A chamada bancada evangélica está se fortalecendo em todo o País. O próprio presidente Jair Bolsonaro (PL) tem se esforçado para mostrar sua condição de religioso. Em Pernambuco, os dois eleitos para a Câmara Federal foram os evangélicos André Ferreira e Clarissa Tércio foram os primeiros colocados. Os demais líderes também conseguiram se eleger.
Na reta final do 1º turno, Pernambuco tinha uma única certeza: que Marília disputaria o 2º turno. As últimas pesquisas mostravam os outros quatro candidatos competitivos empatados. A pesquisa do IPEC na penúltima semana apontou Raquel, Anderson, Danilo e Miguel empatados com 11%. O cenário apertado ampliou a importância do Recife. Muitos afirmaram que o adversário de Marília seria escolhido pelo Recife. E assim aconteceu. Raquel desbancou os concorrentes e venceu no Recife com 222.431 votos (24,33%). Confira a votação dos demais: Anderson Ferreira (PL) – 219.716 votos (24,03%) Marília Arraes (SD) – 170.503 votos (18,65%) Danilo Cabral (PSB) – 143.488 votos (15,70%) Miguel Coelho (União) – 135.105 votos (14,78%)
Na reta final do 1º turno, Pernambuco tinha uma única certeza: que Marília disputaria o 2º turno. As últimas pesquisas mostravam os outros quatro candidatos competitivos empatados. A pesquisa do IPEC na penúltima semana apontou Raquel, Anderson, Danilo e Miguel empatados com 11%. O cenário apertado ampliou a importância do Recife. Muitos afirmaram que o adversário de Marília seria escolhido pelo Recife. E assim aconteceu. Raquel desbancou os concorrentes e venceu no Recife com 222.431 votos (24,33%). Confira a votação dos demais: Anderson Ferreira (PL) – 219.716 votos (24,03%) Marília Arraes (SD) – 170.503 votos (18,65%) Danilo Cabral (PSB) – 143.488 votos (15,70%) Miguel Coelho (União) – 135.105 votos (14,78%)
Na reta final do 1º turno, Pernambuco tinha uma única certeza: que Marília disputaria o 2º turno. As últimas pesquisas mostravam os outros quatro candidatos competitivos empatados. A pesquisa do IPEC na penúltima semana apontou Raquel, Anderson, Danilo e Miguel empatados com 11%. O cenário apertado ampliou a importância do Recife. Muitos afirmaram que o adversário de Marília seria escolhido pelo Recife. E assim aconteceu. Raquel desbancou os concorrentes e venceu no Recife com 222.431 votos (24,33%). Confira a votação dos demais: Anderson Ferreira (PL) – 219.716 votos (24,03%) Marília Arraes (SD) – 170.503 votos (18,65%) Danilo Cabral (PSB) – 143.488 votos (15,70%) Miguel Coelho (União) – 135.105 votos (14,78%)
Um dia após o primeiro turno da eleição, o presidente da República Jair Bolsonaro (PL) convocou Gilson Machado Neto, Coronel Alberto Feitosa e o Coronel Meira para uma reunião em Brasília/DF para tratar sobre o segundo turno das eleições em Pernambuco.
“Neste segundo turno, vamos trabalhar para reeleger nosso Presidente Jair Bolsonaro (PL) para dar continuidade às mudanças em nossa Nação. Para isso, contamos com o apoio e união de nossa população para que afastemos de vez, a perigosa ameaça de Lula voltar ‘à cena do crime’: PT, nunca mais”, afirmou o Coronel Meira.
Nessa quinta-feira (6), o comitê de campanha do Coronel Alberto Feitosa será convertido para ser um comitê de Bolsonaro em Pernambuco. O evento acontecerá às 19h e o espaço fica ao lado do Hospital Oswaldo Cruz, no Recife.
Correção: Havíamos publicado que seria o único comitê de Bolsonaro em Pernambuco, mas haverá outros comitês no estado.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) ligou, há pouco, para o ex-governador João Lyra Neto, pai da tucana Raquel Lyra, candidata que disputará o segundo turno em Pernambuco contra Marília Arraes, do Solidariedade. Na ligação, Bolsonaro lamentou a morte de Fernando Lucena, esposo de Raquel, ontem, dia da eleição, vítima de um infarto fulminante.
O telefonema de Bolsonaro a João Lyra foi assistido presencialmente pelo ex-ministro Gilson Machado Neto, que está em Brasília para uma reunião com o presidente.
Governador de Minas Gerais disse que o objetivo é ‘combater o PT’ e evitar que ‘o desastre do passado se repita’
Zema declarou apoio a Bolsonaro no segundo turno das eleições | Foto: Reprodução/Facebook
O governador de Minas Gerais (MG), Romeu Zema (Novo), declarou nesta segunda-feira, 3, apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). A revelação foi feita durante entrevista à CNN Brasil.
“Sabemos que, no passado, o PT foi uma grande tragédia em MG”, afirmou o governador reeleito. “Foi uma das gestões mais desastrosas que o Estado já teve. Como sou mineiro e senti na pele esse desastre, tenho a obrigação de combater um governo que causou danos enormes não só ao Estado, mas também a cidades grandes, como Uberlândia e Pouso Alegre, que tiveram tragédias nas gestões do PT.”
