Arquivos do mês maio 2024

A Copergás está implementando um projeto de transição energética no Polo Gesseiro do Sertão do Araripe, substituindo o uso de biomassa por gás natural para reduzir o impacto ambiental e promover eficiência nas indústrias. O projeto, anunciado em fevereiro pelo governo de Pernambuco, visa converter cerca de 50 empresas para o uso de gás natural, proporcionando economia e sustentabilidade ambiental.

Com um investimento inicial de R$ 6 milhões, a expectativa é que essa transição represente uma economia de R$ 20 milhões por ano apenas nessas empresas. Além disso, o gás natural fornecido para a região terá custos competitivos devido à isenção de ICMS pelo governo estadual. A infraestrutura para distribuição do gás será construída pela Copergás, incluindo unidades de regaseificação em Araripina e Trindade.

O Polo Gesseiro do Araripe, responsável por 97% da produção nacional de gesso, será mais sustentável ambientalmente, contribuindo para a preservação da Caatinga e promovendo uma combustão mais limpa nas indústrias.

Em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, o presidente Lula revelou um conjunto de medidas destinadas às famílias afetadas pelas chuvas no estado. Uma das iniciativas consiste em oferecer um auxílio de R$ 5,1 mil para aproximadamente 200 mil famílias desalojadas.

Além disso, o pacote contempla a inclusão de novas famílias em programas sociais e a adiantamento de pagamentos de benefícios. O governo federal também anunciou medidas para adquirir habitações já construídas e em fase de construção tanto na esfera pública quanto privada, bem como a construção de novas residências e apartamentos por meio do programa Minha Casa, Minha Vida.

“Todas as pessoas que perderam suas residências terão direito a uma habitação no padrão estabelecido pelo programa Minha Casa, Minha Vida”, afirmou Lula.


Aliado político sim, mas sempre atento às demandas da população, em especial do povo de Orobó e região. Assim é o deputado estadual Cleber Chaparral, que faz um mandato destacado na Assembleia Legislativa do Estado, se mostrando conectado com as reais necessidades dos municípios.

Em entrevista ao programa ‘Cidade em Foco’, da Rede Pernambuco de Rádios, Chaparral frisou o apoio a governadora Raquel Lyra, mas lembrou as demandas de cidades do interior. “Sou fiel, quando estou de um lado, eu estou. Vejo que mudanças positivas já aconteceram, que pontos já foram melhorados, mas muita coisa ainda precisa melhorar, muitos pontos precisam evoluir”, disse.

O deputado citou a situação difícil em que se encontra o Hospital da cidade de Limoeiro, que também sofre, segundo ele, com o déficit no abastecimento de agua. PEs como, a 130, a 88, a 86 e a 121 foram apontadas como estradas que precisam de melhorias urgentes por parte do Governo do Estado.

“Sabemos que a governadora Raquel Lyra tem um desafio grande pela frente, e talvez ela nem tenha tempo de fazer o que quer, o que tem que fazer, mas algo tem que ser feito, parado é que não pode ficar”, disse ele, sobre demandas variadas que existem em várias cidades do interior do estado.


Pacote de intervenções contempla restauração do molhe, dragagem dos canais interno e
externo, além da modernização da iluminação e troca de defensas

O Complexo Industrial Portuário de Suape concluiu a terceira e penúltima etapa das obras de recuperação do molhe de pedras, que serve de barreira de proteção para os berços de atracação do 6º porto público mais movimentado do país. A intervenção englobou a restauração e o reforço do paredão, com extensão total de cerca de 2,5 quilômetros. A intervenção faz parte de um pacote de obras para ampliar a segurança e a infraestrutura portuária, com investimento da ordem de R$ 611.083.786,23, incluindo serviços de dragagem, modernização da iluminação, troca de defensas, entre outros.

A última fase dos trabalhos no molhe, que tem custo de R$ 123 milhões, já teve o processo licitatório concluído e os serviços começarão em julho deste ano, com prazo de conclusão previsto para 2028. A obra é uma importante intervenção na barreira de proteção do porto contra a força das marés altas, permitindo que as operações sejam realizadas com menor interferência de correntes marítimas e ondas. A terceira etapa, que teve custo de R$ 68,1 milhões, contemplou trecho de 1,6 quilômetro, com a colocação de blocos de pedras que variaram de 300 quilos a 12 toneladas, totalizando o volume de 78.120,00 metros cúbicos.

