da cultura popular pernambucana. “O São João de Serra Negra é uma festa muito tradicional, as pessoas vêm pra cá em busca disso e o movimento por aqui é muito grande nessa época. É uma das festas juninas com maior presença da nossa cultura popular, o que acaba atraindo milhares de visitantes”, disse.
O secretário de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba, destacou que a região está com toda rede hoteleira ocupada. “Esse ano nós estamos comemorando 100% da ocupação hoteleira aqui na região. O Estado está trazendo fomento, investindo na festa, ajudando na parte estrutural e financeira para que façamos o melhor, maior e mais seguro São João do país”, pontuou o secretário.
A prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino, destacou que o apoio do Governo do Estado foi fundamental para a garantia da realização desse e de outros eventos na cidade. “Nós estamos muito felizes em receber a nossa governadora e todo o time do Governo de Pernambuco, que têm um olhar especial para Serra Negra e para Bezerros, especialmente quando se trata de cultura”, cravou.
Acompanharam a governadora na visita os secretários estaduais Eduardo Vieira (chefe de gabinete da governadora), Coronel Hercílio Mamede (chefe da Casa Militar); Túlio Vilaça (Casa Civil); o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Eduardo Loyo; o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho; o deputado estadual Joãozinho Tenório; a vice-prefeita de Bezerros, Socorro Silva, entre outras lideranças políticas.
O governo federal refez cálculos sobre o impacto dos “jabutis” inseridos pelo Congresso Nacional no projeto de lei (PL) para regulamentação da energia eólica offshore e prevê que o custo destas medidas à conta de luz superará meio trilhão nos próximos 15 anos.
Os cálculos dos técnicos da Esplanada dos Ministérios apontam para custo anual de R$ 35,06 bilhões. Até 2040, o valor alcançaria R$ 525 bilhões.
Dentre os “jabutis”, o mais caro seria a obrigatoriedade de contratação de usinas térmicas a gás, com montantes de energia e regiões já definidas pela lei. O custo seria de R$ 20,6 bilhões anuais, totalizando R$ 309 bilhões em 15 anos.
Na sequência aparece o custo da contratação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), de 12,4 bilhões anuais, totalizando R$ 186 bilhões até 2040. O impacto da contratação de usinas de hidrogênio e eólica custarão por ano R$ 1,46 bilhão, ou seja R$ 21,9 bilhões em 15 anos.