O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), comemorou, nesta terça-feira (11), a autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para que a Petrobras realize a limpeza de uma sonda. O equipamento pode ser utilizado na perfuração de um bloco na Margem Equatorial, área marítima localizada a cerca de 550 quilômetros da Foz do Rio Amazonas.
Em nota, Alcolumbre afirmou que essa aprovação representa um avanço importante para que a estatal obtenha a licença ambiental necessária à atividade exploratória. O senador destacou que o crescimento econômico e a preservação ambiental devem coexistir, garantindo investimentos e empregos sem comprometer os recursos naturais.
“Continuarei trabalhando e acompanhando esse processo, pois sei da importância desse avanço para a soberania energética do país e para o futuro da nossa economia”, disse Davi Alcolumbre.
Já o Ibama, em nota enviada ao Metrópoles, esclareceu que a autorização para o procedimento se trata de etapa de rotina no setor de petróleo, quando há previsão de deslocamento de plataformas ou embarcações de regiões com ocorrência de coral-sol para outra sem a espécie.
“Como se trata de manejo de espécie exótica, é necessário que seja autorizado pelo Ibama. Esclarecemos que essa etapa não representa qualquer deliberação conclusiva quanto à concessão ou não da licença ambiental para a realização da atividade de perfuração marítima no bloco FZA-M-59 [Margem Equatorial da bacia da Foz do Amazonas]”, explicou o órgão.
A Petrobras aguarda a liberação definitiva do Ibama para iniciar estudos que vão determinar se há viabilidade econômica para exploração na região.
Em 2023, o órgão ambiental negou um pedido da companhia, apontando falhas no Plano de Proteção à Fauna em caso de vazamento de óleo. A estatal recorreu da decisão e argumenta que já atendeu a todas as exigências técnicas para garantir a segurança ambiental da operação.
O novo mandato de Donald Trump trouxe uma reviravolta para alguns dos maiores bilionários do mundo, com destaque para Elon Musk, que viu sua fortuna encolher em US$ 145 bilhões desde 17 de janeiro, segundo índice da Bloomberg.
A Tesla, principal ativo de Musk, registrou um tombo de 15% na segunda-feira (10), sua pior sessão desde setembro de 2020, ampliando o prejuízo do CEO da montadora para 45% no acumulado de 2025.
Além do dono do X e que está no governo Trump no DOGE, cinco dos maiores magnatas do mundo perderam, combinados, US$ 210 bilhões em fortuna nos últimos dois meses, com quedas expressivas nas ações das empresas que comandam.
O novo aumento da tarifa de 25% para 50% sobre o aço e o alumínio canadense, anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, derrubou as bolsas de valores em todo o mundo nesta terça-feira (11). A queda, contudo, foi reduzida a partir do meio da tarde, com o anúncio de que a Ucrânia aceitou a proposta feita pelos EUA de um cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia.
Com essas duas informações, os mercados globais viveram um dia de montanha-russa. O dólar, contudo, ficou um tanto alheio a essas turbulências. Ele operou em queda ao longo da sessão, fechando com recuo de 0,68%, cotado a R$ 5,81, às 16h50 desta terça-feira (11/3).
Com o resultado, ele manteve em relação ao real um movimento próximo ao do mercado global. No fim da tarde de terça-feira, o índice DXY, que mede a força do dólar em relação a uma cesta de seis divisas de países desenvolvidos, caía 0,62%.
As bolsas, contudo, sofreram mais. Por volta das 11h30, em Nova York, o índice Dow Jones caía 1,03%; o S&P 500 baixava 1,00%; e o Nasdaq, que concentra as ações de tecnologia, recuava 0,66%. No fim da tarde, com um eventual acordo de paz na Ucrânia, esses números melhoraram. As quedas passaram a ser de 0,78% no Dow Jones, 0,22% para o S&P 500 e o Nasdaq passou a registrar alta de 0,43%.
A Bolsa brasileira (B3) também passou pelo mesmo sobe-e-desce. Ela abriu no campo positivo, mas, por volta das 12h15, o Ibovespa, o principal índice da B3, apresentava recuo de 1,04%, aos 123.253. Às 16h50, esse queda diminuiu para 0,74%, aos 123.599 pontos. Por fim, o indicador fechou em baixa de 0,81%, aos 123.507 pontos.
“Apesar do mau desempenho das bolsas, em continuidade ao movimento de aversão ao risco global, o dólar operou em baixa, devolvendo parte dos ganhos da véspera”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da fintech Nomad. “O dia começou positivo para os ativos domésticos, mas o anúncio de Trump sobre novas tarifas de 50% sobre o alumínio canadense inverteu o sinal, afetando principalmente o Ibovespa, enquanto câmbio e juros mantiveram a tendência de queda.”