A partir desse cenário, Zema decidiu apoiar a candidatura do atual presidente da República. “Meu grande objetivo é combater o PT”, salientou. “Não concordo totalmente com as pautas do governo federal, mas estarei, provavelmente em um ou dois dias, acertando [o apoio] ao lado do presidente Bolsonaro e evitando que o desastre do passado se repita.”
O governador de MG lembrou especialmente o governo de Dilma Rousseff (PT), responsável pela maior crise econômica das últimas décadas. “Foi uma tragédia”, disse Zema, referindo-se à petista. “A maior recessão da história e a maior inflação.”
O fim da eleição 2022 consolidou o prefeito do Cabo de Santo Agostinho Keko do Armazém como uma das grandes lideranças políticas do Estado. No fim da apuração, Jeferson Timóteo chegava próximo aos 30 mil votos, só no município do Cabo de Santo Agostinho, passando dos 50 mil em todo Estado.
Keko ainda conseguiu dar uma expressiva votação ao seu candidato a deputado federal, Lula da Fonte. Uma vitória incontestável de um candidato que até pouco tempo não era conhecido por quase 95% da população da cidade. O gestor municipal mostra sua força e capacidade de agregar várias forças políticas, num único projeto.
“Fez barba, cabelo e bigode”, disse uma das lideranças nas comemorações da vitória.
Além da vitória de Jeferson, Keko derrotou, mais uma vez, o grupo político liderado por Lula Cabral e sua filha, Fabíola Cabral, com 13 e 11 mil votos, respectivamente, cujos sofreram mais uma dura derrota. Assim, fica a pergunta: o que será agora do grupo de Lula Cabral ?
Keko do Armazém, a cada dia, fortalece suas bases e agiganta-se, mostrando um perfil totalmente diferente do antigo gestor, com uma política transparente e humanizada. A partir dessa nova forma de atuação, o prefeito cabense não deixa dúvidas que começa a segunda metade do seu mandato fortalecido e com altas expectativas para 2024.
Apesar de não ter ido ao segundo turno, o candidato a governador Miguel Coelho teve uma votação expressiva, que o coloca como uma nova liderança estadual. O ex-prefeito de Petrolina iniciou a campanha sendo visto como um azarão. Porém, os 884.941 votos dos pernambucanos apontam que Miguel sai muito mais forte do que entrou no processo eleitoral.
Oriundo do menor colégio eleitoral, o candidato do União Brasil tinha o desafio de superar o desconhecimento e apresentar sua trajetória bem sucedida de prefeito de Petrolina e deputado estadual. Miguel não apenas se tornou conhecido, como, nas últimas semanas, teve um crescimento consistente, quando os eleitores começaram a comparar as candidaturas.
Abertas as urnas, Miguel não foi ao segundo turno por apenas 2%. O ex-prefeito de Petrolina obteve 18% dos votos, percentual idêntico ao de Anderson Ferreira e Danilo Cabral, 2% abaixo de Raquel Lyra, e somente 5% atrás de Marília Arraes. Miguel ainda conseguiu o feito de ser o mais votado em 25 municípios. Em sua terra, Petrolina, ele teve um desempenho consagrador, 73% do eleitorado (127 mil votos), maior votação conquistada na história da cidade. Essa foi ainda a maior votação entre as grandes cidades, com mais de 100 mil habitantes.
O grupo político de Miguel ainda conseguiu eleger três deputados federais no União Brasil e cinco estaduais. Destaque para as votações de Fernando Filho, que teve 155 mil votos, e Antonio Coelho (91 mil votos). Ambos foram os deputados federal e estadual sertanejos com maior votação.
Agora, Miguel Coelho trabalhará pela eleição de Raquel Lyra (PSDB) no segundo turno. O ex-prefeito de Petrolina anunciou o apoio logo após a confirmação dos resultados. Na avaliação de Miguel, Raquel está pronta para tirar Pernambuco da crise socioeconômica. “Eu entendo que Pernambuco estará em boas mãos sob a liderança de Raquel Lyra. Estamos prontos para ajudar no que for necessário nesse segundo turno junto com nosso grupo político e mais de 800 mil eleitores que confiaram em nosso projeto”, disse Miguel em entrevista coletiva.
Após a definição do 2º turno entre Marília Arraes (Solidariedade) e Raquel Lyra (PSDB) na disputa pelo Governo de Pernambuco, a candidata a vice-governadora na chapa de Raquel falou à imprensa em um hotel de Caruaru, no Agreste. “Logo, logo, a gente vai ter Raquel aqui com a gente, agradecendo o povo de Pernambuco e pronta para mais um desafio que se põe na vida dela, com todos nós ao lado, dando a ela o suporte e o apoio que ela precisa”, afirmou a candidata do Cidadania. Antes do pronunciamento, Priscila esteve ao lado de Raquel no velório e sepultamento do marido da candidata, Fernando Lucena, que morreu após sofrer um mal súbito na casa onde morava com a tucana e os filhos, João, de 12 anos, e Fernando, de 10. Priscila Krause também falou sobre Fernando: “foi um pai extremamente presente, um marido que sempre foi parceiro de Raquel e que construiu, ajudou ela a construir essa história bonita que todo mundo acompanhou e que Pernambuco hoje conhece mais de perto. A gente tem que pedir muito a Deus que dê o conforto que Raquel, João e Nando precisam”. Após o pronunciamento, a candidata a vice-governadora de Pernambuco pediu 1 minuto de silêncio aos presentes pela morte do empresário Fernando Lucena.