O diretor-presidente de Suape, Marcio Guiot, salienta que a restauração do molhe é uma obra fundamental para garantir a segurança das operações. “São intervenções fundamentais para o bom funcionamento das atividades portuárias, além de deixar Suape ainda mais preparado para os desafios impostos pelas mudanças climáticas”, salienta. Guiot destaca, ainda, que o programa de inovação e transição energética, além da governança comprometida com a sustentabilidade, colocam o porto pernambucano em condições favoráveis no competitivo cenário marítimo mundial.

COMPLEXIDADE

De acordo com a diretora de Infraestrutura de Suape, Renata Loyo, o molhe passa pela primeira grande restauração desde a inauguração do porto, no dia 7 de novembro de 1978. “Por causa da complexidade e abrangência da intervenção, o projeto foi dividido em três fases, englobando quatro áreas. “Os serviços vêm sendo executados em conformidade com o cronograma estabelecido desde 2018 e agora caminhamos para a última etapa da obra, dotando o porto de um molhe robusto e mais seguro”, enfatiza.


Acontece nesta sexta-feira (17), mais uma edição da ação itinerante “Prefeitura Presente”, dessa vez, sendo realizada no Cipoma, em Cruz de Rebouças, das 9h às 16h. 

No dia, a comunidade igarassuense pode desfrutar dos serviços de utilidade pública de várias secretarias, como emissão da primeira via do Registro Geral (RG), cortes de cabelo feminino, atendimento médico e odontológico, testagem rápida de sífilis, HIV e hepatites b e c, aferição de pressão e glicose, vacinação e muito mais.

Foto: Ivonildo Pedro 

A governadora Raquel Lyra se reuniu, nesta quarta-feira (15), em Brasília, com o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, para tratar de novas operações financeiras junto ao governo federal. A gestora destacou que um dos objetivos da gestão estadual é ampliar os investimentos no abastecimento de água e no saneamento dos municípios pernambucanos. Durante o encontro, realizado no Ministério da Fazenda, também foi debatida a reavaliação da Capacidade de Pagamento do Estado (CAPAG), índice que define se estados e municípios podem realizar operações de crédito.

“Estamos mais uma vez em Brasília buscando garantir investimentos para ampliar o abastecimento de água em todas as regiões do nosso Estado. Esse foi um dos compromissos que assumimos desde o início da gestão. Garantir saneamento e o acesso à água é direito básico da população”, destacou Raquel Lyra, que esteve acompanhada do secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça.

Em 2023, graças ao bem-sucedido Plano de Qualidade dos Gastos, o Governo do Estado fechou o ano com superávit orçamentário de R$ 1,02 bilhão e superávit primário de R$ 1,2 bilhão, revertendo os déficits orçamentário e primário registrados no fechamento do ano anterior. Com esse resultado, aliado à comprovação de disponibilidade financeira de R$ 719 milhões no início deste ano, o Estado conseguiu cumprir os requisitos necessários para voltar a ganhar o selo Capacidade de Pagamento (CAPAG) junto ao Tesouro Nacional. A Secretaria da Fazenda já solicitou ao Tesouro para liberar a CAPAG.

O resultado fiscal de Pernambuco em 2023 foi um dos mais expressivos do país, ficando em segundo lugar no quesito economia de despesas de custeio. De janeiro a outubro, as despesas correntes do Estado reduziram 3%, enquanto que, no restante do país, foi registrado um aumento de 10,2% das despesas no mesmo período.

O esforço da gestão estadual para garantir o controle fiscal em Pernambuco foi feito com uma receita que apresentou queda de mais de R$ 1,5 bilhão em 2023 em comparação com 2022 (R$ 49,89 bilhões, contra R$ 51,40 bilhões).


Modelo foi anunciado pelo governo de Pernambuco em fevereiro e está em fase de implantação do projeto piloto

O diretor-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Felipe Valença, apresentou, na tarde dessa terça-feira, em Araripina, o projeto transição energética das indústrias do setor região, convertendo o uso da biomassa para o gás natural. A apresentação foi realizada durante o Finep Day, evento que tem como objetivo apresentar linhas de financiamento e programas de investimento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O projeto de transição energética para o polo gesseiro foi anunciado pela governadora Raquel Lyra, pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Guilherme Cavalcanti, e pelo presidente da Copergás, Felipe Valença, no início de fevereiro. No Finep Day, Felipe Valença destacou a importância do projeto para a região, ressaltando as questões econômicas e ambientais.