Gestores terão calendário de novos encontros para discutir soluções a problemas comuns dos municípios de acordo com áreas temáticas
Com o objetivo de fortalecer a governança na Região Metropolitana do Recife (RMR), a governadora Raquel Lyra reuniu-se, nesta terça-feira (11), no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, com prefeitos e prefeitas da região. Durante o encontro, o Governo do Estado apresentou uma proposta, aceita por unanimidade pelos gestores presentes, de um calendário de reuniões que terão como meta encontrar caminhos coletivos sobre temas como mobilidade urbana, saneamento, habitação, cultura, educação, áreas de risco, meio ambiente, saúde e segurança pública.
“Hoje foi um dia de reunião de trabalho, discutindo a governança metropolitana com os prefeitos criando um calendário de entregas e de trabalho de construção coletiva. Tem muitos temas que são comuns à Região Metropolitana e que ultrapassam o limite dos territórios de cada uma das cidades. Temas como a questão dos morros e encostas, engorda da orla, transporte, saúde pública, tudo isso diz respeito a uma cidade, que é a RMR, que comporta 43% da população pernambucana”, destacou a governadora Raquel Lyra.
Na ocasião, Raquel Lyra apresentou os investimentos realizados pelo Estado na região por meio de programas estaduais que têm atuado diretamente nos municípios metropolitanos, tais como o Cuida PE, Bom Prato PE, Mães de Pernambuco, Juntos Pela Educação, Juntos Pela Segurança, Morar Bem Pernambuco, Águas de Pernambuco, PE na Estrada e Inova PE. Juntas, estas iniciativas — muitas delas inéditas na gestão estadual — somam investimentos na ordem de R$ 7,1 bilhões no período de 2023 a 2026, com previsão de que este valor aumente a partir dos novos recursos a serem captados pelo Governo de Pernambuco.
Presente no encontro, a vice-governadora, Priscila Krause, destacou que a reunião cumpriu o seu objetivo de integração entre os gestores municipais no enfrentamento dos problemas coletivos. “Estava presente na fala de todos a compreensão muito clara da importância de focarmos nos interesses comuns sobre os desafios locais. Há a compreensão de que o que precisamos é ter um trabalho de cooperação, mas sobretudo de compartilhar as responsabilidades para que possamos de fato ter um desenvolvimento estratégico e adequado para a região metropolitana”, pontuou.
Para o secretário estadual de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional (Seplag-PE), Fabrício Marques, a reunião foi bastante alinhada com o que a governadora vem fazendo desde o início da gestão. “Quem bem lembra, em janeiro de 2023, a governadora convocou uma reunião com todos os 184 municípios e, naquele momento, ouviu a todos os prefeitos e prefeitas, além de apresentar propostas da gestão, como a construção de creches. Neste ano, repetiu com os novos gestores eleitos no final de 2024 e empossados em janeiro e teve outra oportunidade de conversar e apresentar aos gestores os programas do governo já estruturados. Hoje, a intenção foi de intensificarmos as ações de forma mais coordenada para acelerar as entregas ao povo de Pernambuco, em especial ao da Região Metropolitana”, avaliou.
As reuniões propostas pelo Governo do Estado acontecerão nos próximos dias 17, 18, 19 e 20 de março, na (Seplag-PE), e serão divididas por ações prioritárias em cinco grupos de temas comuns aos municípios metropolitanos: (1) habitação de interesse social, creches, contenção de barreiras e Cuida PE; (2) saneamento e água, contenção do avanço do mar, defesa civil e infraestrutura hídrica e sanitária; (3) segurança pública, vacinação, assistência social e rede de saúde; (4) mobilidade, rodovias, vias urbanas, requalificação urbana e captação de recursos; (5) Porto do Recife e Porto de Suape, desenvolvimento econômico e emprego e renda. Também foi agendado outro encontro entre os prefeitos e prefeitas da RMR com o Governo de Pernambuco para o dia 15 de maio deste ano.
“Quero parabenizar o Governo do Estado pela iniciativa. Acho que esse diálogo metropolitano é importante. Poder trazer a pauta de cada cidade e a pauta conjunta. A nossa equipe vai participar, seguindo esse calendário, e estamos à disposição para poder contribuir e somar”, registrou o prefeito do Recife, João Campos.
Segundo a prefeita de Olinda, Mirella Almeida, a proposta “é importante para que a gente possa discutir temas que são comuns entre os municípios e alguns deles que precisam de fato do olhar e da atuação do Estado, então esse é um grande momento. Tem algumas questões que são muito individuais de cada município, mas por exemplo, nessa reunião podemos tratar de assuntos que são limítrofes, como recolhimento de lixo, acesso à saúde, acesso à educação em bairros que fazem divisa entre duas cidades e a engorda das praias que é preciso ser feito em Olinda, Jaboatão, Paulista e Recife”.
O prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, vê como fundamental a articulação da gestão estadual para a propor resoluções aos desafios enfrentados por todas as cidades da região. “Inclusive na discussão de projetos, investimentos e recursos, pois alguns municípios têm condições de realizar projetos, outros não. Neste sentido, a participação e a condução do Governo de Pernambuco para que a gente possa atender aos interesses dos municípios é bastante necessário”, comentou.
Também participaram da reunião os prefeitos Elcione Ramos (Igarassu), Paulo Galvão (Itamaracá), Flávio Gadelha (Abreu e Lima), Edmilson Cupertino (Moreno), Jogli Uchôa (Araçoiaba), Carlos Santana (Ipojuca), Ramos (Paulista) e Júnior de Irmã Têca (Itapissuma), além de Lucca Labanca (em exercício de São Lourenço da Mata).
Acompanharam o encontro os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil), Simone Nunes (Desenvolvimento Urbano e Habitação), Zilda Cavalcanti (Saúde), Bianca Teixeira (Procuradoria-Geral), Almir Cirilo (Recursos Hídricos e Saneamento), Ana Luiza Ferreira (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha), Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas), Diogo Bezerra (Mobilidade e Infraestrutura), João Salles (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais – em exercício) e Dominique Oliveira (executiva de Defesa Social).
Um levantamento apontou que o índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ficou abaixo da desaprovação pela primeira vez desde o início de seu governo. Os dados, que reúnem médias de pesquisas, foram publicados na segunda-feira.
As informações foram compiladas pelo estatístico americano Nate Silver, conhecido nos Estados Unidos por suas análises de pesquisas eleitorais. O levantamento inclui mais de 200 pesquisas de diversos institutos realizadas desde 20 de janeiro.
Segundo a metodologia usada por Silver, a aprovação de Trump está em 47,9%, enquanto 48,1% dos entrevistados desaprovam o governo. Desde a posse, a média das pesquisas nunca havia registrado um índice de desaprovação superior ao de aprovação.
No início do governo, a aprovação de Trump chegou a superar a desaprovação por 11,6 pontos percentuais. No entanto, as curvas foram se aproximando nas últimas semanas.
Em 4 de março, uma pesquisa divulgada pela agência Reuters, realizada pelo instituto Ipsos, apontou que a economia e o custo de vida estão entre as principais preocupações dos cidadãos norte-americanos.
De acordo com o levantamento, 31% dos americanos aprovam a forma como Trump lida com o custo de vida no país, uma queda de três pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, feita entre 21 e 23 de fevereiro. Enquanto isso, 54% desaprovam.
O levantamento também mostrou que 51% dos entrevistados reprovam a política de comércio internacional de Trump. O presidente dos EUA anunciou uma série de tarifas sobre parceiros comerciais importantes, e economistas alertam que as medidas podem elevar a inflação no país.
Por outro lado, Trump tem maior apoio popular em relação às políticas de imigração e à redução do funcionalismo público.
A produção industrial do Brasil cresceu 1,4% em janeiro, em comparação ao mesmo mês do ano passado, mantendo-se estável, e o avanço foi de 2,9% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (11).
Entre as 25 atividades pesquisadas, 18 mostraram avanço na produção. Entre os principais destaques positivos estão o setor de máquinas e equipamentos, que apresentou crescimento de 6,9%, e de veículos automotores, reboques e carrocerias, com alta de 3%.
Já pelo lado negativo, foram seis segmentos com queda na produção, entre eles o de indústrias extrativas, que caiu 2,4% depois de dois meses de crescimento, e exerceu o principal impacto na indústria em janeiro. Outros destaques negativos foram as atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis.
A Secretaria de Educação de Garanhuns realizou uma reunião com servidores municipais para trazer informações importantes sobre as funções exercidas nas unidades de ensino. A formação aconteceu no Colégio Municipal Padre Agobar Valença e contou com a participação de merendeiros, monitores do transporte escolar e motoristas dos ônibus que levam os estudantes até às escolas.
A proposta da formação foi trazer orientações sobre as atribuições dos profissionais. “Fizemos repasses de como tudo pode acontecer da melhor forma para a chegada, permanência e retorno dos estudantes. Dialogamos e alinhamos diretamente com todos esses profissionais parceiros que tanto tem contribuído nas escolas”, afirmou Valdenia Gueiros, diretora de Monitoramento.