Foram confirmados 24 dos 25 nomes de deputados federais (96%) e 38 dos 49 nomes de deputados estaduais (77,5%)
Por Marcos Lima
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Desde 2006 a Revista Total, através de suas equipes, vem colocando em prática o sistema de avaliação que é chamado pelos cientistas de “Futurismo”, como atesta o cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco Clovis Miyachi, um método que há muito já vem sendo largamente utilizado na Europa e no Canadá, de onde Marcelo Mesquita trouxe, ainda em 2005.
Diferentemente do sistema empregado pelos institutos de pesquisa de opinião pública, os Estudos Técnicos – como os denominou Mesquita – são baseados nas observações feitas pelas equipes da Revista, através de contatos e discussões com técnicos e cientistas políticos, formadores de opinião, lideranças políticas e o próprio povo, nas ruas.
Nas eleições deste ano, conforme publicação nos veículos do grupo, as equipes, comandadas pelo diretor-presidente Marcelo Mesquita, tiveram um índice de 96% de acertos nos nomes dos deputados federais (24 dos 25 eleitos), e de 77,5% nos nomes dos deputados estaduais (38 dos 49 eleitos), conforme publicação realizada no veículos do Grupo TOTAL ainda no mês de agosto.
Vale-se ressaltar que as listas com os resultados finais poderão vir a sofrer modificações, após as eleições de 2º turno para presidente e governador – que Pernambuco terá no próximo dia 30/10 -, a depender da formação dos ministérios e secretarias em que alguns dos eleitos poderão ser escolhidos para fazer parte.
Portanto, as listas definitivas desses dois cargos devem estar finalizada até o final deste ano.
Eleições Presidenciais
Os eleitores, apoiadores e admiradores de Lula ensaiaram algumas comemorações ao final da noite deste domingo (02/10), enquanto os do lado do Presidente Bolsonaro se sentiram derrotados.
No entanto, todos devem se conscientizar que o 2º turno é uma nova eleição e as linhas condutivas são outras bem diferentes do 1º turno.
Deve-se levar em consideração alguns fatores:
Alguns puxadores de votos, como os deputados e senadores, não terão uma participação mais ativa na campanha do 2º turno. Os candidatos a deputados que não se elegeram vão estar jogando a culpa em Lula ou Bolsonaro, pelas suas derrotas, e não se empenharão mais na busca de votos para governadores e presidentes que disputarão os cargos em 2º turno.
Em contrapartida, os que venceram aproveitarão o resto do ano para descansarem da luta empreendida durante os últimos meses e também não vão se empenhar muito pelas eleições do 2º turno.
Também deve-se atentar para o fato de que Bolsonaro conseguiu eleger um grande número de governadores e senadores de grandes Estados da Federação como, por exemplo, o Zema em Minas Gerais, o Cláudio Castro no Rio de Janeiro e, em São Paulo, Tarcísio se houve muito bem e deverá vencer as eleições no 2º turno e, consequentemente ajudar Bolsonaro nessa caminhada em busca da vitória.
Por outro lado, muitos senadores de Regiões importantes da Federação, como no Sul, no Sudeste, no Distrito Federal, serão fundamentais nessa nova campanha e com certeza impulsionarão Bolsonaro, com uma diferença bem superior à atual de pouco mais de 5% no 1º turno.
Então, aos lulistas não são cabíveis, neste momento, as comemorações e para os bolsonaristas, não há nenhum motivo para desespero. A própria Região Nordeste, embora seja onde se espera que Lula continue vencedor, deverá diminuir essa diferença e o Sul e o Sudeste disponibilizarão uma maior votação pró Bolsonaro, o que poderá mudar o resultado final.
O mesmo pode-se considerar nas eleições estaduais em Pernambuco. Já vimos Marília ficar em 2º lugar no 1º turno das eleições para a Prefeitura do Recife, em 2022, com apenas 1,22% de diferença para João Campos e, no2o turno, perdeu com uma diferença bem maior, em torno de 10%.
Portanto, todas as conjecturas que se produzirem agora, poderão ir por água abaixo mais na frente e, portanto, não hora de comemorações nem de desespero.
Ibaneis Rocha (MDB) foi reeleito governador do Distrito Federal neste domingo (2/10) com mais de 800 mil votos válidos.
Ibaneis Rocha, de 51 anos, é natural de Brasília e foi o primeiro governador nascido na capital. Advogado formado em direito pelo UniCeub em 1993, atuou na advocacia por 25 anos. Entre 2013 e 2015, foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). Em 2018, concorreu pela primeira vez em eleições, e foi eleito governador do DF, com 69,79% dos votos válidos.