“Com a transição energética, o polo gesseiro do Araripe terá uma redução do impacto ambiental em virtude da queima de lenha, protegendo bioma da Caatinga. Além disso, a combustão do gás natural é sustentável, gerando ganho de eficiência e reduzindo possíveis perdas com combustão para as indústrias”, afirmou Felipe Valença.

O gás natural que será fornecido para o polo gesseiro será mais competitivo, pois o governo do Estado zerou o ICMS do gás que será vendido para as indústrias, tendo o menor custo de Pernambuco e do Brasil. A região tem capacidade para consumir cerca de 320 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Isso equivale a 20% do volume distribuído hoje pela Copergás e superior a outras distribuidoras de gás natural.

A Copergás vai construir uma rede local para distribuição do gás natural às indústrias, com cerca de 9,2 km. Serão construídas duas unidades de regaseificação: uma em Araripina e outra em Trindade. Com isso, o GNL (gás natural liquefeito) será transportado de caminhão em seu estado líquido e regaseificado nos terminais. O modelo é utilizado em vários locais do mundo que usam o GNL como matriz energética. A equipe da Copergás realizou visitas técnicas nos locais onde as unidades serão instaladas.

Para realizar a transição energética, as indústrias precisam fazer uma adaptação na sua infraestrutura interna e, em seguida, adquirirem o maquinário. A Agência de Emnpreendedorismo de Pernambuco (AGE) está desenvolvendo uma linha de crédito específica para o setor gesseiro. “Vamos reunir as empresas que apresentaram cartas de intenção para realizar a mudança e escalerecer todas as dúvidas. O modelo será semelhante ao aplicado com o projeto piloto. Esse trabalho é desenvolvido em parceria com a Finep, buscando as melhores soluções para os empresários”, explica a diretora-presidente da AGE, Angella Mochel.

O evento também inclui uma apresentação sobre linhas de financiamento para crédito e programas de investimento da Finep. A Finep está disponibilizando mais de R$ 500 milhões para projetos em diversas áreas, como energias renováveis, biotecnologia, cadeias agroindustriais renováveis, mobilidade urbana, resíduos, saneamento e moradia, tecnologias digitais, semicondutores e aviação sustentável.

“Neste período em que se está chegando o gás natural para as indústrias, a Finep tem como ajudar a financiar, com taxas competitivas, essa transição energética. Abre-se uma oportunidade de fazer parcerias com os municípios, com a Copergás, com as universidades e com as indústrias locais para ajudar a implantar a transição energética de forma mais rápida”, ressalta Ossi Ferreira, gerente do Departamento Regional Nordeste da FINEP.

De acordo com o diretor de inovação e tecnologia do SENAI- PE, Oziel Alves, o Finep Day chega à região do Araripe para fomentar a competitividade e a inovação nas empresas. “O evento tem o objetivo de estabelecer uma ponte entre os recursos oferecidos pela Finep e os empreendedores que desejam investir em seus negócios, visando melhorar seus processos produtivos, ampliar ganhos e reduzir custos”, pontua.

O evento foi realizado em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE), Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão) e a FIEPE. Foram apresentadas as chamadas públicas da Finep Mais Inovação, para empresas em parceria com Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) nas áreas de Energias Renováveis, Bioeconomia, Cadeias Agroindustriais Renováveis, Mobilidade Urbana, Resíduos, Saneamento e Moradia, Tecnologias Digitais, Semicondutores e Aviação Sustentável.

Sobe o projeto

A Copergás passará a abastecer o Polo Gesseiro do Araripe, proporcionando sustentabilidade à produção. O investimento inicial é na ordem de R$ 6 milhões. As empresas dos seis municípios que compõem o Polo usam a biomassa, principalmente a lenha, matriz energética escassa e que atualmente promove o desmatamento da Caatinga. Com a adoção do gás natural, a indústria local será mais sustentável ambientalmente, com uma combustão mais limpa.

A expectativa é que ao menos 50 empresas adaptem sua queima energética para o gás natural, representando R$ 20 milhões na economia por ano, apenas nessas empresas. A região tem capacidade para consumir cerca de 320 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Isso equivale a 20% do volume distribuído hoje pela Copergás e superior a outras distribuidoras de gás natural.