“Trabalho na Escola Deocleciano Monteiro Guedes há três anos e participo de todas as formações. Acho que é de extrema necessidade, pois trabalhamos com vidas. Essa formação de hoje foi uma das melhores”, disse a monitora de transporte escolar Gleice Lilian.
Para os merendeiros, houve uma formação para orientação sobre manipulação de alimentos e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A equipe de nutricionistas da Secretaria de Educação trouxe informações sobre como cortar, cozinhar e servir alimentos, de forma segura e higiênica. “Participar deste momento é maravilhoso, cada um aqui vem com o intuito de aprender mais. Saímos muito mais formados. Eu amo esse momento”, disse Ivanilda Ferreira, merendeira da EFITI Prefeito Amílcar da Mota Valença.
A governadora Raquel Lyra se filiou nesta segunda-feira (10) ao Partido Social Democrático (PSD). A cerimônia contou com a presença do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, e do ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, que deixará o comando do partido em Pernambuco, que agora passará a ser presidido por Raquel Lyra.
“Estou muito feliz hoje de poder estar na nova casa. Agradeço ao partido que me acolheu nesses últimos nove anos, mas dizendo que agora é um novo começo.
Isso foi muito discutido, mas não era apenas para fazer suspense sobre qual seria meu próximo partido, mas para que a gente pudesse fazer a construção do jeito certo, de maneira madura”, disse a governadora.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastará R$ 3,5 bilhões apenas neste ano para melhorar a imagem de políticas sociais, de educação e de saúde e também de estatais, como Correios, Caixa e Banco do Brasil.
O pacotão de propaganda foi apurado pela Folha de S. Paulo e divulgado nesta segunda (10), e compreende contratos em elaboração e já fechados com agências de publicidade com 21 órgãos. Os principais focos dos contratos são programas que Lula vem citando fortemente em seus discursos, como o Pé-de-Meia e o Mais Especialistas.
À reportagem, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), por onde passa a maioria dos contratos, afirmou que as campanhas de mídia seguem a tarefa institucional de “dar amplo conhecimento à sociedade das políticas e programas do Poder Executivo Federal” e de “divulgar direitos”, entre outros pontos.
A ampliação dos gastos com publicidade ocorre em meio à queda livre da aprovação de Lula principalmente por conta do pessimismo com a economia e disparada dos preços dos alimentos desde o final do ano passado. Tanto que, em janeiro, o presidente trocou o comando da Secom com a saída de Paulo Pimenta para a entrada do publicitário Sidônio Palmeira para reformular a estratégia de comunicação do governo.
Entre os 21 órgãos federais que já possuem contratos firmados ou estão com licitações abertas, segundo a apuração, quatro processos em andamento representam cerca de R$ 700 milhões. O principal envolve os Correios, que buscam “reposicionar a marca” e disputar espaço no mercado de encomendas e logística com um contrato de R$ 380 milhões.
Os maiores valores de publicidade estão previstos para o Banco do Brasil (R$ 750 milhões), Secom (R$ 562,5 milhões) e Caixa Econômica Federal (R$ 468,1 milhões). No outro extremo, a Infraero tem o menor orçamento do grupo, com R$ 7 milhões anuais.
A maioria dos brasileiros apoia a redução de trabalho de 44 horas semanais. A conclusão é apontada na pesquisa “Os brasileiros e a jornada de trabalho”, divulgada nesta segunda-feira (10), pela agência de dados Nexus. Os dados mostraram que a diminuição da carga horária no ofício é aprovada por 65% dos brasileiros, a partir de 16 anos.
Ao todo, duas mil pessoas foram entrevistadas presencialmente nas 27 Unidades da Federação, entre os dias 10 e 15 de janeiro. Desta amostra, 27% das pessoas demonstram-se contrárias à mudança no regime de ofício, 5% não são favoráveis, nem contra e 3% não souberam opinar.
Mudanças na escala de trabalho 6×1 são endossadas por 76% dos jovens entre 16 a 24 anos entrevistados pela pesquisa Nexus. O levantamento mostra que o apoio a essa medida diminui gradativamente com o avanço da idade.
Isso porque, segundo os dados, o fim da escala 6×1 é apoiado por 69% dos entrevistados entre 25 e 40 anos, 63% de 42 a 59 anos e 54% entre os brasileiros com 60 anos ou mais.
A pesquisa também apurou a impressão dos entrevistados sobre o trabalho e a produtividade. 55% dos brasileiros creem que a redução da jornada de trabalho aumentaria a produtividade, enquanto 20% acham que diminuiria.
19% dos entrevistados disseram que não faria diferença na produtividade, e 5% não souberam responder. A produtividade é apontada como o segundo benefício mais recorrente da redução no número de horas trabalhadas. Entre o público que crer no aumento da produtividade, 67% são compostos por entrevistados de até 24 anos.