O Polo Gesseiro do Araripe é responsável por 97% de todo o gesso produzido no Brasil e a gipsita (matéria-prima do gesso) encontrada nos municípios de Araripina, Bodocó, Exu, Ipubi, Santa Filomena e Trindade, é considerada de alta qualidade, com a pureza do minério variando entre 88% e 98%.


Nenhum dos 17 municípios da região possui empreendimentos cadastrados pelo programa que visa reduzir déficit habitacional no estado

O deputado estadual José Patriota solicitou ao Governo de Pernambuco a inclusão dos municípios do Sertão do Pajeú no Programa Morar Bem Pernambuco, que tem como um dos principais objetivos a redução do déficit habitacional no Estado. Ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Patriota alertou sobre a ausência de empreendimentos ofertados pelo programa nos 17 municípios da região em indicações enviadas ao Poder Executivo Estadual.

“Com cerca de 300 mil pessoas, o Sertão do Pajeú precisa de empreendimentos habitacionais que garantam moradia digna para nossas famílias”, afirmou. Para Patriota, independentemente de ser oposição ao Governo do Estado, é fundamental que as famílias de baixa renda possam ter acesso a algo tão fundamental quanto moradia. “Meu compromisso é com o bem-estar do nosso povo e a implementação de políticas públicas essenciais. Tenho esperança que nosso pleito seja atendido”, concluiu.

Foto: Jarbas Araújo/Alepe

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Com informações do Correio Braziliense 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu criar uma autoridade federal para representar o governo na gestão da tragédia gaúcha provocada pelas chuvas. Ele nomeou o titular da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, como ministro extraordinário da reconstrução do Rio Grande do Sul. Pimenta será substituído pelo jornalista pernambucano Laércio Portela. Ele ficará no cargo interinamente.

Lula anunciaria a criação do cargo, nesta quarta-feira, na terceira visita ao estado desde o início da calamidade pública, mas o Palácio do Planalto acabou antecipando a informação nesta terça-feira.

A ideia é que Pimenta coordene os esforços da União para reconstruir as áreas atingidas e atender as vítimas da calamidade, fazendo interlocução com o governo estadual e as prefeituras. Ele comandará uma equipe cuja estrutura, com sede na capital gaúcha, está sendo desenhada pela Advocacia-Geral da União (AGU).

A necessidade de uma autoridade federal foi atestada em conversas entre a equipe de governo. A avaliação é de que, até agora, Pimenta tem concentrado o diálogo com prefeitos e apresentado as principais medidas. No entanto, cada ministério está divulgando suas próprias ações, provocando falha na chegada de informações à população e fazendo com que prefeitos fiquem na dúvida sobre a quem procurar em busca de auxílio.

Nesta quarta-feira, na visita ao Rio Grande do Sul, Lula será acompanhado por Pimenta e ministros; pelos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); e pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que participaram de encontro com o chefe do Executivo, no fim da tarde desta terça-feira, no Planalto.

Lula anunciará uma nova rodada de socorro financeiro, com foco, desta vez, nas pessoas físicas, especialmente as famílias desabrigadas ou desalojadas pelas enchentes. Ele conversou pela manhã com oito ministros para debater as propostas.

Uma das iniciativas em estudo pelo Ministério da Fazenda é pagar um auxílio de R$ 5 mil, em parcela única, para as 100 mil famílias desalojadas ou desabrigadas, o que representaria aos cofres públicos um gasto de R$ 500 milhões. A quantia é considerada “pequena” se comparada ao impacto fiscal de R$ 12 bilhões das medidas anunciadas até agora pelo governo, segundo uma fonte da equipe econômica.

Fonte: Dantas Barreto

A partir desta segunda-feira, os bancos oferecem uma opção para renegociar dívidas de Microempreendedores Individuais (MEI) e micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, que não foram pagas até 23 de janeiro de 2024. O Programa Desenrola Pequenos Negócios, em parceria com o Ministério da Fazenda, Ministério do Empreendedorismo e a Febraban, visa ajudar esses empreendedores a obter recursos para manter suas atividades.

Os interessados devem contatar suas instituições financeiras para aderir ao programa e ter acesso a condições especiais de renegociação. As empresas devem buscar informações apenas nos canais oficiais dos bancos cadastrados no programa e ter cautela com ofertas suspeitas de renegociação. O Desenrola Pequenos Negócios é parte do Programa Acredita, que busca ampliar o acesso ao crédito e estimular a economia.

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